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 Muito fascinante

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MensagemAssunto: Muito fascinante   Qui Set 21, 2017 10:15 pm

Título: Muito fascinante
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/Janine
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 4
Nota: Ghostbusters
Resumo ou uma promo: Ela vinha se sentindo frustrada, de muitas maneiras. E a culpa era dele.

 




Janine estava ficando louca. Ela não tinha tido um encontro há muito tempo. Na verdade, o único contato masculino que ela estava tendo era com seus chefes e colega de trabalho. "Janine, alguma ligação?" Peter perguntava. "Janine, guarde isso, sim? Obrigado." Ray dizia. "Oh, café. Obrigado." Egon dizia. "Boa noite, Janine". Winston dizia. Ela pegava o metrô e ia para casa, assistia um pouco de TV e ia para a cama, só para estar em Hook & Ladder 8 (também conhecido como central Caça-fantasmas) às 8 no dia seguinte. Tinha sido assim nos últimos meses... Deus! Ela tentou sair com amigos, fazer compras, dançar... mas sem sucesso. Fazer compras não a animou, por assim dizer - ela pensou em comprar um... negócio... para fazê-la se sentir... melhor, mas desistiu. Isso não resolveria seu problema. Os infelizes com quem ela dançava não contavam como contato, também. E isso tinha acontecido há mais de um mês. A única solução - bem, não era uma solução, era mais um problema, mas ela não se importava mais – era encher a cara. Ela iria sair do trabalho, ir a um bar desprezível e beber até cair. Um bom porre faria com que ela superasse sua frustração...
Quando chegou quase a hora de sair, ela decidiu subir as escadas. Começaria lá na central mesmo; ela nem esperaria chegar até ao bar.
Ela foi direto para a geladeira e nem percebeu um ocupado Egon Spengler consertando uma armadilha, uma rara lata de cerveja na mesa ao lado dele.
"Janine? Posso ajudá-la?"
Ela levou um susto. Justo ele, tinha que estar lá.
"Não, obrigada, Dr. Spengler." Ela disse severamente.
Aquele homem. Aquele homem era a principal causa de sua frustração. Ela estava trabalhando para ele há quase um ano e sua frustração só cresceu desde então. Houve alguns abraços, muitos olhares e até mesmo um beijinho roubado em seu aniversário quando ela estava se sentindo um pouco mais alegre. Mas não deram em nada. Estavam sempre de volta ao seu relacionamento habitual. E ela não podia aguentar mais. Ela se encantou com aqueles severos olhos castanhos, aquela figura alta, aquela genialidade brilhante e aquele sorriso com covinhas que fazia com que ela se derretesse. Quase um ano e ela ainda tinha aquela estúpida queda por ele. Quase um ano e suas noites às vezes ficavam repletas de sonhos com ele, doces, felizes, loucos, estranhos, selvagens... sensuais...
Ela olhou para ele e lá estava ele, olhando para ela com aquela habitual expressão Spengleriana no rosto. Quase ilegível.
"Você está bem?"
Ela pegou uma lata de cerveja e bateu a porta da geladeira, frustrada mais uma vez.
"Você realmente quer saber, Dr. Spengler?" Ela se virou para ele, sua voz escorrendo acidez.
"Caso contrário, eu não teria perguntado". Ohh, ele estava sendo sarcástico; bem, dois podem jogar este jogo!
"Desde quando você se mete na vida das outras pessoas?"
"Desde que elas começaram a subir para pegar uma lata de cerveja da geladeira".
"Tudo bem, quer saber? Eu estou por aqui" - ela fez um gesto com as mãos - "com... algumas... pessoas! Que... não sabem o que estão fazendo da vida! Em geral! Pessoas que estão... frustradas e pessoas que... deixam as pessoas frustradas!"
Ela estava falando sobre ela e, claro, sobre ele. Ele simplesmente ergueu a sobrancelha esquerda.
Ele lhe deu um olhar entediado e disse:
"Eu acho que você deveria ir para casa. Você obviamente não está bem".
Em sua mente, ela estava gritando "Vá se foder, Egon Spengler!", Mas apenas "err!" saiu, transformando-se em um "argh!"
"Errrgh!"
Ela desceu as escadas com raiva, pegou sua bolsa e colocou seu plano em prática. Ela bebeu a lata de cerveja rapidamente e foi a um bar muito desprezível e pediu uma dose de whisky. Quando ela terminou, pediu outra.
O bartender lhe deu um olhar com pena e havia um cara esquisito olhando para ela. Ela pediu a terceira dose e decidiu sair, já se sentindo meio embriagada. Aquele lugar a fez sentir meio doente, embora fosse parte de seu plano.
Depois de pagar a tarifa do táxi, ela cambaleou para o prédio onde morava. Desejou boa noite ao porteiro ("Você está frustrado, Herman?" "Hã... não!" "Ótimo!"), foi para casa e se jogou no sofá, soltando um suspiro. "Esquece, Janine. Isso nunca vai acontecer", pensou ela, fechando seus olhos.
Depois do que pareceu uma hora (tinham se passado só dez minutos - ela olhou para o relógio), ela ouviu uma batida na porta.
Tentando se recompor, ela caminhou em direção à porta e abriu. Ela não pôde deixar de arfar.
"Egon!"

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MensagemAssunto: Re: Muito fascinante   Qui Set 21, 2017 10:15 pm

"Posso entrar?"
"Claro!"
Ele sentiu cheiro de álcool nela. Ela não estava bem e ele ia descobrir o porquê.
"Janine... o que está acontecendo?"
"Com o que você se importa?"
"Você anda desatenta no trabalho, você fica olhando pela janela muito distraidamente e parece infeliz o tempo todo. E teve aquela ceninha na cozinha mais cedo".
Cena? Como ele ousa? Não era uma cena, ela estava soltando toda sua frustração! Mas... ele estava prestando atenção nela. Aquilo foi...
"E ahn... perdoe minha intrusão, mas... pela sua linguagem corporal, você parece... ahem! sexualmente frustrada".
Ai. Meu. Deus. Para alguém que só se concentrava em trabalho e ciência, ele estava ciente de muitas coisas sobre ela. E... ele notou sua linguagem corporal? Era realmente tão aparente?
Oh, bem... ele sabia. E não ia adiantar mentir para ele porque ele saberia. Era melhor... bem, confessar.
"Egon... você é impossível!"
Ele apenas olhou para o lado, um pouco envergonhado. Ele estava sendo muito enxerido.
"Mas sim!" Ele olhou para ela, surpresa. "Sim, eu ando distraída e você sabe por quê?"
‘Eu sei por que, acabei de te falar’, pensou ele. Mas ele apenas olhou para ela esperando a resposta.
"É porque eu realmente estou frustrada, sim. Com a vida, com o trabalho... sexualmente". Ela sabia que era o álcool falando, mas não se importava. "E tudo se resume a uma pessoa: você".
Egon piscou umas duas vezes, incrédulo. Ele? Ela estava frustrada com ele? Mas ele a estava tratando com o maior respeito e cuidado, ele não tinha sido uma pessoa ruim e... oh... ele pensou que ela tinha superado aquela paixonite boba há muito tempo. Aparentemente não. E, aparentemente, não era uma paixonite boba. Ela era... sexualmente atraída por ele.
Egon deu uma olhada rápida em Janine. Ela estava meio descabelada, ela tinha pouca maquiagem no rosto, sua blusa tinha dois dos botões desfeitos, sua saia estava torta e ela estava com os pés descalços. Ela estava toda bagunçada e de repente ela parecia atraente para ele.
Ela era como um problema de matemática, que ele tinha que resolver. Uma prática inicial da teoria que ele um dia esperava formular sobre as emoções humanas e o ambiente físico.
Uma ideia insana passou por sua mente. Ele a deixou frustrada, ele tinha que desfazê-lo.
"Hã... eu?"
"Sim, Egon... quer saber? Esquece. Eu acho que eu bebi demais e..."
"Não."
"O que?"
"Janine, há algo sobre mim que você deve saber..."
"Oh? E o que é?"
"Eu sempre encontro uma maneira de consertar meus erros".
Janine apenas olhou para Egon. Ele tinha um brilho incomum em seus olhos, diferente daqueles de quando seus resultados de teste eram positivos ou quando descobriu algo em alguma pesquisa que ele estava fazendo. Ela não conseguia lê-lo.
Ele se aproximou dela e apenas olhou para ela, inteiramente, como se estivesse inspecionando-a. Ela franziu o cenho um pouco. Onde é que ele queria chegar?
Ele parou em seus lábios, olhando fixamente. Ela estava começando a se sentir desconfortável, primeiro porque era uma coisa muito estranha que ele estava fazendo; segundo, porque ela estava ficando excitada e não queria.
Ele agarrou seu rosto e chegou ainda mais perto. Janine congelou. Ele iria beijá-la?! Ele que não ousasse beijá-la!
Ela sentiu os lábios rachados dele sobre os dela. Ohhh, finalmente! Um verdadeiro beijo! Foda-se o quanto ele estava sendo estranho! Esse foi um beijo muito verdadeiro!
"Ahh..." ela conseguiu pronunciar, depois que ele interrompeu o beijo.
Ele olhou para ela com os olhos meio fechados, sorrindo um sorriso travesso, uma das covinhas fofas aparecendo. Janine ficou atônita. Esse era um lado totalmente novo de Egon, escondido sob as profundezas daquela personalidade muito austera.
Ela honestamente não sabia como lidar com aquele Egon, acostumada com o cientista um tanto frio.
Com aquele sorrisinho permanentemente em seu rosto, ele a beijou de novo, desta vez, aprofundando o beijo, sua língua procurando a dela. Janine sentiu arrepios por toda parte. Que beijo!
E ele a abraçou, não muito apertado, seus longos dedos acariciando sua lombar. Ela não perdeu tempo e colocou os braços em volta do pescoço dele, deleitando-se com aquele beijo. Deus, aquilo era maravilhoso.
Interrompendo o beijo, ele perguntou com voz rouca, seu rosto ainda muito perto do dela:
"Você vai me deixar corrigir meus erros?..."
Aquela voz, junto com essa pergunta, enviou mais um milhão de arrepios pela espinha dela. Ela nunca diria não...
"Claro..."
"Ótimo..." ele sussurrou bem em seu ouvido, descendo até o pescoço dela. Oh, uau...

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MensagemAssunto: Re: Muito fascinante   Qui Set 21, 2017 10:17 pm

Janine estava nas nuvens. Esse homem incrivelmente sensual era aquele mesmo Egon Spengler? Ela não podia associar um com o outro. Eram duas pessoas completamente diferentes! Oh, Janine, pare de ficar analisando e aproveite o momento!
"Mmm..." ela gemeu suavemente.
Ele estava ouvindo gemidos baixos, respirações profundas e suspiros (estes em seu próprio pescoço) e tudo estava deixando-o um pouco mais excitado. Ele a beijou lentamente, curtindo a sensação de seus lábios sobre os dela e as mãos dela passeando em suas costas.
Tentativamente, ele colocou as mãos na frente do peito dela e começou a desabotoar a blusa. Janine congelou. Ele não estava fazendo isso! Oh, meu Deus, ele estava! E ela ia muito deixá-lo fazer isso...
Enquanto ele a despia preguiçosamente, ele a levou para seu quarto. Como ele sabia que era ali? Ah, era o Egon, ele sabia de tudo... incluindo... como ser incrivelmente sedutor...
"Janine..." ele começou, a voz carregada, acariciando seu pescoço, "Eu me recuso a ser a razão pela qual você está tão chateada..."
"Mmm... sério?..." ela quase gemeu.
"Sim... É meu dever consertar esta situação... e legitimamente..."
Ele tirou dela a blusa e foi direto para a saia. Janine sentiu sua roupa íntima úmida. Céus!...
Egon deu um passo para trás e olhou para ela. Ohh, ela era proporcionalmente linda. Muito curvilínea, para alguém tão pequena.
O queixo de Janine caiu. O homem estava despindo-se, olhando para ela, aquele sorrisinho ainda em seu rosto. Ela não pôde deixar de dirigir seus olhos para uma certa parte de sua anatomia. Oh, Céus. O desgraçado estava usando uma cueca azul clara.
Ela sempre pensou nele como um homem que só usava boxers e lá estava ele, surpreendendo-a mais uma vez, com essa tentadora roupa de baixo, que parecia provocá-la, tipo "Você tem certeza de que aguenta isso tudo?"... A verdade era que... ela não tinha.
Todos os caras com quem ela tinha estado antes não eram muito mais altos ou maiores do que ela. Claro, Egon era alto (e ela sempre se sentiu protegida em seus braços) e ela sabia disso, mas agora ele parecia... enorme. Seja lá o que isso significava.
Ele se aproximou dela novamente e olhou para as alças do sutiã. Olhando profundamente em seus olhos castanho-chocolate, ele as puxou para baixo, uma de cada vez. Janine estava abismada. A coisa toda era incrível. Aquele não podia ser o homem que colecionava esporos, mofo e fungos. Ele não podia ser o homem prático e clínico que dedicava sua vida à ciência. Ele não podia ser o homem que parecia simplesmente embargá-la sempre que ela tentava conversar com ele.
Ele estava acariciando seus seios através de seu sutiã, caramba! Tudo isso enquanto ele beijava-a devagar, beijos doces, saboreando seus lábios.
Ela gemeu através do beijo, mas ofegou quando sentiu uma certa protuberância tocar seu estômago. Meu Deus. Se tudo o que ela sentia estava esperando por ela, ela não tinha certeza de que seria nem capaz de... mexer-se depois!
"Ahh..."
"Janine... o que foi?"
"Hã... nada!" Ela disse rapidamente.
"Não se preocupe... Eu não vou machucá-la..." ele disse suavemente.
Ohhhh, como raios ele... oh, Janine, você esqueceu com quem estava lidando aqui? Sim, o homem provavelmente podia ler mentes também!
Ele a colocou na cama e tirou cuidadosamente o sutiã. Janine suspirou quando sentiu seus dedos calejados em seus seios. Ohhh, como ela tinha desejado o seu toque! Era muito melhor do que em sua mente distraída...
Ele beijou o pescoço dela novamente, descendo até o peito e finalmente levou a boca para onde estavam as mãos. Janine gemeu alto. Um dos seus sonhos mais loucos e maravilhosos estava se tornando realidade!
Egon estava se divertindo. Não, ele não era um homem de hábitos mundanos, pelo contrário, mas ele ainda era um homem e como qualquer outro homem, bem, ele tinha necessidades. Certo, ele não era um homem comum - ele tinha ouvido isso a vida toda, desde que era um garotinho - mas no final das contas, ele estava cheio de testosterona, como 99% dos machos normais do planeta. E toda essa testosterona estava levando a melhor sobre ele.
E Janine era uma mulher bonita, com um corpo deslumbrante que estava obscurecido por sua escolha de guarda-roupa. Ele nunca imaginou que sua figura fosse tão formidável... ou que ela fosse tão, tão cheirosa.
Ele desceu por seu corpo com os lábios, o cheiro doce dela subindo por suas narinas. Até o umbigo dela era admirável. Ele se deparou com uma roupa íntima lilás, decente, de algodão. 
Janine realmente não parecia o tipo de garota que usava lingerie indecente. E combinava com o sutiã.

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MensagemAssunto: Re: Muito fascinante   Qui Set 21, 2017 10:17 pm

Ele deu a ela um olhar malicioso (com um sorriso combinando) e, sem pressa, puxou-a para baixo.
Janine estava apoiando-se nos cotovelos, respirando pesadamente. De repente, ele estava em cima dela novamente, seu nariz comprido (ainda que encantador) quase tocando o dela.
"Eu não vou fazer nada que você não queira." ele disse. Ela apenas agarrou seu rosto e beijou-o ansiosamente.
Descendo com as mãos pelo corpo dela, ele acariciou-lhe a cintura, a parte superior e interna de suas coxas. Ela gemeu através do beijo quando sentiu um de seus longos dedos dentro dela.
Certo de que era um gemido de satisfação, ele inseriu outro, enquanto o polegar procurou seu clitóris.
"Ohhh!!" Ela interrompeu o beijo, para gemer direito. Ele estava estimulando-a de uma maneira que ela não achava possível. A maneira como ele movia seus dedos e acariciava suas delicadas partes, a deixava louca. Quem diabos era esse homem?
"Oh, Egon!!!"
Ela gemendo seu nome no auge do prazer era como descobrir uma nova espécie de fungo. Ele sorriu amplamente, incrivelmente satisfeito consigo mesmo. E ainda... ele queria muito mais...
Ela viu um grande sorriso no rosto dele, o que era uma coisa rara. Os dentes brancos e certinhos e as covinhas fofas aparecendo. Ele ficava muito fofo quando sorria. Ela sorriu de volta, seu sorriso, preguiçoso e satisfeito. Oh, muito.
O sorriso encantador de Egon tornou-se um sorriso safado e ele desceu pelo corpo dela com os lábios e a língua, demorando-se onde seus dedos tinham acabado de estar. Ele lambeu-lhe as dobras úmidas, sugando-lhe o clitóris com afinco.
"Ohhh.... mmm... aahhh... Porra!"
Egon sorriu novamente. Janine xingando era muito engraçado. Especialmente em uma situação como essa.
Ela não podia acreditar. Era tudo muito insano. Esse homem íntegro e distante tinha os lábios e a língua diretamente em sua... Ahhh!
E ele a fez chegar ao clímax. Novamente. Absurdamente.
"Desculpe, Janine. Sério". Ele ofegou.
"Ah... só... cala a boca, Egon..."
Ela o beijou novamente, e desta vez, ela demorou-se, saboreando os lábios rachados dele. Ele sorriu preguiçosamente e saiu de cima dela e da cama. Sorrindo um sorriso bobo, ele rapidamente tirou aquela maldita cueca.
Os olhos de Janine se arregalaram. A cueca azul-céu deixou mesmo pouco para a imaginação. O homem era longo, mas não muito grosso (graças aos Céus, ou ela não conseguiria andar depois!) e ela ainda não sabia se poderia lidar com aquilo tudo.
Ah, dane-se. Aquele era Egon Spengler e ela não ia desperdiçar aquela oportunidade de ouro. Se ele a machucasse (Ohh, Deus!), ela apenas deixaria isso de lado e ia mandar ver! E ele prometeu-lhe que não a machucaria...
Ele subiu de volta na cama e deu-lhe um sorriso doce, as covinhas ameaçando aparecer. Ele acariciou o topo de sua cabeça e a beijou suavemente, penetrando-a gentilmente.
"Ohhhh!..." Oh, por tudo que era sagrado, ele era incrivelmente gostoso!
Ele penetrou-a profundamente, atingindo lugares que ela mal sabia da existência. Todos os seus outros namorados não chegavam nem perto! Deus!
Egon estava enlouquecendo. Ela era pequena e muito apertada. Suas poucas namoradas eram ansiosas demais e as... ahem! voluntárias para experiências tinham muita bagagem. Oh, bem, elas cumpriram seu propósito.
Mas Janine era pequena e apertada e doce e... bem, atraída por ele. Isso acrescentava um... tempero, ele acreditava, a toda a relação.
Ele pegou velocidade, gradualmente perdendo o controle. Parecia uma experiência bem executada e bem sucedida. E, bem, de alguma forma, meio que era. Embora fosse muito mais agradável.
"Nngh... oh!" Ele ficou assustado quando pensou que tivesse ouvido Janine arfar, sem ar. Ele olhou para ela, sua respiração pesada.
"Oh, por favoooor, não pare!!!" ela gritou.
Ele imediatamente a obedeceu, penetrando-a como uma máquina bem lubrificada... Deus, o que esse homem estava fazendo com ela? Ela estava enlouquecendo de tesão!
Ela começou a debater-se na cama, seu orgasmo atingindo-a como um maremoto. Bem, parecia mais um vulcão, derramando lava quente em todos os lugares. Bem, ELE era como um vulcão em erupção, SUA lava quente dentro dela...
"Egonnnn!"
"Ahh!"
Ele atingiu o clímax junto com ela, sua respiração e compostura voltando. Ele deu-lhe aquele sorriso estupidamente bobo com uma covinha aparecendo e desabou ao lado dela na cama.
Janine apenas olhou para o teto, estupefata.
"O que acabou de acontecer?" ela disse. Era mais para si mesma; ela ainda não podia acreditar.
Ele se virou para ela.
"Eu... acertei agora?"
"Você ainda precisa perguntar?..."
Eles sorriram um para o outro, tolamente.
"E hã... Eu vou ver sobre o seu aumento, senhorita Melnitz".
"Mmm... obrigada, doutor Spengler."
Ela deu-lhe um beijinho e acariciou sua bochecha. Alguns minutos depois, ela adormeceu. Ele beijou o topo de sua cabeça, vestiu-se e saiu. Eles teriam todo o tempo do mundo para conversar...

 
FIM
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