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 A gênia do bolo

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bajumoon

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Data de inscrição : 04/03/2014
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Localização : São Paulo - SP

MensagemAssunto: A gênia do bolo   Qua Jun 04, 2014 9:06 am

Título: A gênia do bolo
Autor: bajumoon
Gênero: romance
Censura/Classificação: M
Capítulos: 2
Advertências: Partes impróprias para menores
Resumo ou uma promo: Em sua despedida de solteiro, Tony é seduzido pela misteriosa garota do bolo.

I
Ás vezes eu penso que tudo não passou de um sonho, ou pesadelo, dependendo do ponto de vista.
De fato, eu estava bêbado e tudo ainda é muito confuso na minha cabeça.
Muitas vezes quis contar o que houve para Jeannie, mas tive medo.
E se ela passasse a me detestar e fosse embora de novo?
Eu não poderia suportar ter que passar por todo aquele sofrimento outra vez.
Principalmente agora que faltava tão pouco para o nosso casamento! E eu nem tinha certeza se foi mesmo real! Não! Definitivamente eu teria que guardar isso pra mim mesmo e tentar esquecer, mesmo que fosse contra os meus princípios.
Em pensar que tudo isso começou, quando Roger quis fazer uma despedida de solteiro pra mim.
Desde o começo eu não quis, pois sabia muito bem como eram as festas do meu amigo: música, mulheres e bebidas!
Em outros tempos, isso seria perfeito pra mim, mas agora eu sabia que isso só poderia acabar em confusão. E eu estava certo!
Depois de todos os problemas que tivemos, tentando esconder a festa da Sra. Bellows, que tinha descoberto tudo, o Dr. Bellows apareceu dentro do bolo, visivelmente bêbado, fazendo Amanda Bellows desmaiar.
Jeannie, que estava escondida atrás da cortina, me disse:
“Feliz despedida de solteiro amo!”
“Jeannie...” Eu a olhei com uma cara de desespero, por toda aquela confusão e ela disse pra mim, com a voz baixa:
“Eu vou pra casa, amo! Prometo que não virei mais aqui! Vou te esperar em casa!” Ela piscou desaparecendo, antes que alguém a visse.
O general Schaeffer então chamou um oficial, que não estava na festa, para levar os Bellows pra casa. E a pedido dos outros oficiais, continuaram com a comemoração.
Tudo o que eu queria era ir embora dali! Já estava cansado de tanta confusão, mas o general ordenou que eu ficasse e me divertisse.
Colocaram outra vez a música e todos dançavam e bebiam animados.
Eu, completamente aborrecido, sentei-me frustrado e esperando que aquela festa acabasse logo!
Estava distraído com meus pensamentos, quando notei que outra vez traziam o grande bolo para fora do armário.
Uma das garotas me fez levantar, colocando-me em frente ao bolo, para que eu recebesse a surpresa.
Todos bateram palmas e assoviaram, quando de dentro do grande bolo saiu uma misteriosa garota.
Ela usava roupa de odalisca e tinha o rosto coberto por um véu. Somente seus olhos estavam expostos.
Eu a olhei com interesse. De onde eu conhecia aquele olhar?
Havia algo naqueles olhos azuis, que me lembravam de alguém, mas não sabia quem.
Enquanto todos os presentes continuavam se divertindo, a tal garota me levou para um canto da sala e começou a acariciar meu rosto.
“Você é muito bonito!” Disse ela, com uma voz também familiar.
“Obrigado!” Eu olhei de novo e perguntei. “Eu tenho a impressão que conheço você, mas não sei de onde!”
Ela riu e disse:
“Deve ser apenas impressão!”
“Você não poderia tirar o véu, para eu ver o seu rosto?” Eu não sei porque estava tão curioso! Mas tinha algo nela que me incomodava. Talvez fosse por causa das roupas de odalisca, ou o olhar, ou a voz. Por alguma razão, eu precisava saber quem ela era.
“Não, querido! Eu prefiro manter o mistério!” Ela respondeu.
A garota saiu de perto de mim, indo até a mesa das bebidas. Eu acompanhava com o olhar seus movimentos.
Pouco depois, ela voltou trazendo-me algo pra beber.
“Isso é pra você relaxar um pouco! Está muito tenso!”
“Eu agradeço, mas prefiro não beber! Tenho certeza que tem álcool nesse ponche!”
“E qual é o problema? Uma única bebida não fará mal! É a sua festa, divirta-se um pouco!”
“Eu acho melhor não!” Teimei.
“É só um! Do que está com medo?”
“Ah, está certo! Depois de tudo que eu passei essa noite, acho que preciso mesmo disso!”
Eu recebi o copo das mãos dela e comecei a beber. Estava delicioso! Rapidamente acabei com o conteúdo do copo. E como ela havia me dito, já me sentia mais relaxado.
Comecei a conversar com a moça, que me perguntava sobre minha carreira, meu futuro casamento e meus planos.
Senti-me à vontade pra falar com ela sobre minha vida e era um ótimo passatempo até aquela festa acabar e eu poder voltar pra casa.
Durante esse meio tempo, ela me convenceu a beber mais ponche e eu acabei aceitando e ficando cada vez mais alegre e mais desinibido.
Depois de algum tempo ela me disse:
“O que acha de irmos para aquela salinha ali ao lado?” Disse ela, apontando-me uma porta. “Aqui há muito barulho e não podemos conversar direito!”
“Eu não sei...” Disse, meio hesitante.
“Ah, vamos?” Ela delicadamente me puxou pela mão e eu deixei que ela me conduzisse.
Eu estava meio tonto e cambaleante por causa da bebida, mas me sentia muito alegre e relaxado.
Nós entramos na sala e ela fechou a porta.
“Agora podemos finalmente ter um pouco mais de privacidade!” Disse ela.

Continua...
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: A gênia do bolo   Qua Jun 04, 2014 9:07 am

II
Eu sentei-me em uma cadeira, com a mão na cabeça.
“Acho que estou um pouco tonto!” Comentei.
“Ah, mas que pena! Não se preocupe! Farei com que se sinta melhor!”
Ela sentou-se no meu colo e começou a massagear minha cabeça.
“Por favor, levante-se! Isso não está certo, eu estou noivo!”
“Ah, mas eu não estou fazendo nada de mais! Só quero que você se sinta bem!”
“Mas...”
“Shhhh! Fique tranquilo! Hoje é a sua despedida de solteiro, feche os olhos e trate de relaxar!”
Eu não discuti mais. Não estava com disposição pra isso. Além do mais, a massagem que ela fazia em mim, era boa demais!
Isso mais o efeito do álcool faziam com que eu me sentisse no paraíso. Nem raciocinar direito eu conseguia mais.
“Oh, isso é muito bom!” Falei.
Logo percebi que as mãos dela saíram da minha cabeça, começaram a abrir meu paletó e retiraram a minha gravata. Eu abri meus olhos.
“O que você está fazendo?” Perguntei, com a voz um pouco “enrolada” por causa da bebida.
“Estou fazendo com que você se sinta melhor, querido!”
Eu estava muito confuso. Eu sentia que aquilo estava errado e precisava sair dali. Tentei levantar e fazer com que ela se levantasse também, mas não consegui. Estava meio entorpecido pela bebida.
“Eu tenho que ir embora! Minha noiva está me esperando! E eu não quero mais saber dessa festa!” Disse.
“Não! Você não tem que ir embora! Fique e eu farei com se sentia muito bem!” Ela falou. “Agora feche os olhos e não volte a abri-los, promete?”
Eu fiquei algum tempo sem saber o que fazer, mas por fim, sucumbi. Faria o que ela estava me pedindo.
“Está bem, eu prometo!” Falei sorrindo. Aquela mulher tinha um grande poder de persuasão, principalmente no estado em que eu me encontrava.
Fechei os olhos e deixei que ela abrisse também a minha camisa.
Ela massageava meu peito e me arranhava levemente com suas unhas compridas. Eu me arrepiava dos pés à cabeça.
Ainda sentada em meu colo percebi, que ela parou por um instante a massagem e senti seu rosto bem próximo ao meu. Eu comecei abrir os olhos pra ver o que estava acontecendo, mas ela me repreendeu, colocando a mão neles.
“Você prometeu que não abriria os olhos, lembra-se! Hum, acho que vou ter que vendá-lo, pra ter certeza que cumprirá sua promessa!”
Eu dei uma leve risadinha, como a de uma criança que foi pega em uma travessura e deixei que ela me vendasse. Ela provavelmente colocou sobre meus olhos o véu, que até a pouco cobria seu rosto.
Eu queria muito ver aquele rosto. Mas mantive minha palavra!
“Ótimo!” Disse ela. “Agora posso continuar de onde parei!”
Ela uniu seus lábios aos meus.
Eu deixei que ela me beijasse. Mesmo com minha mente obscura por causa do álcool, eu senti um pouco de culpa. Mas não pude evitar a sensação prazerosa que sentia com seu beijo intenso.
Ela continuou com seu beijo insistente, até que não pude mais me conter e correspondi.
Nossas línguas se chocavam e se acariciavam, enquanto as mãos delas voltavam a passear sobre meu peito.
Á partir daquele momento, tudo aconteceu muito rápido.
Ela habilmente abriu minha calça e colocou a mão por dentro da minha cueca, acariciando meu membro. Eu comecei a gemer alto.
Não satisfeita, ela o trouxe pra fora e o segurava, deslizando sua mão por toda a extensão dele.
“Ohhh...” Eu respirava pesadamente.
Ela tirou sua mão dali e levantou. Antes que eu entendesse o que estava acontecendo, ela voltou a sentar-se, mas agora de frente pra mim.
Eu busquei o corpo dela com as mãos e percebi que ela estava nua.
Ela começou a beijar meu pescoço, enquanto eu acariciava suas costas.
No instante seguinte, ela se posicionou, guiando meu membro para dentro dela.
Mais uma vez, não pude conter um alto gemido e ela começou a fazer movimentos de cima pra baixo, quase pulando em cima de mim.
Por um instante, na minha mente enevoada pensei como tudo aquilo parecia surreal.
Eu estava na base, com uma garota que nem sequer vi o rosto e fazendo aquilo que eu não devia!
E ela ia cada vez mais depressa! Eu ouvia seus gemidos e risadas e ficava ainda mais excitado.
“Ohhh, queridoo!” Ela se contorceu de prazer sobre mim e quando eu estava também alcançando o prazer máximo, ela tirou minha venda.
Eu pisquei algumas vezes, sem acreditar!
“Ohhh, Jeannie?! Você é a irmã de Jeannie!” Disse o nome dela gemendo e totalmente chocado!
Ela saiu de cima de mim e falou!
“Espero que você tenha tido uma ótima despedida de solteiro, queridoo!” Ela se aproximou e deu-me um beijo rápido na boca. “Ah, dê lembranças a minha irmãzinha por mim!” Disse ela, desaparecendo em seguida.
Eu fiquei estático, ainda tentando recuperar o fôlego! A partir desse momento tudo se apagou em minha mente.
Só me lembro do Major Healey me chamando:
“Tony? Tony, acorde!” Ele me sacudia.
Eu levantei-me da cadeira em que estava com um grande pulo. Péssima ideia! Minha cabeça parecia que ia explodir.
“Oh, o que houve? Onde está ela?” Perguntei confuso.
“Ela quem?” Roger quis saber. “A festa acabou e todos foram embora, mas pelo visto você ficou por aqui!”
“É, acho que sim...” Falei, muito confuso. Será que foi mesmo um sonho? Eu me perguntava, enquanto examinava minhas roupas. Estavam um pouco amassadas, mas tudo no seu devido lugar.
“Jeannie me ligou hoje de manhã! Está furiosa com você! Ela só não veio procurá-lo de novo, porque disse que tinha prometido! Mas se prepare pra aguentar a fúria dela!” Disse Roger.
“Eu preciso ir pra casa! Tenho que tomar banho e um remédio pra dor de cabeça!” Falei, saindo da sala.
Assim que voltei pra casa, acertei tudo com Jeannie. Ela estava muito brava, mas acabou entendendo.
Eu guardei o segredo da garota misteriosa e nem mesmo ao meu melhor amigo fui capaz de contar.
Talvez tenha sido apenas um sonho, mas ainda não pude me esquecer de que na minha despedida de solteiro, estive com a gênia do bolo!

 Fim
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