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 O melhor remédio para a frustração

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bajumoon

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Mensagens : 645
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Localização : São Paulo - SP

MensagemAssunto: O melhor remédio para a frustração   Dom Set 16, 2018 1:21 pm

Título:  O melhor remédio para a frustração
Autor(a): Jussara/bajumoon
Shipper:  Janine/Peter
Gênero:  Romance
Censura/Classificação:  m
Capítulos:  One-shot
Completa: Sim
Resumo ou uma promo: Janine tenta se livrar da frustração, nos braços de Peter


Seu beijo era intenso, exigente. Seus braços eram fortes e firmes, mantendo seu corpo pressionado ao meu.
Ela lisonjeiro o desejo quase palpável dele por mim. E eu não era indiferente. Muito pelo contrário...
Eu o beijava com a mesma urgência, com a mesma paixão. Talvez porque eu necessitava disso.
Mas eu sabia que não era ele o homem dos meus sonhos. Não era com ele que eu sonhava todas as noites. Não era ele quem eu amava.
Meu coração estava cheio de frustração, desânimo, solidão. E eu já não aguenta mais ficar assim.
Portanto, desisti de lutar e me rendi, às suas promessas de consolo.
O homem que estava comigo sabia minha verdade. Mas ainda assim, ele me queria e eu o aceitei.
Naquele momento, ele agia em mim, como uma droga. A droga perfeita para me entorpecer, fazer com que eu esquecesse de tudo, ao menos por algumas horas.
Arfei ao sentir as mãos dele percorrer pelo meu corpo. Ele era bom no que fazia, realmente. Sem dúvida, um homem com muita experiência.
Não poderia ser diferente, já que ele era um homem bonito. Eu preferiria morrer, antes de dizer isso para ele, mas no meu íntimo, sempre o achei bonito.
Além disso, ele poderia ser um completo babaca irritante, na maioria das vezes, mas também sabia ser charmoso e fofo, quando queria.
Eu podia sentir ele puxando o zíper do meu vestido, deslizando as mãos pelas minhas costas nuas.
Eu dei um sorriso malicioso, quando ele passou a beijar o meu pescoço.
Meu desejo estava aumentando de forma significativa e eu necessitava de mais.
Queria sentir de uma vez nossos corpos nus e unidos, sem as barreiras das roupas.
Portanto, eu comecei a desnudá-lo. Ele me ajudou com a mesma urgência, desejando o mesmo que eu.
Em questão de poucos minutos, já estávamos nus, caindo em cima da minha cama, ele por cima de mim, beijando-me loucamente.
Ele me olhou profundamente, os olhos verdes brilhantes, em um pedido silencioso.
Eu sorri para ele e ele sem esperar mais, adentrou em meu corpo.
Nesse momento, eu já tinha parado de pensar. Não me lembrava nem mesmo quem eu era, ou porque ele estava ali comigo.
Entreguei-me totalmente ao prazer, naquele ato insano.
Nós nos movíamos no mesmo ritmo frenético, nossos corpos em atrito, ofegantes, suados, buscando por mais e mais prazer.
Até que enfim eu me perdi de vez, chegando ao clímax mais intenso, que eu já tive na vida.
Meu corpo convulsionou, estremeceu e finalmente amoleceu.
Ele me seguiu e com um gemido alto, teve seu alívio, caindo por cima de mim.
Ficamos algum tempo nessa posição, recuperando nosso fôlego.
Eu podia sentir seu peso em cima de mim, mas não me senti desconfortável.
Na verdade, eu gostaria de ter ficado mais algum tempo assim, antes de ter que voltar para minha realidade.
Mas ele saiu daquela posição, deitando-se ao meu lado.
Como um final de efeito de uma droga, comecei a me sentir deprimida.
Não sei dizer se eu estava arrependida ou não, mas meu coração voltara a doer, por outro homem, que não era aquele em minha cama, mas seu melhor amigo.
Uma lágrima escapou de meus olhos, não pude evitar.
Meu parceiro de cama, olhou para mim e me puxou para seu abraço.
- Não quero que se magoe! - ele alisou meus cabelos com carinho.
Era reconfortante sentir o afeto dele.
- Eu vou ficar bem! - disse a ele.
Ele me abraçou mais apertado e eu adormeci ali, sentindo-me tranquila.
**
- Acorda! - disse eu, na manhã seguinte, já vestida, dando um bom tapa no traseiro dele.
- Ai, é melhor você me tratar com carinho, Janine! - eu ri, por ele ter dito novamente a mesma frase, como da outra vez que eu bati nele.
Que forma ele tinha de dormir, às vezes, com o traseiro para cima! Era irresistível a vontade de bater nele ali.
- Levante logo da minha cama, Dr. Venkman! Eu preciso ir trabalhar!
- Como assim? Não vai rolar nem um cafezinho da manhã antes?
- Nem pensar! E agora cai fora!
Ele resmungou bastante, mas se levantou e se vestiu.
Ele já estava indo embora, quando eu segurei seu braço por um instante.
- Dr. Venkman?
- O que foi agora, Janine?
- Obrigada! Eu precisava disso!
Ele me deu um lindo sorriso e piscou o olho para mim.
- Sempre às ordens, Janine!

Fim
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