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 Quando um astronauta manda tudo para o espaço

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bajumoon

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Data de inscrição : 04/03/2014
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Localização : São Paulo - SP

MensagemAssunto: Quando um astronauta manda tudo para o espaço   Dom Out 26, 2014 1:27 pm

Título: Quando um astronauta manda tudo para o espaço
Autor: bajumoon
Shipper: Major Nelson/Jeannie II
Gênero: Romance
Censura/Classificação: M
Capítulos: 2
Advertências: Partes impróprias para menores
Resumo ou uma promo: Tony está cansando e irritado, com todos os problemas que Jeannie está sempre causando na sua vida e no seu trabalho. Ele chegou ao seu limite. E vai fazer coisas inimagináveis!

I

Eu não podia mais suportar!
Todos os dias era a mesma coisa! Jeannie aprontava das suas, o Dr. Bellows via algo estranho e eu tinha que inventar uma louca desculpa.
Nos últimos dias, a situação estava terrível!
Isso porque estávamos próximos de um lançamento e também pelo Dr. Bellows, que permanecia mais desconfiado do que nunca.
Como se não fosse o bastante, para se divertir, Jeannie o provocava, deixando-o ainda mais confuso e inquieto. E era eu tinha que aguentá-lo!
Cheguei ao meu limite, quando o coronel Bellows, nervoso, entrou na minha sala, me retirando do projeto e me obrigando a ficar um mês inteiro em terapia com ele.
Dessa vez, ele conseguira o apoio do general, que achava que eu andava muito tenso e não havia mais nada que eu pudesse fazer.
Usei meus últimos resquícios de paciência, para aguentar o Bellows falar. Mas assim que ele saiu, eu perdi completamente o controle.
“Chegaa!!!” Gritei, jogando todos os papeis que estavam em minhas mãos para o ar.
Eu estava furioso e esgotado.
Tinha que sair dali, antes que perdesse o resto de sanidade que ainda possuía.
Nem me dei ao trabalho de vestir meu paletó. Ao contrário, assim que cheguei ao estacionamento e entrei no meu carro, retirei minha gravata e abri dois botões da minha camisa. Precisa respirar, sentia-me sufocado!
Mas aquilo não era o suficiente! Eu necessitava ir para algum lugar descarregar minha raiva e frustração.
E naquele momento, eu só conseguia pensar em um local.
Ainda era cedo, mas talvez eles já estivessem abertos. Não custava ir lá ver.
Depois de alguns minutos dirigindo pelas ruas da Praia dos Cocos, finalmente cheguei ao meu destino.
Pelo menos eu estava com um pouco de sorte, o lugar estava aberto.
Há muito tempo, muito mesmo, eu não entrava naquela boate.
Ela continuava do mesmo jeito que eu me lembrava.
Estava vazia devido ao horário, mas para mim, era perfeito. Tudo o que eu precisava era apenas que me servissem uma bebida.
“Chegou cedo querido!” Uma bela loira me cumprimentou. “Ainda falta muito para o meu show!”
“Que pena! Aposto que o seu show é muito bom!” Eu sorri para a moça com malícia. Apesar de ter muito tempo que eu não flertava com uma mulher e estar meio cansado de loiras (devido a uma que me deixava louco em casa), eu gostei dessa.
Ela era provocante e usava uma roupa que deixava à mostra boa parte de seu belo corpo. Eu sabia que iria me entreter-me com ela.
Estava cansado de ser o quadradão, todo certinho dos últimos tempos. Pelo menos por algumas horas, eu queria aproveitar a vida e esquecer meus problemas.
A moça pareceu ter gostado de mim, pois me levou para uma das mesas e me serviu uma bebida forte, do jeito que eu queria, enquanto se insinuava pra mim.
Eu entrei no jogo dela, me divertindo com a “paquera”. Depois de algumas doses de Martini, eu já me sentia bem relaxado e alegre.
Logo os clientes da boate começaram a surgir e o lugar ficou animado.
Mais animados ainda, estávamos minha amiga e eu. 
Ela me “roubou” um beijo, num momento de distração minha e eu correspondi prontamente.
Estava me sentindo tão bem, que nem notei que um homem mal-encarado se aproximou da nossa mesa.
Ele pegou a moça que estava comigo pelo braço, querendo obriga-la a me deixar e ir para o quarto com ele.
Irritei-me com a atitude dele e soltei o braço dela, das mãos dele.
“O que pensa que está fazendo, seu estúpido?” Ele gritou.
“Ela não quer ir com você! E eu não vou permitir que a obrigue!” Disse nervoso.
“Haha, quem você pensa que é para me impedir?”
Ele me deu um soco, antes que eu pudesse desviar.
Ah, ele achava que as coisas ficariam assim?
Na mesma hora eu revidei, batendo ainda mais dele. Nem mesmo o fato de eu estar um pouco tonto pela bebida, não me impediu de brigar como eu queria.
Levei alguns golpes, mas posso garantir que ele apanhou muito mais. E só não foi pior porque os seguranças da boate nos puseram pra fora.
A tal moça loira, que eu nem me recordo o nome, fugiu tempos antes para o seu camarim, assustada com briga.
Fui para o meu carro e resolvi sair dali. De certa forma, eu até estava grato por aquele cara ter começado uma confusão.
Graças a ele, eu descarreguei boa parte da minha raiva.
Porém, eu ainda não estava com disposição para voltar pra casa.
Não estava com vontade de encontrar Jeannie, nem de ter uma discussão com ela.
Tudo que me restava era ir à praia.
Lá eu caminharia um pouco, até que passasse um pouco da minha bebedeira e de minha frustração.
Algum tempo depois que deixei o carro e fui caminhar na praia, já fiquei cansado.
Sentei-me na areia e levei minha mão ao rosto, fazendo uma careta de dor.
A briga com aquele babaca deixara marcas na minha cara e sem dúvida ela incharia um pouco.
Estava começando a pensar na desculpa que inventaria no dia seguinte no trabalho, para explicar minha aparência, quando notei uma alguém saindo do mar.
Estranhei ver alguém ali, naquela hora. Geralmente a praia ficava deserta naquele horário.
Mesmo com a escuridão da noite, percebi que se tratava de uma mulher.
Consegui ver sua silhueta e os longos cabelos.
Ela veio na minha direção e eu fiquei chocado com o que vi. Era Jeannie II!
Nunca imaginei que fosse encontrá-la ali. Mas tinha um grande palpite de que ela viera atrás de mim.
Nunca tinha visto-a vestida daquela forma. Seu corpo estava praticamente todo à mostra.
Usava um biquíni tomara que caia na cor preta, realçando ainda mais sua pele branca.
 A parte de cima do traje, mal comportava seus grandes seios. Eu desci o olhar e olhei para a barriga lisa e as coxas bem torneadas.
Aquela gênia poderia ser perigosa, mas tinha um corpo espetacular!
Eu me assustei por um instante com meus pensamentos lascivos. Sem dúvida, naquele dia eu estava fora de meu habitual. Mas pouco me importava.
******************
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: Quando um astronauta manda tudo para o espaço   Dom Out 26, 2014 1:37 pm

II

Jeannie Segunda finalmente se aproximou de mim, sorrindo, com o corpo e os cabelos completamente molhados.
Ela sentou-se ao meu lado e disse:
“Que prazer revê-lo, queriidoo! Não esperava encontra-lo por aqui!”
“É mesmo? Que coincidência, não?” Usei o meu melhor sarcasmo.
“Não é mesmo?” Ela devolveu no mesmo tom.
“Diga-me sinceramente: desde onde você está me seguindo?”
“Eu não estava te seguindo, major baby! Foi mesmo uma coincidência!” Ela falou com a expressão mais inocente do mundo.
Resolvi não discutir. Naquele momento, tanto fazia se era ou não verdade o que ela disse, apesar de eu saber que ela estava mentindo.
“Ohh, vejo que bateram muito em você queridoo!” Ela comentou.
“Isso não é nada!”
“Tem certeza?” Ela deslizou a mão suavemente pelo meu rosto, descendo para o pescoço, onde levemente me arranhou com as suas unhas.
Não pude deixar de me arrepiar com o toque.
Ela percebeu isso e continuou a me provocar.
Se tivesse me restado um pingo de juízo, teria me afastado dela e corrido para a segurança de minha casa e minha gênia.
Mas eu simplesmente não quis. Não ia fugir, nem negar pra mim mesmo, que eu estava gostando de estar ali com ela. Mesmo sabendo do perigo que ela representava em vários sentidos.
 “Hum...” Suspirei sem querer, quando ela levou seus lábios ao meu pescoço e ia abrindo lentamente a minha camisa.
“Você está gostando disso, queriidoo?”
Ela ergueu o rosto pra olhar pra mim, dando um dos seus sorrisos cínicos. Ela sabia que eu estava gostando, mas queria ouvir da minha própria boca.
Eu não estava com muita disposição para bancar o orgulhoso, nem para jogos, então fui sincero.
“Oh, sim! Muito!” Devolvi o sorriso.
“Que bom majorzinho!” Ela voltou a beijar o meu pescoço, mas eu levemente puxei seus cabelos molhados, fazendo-a parar e voltar o rosto para mim.
“Que tal um pouco disso agora?” Eu falei, levando meus lábios aos dela.
O beijo foi desde o início, violento.
Eu coloquei a língua profundamente dentro da boca dela, e ela correspondeu acariciando a minha.
Seu gosto era muito bom e eu continuei a beijá-la por um bom tempo, enquanto minhas mãos deslizavam por suas costas.
Desci meus beijos para o seu pescoço molhado, lambendo-o ocasionalmente e sentindo o gosto de sal.
Ela deu uma risadinha e deslizou as mãos pelo meu peito nu, tentando tirar totalmente minha camisa já aberta.
Eu retribuí o risinho e a ajudei com a tarefa. Agora eu estava nu da cintura pra cima, mas ela não parecia satisfeita. Jeannie II levou suas mãos ao meu cinto, abrindo-o.
Seu olhar estava voltado para o botão da minha calça e eu a deixei livre para me despir, se quisesse.
Ela mordeu seu lábio inferior e piscou fazendo minha calça sumir.
“Para facilitar as coisas, querido!” Ela explicou com um sorriso.
Sorri novamente para ela, puxando-a para mais um beijo intenso.
Dessa vez, enquanto a beijava, procurei o fecho da parte de cima do seu biquíni e o abri, expondo os seus seios.
Parei de beija-la e voltei minha atenção para eles, segurando-os firmes em minhas mãos e tocando os mamilos entre os dedos.
Eu levantei o rosto e olhei pra ela. Sua boca estava aberta e o olhar escuro de desejo.
Sorri e passei a lamber e sugar seus seios.
Ela segurou minha cabeça de encontro a ela, enquanto gemia pesadamente.
Enquanto continuava a fazer isso, percebi que a mão dela deslizou para meu membro, acariciando-o por cima da cueca.
Agora foi a minha vez de gemer.
Sem paciência e talvez curiosa, ela piscou novamente, me deixando completamente nu e voltou sua atenção ao meu membro.
Ela o estimulava com as mãos, me deixando maluco!
Logo, levou também sua boca até ele e passou a lamber e sugar com vontade.
Eu estava em completo êxtase ao sentir sua língua bem ali.
Não estava aguentando mais e se deixasse, ela teria ido até o fim, então eu a impedi. Estava na hora de eu entretê-la um pouco.
Fiz com que ela erguesse o corpo e a deitei em seguida na areia.
Puxei a parte de baixo de seu biquíni, tirando-a completamente.
Passei a tocar e deslizar os dedos por suas partes íntimas.
“Ahhh...” Ela gemeu alto, quando inseri dois dedos nela, movimentando-os.
Continuei com isso por um tempo, quando decidi levar minha boca até ali.
Em pouco tempo, Jeannie II estava completamente descontrolada, rindo, gritando e se contorcendo sob meus toques.
Ergui meu rosto e olhei pra ela. Seus seios subiam e desciam, devido à respiração acelerada, em sua boca um sorriso prazeroso e seu corpo estava cheio de areia.
Ela estava maravilhosa!
Sem conseguir me conter, empurrei um pouco suas pernas pra frente e a penetrei com força, sabendo que era isso que ela queria, assim como eu.
Eu ia a toda velocidade com as investidas, descarregando o resto de raiva e frustração que eu sentia.
Ela ria de puro prazer e tentava me ajudar, acompanhando meu ritmo.
Algum tempo depois ela gritou, chegando ao clímax e eu também logo a acompanhei dando um grito alto de prazer e alívio.
Caí por cima dela, respirando aceleradamente.
Assim que “tomei” um pouco de fôlego, rolei deslizando ao lado dela e colocando a mão na testa.
Ela se ergueu um pouco para me beijar a boca.
“Não é sempre que digo isso, majorzinho, mas você foi bom demais!”
“Obrigado. Você também!” Eu dei uma risadinha.
Minha consciência estava querendo voltar com força total e me punir por ter agido assim. Mas eu não queria pensar nisso agora.
 “Talvez possamos repetir um dia desses!” Ela falou, se erguendo.
“Por que não?” Eu disse com cinismo.
Ela voltou sua atenção pra mim, não acreditando no que eu tinha acabado de dizer.
“Você está mesmo bem diferente hoje, queriiidoo! E eu gostei muito! Pena que eu tenho que ir agora!”
“Eu também preciso voltar pra casa!” Falei dando um suspiro.
“Ah, vai voltar para a tonta da minha irmã? Estou com pena de você!”
“Vai contar pra ela o que fizemos?”
“Se eu não contar, o que eu ganho com isso?” Ela me perguntou.
Eu me ergui e aproveitando minha última carga de coragem daquele dia, dei-lhe um beijo faminto na boca.
Ela se afastou de mim, sem ar e deu uma risada.
“Hum... acho que vou pensar no seu caso!”
Ela piscou e nos deixou vestidos de novo, mas agora ela usava sua habitual roupa de harém, verde.
“Até a próxima, querido!” Ela se despediu, piscando e desaparecendo.
***
Finalmente voltei pra casa.
Jeannie estava na sala, me esperando angustiada.
Ela me abraçou e pediu desculpas pelo seu comportamento.
“Está tudo bem Jeannie. Eu quero que me deixe ir dormir agora!”
Fui para o banheiro, tomei um banho e depois me deitei pra dormir.
Nem conseguia acreditar no dia que eu tivera.
Sabia que no dia seguinte teria muitas coisas pra colocar em ordem, mas pelo menos agora me sentia bem mais relaxado.
Era sempre bom pelo menos uma vez na vida ser diferente e fazer algo louco.
Quem sabe esse dia não poderia se repetir? Pensava eu, enquanto estava adormecendo.

Fim
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