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 Chamado especial

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MensagemAssunto: Chamado especial   Qui Set 21, 2017 9:53 pm

Título: Chamado especial
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/Dana
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 3
Nota: Ghostbusters 2
Resumo ou uma promo: Ela queria seu Egon Spengler de volta... e ela traria ele de volta, do seu próprio jeito.




Dana Barrett estava cansada. Tinha deixado Oscar com sua mãe, tinha ido ao museu resolver algumas coisas (ela ainda trabalhava lá, mas ia mudar de setor), tinha ido ao conservatório e ao supermercado. Chegou em casa com bolsas pesadas nas mãos, cheias de compras. Foi direto para a cozinha, colocar as compras no balcão. Ela estava prestes a tirar um pacote de macarrão de dentro de uma das sacolas quando sentiu um arrepio. Um arrepio bem familiar. Ela virou de costas para o balcão bem devagar e se deparou com uma espécie de espectro no canto de sua cozinha. “Oh, não.”, pensou. Em vez de gritar, ela saiu devagar da cozinha e foi direto ao telefone.
“Alô?” - atendeu Egon Spengler, distraído com seus afazeres no laboratório. Ele havia ficado no QG ajustando alguns equipamentos enquanto os outros foram atender uns chamados. Não exigiam muito, por isso ele ficou. "Caça-fantasmas.”
“Egon?...”
“Dana?”
“Socorro!”
“Dana!”
“Tem uma criatura estranha e escura na minha cozinha!...”
“Vou já pra aí!”
Ele pegou um feixe de prótons, uma armadilha e saiu desvairado da firehouse. Pegou o primeiro táxi que viu e pediu ao motorista que fosse o mais rápido possível para a East 77th Street. O taxista estranhou o Caça-fantasma ali sozinho sem os outros, mas ficou quieto.
Egon pagou o taxista e entrou às pressas no prédio de Dana, dizendo ao porteiro que tinha recebido um chamado daquele prédio. Ele pegou o elevador até o décimo andar e bateu na porta do apartamento 1080.
“Entre!” - ouviu ele.
Egon abriu a porta e se deparou com o espectro negro, que passou diretamente por ele. Dana gritou, atordoada.
O fantasma havia derrubado Egon no chão, deixando-o quase desacordado.
“Egon!...” Dana foi desesperada para perto dele.
Ele estava lutando para manter-se acordado, mas não estava conseguindo.
"A... Armadilha..." murmurou ele.
Dana correu até a armadilha e a abriu assim que viu que a criatura vinha atrás dela.
Ela foi sugada logo e Dana fechou a armadilha. Voltando-se para Egon, ela percebeu que ele tinha finalmente desmaiado.
"Oh... Egon..."
Ela ficou ali de joelhos ao lado dele, segurando sua mão. Ela não tinha ideia do que iria fazer. Resolveu esperar ali mesmo. Egon iria acordar a qualquer momento. Ele tinha que acordar!
Realmente, dali a alguns minutos, ele abriu os olhos, devagar.
"Dana?"
"Egon! Graças aos Céus!"
"Onde eu estou?"
"Ora, no meu apartamento!"
"E o que eu estou fazendo aqui?"
"Você veio pegar..."
Dana olhou para ele e se assustou um pouco. Ele parecia mesmo perdido.
"E o que é esta substância com a qual eu estou todo sujo?"
Dana ficou mais assustada. Ele não se lembrava. Ele não sabia nem o que era ectoplasma naquele momento.
"Preciso de um banho..." comentou ele.
"Sim... Venha comigo..."
Ele levantou-se e a seguiu. Dela ele lembrava. Mas como?
Ela o levou até o banheiro e encheu a banheira de água. Ele olhava para ela enigmaticamente enquanto ela tirava seu paletó e camisa.
"Hã... Fique à vontade, Egon... Eu já volto."
Ele apenas olhou para ela saindo do banheiro.
Ela andou rapidamente até a cozinha e soltou um suspiro. Lágrimas encheram seus olhos. Egon, o homem mais genial que ela conhecia, sem lembrar-se de boa parte de si mesmo. Não era possível!
Ela voltou ao banheiro depois de alguns minutos e o viu dentro da banheira, com os joelhos para cima e a cabeça apoiada neles.
"Egon?" ela chamou, aproximando-se dele.
Ele olhou para ela com uma expressão triste.
"Eu não consigo, Dana." disse.
"O que?"
"Eu sei que tem alguma coisa faltando, que eu preciso me lembrar... Mas eu não consigo!"
Uma lágrima finalmente desceu pelo rosto dela. Ver Egon tão perdido era demais para ela.
Ele esticou os joelhos e recostou na banheira, soltando um suspiro frustrado.
Dana enxugou a lágrima e ajoelhou-se atrás da banheira, onde ele havia recostado.
"Egon..." começou ela, tentando fazer uma massagem nos ombros dele, "Do que exatamente você lembra?"
"Do meu nome... De onde eu nasci... E de você. Eu sei que te conheço, mas não sei de onde, nem o porquê."
Dana deixou as lágrimas rolarem. Ele não se lembrava de Ray, Winston ou Peter. Ou que ele era um Caça-fantasmas. Ou que ele era um dos cientistas mais brilhantes dos últimos tempos. Era insuportável.
"Nossa, isso é bom..." Disse ele, sentindo a leve pressão dos dedos dela nos ombros. Ela conseguiu abrir um sorrisinho. Ele soava perfeitamente normal...
Depois de alguns minutos pressionando os dedos nas costas dele e com o pensamento longe, Dana ouviu um gemido baixo. Isso a fez acordar e refletir sobre os vários momentos junto dele. Ela tinha desenvolvido uma certa obsessão por aquele Egon Spengler experiente e sedutor, que conhecia seu corpo tão bem quanto os feixes de prótons, que a deixava tão acabada quanto um fantasma naquela bendita armadilha. Aquele Egon Spengler que era tão bom na cama quanto ele era no laboratório... E ela queria ele de volta.
"Hã... Ok, Dana, obrigado."  disse ele, um pouco embaraçado.
"O que houve?" Ela saiu de onde estava e foi para a lateral da banheira, encarando-o.
"F-Foi ótima a massagem, obrigado."
Ela notou que uma das mãos dele estava na frente do corpo, indo em direção ao meio das pernas. Ela deu um sorrisinho e olhou para ele com um misto de divertimento e dó.
Ainda sorrindo, ela tirou a blusa e a saia e entrou na banheira. Ele arregalou os olhos.
Já dentro, ela tirou as roupas de baixo.
"Pronto. Não precisa mais ficar tão envergonhado..."
Ele continuava estupefato, e seria adorável demais se não fossem as circunstâncias.
Dana estava determinada a trazer o brilhante cientista de volta. E ela iria conseguir. Fossem quais fossem os métodos!
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MensagemAssunto: Re: Chamado especial   Qui Set 21, 2017 9:54 pm

"Egon..." Ela tocou no rosto dele. Ele pegou em seu braço. Ela pegou a mão dele e tocou seu próprio rosto com ela, descendo pelo pescoço, pela clavícula até chegar a um de seus seios. Ele arfou e tirou rapidamente a mão dali.
"Desculpe..." começou ela, "É só que... Eu... Queria que você lembrasse..."
"Mas por que..."
"Eu nunca faria isso se não tivesse acontecido antes..."
"Você quer dizer..."
"Sim... Você lembra um pouco de mim. Eu pareço sem caráter pra você?"
"Não..."
Ela abriu um sorriso e foi se aproximando dele. Ele continuava surpreso com aquele gesto dela.
Olhando para os lábios dele, ela roçou os dela neles e olhou para os olhos dele. Estavam mareados de excitação.
Ela o beijou de leve, esperando a reação dele. Ele a beijou de volta, da mesma maneira.
Dana não sabia se funcionaria. Ela não fazia ideia se ele iria recuperar a memória ou não. Mas ela precisava dele desesperadamente e tinha toda a confiança de que a pura pressão iria fazê-lo voltar a ser o Egon Spengler de sempre.
Num misto de ansiedade e nervosismo, ela o beijou novamente e profundamente, as lágrimas descendo por seu rosto de novo. Ele a abraçou.
"Dana..." Ele sussurrou, interrompendo o beijo.
"Egon... Eu preciso que você se lembre de quem é, eu preciso que você se lembre do que faz, eu preciso... Eu preciso de você..." Havia desespero em sua voz. A situação estava ficando cada vez mais frustrante...
Ela o beijou novamente, confiante. Ele tinha que voltar a si!!!
Ela aproximou-se mais dele e sentiu seu excitado membro tocar suas partes íntimas. Isso a fez soltar um gemido e descer para o pescoço dele.
"Dana... Me perdoe..."
Perdoá-lo?! Como assim?! Perdoá-lo por se excitar ou porque ele continuava desmemoriado? Ele não precisava pedir perdão... Por nada!
"Egon..." Ela gemeu baixo em seu ouvido e empurrou os quadris para frente, tentando encaixar-se nele... Ela ouviu um gemido alto quando conseguiu.
Ela movia-se devagar, agarrada nele, torcendo avidamente para que todas as suas lembranças voltassem, seus olhos ainda cheios d'água.
Ele também agarrava-se a ela, pensando que a mulher na banheira com ele fosse uma espécie de salvadora. Mesmo que ela não fosse sua salvadora... O prazer que ela proporcionava era fantástico!
Dana agitava-se na banheira agora, o desespero e o desejo tomando conta dela. Havia água pelo banheiro todo e podia-se ouvir os gritos dela no prédio ao lado. Ela não era uma mulher muito escandalosa, mas a frustração que ela sentia a fazia gritar.
Aos poucos, a mente de Egon foi ficando cada vez mais confusa, ao ponto de ele não conseguir concentrar-se em nada. Nem mesmo em seu iminente orgasmo.
"Aaaaah!" Ele gritou, caindo desacordado nas costas da banheira de novo.
"Egon!!!" Dana gritou também, parte extasiada, parte preocupada. "Oh... Não... Egon..."
Ele continuava desmaiado. Não!!
"Egon, por favor!!!" 
Ela fez um carinho em seu rosto e ele se mexeu. Ela sorriu.
Lentamente, ele abriu os olhos.
"Dana?"
"Oi..." Respondeu ela, sorrindo.
"Você prendeu o fantasma?..."
Dana soltou uma risada. Ele estava de volta?
"Sim, Egon!"
"Ótimo... Me sinto um inútil!"
"Egon... Onde estão Ray, Peter e Winston?"
"Atendendo um chamado em Long Island..."
"Ohhh, graças a Deus!" Ela exclamou, abraçando o atordoado homem.
Ele a abraçou de volta. "O que aconteceu?" Perguntou.
Ela olhou nos olhos dele. Era mesmo "seu" Egon de volta.
"O maldito fantasma passou por você e... Fez uma bagunça na sua cabeça..."
"O que?!"
"Você não se lembrava de nada, nem de ninguém."
"Que absurdo!"
"Foi assustador..."
"Oh, Dana..." Ele viu as lágrimas pelo rosto dela e "enxugou-as" com a mão. "Eu sinto muito..."
Ela o abraçou novamente, apertado, desejando nunca mais presenciar isso na vida de novo. Tinha sido apavorante demais.
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MensagemAssunto: Re: Chamado especial   Qui Set 21, 2017 9:55 pm

Ele começou a desenhar uns arabescos nas costas dela distraidamente, fazendo-a arrepiar-se. O homem tinha a capacidade de excitá-la das maneiras mais peculiares.
"Mmm..." gemeu ela, sentindo a respiração pesada dele em seu pescoço. Ela gemeu novamente quando sentiu os lábios dele ali.
"Oh..." Por que raios ele tinha que ser tão irresistível? Por que ela tinha essa atração inexplicável por ele?
Alguns minutos com ele e ela se via entregue ao Dr. Spengler e suas experiências...
Ele passou a beijar os lábios dela, suavemente, preguiçosamente... Dana ia ficando cada vez mais inflamada...
Pronto. Agora ela precisava urgentemente dele, de senti-lo arrebatá-la aos poucos, como só ele sabia fazer.
Ela deu um gemido e afastou-se dele, saindo da banheira e pegando uma toalha. Ela esticou o braço e entregou outra a ele.
Sorrindo, ele saiu da banheira e pegou a toalha, encarando-a.
Ela se enxugou rapidamente e logo agarrou-se nele, dizendo:
"Eu fico aliviada de ver que você voltou ao normal..."
"O que você faria se eu não tivesse voltado?" Perguntou ele, um pouco desafiador.
"Eu tentaria todos os meus métodos até conseguir fazer você voltar..."
"Humm... Estou curioso para conhecer esses seus outros métodos..."
"Mas você voltou ao normal, Egon..." Ela comentou, provocando-o.
"Dana... É da minha natureza descobrir e aprender..."
Ela sorriu.
"Ainda mais quando se trata de você!..."
Ela se excitou mais com aquela colocação. Ele tinha mesmo maneiras diferentes de deixar seu fogo aceso!...
Ela o beijou, arrastando-o para o quarto, seu desejo chegando ao limite.
Dana realmente não conseguia explicar; essa atração descontrolada por ele era mais forte do que ela. Ela parecia uma viciada, prestes a tomar uma dose de sua droga preferida.
Ele a colocou na cama, sorrindo amplamente. Até aquelas covinhas a deixavam louca! Ela puxou o rosto dele para perto do seu e o beijou avidamente. Rindo, ela disse:
"Analise-me, doutor Spengler..."
Ele deu uma risada e comentou:
"Minuciosamente, senhorita Barrett..."
Descendo pelo corpo dela com os lábios - fazendo-a suspirar - ele parou em seu centro mais íntimo e levou sua mão àquela área, explorando-a devagar com os dedos.
Ela respirava pesadamente. Soltou um gemido alto quando sentiu a língua dele substituir os dedos.
"Oh!..."
Ele alternava entre língua e lábios, provocando-a, chegando quase ao ponto que ele sabia que a faria enlouquecer. 
"Mmm... Egon!.."
Ele mesmo não aguentava mais. Provocar Dana e ver suas reações era interessantíssimo, mas seu próprio desejo já estava levando a melhor.
Ele interrompeu suas ministrações orais e penetrou-a, lentamente.
"Nnnngh..."
"Ahh..."
"Você continua sendo..." Começou ele, sua respiração pesada, "o meu objeto de estudo... Mais interessante... Senhorita Barrett..."
Ela deu um risinho. "É sempre um prazer... Doutor Spengler..."
Ele riu da colocação bem literal dela. Sim, era um prazer imenso...
Ele penetrava-a com mais afinco, observando o belo rosto dela. Os olhos apertados e a boca aberta, respiração ofegante e gemidos baixos e mais frequentes. Ela estava quase alcançando o clímax. Seu próprio orgasmo estava bem perto.
Depois de mais algumas estocadas, ele finalmente teve seu alívio dentro dela, fazendo-a também perder o controle.
"Oh, meu Deus, Egon!..." Ela suspirou.
Ele riu. Também estava estarrecido.
Saindo de cima dela, ele levantou. "Onde estão minhas roupas?" Perguntou.
"No banheiro..."
Ele andou em direção ao banheiro e ela enrolou-se de volta na toalha.
Minutos depois ele voltou ao quarto, vestido e alinhado como sempre.
"Preciso ir..." Disse ele.
"Eu sei..."
Ele apenas sorriu e foi em direção à sala.
Ele pegou o feixe de prótons, a armadilha e a parabenizou e agradeceu por ter capturado o fantasma.
"Ora... Eu só fiz o que deveria..." Ela disse, modestamente.
Ele sorriu o sorriso com covinhas e ia abrindo a porta quando ela deu-lhe um beijo na bochecha e disse, com um sorriso largo:
"Apareça!..."
"Aparecerei..." Ele respondeu, indo em direção ao elevador.
Quando ele chegou à firehouse, seus amigos já tinham voltado.
"Egon?"
"Onde você estava?"
"Fui atender a um chamado..."
"Ah, é? Sozinho?"
"Sim..."
"De quem?" Perguntou Peter.
"De uma cliente." Ele encarou Peter, sério. Não se importava mais com os tais sentimentos dele por Dana, até porque ele acreditava neles mesmo.
"*Uma* cliente?" Ele insistiu.
"Sim..."
Ray passou a mão pelos cabelos, meio agitado. Ele já sabia de quem a cliente se tratava e que provavelmente não foi um chamado comum...
"Quem?"
"Peter... Eu não te pergunto sobre cada chamado que você atende. Agora, faça algo de útil e vá colocar esse fantasma na unidade."
"Qualé, Spengs... Quem é a moça?"
"Se interessasse a você, eu já teria te dito." Egon respondeu, sério.
Peter fez uma cara espantada e saiu para o porão.
"Boa noite." Disse Egon subindo as escadas, deixando Ray e Winston abismados na recepção.
 
FIM
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