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 Um reino por seu amor – cena extra

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Um reino por seu amor – cena extra  Empty
MensagemAssunto: Um reino por seu amor – cena extra    Um reino por seu amor – cena extra  EmptySab Mar 01, 2014 4:43 pm

Título: Um reino por seu amor – cena extra
Autor: strawberriesapples
Shipper: Jeannie/Major Nelson
Gênero: Romance/Drama
Advertências: Achei eles meio OOC, mas faz parte da história
Censura/Classificação: R
Capítulos: One-shot
Nota: Originalmente postada em 10/06/2013
Resumo ou uma promo: Cena extra e dramática do episódio mais romântico da série toda...


Ele estava desolado. Por que raios ele disse aquilo dela se não era verdade? Foi um momento impensado, de raiva! E foi a coisa mais idiota que ele disse na vida. Era óbvio que ele queria se casar com ela. E ele vinha pensando nisso há meses! Era o próximo passo, já que eles estavam cada vez mais íntimos. Ele demorou a admitir para si mesmo que estava completamente apaixonado por ela desde o momento em que a viu, e que ele só chegava perto de fazê-lo quando via que a perderia. Mas agora... era tarde demais. Ela tinha ido embora para Basenji, iria ser rainha e se casar com algum sortudo local.
Ela iria sentir muita saudade dela. De sua alegria, de sua bondade, seu carinho e até de sua ingenuidade. De sua voz o chamando (ele até que gostava de ser chamado de “amo”!), cantando, rindo. Daquela beleza estonteante desfilando para lá e para cá, de suas carícias, abraços e beijos. Da mulher que tinha tornado sua vida 100% melhor e que tinha feito dele o homem mais feliz do mundo.
Ele chegou em casa e jogou-se no sofá. Deu um grito para extravasar (“Aaaaah, como eu sou idiota!”) e apoiou a testa nas mãos, cansado. Ele percebeu uma gota caindo em sua calça. Ele estava chorando! Ele não era um homem de chorar, mas agora ele parecia chorar por todos os momentos em que devia tê-lo feito e não o fez.
Depois de alguns minutos, ele olhou casualmente para a escrivaninha. A garrafa. Lá estava. Ele sentiu as lágrimas querendo cair de novo, mas juntou coragem e a pegou.
Sentou-se no sofá novamente e tentou começar a dizer alguma coisa: “Jeannie... por favor...” ele fez um carinho na lateral da garrafa e se surpreendeu quando viu uma fumaça rosa saindo de dentro dela.
“Jeannie?”
Jeannie saiu de dentro da garrafa com sua habitual roupa e uma mala.
“Jeannie!!! Você está aqui!!!” ele levantou-se do sofá.
“Sim, mas não por muito tempo.”
“O que?!”
“Precisam de mim em Basenji e é para lá que eu vou.”
“Jeannie... não... eu não quis dizer nada daquilo que eu disse...”
“Sinto muito, Major Nelson. Adeus.”
“Não... Jeannie, por favor, você não está falando sério. Fique! Por favor!”
“Eu estou falando muito sério. Adeus.” Disse ela, com os olhos cheios de lágrimas, preparando-se para piscar.
“Jeannie! Eu preciso de você! Não vá!!!” ele ficou de joelhos e abraçou as pernas dela.
“Não precisa não. Além disso, eu não sou a última gênia do mundo...”
“Jeannie...” ele olhou para ela, levantando-se. “Fica. Eu não sei viver sem você.”
“Você viveu muito bem sem mim durante anos!”
“Não... eu não sabia o que era viver até você aparecer...”
“Amo... eu esperei esse tempo todo você tomar alguma atitude, e quando você finalmente toma... eu ouço a última coisa que eu queria ouvir na vida!”
“Jeannie... não... eu fui um imbecil, um idiota! Não sabia o que estava dizendo!”
“Sabia sim. Eu só trago problemas para você!”
“Não é verdade! Você me traz alegria, vivacidade, juventude... amor.”
Eles sentaram-se no sofá. Ela olhou para ele e via desespero em seu rosto. Mas ele ainda tinha medo, e ela não poderia esperar para sempre.
“Jeannie... fica. Eu amo você.”
Aí estavam. As palavras que ela tanto queria ouvir dele. Mas ela estava magoada demais. E se ele falou da boca para fora?
“Então por que eu não acredito em você?”
“Jeannie, eu juro... por favor! Eu te amo! Acredite em mim!” Ele sentiu as lágrimas escorrerem novamente. O que estava acontecendo com ele???
Ela se penalizou com o estado dele. Nunca tinha visto seu amo tão vulnerável e nem tão triste. Mas amargura era algo que ela ainda sentia. Não poderia esquecer-se do que ele falou de uma hora para a outra.
“Eu gostaria muito, Amo...”
“Me deixa provar pra você... por favor...”
Ele lhe deu um beijo na bochecha. Ela continuou imóvel. Mais um. Ela ainda não tinha se mexido. Ele pegou-a pela cintura e deu-lhe um beijo no canto da boca. Ela começou a sentir as lágrimas enchendo seus olhos.
“Major Nelson, pare...”
“Jeannie, por favor... você me faz sentir completo... eu preciso de você... eu te amo!” disse ele, beijando sua bochecha novamente.
“Eu... não... acredito!...”
Ele acariciou o outro lado do rosto dela, virando-o para ele. Tentativamente, ele foi trazendo-o para perto do dele, olhando nos olhos dela. Estavam cheios de tristeza. Ele a pôs neles... ele tinha que tirá-la deles!
Ele a beijou suavemente. Ah, como os lábios dela eram macios! Mas ela simplesmente o deixou beijá-la, sem responder.
Ele a beijou. Ah, como ela gostava de sentir os lábios dele nos dela! Mas ela não podia deixá-lo continuar...
Ele a beijou novamente, tentando obter alguma reação dela e tentando evitar que as lágrimas ainda escorressem pelos seus próprios olhos. Mas algo nele realmente havia mudado...
Desta vez, ela respondeu. Com um beijo violento, feito de toda a frustração que ela sentiu horas antes. Ela só precisava extravasar. Pronto. Iria largá-lo e ir embora...
Ele interrompeu o beijo e desceu para seu pescoço. Oh, não. Quem ele estava pensando que era? Quem era ele para fazê-la se arrepiar toda e suspirar assim? Ela ainda estava magoada com ele. Isso não se curaria com alguns beijos e carícias...
Ele continuava beijando o pescoço dela, tentando ao máximo se redimir. Ele havia feito dela a gênia mais triste do universo (palavras que ela própria diria), ele tinha que desfazê-lo.
Ele afastou o colete do ombro dela e beijou aquela área. Delicadamente, suavemente. Suas lágrimas molhavam cada parte que ele beijava. Ele não conseguia parar de chorar.
Ela estava ficando confusa. Ela precisava sair dali, precisava ficar um tempo sozinha, precisava esquecê-lo! Mas ela não podia. Não conseguia!
Ele tirou o colete e o véu dela. Beijou suas costas, tirando a mão de sua cintura para segurá-la pelo ombro; a pele era tão macia e o seu perfume era inebriante.
Ela virou-se para ele; ele respirou fundo. Ela sentiu uma miríade de emoções: mágoa, tristeza, ansiedade, desejo. Ela havia tentado evitar ao máximo este último sentimento, mas não tinha como: foi o primeiro de vários que ela sentiu por ele. Mas ela era uma mulher forte e não se deixaria entregar a um sentimento tão mundano como esse.
Seus planos tinham ido por água abaixo. Ele a havia beijado novamente, abraçando-a forte. Instintivamente, ela pôs os braços em volta do pescoço dele, se punindo em pensamento por ter feito isso.
Os beijos dele eram desesperados, famintos, molhados. Parecia que ele queria que ela não partisse. Ela devolvia os beijos da mesma maneira, e desta vez ela ouviu um gemido. Um som gutural e primal... e grave. Ela já o tinha ouvido gemer em outras circunstâncias – sempre de dor – mas deste jeito... ela sentiu um pequeno incômodo no baixo ventre. Malditos hormônios traidores!
Ele parou de beijá-la por um segundo e implorou novamente, respirando pesadamente:
“Jeannie... por favor...”
Ela ainda estava muito confusa. O homem que ela mais amava a tinha feito sentir a pessoa mais triste do mundo. Ela ainda estava triste e ressentida. Mas aquele gemido fez o desejo dela por ele aumentar.
Ela não disse nada, mas o deixou beijá-la de novo. Ardentes, desalentados. Ela estava deixando se levar novamente e estava começando a ficar com raiva de si mesma.
Ele acariciava seu tronco, suavemente. Tudo para fazê-la perdoá-lo e ficar com ele para sempre. Ser a Sra Nelson. Ser a mãe de seus filhos. Pensar nisso fez as lágrimas escorrerem de seus olhos mais uma vez.
Num acesso de ira por se deixar ser seduzida por ele, ela agarrou a camisa dele por trás e a rasgou, arrancando-a dele. Sua reação? Mais um gemido. Não. Ele estava estragando os planos dela! Ainda com raiva, ela puxava os cabelos dele... o que o fez gemer de novo. Argh!
Ele a puxou para mais perto dele e ela sentou em seu colo, de frente para ele. Olhou em seus olhos por um minuto e eles estavam vermelhos, cheios d’água. E de desejo. Como isso era possível? Ele era com certeza o homem mais intrigante que ela conhecia. Ela moveu-se de uma certa maneira e o fez gemer mais uma vez. Desta vez, ela se traiu e gemeu também. Ele estava excitadíssimo e ela sentiu. O que ela mais queria agora era sentir esse tratante idiota dentro dela.
Ela piscou e eles apareceram no quarto, em cima da cama dele. Sem sair da posição que estava, ele a beijou novamente. Ainda famintamente, mas não tão desesperadamente como antes. Havia mais ternura e carinho, enquanto ela mordia o lábio inferior dele.
Ao mesmo tempo em que ele tentava colocá-la em cima da cama, ela o puxou para cima dela. Piscou e suas calças desapareceram. Ele interrompeu o beijo e levantou-se, ficando ajoelhado em volta das pernas dela. Ainda triste e cheio de dúvidas (mas louco de desejo), ele tirou o cinto e abaixou as calças, lentamente ficando por cima dela. Ela olhava a cena com desprezo, mas sua libido falava mais alto naquele momento.
Ele a beijou mais uma vez, com voracidade desta vez e foi descendo. Pescoço, clavículas... peito. Ela fechava os olhos, jogando a cabeça para trás e gemendo. De frustração e excitação.
Ele suavemente desfez o gancho de seu soutien e o puxou pela parte da frente. Ele estudou a mulher deitada em sua cama por um minuto. Ela era mesmo a mulher mais linda que ele já tinha visto. Totalmente. Por dentro e agora, por fora. Ele iria desfazer o mal que fez a ela. Ele tinha que conseguir!
Ofegante, ele beijou o vale entre seus seios, molhando aquela área novamente. O fato dele não conseguir parar de chorar já estava deixando-o envergonhado. Mas ele não ligou muito para isso quando passou para os seios dela, ouvindo os sons mais sensuais que ele já tinha ouvido na vida.
Ela estava frustrada consigo mesma. Seu corpo a traiu. Ela estava gostando da situação em que se encontrava agora. Ela estava até gemendo de prazer! Não! Ela ainda estava magoada com ele!
“Ohhhh...”
Ele desceu para a sua barriga, passando suavemente a língua por seu umbigo. Ela gemeu novamente. Ele lentamente foi abaixando a roupa de baixo dela, fazendo-a soltar um grunhido. Ele estava deixando-a maluca!
Beijando-a novamente, ele tentava tirar a própria roupa de baixo. Ela, não agüentando mais, arrancou-a dele com os pés.
Ele olhou nos olhos dela. Profundamente azuis, felinos e ainda tristes. Os dele continuavam vermelhos. Ele beijou-a tentando mandar o resto de tristeza embora enquanto ela o fazia violentamente.
Ele a penetrou lentamente, ainda beijando-a. Que sensação incrível! Ele tinha a mulher mais fascinante do mundo em casa e não ia deixá-la ir mesmo!
Oh, não. Como se não bastasse ele ser o homem mais lindo e sedutor do mundo, ele também era um amante fantástico. Raios! Ela já o amava perdidamente, agora então...
Ele continuou com o mesmo ritmo, ofegando, gemendo. Ela arranhava suavemente as costas dele, irada, amargurada e excitada. Para acabar com a noite dela, ele sussurrou em seu ouvido:
“Jeannie... acredite em mim... eu amo você.”
Ela gemeu. Desgraçado! Depois disso, ele pegou velocidade, fazendo-a arranhar as costas dele com mais força. Ele ficou mais excitado e mais voraz, levando-a (e a si mesmo) a um orgasmo profundo. Ela soltou um grito histérico. Ele olhou para ela; olhos fechados, mas lágrimas desciam deles. Ele saiu de cima dela, deitando-se do outro lado da cama.
Alguns minutos depois, ele virou-se para ela:
“Jeannie?”
Ela olhava para o teto, séria, mas parecendo satisfeita. Depois levantou-se, piscando em si mesma as suas habituais roupas. Olhou para ele com olhos tristes novamente.
“Jeannie? Fale alguma coisa, por favor.”
Ela caminhou até o outro lado da cama, onde ele estava e sentou-se. Ele sentou-se na cama também, e ia pegar no rosto dela quando ela levantou.
“Amo...”
“Sim?”
“Eu preciso pensar.”
“Sim, leve o tempo que quiser, mas... você acredita em mim agora?”
“Adeus.”
Ela piscou e desapareceu. Ele ficou incrédulo.
“Jeannie? Jeannie! Volte! Por favor! Não me abandone! Jeannie!!!”
Ninguém respondeu. Era só ele naquele quarto escuro.
“Nãooo...”
Ele voltou a deitar, levando as mãos ao rosto e deixando as lágrimas escorrerem pelo seu rosto novamente.

FIM
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