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  Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama

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MensagemAssunto: Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama   Sab Out 20, 2018 10:30 pm

Título: Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/várias
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 5
Nota: beeem antes de Ghostbusters, durante o primeiro filme e durante e depois do segundo!
Resumo ou uma promo: Algumas das experiências amorosas de Egon Spengler...



1962


Ele era um homem das ciências exatas, mas isso não queria dizer que ele não gostava das humanas. Ele gostava sim, e muito. Poderia ter uma conversa bastante agradável sobre a história corrente e passada; sobre os acontecimentos no mundo da política, sobre religião e sobre a cultura de vários países. Ler era como respirar para ele, naturalmente, ele estava a par de muitas coisas.
Um de seus assuntos preferidos fora de sua área era o próprio idioma. Ele sabia que a língua inglesa era relativamente fácil se comparada a várias outras, mas isso não queria dizer que ela não fosse interessante. Ele gostava de saber sobre a etimologia das palavras, sua formação e, em especial, a função de uma palavra numa frase, ou num texto maior. Ele também devorava os clássicos da literatura, fazendo várias análises em sua própria mente sobre os personagens, o autor do livro, o contexto social. Na verdade, a gramática e a literatura inglesa eram dois de seus assuntos preferidos. Isto é, fora da ciência.
Essa paixão pela língua tinha um incentivo. Senhorita Robinson. Professora do primeiro, segundo, terceiro e quarto períodos. A mulher era excelente e tinha um jeito especial de ministrar suas aulas. Ela parecia contar uma história a seus alunos e todos prestavam muita atenção. Especialmente os rapazes, pensava ele.
Acontece que a professora, além de extremamente capaz, também era extremamente bonita. Loira, olhos azuis, um sorriso reluzente e um corpo de deixar qualquer modelo no chinelo. Ela era estonteantemente curvilínea, e sua escolha de guarda-roupa, apesar de modesta, não escondia isso.
Apesar de achar a professora lindíssima, ele era praticamente o único da turma que não a tratava como um objeto, por assim, dizer. Ou que ficava extremamente nervoso quando ela chegava perto.
Ele era o único que participava ativamente das aulas, além das meninas, e isso a fez criar uma estima por ele. Fora o fato de que ele sempre tirava notas altas. Era um aluno exemplar.
Em uma tarde de primavera, ele a avistou saindo de um táxi, mal conseguindo segurar as sacolas de compras.
"Senhorita Robinson!"
"Senhor Spengler! O que faz por aqui?"
"Fui à livraria da esquina. Quer ajuda?"
"Oh, sim, muito obrigada!"
Ele pegou algumas sacolas dos braços dela e começou, animadamente:
"Fui ver se eles tinham a edição de bolso de Romeu & Julieta..."
"Achou?"
Ele abriu o casaco e mostrou para ela o livro em seu bolso.
"Ah, formidável!"
"Tem mais de um ano que eu li; resolvi comprar esta edição porque posso levar para qualquer lugar."
"Sim! Que ótimo!"
Eles entraram no prédio e subiram até o apartamento dela. A conversa estava ficando mais animada.
"Terminei de ler todas as tragédias psicológicas... acho que ele explora bem o lado negro do homem!"
"Você leu todas?"
"Hã... sim! Quer dizer, reli..."
"Uau! Em quanto tempo?"
"Um mês, eu acho... Li uma atrás da outra por que assim fica mais fácil de relacionar uma com a outra, de encontrar um ponto comum..."
"Senhor Spengler, você vai parar de me surpreender um dia?"
Ele deu uma risadinha.
"Obrigada pela ajuda."
"Por nada."
"Quer uma água? Ou um suco?"
"Hã... sim, obrigado."
Egon parou para pensar um minuto. Era uma das raras vezes em que ele interagia com a professora fora da faculdade e a primeira vez que ele se encontrava em seu apartamento. E estava prestes a aceitar uma bebida.
Era uma situação... intrigante, no mínimo.
"Aqui está. Tim-tim!" Ela havia se servido também.
"A que estamos brindando?"
"A quem..."
"A... Shakespeare?"
"A você."
"Eu?"
"Sim... meu melhor aluno..."
"Obrigado."
Ela já havia dito várias vezes, "Acho que você é o meu melhor aluno, senhor Spengler...". Mas agora, ela tinha certeza.
Eles terminaram de beber os sucos e colocaram os copos numa mesinha.
"Você não só sobressai nas ciências exatas como também é excelente em línguas... à propósito, quantas línguas você fala?"
"Cinco..."
"Cinco?!"
"Inglês, francês, espanhol, alemão e... hebraico. As duas últimas, coisa de família."
Ela olhou para ele, impressionada.
"Senhor Spengler... eu tenho uma confissão a fazer..."
A professora aproximou-se mais dele, olhando fixamente para seus lábios. Ela parecia ansiosa...
"Uma... confissão?"
"Sim... você me encanta... não só é um rapaz extremamente inteligente e articulado... como também é educado, gentil..."
Ele se alarmou. Ele... encantava-a? Bom, não era a primeira vez que ele ouvia isso...
"E bonito, esbelto... seu sorriso me derrete..."
Certo, era a primeira vez que ele ouvia que era bonito e esbelto de uma professora!
"Senhor Spengler... Eu quero beijá-lo agora!"
O QUE?! Ela disse que queria beijá-lo? A professora mais deslumbrante e sensual da faculdade queria beijá-lo?!
Um flashback de todas as vezes que ele se pegou olhando distraído para ela veio à mente de Egon. Ela anotando a lição no quadro com o vestido verde esmeralda, o traseiro perfeitamente arredondado soberbo; quando o terceiro botão do vestido azul claro abriu sem querer, permitindo uma espiadinha; ela tirando uma dúvida dele com o decote lascivo no vestido vermelho praticamente em seu rosto, aquele sorriso lindo e perfeito...
Só de lembrar, ele já se sentiu aceso...
Ela aproximou seu rosto do dele e ele fez o mesmo. Os lábios se encontraram num beijo carinhoso. Ele arregalou os olhos. Ela olhou no fundo dos olhos dele, segurou seu rosto e beijou-o novamente. Ele sentiu a língua dela invadir sua boca e correspondeu da mesma maneira, suas mãos na cintura dela.
Ela interrompeu o beijo, respirando fundo. O coração dele acelerava. Ele tinha acabado de beijar uma professora!
"Seus lábios são deliciosos..." começou ela. "Eu gostaria muito de saber se... outras áreas são igualmente satisfatórias..."
Ela tinha um olhar e um tom de voz provocantes... ela desejava uma coisa... e ele tinha certeza que não poderia... dar o que ela queria.
Ele nunca tinha feito isso na vida.
Mas ela o beijou mais uma vez, empurrando-o para mais para dentro de casa... para o quarto, supunha ele.
Egon tinha um alto conhecimento sobre várias coisas. E as ciências eram sua especialidade. Eram como o nome e o endereço para ele. Ele sabia de cor.
Inclusive... a anatomia do corpo humano. Mais especificamente, o sistema reprodutor... e suas particularidades.
E era uma coisa natural, de seu ponto de vista. Era a prática de uma teoria que ele conhecia como a palma da mão.
De resto... era só seguir seus instintos. E eles já estavam implorando para ele andar logo com isso!
Ela desceu para o pescoço dele (ela estava nas pontas dos pés! Aos 16 anos, ele já tinha mais de 1,80m e ela não devia passar da metade dos 160 cm!) até que sussurrou em seu ouvido:
"Egon... você já esteve com uma mulher mais velha antes?"
O nome dele emitido por ela com aquele tom de voz e naquelas circunstâncias deixaram-no arrepiado... Ele tinha acabado de incumbir-se uma missão: ele não sairia dali enquanto não a satisfizesse.
"Não..."
"Isso está prestes a mudar..." ela voltou a sussurrar.
"Ótimo..." respondeu ele.
Ele estava nervosíssimo, mas não deixou transparecer. Lidar com seus sentimentos foi uma coisa que ele aprendeu a vida toda: não se deixe levar por eles. E sentimentos eram uma coisa... mas instintos, outra. Um era totalmente racional, o outro... animal. Fazia parte de sua natureza. As duas coisas faziam. E desta vez, ele deixou a racionalidade de lado...
Ela tirou o vestido cor de rosa devagar, jogando-o em uma cadeira no canto do quarto.
O queixo de Egon caiu. Ela era ainda mais deslumbrante do que ele imaginava! A pele dela era perfeitamente alva e as curvas eram todas nos lugares certos. Ele mal podia esperar para perder-se naquele corpo...
Sem perder tempo, ele arrancou a camisa e as calças, ficando de meias e cuecas.
A professora olhou com interesse para a parte da frente de suas tighty-whities. Estavam incomodando, de tão apertadas...
Eles se aproximaram novamente e beijaram-se, jogando-se na cama. A ansiedade agora tomava conta de Egon, e ele beijava a estonteante mulher em cima dele desesperadamente.
Ela interrompeu o beijo, levantou-se e elevou as mãos para as costas, desenganchando o sutiã. Ela tirou-o e o jogou de lado.
Ele ficou encantado. Os seios dela pareciam ainda maiores... Ela pegou uma das mãos dele e pôs em cima de um deles. Ele exalou alto.
Tentativamente, ele levou a outra mão ao outro seio e começou a massageá-los, devagar. Ele ouviu um leve gemido. Beliscou levemente os mamilos e ouviu outro. Uau!
Ela jogou-se em cima dele e beijou-o novamente. Ele a abraçou, colocando-a na cama.
Ela tirou dele os óculos e ele a beijou também, descendo para seu pescoço.
Atrevendo-se mais, ele desceu para os fartos seios dela com os lábios, roçando-os nos intumescidos mamilos, beijando-os, passando a língua neles, sugando-os levemente.
"Oh... Egon..."
A sensação era maravilhosa. Então era disso que seus colegas tanto falavam. E eles mal faziam isso com as meninas da universidade!
Ele estava prestes a fazer amor pela primeira vez na vida com a professora mais linda da faculdade!!! Se eles soubessem, o odiariam para sempre...
Ele precisava cumprir sua missão!
Ele a beijou de novo e gemeu quando sentiu a mão dela na frente de sua cueca.
"Oh!..."
"Oh... meu querido..."
"Eu... eu..."
"Shhh... eu sei."
Ela sorriu para ele. Ele a beijou loucamente de novo.
A adrenalina subia cada vez mais e ele resolveu descer pelo corpo dela com os lábios. Ele lembrou-se de sua missão e demorou-se mais, passando a língua na alva pele dela, nos seios novamente (o que o fez ouvir mais gemidos), até chegar a suas partes íntimas. Ele lançou um olhar inquisidor a ela e ela apenas sorriu para ele.
Ansiosamente, ele tirou dela a roupa de baixo. Ele lembrou-se do que leu em um artigo numa Cosmopolitan (ele detestava essas revistas, mas era a única leitura na sala de espera da dentista), sobre como aprazear uma mulher oralmente. Se você tivesse talento com a língua, as mulheres não sairiam de sua cama. "Bah, que ofensivo", pensou ele na época.
Mas agora ele iria se esforçar para ser o tal homem talentoso do artigo. Era praticamente obrigatório! E apesar do artigo esdrúxulo, as mulheres realmente apreciavam isso.
Lambendo os lábios, ele observou a área mais íntima da professora. Um pensamento idiota passou por sua mente: ele era o primeiro de seus alunos a vê-la nua ou não? Isso fez um sentimento que ele sempre reprimiu (achava tolo demais) vir à tona: o ciúme. Com um misto de possessão.
Ele passou a lamber freneticamente as intimidades dela, sugando, lambendo novamente. Ela deu um grito.
 "Ahhhh!"
Ele encontrou uma pequena protuberância ao alto das partes ainda mais internas e logo lembrou-se do que era. Ele fechou a boca em torno dela e sugou com uma certa violência.
"Aaaah! Céus!!!"
Ele diminuiu um pouco o ritmo e deleitou-se com os gemidos dela. Depois de um tempo, ele voltou a sugá-la com mais intensidade.
"Ohhh, meu Deus! "
O gosto dela em sua língua mudou um pouco e ele notou que ela tinha chegado ao clímax.
Ele tinha feito a senhorita Robinson chegar ao clímax!!! Era quase tão excelso quanto tirar um dez na matéria dela!
"Ohh... Egon!..."
Ahhh, aquela voz gemendo seu nome... música para seus ouvidos!
Ele a beijou devagar desta vez, apesar de estar quase tonto de excitação. Ela interrompeu o beijo e começou a puxar a roupa de baixo dele para baixo, com o auxílio dele.
Ela olhou nos olhos dele, pegou em seu membro (ele gemeu!) e o colocou dentro dela. Ele gemeu novamente.
"Mmm..." gemeu ela.
"Ohh... Barbara..." e ele.
Ele nunca havia chamado-a pelo primeiro nome. Mas agora, senhorita Robinson era formal demais. E ele achava até o nome dela bonito.
Ele procurou seguir seus instintos mais uma vez, fazendo o que lhe desse prazer, e tentando fazer o mesmo a ela, ao mesmo tempo.
Ele a penetrava devagar, amando a sensação de estar dentro dela.
Ela não parava de gemer, e parecia deleitar-se. Será que a sua missão seria bem sucedida?
Com os hormônios em ebulição, ele tomou mais velocidade e esforçou-se ainda mais, deliciando-se com os lábios dela.
Ela fez algo que o deixou ainda mais insano. Ela era estonteante, maravilhosa, fenomenal.
Não demorou muito para que eles chegassem ao clímax, extasiados.
"AHH!"
"Ohhhh!"
Ele saiu de cima dela (devagar, temendo que a machucasse) e deitou-se ao lado.
Era isso. Ele tinha feito amor pela primeira vez na vida, e com uma mulher adulta! Uma mulher incrível! Ele ouvia meninas falando que a primeira vez tinha que ser especial, e sempre achou uma grande bobagem. Ironicamente, a dele tinha sido imensamente especial!
"Ohh... senhor Spengler..." ela disse, rindo, "Você me surpreendeu mais uma vez..."
Ele apenas sorriu.
"Egon..."
"Hum?"
"Eu juro a você que isso não é um hábito..."
Ele olhou para ela. Ela estava muito séria.
"Por favor, não pense mal de mim."
"Eu nunca faria isso..."
"Você é um rapaz especial... me atraiu desde a primeira vez que eu te vi..."
Ele sorriu timidamente.
"E me deixou louca quando passamos a conversar nas aulas..."
"Você é fenomenal, Barbara..."
Foi a vez de ela sorrir.
Sorrindo também, ele tirou uma mecha de cabelo da frente do olho dela e a beijou.
Ela o abraçou apertado e ele ouviu um leve gemido quando ela percebeu que ele já estava pronto para ela novamente...
Sem parar de beijá-lo, ela ficou por cima dele, descendo para seu pescoço, salpicando-o de curtos beijinhos.
Ele viu mais uma vez o sorriso reluzente quando ela passou a descer pelo corpo dele, acariciando-o.
Chegando a seu ereto membro, ela agarrou-o com as duas mãos.
“Ohh!”
Ela começou a fazer uma espécie de massagem, movimentando as mãos para cima e para baixo...
Egon estava começando a enlouquecer de prazer novamente. As mãos dela eram macias, e as unhas compridas deixavam-no arrepiado.
Ele chegou ao limite quando sentiu a boca quente dela em volta de seu membro.
“Ahh!”
Ele ainda conseguiu vê-la sorrindo satisfeita.
Egon tinha de admitir que essa era uma das experiências mais fantásticas de sua vida.  Ele realmente conhecia bem a teoria, e já achava interessantíssima. Mas a prática era incrível. Especialmente com esses detalhes... a mais. E com uma mulher espetacular.
E ela era obviamente experiente. Cada movimento dela com a língua parecia calculado para acompanhar o ritmo dele. Isso estava deixando-o mais insano.
Sua respiração estava entrecortada e ele se sentia cada vez mais perto de seu clímax. E iria ser arrebatador.
Sua... prática individual não chegava nem perto das delicadas mãos dela e muito menos da língua. Ela era sensacional mesmo.
“Ohhh... NNGH!”
Ele chegou ao clímax, encharcando-a. Demasiadamente encabulado, ele pediu desculpas a ela. Ela sorriu e o beijou.
“Oh, meu querido... eu não me importo. Ver essa linda expressão de prazer no seu rosto compensou...” disse ela, com um sorriso brilhante.
Ele a agarrou e a beijou profundamente, extasiado.
Sendo jovem, não demorou muito para que seus hormônios começassem a trabalhar mais uma vez.
Ela olhou para ele um pouco espantada e deu uma risadinha.
“Sr. Spengler!...”
Ele apenas olhava para ela, em seus olhos, ardor e desejo.
Ela se encaixou em seu – novamente – ereto membro e soltou um longo gemido. Ele a acompanhou.
A mulher se movia de um jeito singular, envolvendo-o de um jeito igualmente singular.
Egon estava nas nuvens. A mulher mais magnífica que ele já conheceu estava nua em cima de seu corpo também nu, levando-o ao delírio.
Ela passou a apertar o membro dele com seus músculos internos e esta pequena manobra deixou-o alucinado de prazer.
“Ahhhh!” gemeu ele, seu orgasmo arrebatando-o.
“Ohhhh!” ela o acompanhou.
“Meu Deus!...” exalou ele.
“Sr. Spengler... Você é mesmo impressionante!”
“Bom... eu tenho uma professora excepcional...”
Ela deu uma risada gostosa. Ele riu também.
*****
Egon e sua professora passaram a se encontrar quase todos os fins de semana. Sempre longe da faculdade, onde não seriam incomodados. E eles sempre terminavam o dia na cama.
Ela ficou boquiaberta quando descobriu que a primeira vez que eles tinham dormido juntos foi a primeira vez dele ("Não creio! Você foi muito melhor que vários ex-namorados!") e quase morreu quando soube que ele tinha 16 anos ("Eu vou ser presa! Aliciei um menor!" Ele soltou uma gargalhada e disse que isso só aconteceria se ela fosse à polícia e confessasse, caso contrário, ninguém ficaria sabendo!).
O caso durou o ano todo, sem que ninguém nunca desconfiasse.
Um dia, ele recebeu um bilhete dela, dizendo que precisava conversar com ele. Eles se encontraram num café e ela contou a ele que havia recebido uma proposta melhor em outra universidade. O salário era mais alto e ela trabalharia menos horas. Ele ficou desapontado, mas disse a ela que deveria aceitar, porque era para o bem dela. E que ele nunca a esqueceria.
Com lágrimas nos olhos, ela deu um leve beijo em seus lábios e disse que o veria em sua formatura.
Duas semanas depois, ela estava lá, como prometido. Estava mais linda do que nunca. Ela o abraçou apertado, desejando-lhe sucesso. Ele deu-lhe um beijo na bochecha. O fotógrafo contratado por seus pais tirou várias fotos deles. Uma delas ele havia trazido consigo quando se mudou para Manhattan, muitos anos depois: eles abraçados, com largos sorrisos nos rostos...
Egon nunca soube que a Srta. Robinson partiu porque estava perdidamente apaixonada por ele...
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MensagemAssunto: Re: Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama   Sab Out 20, 2018 10:31 pm

1968


 
"Dá licença. Posso sentar aqui?"
"Claro. Cindy!"
"Olá, Egon."
"O que você está fazendo aqui na biblioteca?"
"Vim procurar um livro com uma explicação melhor. Não entendo o que o professor diz e o livro é bem complicadinho também... E eu achava que era boa em neurologia..."
"Hã... quer ajuda?"
"Quero!"
Cindy Wilson era uma aluna da turma de Peter Venkman, um menino com quem Egon rapidamente fez amizade. Ele era comunicativo até demais, inconveniente, arrogante, cínico e cretino. E meio louco. O oposto dele. Mas apesar disso tudo, era um bom rapaz. E por alguma razão, se afeiçoou a Egon. E vice-versa. Tornaram-se bons amigos. 
A moça era muito amiga de Peter (Egon tinha certeza que eles andaram tendo algum - como diriam seus colegas - "rolo") e se parecia demais com ele. Talvez por isso eles não tenham dado certo juntos. Nenhum dos dois queria compromisso.
Até fisicamente ela se parecia com ele. Cabelos castanhos e olhos verdes. Só que ela era uma moça bonita. Sociável demais e meio desmiolada, mas Egon a achava divertida. Os foras que ela dava nos rapazes que não a interessavam eram sensacionais!
Eles não eram exatamente amigos, mas se cumprimentavam quando se viam pelo campus.
"Pegue o livro que você quer e eu tento tirar suas dúvidas."
"Ok!"
Ela pegou vários livros emprestados e os espalhou pela mesa.
"Isso tudo?"
"Eu me recuso a tirar nota baixa em Introdução à neurologia, Egon!!!"
"SHHH!"
"Aquele professor é um traste!"
"Calma!"
"O desgraçado não explica e quer que a gente entenda tudo! A gente pergunta e ele manda a gente se virar! Que raio de professor é esse?"
"Um professor universitário... incompetente..."
"Eu posso ser meio maluca, Egon, mas eu não sou burra!"
"Eu sei! Mas fique quieta, estamos numa biblioteca!"
"Ah... foi mal... mas é revoltante!"
"Eu entendo. Olhe, façamos o seguinte: qualquer dúvida que você tiver, pode me procurar."
"Tá bom. Muito obrigada."
Eles procuraram o conceito nos livros e ele o colocou da maneira mais simples, para que ela pudesse entender. Não, ela não era burra, mas ele queria que ela tirasse uma boa nota para desafiar o professor, que segundo o que ele tinha ouvido, era exatamente como ela descreveu.
No dia seguinte, ela veio procurá-lo. Na biblioteca, um de seus lugares preferidos da universidade.
"Egon!!"
"Olá. E, shhh!"
"Ah! Haha, foi mal. Eu sempre esqueço."
Ela se sentou ao lado dele e tocou no braço dele, empolgada.
"Deixei o professor sem fala hoje."
"O que você fez?"
"Ha... eu fiz uma pergunta!"
"Hahaha! Só?"
"Sim! E ele não soube me responder! Enrolou, enrolou, e não disse nada!"
Ele sorriu.
"Eu acabei respondendo a minha própria pergunta e ele teve que concordar comigo!"
"Que bom!"
"Mas a aula dele é horrível, Egon!"
"É, mas infelizmente você tem que-"
"Eu não quero mais estudar neurologia com ele. Quero estudar com você!"
"O que?!"
"É sério! Você podia me dar aula de introdução à neurologia!"
"Cindy, essa não é a minha área!"
"Ah, mas... por favor! Eu te pago!"
Ele pensou por um minuto olhando para ela. Receber por aulas particulares seria uma boa. Ele poderia guardar o dinheiro para comprar material para suas pesquisas.
"Ah... certo."
"Ah!!! Sério??"
"Sim. Vinte dólares a hora." Ele resolveu dar o preço logo antes que ela desistisse.
"Eu topo!" Ela apertou a mão dele. Ele ficou surpreso. Será que ela deixaria mesmo de gastar esse dinheiro em festas para gastar em aulas particulares? Ele duvidava. Mas não custava arriscar.
"Ok. Qual é o assunto de hoje?"
"Acho que vamos para epilepsia..."
"Sim. Você sabe o que é, certo?"
"Sim."
"Então. Ela é causada por uma descarga transitória, excessiva e anormal de células nervosas..."
Os dias foram se passando, e as aulas realmente aconteceram. Cindy tinha tirado notas excelentes na matéria, para surpresa de seu professor. O único que sabia o porquê era Peter ("O Spengs é um cérebro ambulante! Mas eu não consigo estudar com ele, me dá sono!").
Um dia, Egon passava pelo pátio da universidade para ir ao prédio de Ciências Físicas quando viu Cindy e Peter conversando animadamente. Ele riu, achando que ela provavelmente não teria jeito. Em breve pararia com as aulas particulares e voltaria à vida boêmia. Um desperdício para a psicologia.
Ele tinha acabado de sair do prédio quando ouviu:
"Egonnnn!!"
Era ela. Vinha correndo na direção dele, com um vestido tubinho xadrez verde escuro, botas brancas e os longos cabelos castanhos presos num rabo de cavalo no alto de sua cabeça. Ela era realmente uma moça muito bonita.
Ele estava preparado para ouvir que ela não queria mais as aulas, que estavam caras, que ela não aguentava mais estudar e etc. Foi bom enquanto durou.
"Cindy."
"Oi! Aqui, a aula pode ser num lugar diferente hoje?"
"Hein?" ele realmente não estava preparado para isso.
"Tou meio enjoada da biblioteca, às vezes eu quero mandar o Sr. Ferguson para a p..."
"Ha! Tudo bem!"
"E não posso fazer isso na biblioteca!"
Ele riu. Ela não queria desistir das aulas. Isso era ótimo! "Ok, podemos mudar o local das aulas."
"Que tal no dormitório?"
"Hã... não vamos incomodar suas amigas?"
"Não, elas vão estar em aula!"
"Tudo bem, então."
"Ahhh, que bom!" disse ela, dando-lhe um abraço. "Até mais, Egon!" ela deu um beijinho rápido na bochecha dele. Ela fazia isso quando estava feliz. Saía espalhando a felicidade pela faculdade.
Mais tarde, ele encontrou o dormitório dela e bateu na porta.
"Oi, Egon, entra!"
"Com licença..."
O dormitório era até bem organizado, apesar de pequeno. Havia duas camas no quarto, uma delas perpendicular à parede, a outra, encostada numa outra parede. Ao fundo, a janela e do lado da cama perpendicular à parede, uma escrivaninha.
Atrás da outra cama, uma cômoda, e paralelo a ela, um guarda-roupa. Em frente a ela, havia uma porta adjacente ao outro quarto.
Na parede, alguns quadros bastante amadores, mas com boa técnica e gosto. Em cima da cômoda, uma TV e na escrivaninha, muitos cadernos. Acima da escrivaninha havia algumas prateleiras com muitos livros e muitas revistas.
Um quarto simples, mas aconchegante.
"Você se importa se sentarmos no chão?"
"Não..."
"Aquela escrivaninha é pequena demais, e é mais da Sally do que minha."
Cindy pegou seu material e sentou-se no chão, encostando-se à cama que Egon presumia ser a dela. Ele sentou-se ao lado dela.
"Acho que a próxima lição fala das neuropatias..."
"Ih, então é extensa... há várias classificações de neuropatias..."
"Então vamos mandar brasa!"
"Sim!"
Ele explicou a ela que os nervos podiam ser comprometidos por problemas genéticos, infecções, toxinas, drogas, lesões físicas ou mesmo por reações do próprio organismo e que as neuropatias eram classificadas de acordo com a causa e localização dos nervos que são afetados ou pelas características da lesão.
Eles estavam no meio das classificações de neuropatias quando ela exclamou:
"Ai, por favor, vamos dar um tempo!"
"Mas ainda temos muito que estudar!"
"Egon, se eu não parar um pouco, meu cérebro vai vazar pelo ouvido! Ele tá quase derretendo!" Ele deu uma risada.
"Certo, podemos parar um pouco."
"Ah... ótimo!"
Ela abriu a bolsa e tirou de lá uma garrafa de uísque.
"Para que é isso?"
"Eu preciso relaxar!"
Ela abriu a garrafa e começou a beber do gargalo.
"Vai?"
"Não, obrigado."
"Ah, qualé, só um golinho! Pra você relaxar também."
Egon notou que era uma garrafa de Jim Beam. Um Bourbon delicioso do Kentucky. Bem, era só um gole. E o uísque era bom mesmo.
"Ok, um golinho!"
Ela levantou-se e sentou-se na cama. Ele fez o mesmo, pegando a garrafa da mão dela. Desconfiado, ele tomou um gole. Ela sorria um sorriso maroto.
Minutos depois, os dois estavam encostados na parede, rindo a valer de algo que Egon nem se lembrava.
"Ai..."
"Heh..."
"Obrigada por tudo, Egon."
"De nada..."
"Sabe que você é um charme?"
"Mm?"
"Adoro esse seu jeitão cerebral..."
Ele levantou a sobrancelha esquerda.
"Adoro o jeito de você me explicar as coisas..." ela foi se aproximando mais do rosto dele... Ele encarou-a, sério.
"E o seu sorriso é o mais fofo que eu já vi na vida!"
Ele continuava sério.
Ela colocou a mão direita no rosto dele e o beijou. Ele se surpreendeu. O que estava acontecendo?!
Ela o beijou novamente, sentando-se no colo dele. Ele olhou para ela, surpreso, assim que ela interrompeu o beijo.
"Não precisa ficar nervoso, Egon. Eu vou com calma..."
Ele achou graça do que ela disse. Será que ela achava que ele era... inexperiente? Ele provaria a ela que sua experiência era tão vasta quanto seu conhecimento...
Sorrindo um sorrisinho torto, ele a beijou intensamente, sua língua massageando a dela.
"Mmm..." gemeu ela.
Ele espertamente levou as mãos para o zíper do vestido dela e o puxou para baixo.
Com as mãos nas coxas dela, ele foi empurrando o vestido para cima, acariciando-a.
Ela interrompeu o beijo e tirou o vestido, olhando para ele. O sorriso travesso não saía do rosto dele.
Ele a agarrou e a beijou novamente, tirando dela o sutiã. Sem perder tempo, ele foi direto para os seios dela com a língua. Ele sugava um enquanto apertava levemente o outro, alternando.
"Ohh, meu Deus!" exclamou Cindy, extasiada.
Ele a jogou na cama, beijando-lhe intensamente mais uma vez. Ele desceu para o pescoço dela, beijando, lambendo, sugando, enquanto a mão direita foi para a parte da frente de sua roupa de baixo. Estava úmida. Ele sorriu, satisfeito, e enfiou a mão dentro dela, puxando-a para baixo e inserindo um de seus dedos dentro da moça.
"Ahhh!" gemeu ela.
Ele enfiou mais um e passou a estimulá-la com os dedos.
"Ohhh!"
Ele encontrou a área mais sensível e passou a estimulá-la com o polegar.
Cindy logo chegou ao clímax.
"AHHH!"
Ele subiu pelo corpo dela novamente, com os lábios e sorriu para ela, dando-lhe beijos curtos.
"Caramba, Egon! Onde você tava escondido esse tempo todo?"
"Cindy... você não me conhece..." disse ele, o sorrisinho torto em seu rosto novamente. Ela estava boquiaberta.
Ele se despiu rapidamente, deixando as boxers por último. Ele as tirou devagar, e Cindy arregalou os olhos.
Ele abriu mais o sorriso e deitou-se por cima dela. Ela estava paralisada.
Beijando-a carinhosamente, ele a penetrou, devagar.
"Nngh..." gemeu ela.
"Oh..."
"Ah... eu não... oh... fazia ideia..."
Ele beijou-lhe o pescoço, aumentando mais a velocidade.
"Ahh! Ohh!"
"Quer que... *eu* vá com calma?..." ele disse, rindo.
"Ohhhh! NÃO!"
Ele penetrou-a mais fundo e com mais força, tentando aumentar a velocidade ainda mais...
"Nngh!" gemeu ele.
"AAH!"
Ela implorou que ele a penetrasse com mais força (usando outras palavras) e ele obedeceu, fazendo-a chegar ao clímax rapidamente, ele aliviando-se dentro dela.
"AHHHHH!"
"Ohh..." ele respirava profundamente, saindo de cima dela.
"Caramba..."
"Haha..."
"Você, com essa carinha de santo, me enganando o tempo todo..."
"Eu não a enganei, Cindy..."
"Enganou sim! Tão sério e compenetrado nas aulas, limitando-se às explicações, sem papo..."
"Ora. Não era isso que você queria?"
"Eu queria era te agarrar! Mas primeiro tinha que ter a sua confiança!" Ele riu com vontade.
"Eu crente que ia seduzir o sério e inocente Dr. Egon Spengler... e foi ele quem me seduziu!" Ele deu mais uma risada.
"Cindy... se eu soubesse que era isso que você queria, teríamos feito isso bem antes..."
"Hein?"
"Você é lindíssima... e popular... não achei que estivesse minimamente interessada em mim!"
"No começo, nem tanto. Mas com o passar dos dias... foi se tornando uma obsessão... e eu tenho que reconhecer... sua inteligência foi o que passou a me atrair mais!"
Ele olhou para ela, sério. Esta declaração dela começou a excitá-lo novamente.
"O fato de você ser infinitamente melhor que o meu professor me deixou doidinha..."
Ele aproximou-se dela novamente.
"E quem diria que por trás desse exterior sério tem um cara gostoso e bom de cama?"
Ele riu e beijou-a, deitando-se na cama. Ela levantou-se e encaixou-se em seu membro rígido...
Logo eles chegaram ao clímax novamente.
***
Dias depois, Egon encontrou Peter no campus.
"Spengs!" ele ouviu.
"Olá, Venkman!"
"E aí, como vão as aulas com a Cindy?..." Peter perguntou, com um tom e sorriso travessos.
"Otimamente bem. Ela é excelente, aprende rápido..."
"Aposto que sim... Ei, que horas são?"
"Seis e cinco."
"Caraca, tou atrasado! Té mais, Spengs!"
"Até, Venkman!"
Egon saiu balançando a cabeça. Peter Venkman não tinha a mínima noção de pontualidade.
No final da aula, quando ele se preparava para sair, Peter ouviu alguém chamá-lo.
"Peter!"
"Cindy!"
Ela lhe deu um abraço apertado.
"Muito, MUITO obrigada!!!" disse ela, e saiu sorrindo. "Haha! Ahhh, obrigadaaaa!" e ela saiu, saltitando.
Peter ficou pensativo. Será que o “Plano Bourbon” tinha dado certo? Provavelmente. Ele deu uma risada. "Ah, Spengs!..." pensou, em voz alta.
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MensagemAssunto: Re: Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama   Sab Out 20, 2018 10:36 pm

1985


"Ok, me digam de novo por que eu tive que vir junto com vocês!"
"Porque o Winston está com pneumonia, Janine, e é preciso quatro pessoas pra pegar esses malditos espectros!"
"Fique calma, Janine, você vai somente abrir a armadilha para nós. Vai dar tudo certo. Calma."
"Eu acho que estou com mais nervoso dessa chuva do que dos fantasminhas bobos."
"Hã... Janine, perdão, mas... classes 5 não são fantasminhas bobos."
"Eu entendo, Ray, mas é que eu tenho mais medo de vivos do que de mortos!"
Ray, Egon e Peter tinham ido a uma caçada em Nova Jersey, numa fábrica de velas. Já era o segundo incêndio que acontecia naquela fábrica e a polícia já tinha investigado de tudo quanto era jeito. O dono da fábrica desconfiou que tinha fantasmas no recinto e resolveu chamar os especialistas nisto. Então eles foram. Só que Winston estava bem doente num hospital e eles não conseguiriam pegar os fantasmas só em três...
...então, depois de muitas tentativas de persuasão, eles levaram Janine Melnitz junto. Obviamente foi Egon quem conseguiu convencê-la.
"Chegamos!"
Eles saíram do carro e um trovão ecoou. Janine levou um susto e agarrou-se em Egon.
"Aaai!"
"Calma, Janine." ele fez um carinho na mão dela.
"Droga de chuva!"
"Consegui abrir. Vamos!"
Eles entraram na fábrica (o proprietário tinha deixado uma cópia da chave com Ray) e Egon ligou o medidor. Andaram pelo primeiro andar inteiro, sem sinal dos fantasmas.
"Será que passaram a gente pra trás?"
"Ah, Ray, se passaram, a gente rebate com um lindo e caro processo por danos, fica frio."
Os Caça-fantasmas estavam no meio das escadas para o segundo andar quando a força acabou.
"Ah, mais essa agora!"
Os Caça-fantasmas ligaram suas lanternas e continuaram subindo as escadas. Egon havia reparado que Janine não largava dele. E desta vez não era flerte, ela estava apavorada. Mas não admitia.
Eles ouviram um barulho suspeito e abriram uma enorme porta de ferro para uma sala igualmente grande, onde havia um maquinário gigante.
"A gente devia ter trazido holofotes! Essas lanternas não servem nem pra ver cárie em boca de paciente de dentista!"
"Fica quieto, Peter!"
O medidor na mão de Egon começou a apitar. Os malditos (ou pelo menos um deles) estavam naquele andar.
"Acho melhor nos separarmos." disse ele. "O meu medidor indica a presença de um só aqui. Mas realmente são vários, de acordo com ele."
"Eu tenho um aqui. Peter, Você trouxe o seu?"
"Hã... era pra trazer?"
Egon revirou os olhos. Peter era bastante competente, mas em 70% do tempo. Ele era inútil nos outros 30.
"Vão vocês dois para o terceiro andar. Eu e a Janine ficamos aqui."
"Certo."
"Não seria melhor eu ficar aqui com você e a Janine ir com o Ray?"
"Nem pensar, Dr. Venkman!"
"Vá logo, Peter!"
Ray e Peter saíram para o andar de cima e deixaram Egon, Janine e duas lanternas no segundo andar.
"Egon, não era melhor deixar o Ray aqui com a gente e o Peter ir se virar sozinho?"
"Acredite, você é mais útil aqui comigo do que ele com o Ray. Ele sozinho seria um desastre!" disse ele, com riso na voz.
Ela riu.
"Vem. Não solta a minha mão!"
"Nem o fantasma me impediria de fazer isso!" Disse ela, com um tom alegre.
Eles andaram pelo salão inteiro até que o medidor apitou com mais força num canto.
"E-Ele está aí?"
"Desligue sua lanterna."
"Mas..."
"Por favor."
"OK..."
Egon desligou a dele também, enquanto Janine agarrava-se ao braço dele. Ele podia sentir seu coração acelerado. A pobre moça estava mesmo com muito medo.
Ele aproximou-se mais, e ligando sua mochila de prótons, ele disse uma palavra:
"Licht."
O fantasma começou a brilhar rápido. Parecia humanoide, com bolas de fogo no lugar dos olhos! Era horrível!
"Janine, afaste-se um pouco. Quando eu disser agora, você aperta o pedal da armadilha!" disse Egon, colocando a armadilha no chão, com cuidado.
Quando o fantasma começou a querer chegar perto deles, Egon atirou e prendeu o fantasma nos raios.
"AGORA!" disse ele.
Ela apertou o pedal e ele direcionou o fantasma para dentro da armadilha. Estava preso.
"Oh, que criatura horrível!" Janine se jogou nos braços de Egon.
"Eu sei." disse ele, abraçando-a de volta. "Acabou. Pelo menos por aqui!"
Eles saíram e encontraram com Peter e Ray no corredor.
"Pegaram?"
"Sim! Dois fantasmas de sombra! Criaturinhas bizarras!"
"Por que eles não assombram churrascos? Ia ser *uma brasa* se eles aparecessem! Haha!" Peter riu de sua própria piada boba.
Ray e Egon olharam com cara de tédio para Peter.
"O que? Ia ser facinho atear fogo na churrasqueira."
"Vamos embora."
Eles saíram da fábrica e correram em direção ao Ecto 1. Chovia torrencialmente.
"Hã... acho que não poderemos voltar pra casa nesse tempo."
"Eu concordo!"
"E o que nós vamos fazer? Dormir no Ecto 1? Nada disso!"
"Então você dirige, Peter!"
"Com prazer!"
Assim que eles entraram, um raio passou de raspão no carro. Janine deu um grito estridente.
"Ok, tem algum hotel por aqui?" disse Peter.
***
Eles chegaram ensopados ao hotel e pararam, meio transtornados, na recepção.
"Hã... alô!" Chamou Peter, tocando a campainha.
"Pois... não?" disse a recepcionista, olhando para os quatro encharcados.
"Você por um acaso teria como arranjar quartos de emergência para a gente? Fizemos um servicinho na fábrica de velas e ironicamente ficamos no escuro..."
"Na fábrica de velas? Ei, esperem! Vocês são os Caça-fantasmas?"
"Em carne, osso e mochila de prótons. Algum barulho estranho te perturba no meio da noite? Sente medo em seu porão ou sótão? Você ou algum familiar já viu algum espectro? Então você sabe quem vai chamar!"
"Peter, isso não é hora pra bancar o RP!"
"Toda hora é hora de bancar o RP, Ray."
"Pois não, senhores! Temos..." a recepcionista procurava nos arquivos "Dois quartos vagos."
O grupo sorriu. Boas notícias!
"O 141, que é uma suíte com duas camas... e..."
Eles olhavam para ela, ansiosos.
"O 185, que é um quarto de casal."
Egon e Janine olharam um para o outro, meio timidamente. Ray e Peter olharam para os dois.
Ray fez uma cara meio preocupada, meio risonha e Peter sorria de orelha a orelha, divertindo-se com isso.
"Eu e o Dr. Stantz ficaremos com o 141 e o Dr. e a Sra. Spengler com o outro quarto."
"Venkman!"
Janine deu uma risadinha.
"Certo. Dr. Peter Venkman e Dr. Ray Stantz num quarto..."
"Ela sabe nossos nomes!" disse Ray baixinho, surpreso.
"E o Dr. e a Sra. Egon Spengler na suíte nupcial..."
Janine deu outra risadinha. Ela olhou para Egon. Ele balançava a cabeça, mas sorria ao mesmo tempo.
"Egon..." começou ela, rindo também. "Acho que não tem outro jeito..."
"Sim... pode deixar, eu dormirei no sofá."
"Não vai ser preciso..." ela deu a ele seu melhor sorriso. Ele sorriu de volta.
***
Eles abriram a porta do quarto e Janine ficou estupefata. Era enorme! A cama parecia ficar a metros da porta do quarto! Tinha um guarda roupa vintage maravilhoso ("Oh, meu Deus!"), uma penteadeira igualmente maravilhosa (Oh, meu Deus!!") e - ela entrou no banheiro - uma banheira de hidromassagem ("OH, MEU DEUS!!!")!
"Janine, o que houve?"
"Esse quarto é maravilhoso!"
"É, é bem agradável sim."
"Egon! Acho que os puxadores do guarda-roupa são de prata!"
"Boa observação! São sim!"
"Vocês vão mesmo gastar metade do orçamento do mês em um pernoite?"
"Ah, o quarto do Ray e do Peter é mais barato!"
"Ah! Mais essa agora! Uns dois mil dólares só nesse quarto aqui?! Pode ficar aqui, Egon. Eu durmo no Ecto 1!"
Ele soltou uma gargalhada.
"Você tá rindo? Eu não tou! Tou falando sério! Não vou fazer parte disso! Quero deixar meu salário intacto!"
"Janine, pare com isso! Não vamos descontar do seu salário. Pelo contrário, pagaremos a você um serviço extra. Esta não é sua função."
"Ah, que maravilha, vou ficar com a parte do coitado do Winston que tá doente no hospital!"
"Janine..."
"E eu vou dormir nesse quarto de princesa morrendo de culpa, quer dizer, se eu conseguir dormir, porque aquela criatura maldita vai me dar pesadelos, com certeza..."
"Janine!"
“E essa tempestade lá fora que não para, pode acontecer alguma coisa com a firehouse ou com a unidade, e...”
"Janine! Calma!" Egon pegou nos braços dela "Você está histérica! Acalme-se!"
"Argh!"
"Relaxe." Ele olhou nos olhos dela. Estavam cheios de lágrimas nervosas. "Primeiro: o Winston não vai ficar sem seu pagamento. Isso seria contra a lei."
Ela olhou para ele, ainda meio assustada.
"Segundo: não se sinta culpada por ficarmos aqui; foi o hotel mais perto que conseguimos e nós realmente precisávamos de um lugar para ficar. Nossa segurança é mais importante do que uma conta de hotel, você não acha?"
"Mmm..." ela meio que concordou.
"Terceiro: A firehouse é uma construção sólida, e a unidade também. Não vai acontecer nada. Daqui a pouco a chuva para."
Ela finalmente fez que sim com a cabeça.
"Está melhor?"
"Sim... obrigada..." Ela pôs os braços em volta dele, e ele correspondeu.
"Vai ficar tudo bem."
"Vai... obrigada, Egon."
Ela sorriu para ele e ele viu um certo brilho no olhar dela que ela só tinha quando eles estavam sozinhos. Ele tinha visto esse brilho em um aniversário dele; em um dia que os outros estavam fora e ele ficou em casa, consertando as armadilhas (e que ela resolveu levar café para ele); no dia em que Vinz Clortho foi parar na firehouse; no dia seguinte, quando ele saiu são e salvo do prédio no Central Park West depois de derrotar Gozer...
Ela chegou seu rosto mais perto do dele e o beijou. Egon resolveu corresponder. Primeiro porque ele não queria que ela começasse a ficar nervosa de novo; segundo que... para falar a verdade, ele gostava dos beijos de Janine.
Os beijos foram intensificando-se cada vez mais, e a excitação também.
Egon foi se acostumando com os flertes da secretária com o passar do tempo, e passou a achá-los divertidos. Recentemente, ele passou a corresponder. E passou a notá-la mais. Como ela havia dito, gostava de ler, e para a surpresa dele, ela tinha conhecimento sobre muitas coisas. E ele não pôde deixar de reparar em sua figura. Ela era muito bonita, de seu próprio jeito, e ocasionalmente seu guarda-roupa exibia sua beleza.
Olhando para ele com um pouco de indecisão, ela começou a puxar o zíper de seu macacão para baixo. Ele olhou para ela seriamente, mas seus olhos estavam cheios de desejo. Além de curioso, ele estava excitado.
Ele usava uma blusa de gola rolê branca e um par de briefs azul céu... e viu Janine arfar e arregalar os olhos. Ele sorriu e ouviu dela:
"Oh, meu Deus, Dr. Spengler..."
Ele sorriu mais e disse, com uma voz rouca:
"Ainda nervosa, senhorita Melnitz?"
"Mais do que você imagina... Acalme-me, Dr. Spengler..."
Ele sorriu e ela o beijou mais uma vez. Com pressa, ela tirou a saia e se surpreendeu quando ele começou a desabotoar a blusa dela.
Ela terminou de tirar a blusa e o beijou ansiosa, caminhando devagar até a cama.
Ela se jogou na cama, apreciando os lençóis de seda enquanto ele ajoelhava na cama, tirando a blusa de gola.
Ele ouviu Janine gemer baixo e observá-lo, levantando a sobrancelha esquerda, quando bateu os olhos na frente de sua roupa de baixo azul céu.
Ela deu uma risadinha tímida e disse:
"Vem me esquentar, Dr. Spengler..."
Ele riu alto e a beijou. Logo levou suas mãos para as costas dela e tirou o sutiã molhado. Acreditando que ela fosse gostar, ele desceu pelo pescoço dela com os lábios, até chegar aos seios. Ele passou a sugar os mamilos gélidos, a mordiscá-los. Janine soltou um gemido.
"Está mais quentinha?" Provocou ele, com o sorriso marca registrada.
"Uhh... eu quero ferver, Egon!!!"
"Hum... não posso deixá-la na mão!"
Ele a beijou intensamente e novamente desceu pelo corpo dela com a língua, tirando dela rapidamente a calcinha, lambendo seus lábios antes de levá-los para o meio de suas pernas, a língua espertamente agitando-se ali.
"Ohhhh!"
Ele logo achou seu clitóris, que parecia implorar por uma atenção. Ele não perdeu tempo e passou a sugá-lo rapidamente, agitando a língua ali também.
"Ohhhh, meu Deus!"
"Mm..."
"Ahhhh! Ahh, porra!"
Ele riu. Estava acostumado a ouvir Janine xingando (e ela tinha um vocabulário extenso de ofensas a Peter Venkman), mas era divertido ouvi-la xingando no auge do prazer.
"Mmm..."
"Oh, Egon!!"
Ele sorriu, satisfeito consigo mesmo por ter feito Janine chegar a um clímax tão rapidamente.
"Ohh, minha nossa..." soltou ela, respirando fundo "Desgraça de língua boa!"
Ele riu com vontade. Ela puxou-o para perto dela e o beijou intensamente. Ele tirou sua roupa de baixo e ouviu um gemido dela através do beijo quando sentiu seu excitado membro contra as partes úmidas dela.
"Ahhh..." soltou ele, penetrando-a fundo.
"Uhhhhh!"
Ele já ofegava, deliciando-se com a mulher pequena e apertada embaixo dele. Janine já era bonita, toda suada, quente e com aquela expressão de prazer no rosto, ela ficava mais linda.
"Deus Pai, você é enorme!"
Ele deu uma risada contra o pescoço dela, lambendo, sugando-o...
Egon gemeu quando a sentiu contrair seus músculos íntimos em torno dele. Ele havia atingido-a em um ponto que a fazia delirar.
"Ahhhh, porra, que delícia!" gemeu ela.
Ela arranhava suas costas, enlouquecida de tanto prazer. Ele estava perto de seu clímax. Aquela "manobrazinha" dela o surpreendeu e o deixou ainda mais insano.
Com mais força e mais velocidade, ele olhou no fundo dos olhos dela, implorando-a para deixá-lo ter o seu alívio. Ela obedeceu.
"Oh, Egonnn!!!"
"AHHH!"
Desabando em cima dela, ele respirou fundo, exausto. Quem diria, Janine...
Ela começou a rir. Ele levantou-se um pouco e olhou para ela, sorrindo:
"Que foi?"
"Tou adorando minha noite de núpcias!"
Eles caíram na gargalhada.
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MensagemAssunto: Re: Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama   Sab Out 20, 2018 10:38 pm

1986



Ele estava num prédio comercial (foi registrar a patente de mais um equipamento dos Caça-fantasmas) e entrou no elevador para descer. Havia uma jovem moça dentro do elevador. Ruiva, cheia de sardas, baixinha, vestida com roupas sóbrias.
"Boa tarde."
"Oh, meu Deus!"
Ele só olhou para a moça. Ela tinha os olhos cor de caramelo; estavam arregalados.
"Oh, meu Deus, é você!!!"
A moça olhou para ele, espantada.
"É você mesmo! Eu não acredito!"
"Hã... você deve estar me confundindo com alguém, moça..."
"Não... eu sei exatamente quem você é, Dr. Spengler..."
"Oh. Sabe mesmo."
Ela não estava confundindo ele com ninguém. Era dele mesmo que ela estava falando. Hum. Que estranho.
"Eu... posso... tocá-lo?"
Hein? Isso estava ficando ainda mais estranho.
"Ahn..."
Ele esticou o braço e a moça pôs uma das mãos no braço dele. Ela gemeu.
Ele rapidamente tirou o braço e pôs as mãos nos bolsos.
Enquanto isso, ela pegava alguma coisa de dentro da bolsa. Ele alarmou-se.
"Você poderia... por favor... autografar pra mim?"
Era um livro. O "Guia dos Espíritos de Tobin". Prefácio escrito por ele.
"Ah! A edição nova de 'Tobin'."
"Décima sétima edição. Por favor."
"Ahn... claro."
Ele pegou uma caneta do bolso da camisa.
"Para..." ele olhou para ela, como se perguntasse a ela seu nome.
"Jane."
"'Para... Jane... Cordiais saudações do... Dr. Egon Spengler'. Aqui está."
Ele entregou a ela o livro e ela ficou olhando para ele, meio boquiaberta.
"Ohhh... muito obrigada! Eu sou uma grande admiradora sua, Dr. Spengler!"
"Sério?"
"Sim... li todos os seus artigos publicados, tratados, teses..."
"Uau!"
"Seu nome é Egon Spengler, você não tem um segundo nome porque acha que seus pais já acharam seu nome bastante diferente; nasceu em Nova York mesmo, no dia 24 de janeiro de 1946; tem 1,94m de altura e pesa 83kg..."
Ok, a situação estava agora extremamente estranha. A moça estava recitando uma espécie de ficha pessoal dele! E com precisão!
"Se formou na escola com 14 anos, na primeira faculdade com 16... tem três doutorados, um deles do Instituto de Tecnologia de Massachussets, em Física..."
Ele olhava espantado para ela. A moça parecia saber de tudo de sua vida!
"É o cérebro dos Caça-fantasmas, título dado a você por Peter Venkman, que o chamou de "cérebro ambulante"; Ray Stantz o considera seu professor e melhor amigo; Janine Melnitz, sua secretária, disse que é o homem mais brilhante que ela conhece..."
Ele pôs-se a pensar de onde a garota poderia ter tirado tantas informações a respeito dele...
"Você gosta de doces, em especial o Twinkie, da Hostess; gosta de música erudita, mas também gosta de rock clássico e progressivo e de blues, por influência de Peter Venkman e Ray Stantz, respectivamente; detesta TV, mas acha um veículo de marketing fantástico..."
E era tudo verdade! De onde raios ela tirou aquilo tudo?
"E foi o responsável pelo banimento de Gozer há dois anos, quando sugeriu a seus amigos que cruzassem os raios!"
"Ok... eu estou muito, muito surpreso... e um tanto assustado."
"Oh, Dr. Spengler, desculpe... eu o admiro demais, não pude evitar pesquisar sobre você. Perdão se eu o chamo de "você", mas é que você basicamente faz parte da minha vida e..."
"Mas eu sou 'você' mesmo, ser chamado de 'senhor' por uma jovem moça me faria sentir-me com 78 anos..."
Ela deu uma risadinha.
"E... você disse que eu faço parte da sua vida?"
"Sim, er... você me fez gostar de física, é a matéria na qual eu sou melhor na escola..."
A campainha do elevador havia tocado. Eles estavam no térreo.
"Hã... que ótimo. Continue assim."
Egon saiu devagar do elevador. Aquela situação era muito, muito esquisita.
"Hã... Dr. Spengler!"
"Sim?"
"Posso te pedir uma última coisa?"
"Hã... claro."
"Eu... queria... hã..."
A moça parecia tímida.
"Pode falar."
"Hã... um... um... abraço."
Era um pedido simples, mas ele não estava acostumado nem a abraçar os seus, que dirá uma estranha. Mas ele fez um esforço.
"Tudo bem..."
Ele abriu os braços e se sentiu agarrado pela garota. Ele colocou os braços em volta dela por uns segundos e deu uns tapinhas nas costas.
Ele a largou e logo depois ela revirou os olhos, e caiu, desmaiada.
"Oh, não!"
Ele e o porteiro do prédio a colocaram no sofá do hall.
"O senhor por acaso tem amônia aí?"
"Hã... acho que sim!
"Ótimo. Por favor, embeba este lenço" ele tirou do bolso um lenço "e traga-o de volta o mais rápido possível."
"Certo!"
O porteiro voltou com o lenço e Egon levou-o ao nariz de sua fã. Ela acordou devagar.
"Ah... que bom."
Ela o viu e soltou um gritinho. Ele afastou-se um pouco.
"Não foi um sonho!"
"Não."
"Eu realmente te vi no elevador!"
"Sim..."
"Oh, meu Deus!"
"Calma. Ouça. Há alguém que possa vir buscá-la?"
"Não, eu vou me encontrar com uns amigos ali no café a 2 quarteirões daqui e..."
"No café da esquina?"
"Sim."
"Hum. Você pode levantar-se?"
"Sim..."
Ela não parava de encará-lo. Estava começando a ficar embaraçoso.
"Senhor" ele dirigiu-se ao porteiro "Chame um táxi para levar esta jovem ao café a dois quarteirões daqui..."
"Ohhh... Dr. Spengler, por favor não há necessidade..."
"Eu insisto."
Ele ajudou-a a se levantar e foi caminhando com ela até a porta da recepção do hotel. O táxi logo chegou. Ele deu uma nota de dez dólares para ela.
"Tome. Pague o táxi e compre um café bem forte para você."
Ela olhou assustada para o dinheiro.
"Ah, mas Dr. Spengler, eu não posso aceitar!"
"Por que não? É o mínimo que eu posso fazer para uma... fã tão dedicada..."
Ela sorriu. Ele também.
"Foi um prazer enorme conhecê-lo. Você é ainda mais admirável do que eu pensava..."
"O prazer foi meu. Nem sabia que tinha fãs!"
Ela sorriu timidamente de novo.
Ele disse ao taxista para deixá-la no café e acenou para a moça.
Tinha sido realmente uma hora muito estranha.


----------
1988


Ele estava aguardando para entrevistar mais um possível assistente quando Lina (a assistente "sênior") entrou, dizendo:
"Dr. Spengler, aqui está o teste da última candidata."
Ele passou o olho pelo teste. 'Aston, J. '. Havia tirado a maior nota de todos os testes.
"Uau, olhe essa nota! Acho que nem vou precisar entrevistar, mande-a entrar!"
"Sim."
Ele ouviu a porta se abrir e olhou para a moça em pé ali. Ruiva, cheia de sardas, baixinha, vestida com roupas sóbrias. Ela parecia familiar...
"Boa tarde, Dr. Spengler."
"Boa tarde, Srta..."
"Aston."
"Sim... Já não nos conhecemos de algum lugar?"
A moça sorriu timidamente.
"Hã... sim."
Ele ficou intrigado. De onde ele a conhecia?
"54th Street. Elevador de um dos prédios comerciais."
Seu queixo caiu. Era sua fã!
"Minha fã!"
"Haha, sim!"
"Hã... Jean! Não, Jane!"
"Sim! Nossa, você lembra meu nome!"
"Não é todo dia que encontramos uma fã..." ele disse, com riso na voz.
"Obrigada de novo por me ajudar."
"De nada... Não foi a primeira vez que alguém desmaiou por minha causa, mas também não é uma situação corriqueira..."
"Heh. Desculpe. Eu era só uma fã louquinha naquela época. Meio imatura."
"Ha. Eu me senti uma estrela do rock."
Ela riu.
"Desculpe perguntar, mas... Com quantos anos você está agora?"
"20. Me formo ano que vem."
"Que ótimo. Você tem muito potencial, senhorita Aston. Faremos um belo trabalho aqui."
"Obrigada, Dr. Spengler. Eu faço o que o senhor mandar..."
Ele sorriu e ela devolveu o sorriso.
As semanas foram se passando e Jane provava ser cada vez mais capaz e prestativa.
Num dia com muito serviço, Egon ficou no Instituto até tarde da noite. Todos os outros já tinham ido para casa, exceto ele.
Ele estava passando pela área da Cardiologia quando viu alguém familiar arrumando uns papeis.
"Jane! Você ainda está aqui!"
Ela estava numa sala de ECG. Provavelmente o local mais sossegado que ela encontrou.
"Dr. Spengler! Ainda não terminei de catalogar estes relatórios e..."
"Menina, vá para casa!" disse ele, passando a mão pelo pescoço e pelos cabelos.
"O que houve, Dr. Spengler?"
"Muito tempo com a cabeça abaixada... Deu uns nós aqui..."
Ele estava virando-se para sair quando sentiu as mãos dela em seus ombros.
"Jane? O que você está fazendo?"
"Desculpe a minha ousadia, mas... hã... eu... eu tenho uma licença para praticar quiropraxia."
"Como é?"
"Eu fiz um curso no verão e obtive um diploma e uma licença! Trabalho com isso nas horas vagas. É um dinheirinho extra que entra!"
Ela sabia fazer massagens. E ele obviamente estava precisando de uma. Bem, não custava nada. Ela não ia deixá-lo aleijado!
"É... acho que não fará mal..." Disse ele, entrando na sala.
"Todos os pacientes elogiam... e eu tenho muitos!"
"Certo." ele sentou-se em uma cadeira, de frente para as costas da cadeira e de costas para ela. "Vamos lá. Desate meus nós." disse ele rindo, enquanto ela fechava a porta.
Ela começou fazendo uma leve pressão no alto dos ombros dele. Egon logo relaxou.
Ela subiu, massageando-lhe o pescoço, a nuca e as têmporas, levemente, com movimentos circulares. Ele respirava fundo.
Logo ela desceu, indo para os ombros dele novamente e descendo pelas clavículas.
"Mmm..."
Ela subiu novamente para os ombros e o pescoço dele, e desta vez ele sentiu o hálito quente dela em seu pescoço. Ele se arrepiou.
"Oh..."
"Hã... Terminei."
Haviam se passado mais de 20 minutos. Ele nem reparou. Mas se sentia uns 80% melhor.
"Uau... você tem mãos mágicas..."
"Er... obrigada!"
"E tão delicadas..."
"Obrigada, Dr. Spengler..."
Egon já havia se levantado e olhou no fundo dos olhos cor de caramelo da jovem assistente. Ela lhe devolveu o olhar, mas, nos olhos dela, havia ardor, desejo.
Ele estava completamente relaxado. Tanto que suas inibições, que eram geralmente altas, baixaram um pouco e ele encarou os lábios dela.
Na verdade, ela o havia intrigado desde que a conheceu, há dois anos. A situação tinha sido bastante inusitada, mas ele achou graça. E ela foi a única que reagiu daquela maneira diante dele. Vez ou outra a cena se repetia em sua mente.
Quando ela veio trabalhar para ele, a "fã alucinada" foi substituída por uma moça competente e inteligente. E que tinha se transformado numa jovem muito atraente.
Ele aproximou-se mais dela e vice-versa. Ele sentiu o hálito quente dela novamente.
Cheio de coragem, ele roçou seus lábios nos dela. Ela finalmente o beijou.
Seus lábios eram macios e carnudos e ele intensificou o beijo, sua língua indo de encontro à dela. Ela gemeu.
Ele interrompeu o beijo e sussurrou no ouvido dela:
"Não contarei a ninguém se você não contar..."
Ela gemeu novamente e o beijou mais uma vez.
Não era do feitio dele, mas ele estava excitado. As delicadas mãos da moça em seu pescoço e ombros e seu cheiro floral o deixaram aceso. Suas inibições baixaram mesmo, seu lado instintivo veio à tona e ele deixou o racional de lado. Era raro, mas acontecia. Ele queria a moça à sua mercê. E aparentemente, não seria muito difícil.
Ele desceu para o pescoço da moça, suas mãos já desfazendo os botões da modesta blusa que ela usava. Ela gemia sem parar.
Ele tirou dela a blusa devagar, indo para a saia e fazendo o mesmo, deixando a saia cair no chão.
Ele levou suas mãos aos seios dela, massageando-os levemente através do sutiã de renda, beijando-a...
"Ohhh, meu Deus!" ela gemeu, interrompendo o beijo.
Olhando nos olhos dela de novo, ele começou a tirar as próprias roupas. O suéter, a gravata, a camisa, as calças... A moça olhou para ele, arfou e ofegou. Ele usava briefs verde escuras.
Ele abriu um sorrisinho maroto e aproximou-se dela. Ela tremeu. Estava visivelmente nervosa.
"Jane... fique calma... Se você não está se sentindo bem, diga e vamos para casa..." Era o oposto do que ele queria, mas se ela não estivesse confortável, ele não insistiria...
"Mm... nem pensar!" Ela o beijou profundamente.
Ele levou a mão à parte da frente da calcinha dela. Estava úmida. Ele a empurrou devagar para cima da maca da sala. Ela sentou-se na maca, ainda beijando-o.
Interrompendo o beijo e mordendo o lábio inferior (de nervoso, ele notou) ela deitou-se.
Ele subiu na maca, olhando para ela. Era realmente uma moça linda. Pele alva, cheia de sardas, traços delicados. O rosto adornado pela vasta cabeleira cor de cobre.
"Você é uma moça muitíssimo bela, Jane..."
"Obrigada, Dr. Spengler... Hã... Egon..."
Ele sorriu e beijou-a. Ele sentia o coração da moça acelerado em seu peito.
Um pensamento idiota passou por sua cabeça: ele parecia uma estrela com uma groupie num quarto de hotel! Era divertido.
Ele tirou dela o sutiã, acariciando os seios dela com delicadeza. Ela gemeu. Ele levou seus lábios a eles, deixando beijos molhados, sua língua e lábios acariciando os mamilos rosados da moça. Ela gemeu mais ainda.
Beijando-lhe o pescoço agora, ele começou a empurrar a calcinha dela para baixo.
Egon notou que a moça estava ainda bem nervosa.
"Jane... fique tranquila. Não vou machucá-la, prometo."
"Sério?"
"Claro..."
Ele esfregou um pouco as partes íntimas dela (estavam encharcadas!), fazendo-a gemer alto. Ele notou que ela estava mais do que preparada para recebê-lo.
Ele tirou sua cueca verde e ouviu um gemido alto quando seu longo membro esbarrou nas partes íntimas dela.
Ela parecia gostar! Ele continuou provocando-a, até que ela teve um pequeno orgasmo. Ele riu. Ela não tinha visto nada ainda.
"Ohhh... uou..."
Ele olhou nos olhos dela (e ela tirou dele os óculos) como se estivesse perguntando se ela estava preparada. Ela respondeu na forma de um beijo.
Ele a penetrou, bem devagar (ele prometeu a ela que não a machucaria!), e ouviu um gritinho.
"Ai!"
Ele foi mais fundo e ouviu outro grito.
"Aaaai!"
Era um grito... de dor? Mas ele...
Ele a penetrou fundo mais uma vez e ouviu mais um gritinho, seguido de um gemido alto.
"Ah... Jane... você..."
Uma lágrima escorreu de um dos olhos dela.
"Eu... estou ótima, Egon... por favor, não pare!"
Ela o beijou e empurrou os quadris para cima. Ele a penetrou fundo novamente.
"Ohhh... sim..." gemeu ela.
Ela parecia estar desfrutando do ato... e agora, sem dor...
Caramba, ela era...
A linha de pensamento dele foi interrompida por mais um impulso dos quadris dela. Ele resolveu acompanhá-la, e pegou mais velocidade.
Mas o ritmo dele era demais para ela e ela logo chegou ao clímax. O fato de ele provavelmente ter deflorado a moça o deixou mais excitado e ele também chegou ao clímax.
"Ah, Egon!!!"
"Nngh!"
Ele apoiou-se com as mãos na maca, até sua respiração voltar ao normal.
Ele olhou para ela. Ela parecia estupefata.
"Uau!..."
"Heh. Er... Jane, você está bem?"
"Sim... sinto-me maravilhosa!" disse ela, alegre.
"Ha! Que bom!"
Ele deu um beijo no topo da cabeça dela, pegou seus óculos, levantou-se e saiu da maca, procurando sua cueca. E pegou a jovem assistente olhando fixamente para seu... membro. Ela estava boquiaberta.
Ele deu um sorriso, divertido. Pegou sua cueca e calças do chão e começou a se vestir. Ela pulou da maca e fez o mesmo.
Quando ela já tinha terminado, ele disse:
"Jane... precisamos conversar."
Ela olhou para baixo, meio tímida.
"Você... era virgem?" perguntou ele, sem rodeios.
"Sim..." ela disse, levantando seu olhar para ele.
Ele fez uma expressão de desapontamento profundo. Sentia-se culpado. E um crápula. O que foi só sexo casual para ele era para ser um dos momentos mais especiais da vida dela. E ele estragou tudo.
Ela notou o estado dele.
"Não fique assim, Egon... eu estava... esperando por você."
"O que?!"
"Por que, além de precisar do estágio e admirá-lo profundamente, você acha que eu vim para cá? Por que você acha que eu quis fazer uma massagem em você hoje?"
"Você queria que eu..."
"Sim! Que garota não sonha em ter a primeira vez com o seu ídolo?" Ele riu.
"Mas era para ser especial para você... creio eu." Disse ele.
"Ora, e foi! Extremamente especial! Foi... como eu queria que fosse... Bom, eu não queria que fosse na sala de ECG, mas..." Ele sorriu.
"E foi muito mais do que eu esperava. Eu... eu sempre achei você sexy, mas eu não fazia ideia de que você era tão sedutor na vida real!"
Ele soltou uma gargalhada. Ela riu também.
"Quer que eu chame um táxi para você?"
"De novo?" ela riu, lembrando-se de quando o conheceu. "Não, obrigada, eu mesma chamo." Ele sorriu.
"Você é uma moça formidável, Jane."
"E você é um homem espetacular... Dr. Spengler. Obrigada."
Ela deu-lhe um beijo na bochecha e saiu correndo do Instituto.
Ele foi para casa, rindo, ao pensar na conclusão que havia chegado: elas realmente se interessavam pelo seu epidídimo.
                                                                                             
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MensagemAssunto: Re: Cinco maneiras de levar Egon Spengler para a cama   Sab Out 20, 2018 10:39 pm

1991


Ray Stantz estava atendendo um cliente na loja, que procurava "A experiência psicodélica", de Timothy Leary. O rapaz parecia ter vindo diretamente dos anos 60. Cabelos longos, barba, colar de contas, jeans rasgados e uma jaqueta de camurça.
Ray tinha poucas cópias desse livro, porque não era, afinal de contas, seu departamento. Ele tinha uma loja de ocultismo, e este livro estava mais para metafísica.
Vários outros clientes passaram pela loja aquele dia, e Ray não havia reparado que atrás do telefone tinha um saquinho de plástico com uns pedacinhos minúsculos do que parecia papel celofane furta cor dentro.
Só quando ele estava para fechar que reparou que o tal saquinho estava onde estava. Ele o pegou e o observou bem. Ele desconfiava do que era, mas não tinha certeza. Mas ele tinha quase certeza era de quem tinha deixado isso na loja. O Sr. Experiência Psicodélica.
Ray logo colocou um dos "papeizinhos" debaixo do microscópio quando chegou a casa. Bingo. Exatamente o que ele pensava que era.
Ele examinaria melhor no dia seguinte. Ele só colocou uma capa no microscópio e foi dormir, sem reparar que o "papelzinho" que ele estava examinando não estava mais ali...
*****
Ray e Egon estavam trabalhando num protótipo novo de armadilha. Esta seria menor, mas caberiam mais fantasmas dentro.
Eles estavam completando a parte elétrica quando ouviram um barulho.
"Ray, você ouviu isso?"
"Ouvi sim."
Ray se levantou e procurou a fonte do barulho. Vinha do porão. Egon o seguiu.
Ele foi até lá e parou no alto da escada.
"Ray?" chamou seu amigo.
Ray olhava fixamente para um ponto no porão.
Tinha um fantasma tentando sair da unidade de contenção... por uma rachadura.
Egon olhou espantado. Como RAIOS foi aparecer uma RACHADURA na unidade?
"Egon, você está vendo o que eu estou vendo?"
"Estou... a minha pergunta é: como?!"
"Estamos pra melhorar esse lugar há anos, Egon..."
"Você acha que está mesmo se desgastando?"
"Acho que sim..."
"É... você falou... e eu não escutei..."
"Agora não é hora pra culpar ninguém, Egon..."
"Mas a culpa é minha, eu..."
"Especialmente porque o fantasma conseguiu fugir!"
O fantasma ainda estava meio perdido. Os dois Caça-fantasmas tentaram distraí-lo subindo para o térreo e conseguiram. Ele foi logo em direção a eles.
Eles correram para os armários, pegaram uma mochila de prótons e uma armadilha.
"Pode ir voltando pro seu lugar, ô, esperto!" Ray exclamou, atirando no fantasma. Assim que ele agarrou o espectro, Egon abriu a armadilha e prendeu o fantasma.
Ray respirou fundo e disse:
"Bora dar uma olhada na unidade, então?"
"Sim... mas podemos comer alguma coisa antes?"
"Claro!"
Eles colocaram a mochila no lugar, o fantasma de novo na unidade e subiram para comer.
Ray abriu a geladeira e Egon, o armário, pegando uma caixa de Twinkies. Ele a abriu e colocou os bolinhos num prato que viu por ali, em cima da pia.
"Ray, o que o microscópio está fazendo em cima da pia?"
"Hã... A luz da cozinha é melhor."
"É... as lâmpadas são outra coisa que precisamos trocar."
"Cervejinha?"
"Não, obrigado." disse Egon, mostrando a seu amigo o vidro de café instantâneo.
Os dois amigos jogaram conversa fora enquanto lanchavam (Ray pegou uma caixinha de Cheez-its do armário) e se preparavam para ir trabalhar no porão.
Egon levantou-se e se sentiu meio tonto.
"Ei, você está bem?"
"Sim... acho que levantei muito rápido. Eu preciso ir ao banheiro. Me espere lá embaixo."
"Ok."
Ray desceu e Egon foi ao banheiro. As paredes da firehouse estavam... ondulando-se?
Ele entrou no banheiro e respirou fundo. O banheiro parecia ficar menor a cada respirada. Ele abriu a torneira e tentou lavar o rosto. A água estava estranha, parecia soltar... faíscas...
Ele pôs as mãos debaixo da torneira e levou-as ao rosto. Ele não conseguia concentrar-se, seus pensamentos multiplicavam-se e ele por um instante nem sabia onde estava.
Ele abriu os olhos e se sentiu confinado no banheiro. Com o que parecia ser muita dificuldade, ele abriu a porta e saiu.
As paredes da firehouse ainda pareciam mexer-se e querer confiná-lo. Ele tinha que sair dali.
Rapidamente ele desceu e saiu da casa. A rua lá fora estava barulhenta demais e os carros estavam vindo para cima dele! Ele também não podia ficar ali!
Ele foi para a beira da calçada, tentando atravessar quando um táxi parou.
"Ei! Dr. Spengler! Vai a algum lugar?"
"1776, 1st Avenue." ele falou o primeiro endereço que veio em sua cabeça.
"Pra já!" Respondeu o taxista.
O taxista o deixou em frente ao prédio e o ajudou a sair do táxi. Ele não parecia nada bem. Ficou a viagem inteira com as mãos nos olhos.
Ele conversou com o porteiro.
"Ah, sim, Dana Barrett, do décimo andar é amiga dele. Pode deixar, eu pago a viagem."
Egon mal entendeu do que os dois homens falavam. As paredes do prédio também pareciam querer pegá-lo. Ele só discerniu duas palavras: "Dana Barrett". Havia algo de... confortável nessas duas palavras...
Ele entrou no elevador e encolheu-se num canto. Chegou ao décimo andar e a luz vermelha do indicador acendeu-se. Parecia pegar fogo!
"AHHHH!!! Socorroooo!" gritou ele quando a porta do elevador se abriu.
Ele saiu correndo e bateu numa porta aleatória. Foi recebido, por sorte, por Dana Barrett.
"Egon!"
"Dana!" ele entrou, abraçando-a. Ela o abraçou de volta.
"O que aconteceu?" ela olhou para ele.
"A casa... a casa está acabando..."
"O que?"
"Ela está contra... rachada...."
"Egon... você não está bem... sente-se, por favor."
Ela o levou até a sala de estar e o sentou no sofá. Ele ofegava.
"O que aconteceu com a casa? E de que casa você está falando?"
"A casa... a nossa casa. Ela está contra mim."
Ele falava isso como se fosse a coisa mais normal do mundo. Mas ele tinha os olhos meio vidrados e as pupilas estavam muito dilatadas...
"Por que você diz isso, Egon?"
"Por causa da rachadura." ele parecia mais calmo, mas ainda falava coisas confusas. "Eu não consertei a rachadura, e os fantasmas estão saindo para me atacar. Eles vão sair todos e não há nada que eu possa fazer!"
"Tudo bem, é só você consertar a rachadura. Você consegue!"
"Não, Dana... você não entende... o mundo vai acabar e é tudo culpa minha!"
"Egon, pare com isso!
"Este mundo não me merece... eu sou fracassado demais para ele..." ele começou a chorar.
"Egon, não!"
*****
Ray notou a falta de seu amigo depois de alguns minutos e foi atrás dele.
"Spengs?" gritou. "Egoooon!"
Ele saiu chamando seu amigo pela firehouse inteira e não o encontrou.
"Ele saiu? Mas por que ele sairia sem falar comigo?"
Ray estava na cozinha e olhou casualmente para o microscópio. De repente, uma luzinha se acendeu em sua cabeça. Ele olhou o microscópio mais de perto. A lâmina estava vazia. Ele juntou os pedaços do quebra-cabeça.
"Não..."
Egon corria um grave perigo.
Ray desesperou-se um pouco. O conserto da unidade era urgente. Ele não poderia sair da firehouse.  Ele discou um número. Talvez a pessoa do outro lado da linha pudesse ajudá-lo.
*****
Dana abraçava um aparentemente deprimido Egon Spengler contra seu peito e não sabia o que fazer.
"A morte nada mais é que uma janela."
"Shhh..."
"Se a morte predomina na bravura do bronze, pedra, terra e imenso mar, pode sobreviver a formosura, tendo da flor a força a devastar?"
Ele ficava dizendo frases e recitando poemas sobre a morte. Ele realmente estava mal.
O telefone tocou. Ela olhou para ele por uns instantes.
"Eu vou só atender ao telefone, ok? Não vou embora."
"Ok..."
Ele sentou-se de volta em seu lugar e ficou olhando para o canto da parede.
"Alô?" disse Dana, pegando o fone.
"Dana? É o Ray..."
"Ahh, oi! Ainda bem que você ligou!"
"Ah... por que?"
"O Egon está aqui, e ele não está nada bem!"
"Ah, graças a Deus!"
"O que houve, Ray?"
"Escute, eu não posso explicar nada a você agora. Mas por favor, fica de olho nele."
"Claro, eu..."
"Não desgrude dele nem por um minuto..."
"Pode deixar, eu não vou..."
"Dana, por tudo o que é mais sagrado, não deixe ele sozinho!"
"Ok, ele está aqui do meu lado!"
"Feche as janelas também! Por favor!"
"Sim, ok!"
"Cuida dele... por favor..."
"Pode deixar, Ray, mas..."
"Depois eu te explico tudo. Ainda bem que ele está aí com você."
"Hã..."
"Coisas da providência divina. Dou graças! E agradeço a você também!"
"Tudo bem..."
"Boa noite..."
"Espere, Ray!"
"O que?"
"Eu dou alguma coisa a ele?" ela olhou para ele e ele ainda olhava para o canto da parede, um olhar perdido em seu rosto.
"Não... ele vai ficar bem se você ficar com ele..."
"Certo..."
"Muito obrigado, Dana."
"De nada..."
Ela desligou o telefone e olhou para o homem em seu sofá. Ela geralmente se sentia extremamente atraída por ele minutos depois de vê-lo, mas hoje ela estava era assustada... Ele estava muito mal, embora não aparentasse...
Ela casualmente fechou a janela e tentativamente esticou os braços, chamando-o.
Ele apenas ficou olhando fixamente para ela.
"Vem, Egon. Não vou te fazer mal."
"Eu sei..." disse ele. "Você é boa..."
"Sim..."
Ele levantou-se, ainda olhando para ela.
"Eu sou sua amiga... pode confiar em mim..."
"Sim... confio..."
Ela parecia mais linda ainda, seus cabelos, esvoaçantes, assim como seu vestido.
Ela o conduziu até o quarto e o fez deitar-se na cama, devagar.
Ele deitou, olhando para o teto. De repente, ele encolheu-se, colocando os braços na frente do rosto. Ela deitou-se ao lado dele.
"Shhh... está tudo bem!"
"Não, o teto! Ele está caindo!"
"Egon! Olhe para mim!"
"Não! Vai cair em cima de nós!"
"O teto não vai cair! Por favor, olhe para mim! Eu quero te ajudar!"
Ele olhou para ela, demasiadamente assustado.
"Calma. Vai ficar tudo bem."
Ela o abraçou como tinha abraçado-o na sala. O coração dele estava acelerado.
"Shhh... calma..."
Ela começou a fazer um carinho pela cabeça dele, arranhando-o suavemente com as unhas. Isto o acalmou.
Eles adormeceram logo.
***
No dia seguinte, Dana acordou no susto.
"Egon!"
Ela olhou para o lado e ele estava ali, dormindo profundamente.
Ela colocou seu dedo logo abaixo do nariz dele. Ele estava respirando normalmente. Ah, graças aos Céus!
Dana observou o homem. O que teria acontecido a Egon? Por que ele estava tão alterado na noite anterior?
"Mmm..." ele estava acordando! Ela torceu para que ele estivesse bem. "Dana...?"
"Oi... estou aqui."
Ele abriu os olhos e olhou para ela.
"Bom dia... você está bem?"
Ele sorriu o sorriso típico com as covinhas, seus olhos castanho-chocolate brilhando.
"Sim..."
"Ohhh, ainda bem!"
"Obrigado por cuidar de mim, Dana..."
"Egon..."
"Não sei como vou poder compensá-la..."
"Você... você está bem mesmo, não é?"
"Sim..." ele sorriu novamente.
"Então tem um jeito de você me compensar..."
Ela sorriu um sorriso maroto e ele devolveu o sorriso.
Ela aproximou-se mais dele e o beijou. Ele correspondeu e aprofundou o beijo.
Dana ficou por cima de seu atraente visitante e começou a desabotoar sua camisa. Ele sorria.
Ela desceu para as calças dele. O cinto, o botão, o zíper. Ela deparou-se com briefs brancas e seu abundante conteúdo.
Ela mordeu o lábio inferior, puxando as calças para baixo.
Egon sorria tolamente. Ele se sentia mentalmente exausto, necessitava demais de uma distração. E ele tinha certeza de que ia ser uma experiência muito satisfatória.
Dana voltou a beijá-lo, deliciando-se devagar com os lábios dele, acariciando seu rosto.
Ela desceu devagar pelo corpo dele, ainda acariciando-o com as mãos e os lábios.
Ela chegou ao cós da cueca branca de algodão. Com um sorriso travesso, ela olhou para ele. Ele tinha o mesmo sorriso em seu rosto.
Ela puxou a cueca para baixo e liberou seu ereto membro. Soltou um gemido e ouviu outro dele quando envolveu-o com as mãos.
"Oh..." soltou ele, quando ela começou a mover as mãos para baixo e para cima. As mãos dela eram quentes e macias...
Ele tinha os olhos fechados, concentrando-se naquelas ótimas mãos...
"Ahhh!" gemeu ele, levando a cabeça para trás, quando sentiu a boca igualmente quente dela em seu membro.
Ela sugava devagar, passando a língua em volta dele, gemendo baixo ocasionalmente também.
"Ohh... Dana..."
Ela continuou aprazeando-o oralmente sem pressa, até que ele não aguentou e teve seu alívio.
"Oh, Egon... você não sabe o quanto eu fico feliz de ver *essa* expressão no seu rosto..."
Ele sorriu com os dentes, ainda com os olhos fechados. Abriu os olhos devagar e a viu tirando seu vestido e o sutiã, e ela jogando-se em cima dele, beijando-o insanamente.
Ele a empurrou para a cama e olhou nos olhos dela.
"Obrigado..." disse ele, rouco.
"Aww..." ela o descabelou um pouco, tirou os óculos dele e o beijou mais uma vez.
Agora foi a vez de ele descer com a boca pelo corpo dela, parando em seus seios, sugando-os, lambendo-os...
"AHH!"
Ele desceu mais e puxou a calcinha dela para baixo com os dentes. Ela arfou.
"Mmm..." ele a beijou nas coxas, no osso do quadril, abaixo do umbigo (que a arrepiou) e finalmente levou a língua à sua feminilidade.
"Uhhh!..."
Egon explorava a mulher meticulosamente. Por mais que ele conhecesse o corpo de Dana, as reações dela nunca eram umas iguais às outras, e ele se deleitava com todas.
Ele encontrou seu clitóris, e passou a sugar impiedosamente.
"Ahh!"
Ah, os gemidos dela. Por mais incrível que parecesse, era um dos sons que ele mais gostava de ouvir.
"Nngh!"
"Mm..."
"Oh! Oh! Oh, meu Deus!!!" Ela estava perto de um orgasmo...
Ele agitou mais ainda a língua, fazendo-a finalmente chegar ao seu limite.
"AHHH!!!!"
Ele subiu pelo corpo dela, usando espertamente os lábios, a língua e as mãos novamente.
"Oh, Egon..." ela o beijou.
Egon passou sua língua em um ponto no pescoço dela que ele sabia que a fazia derreter-se, enquanto penetrava-a lentamente.
"OHHH!"
Ele sorriu contra o pescoço dela, indo ainda mais fundo...
"Ahhh!..."
Ele beijava o rosto dela inteiro, seu ritmo, lânguido...
"Ahhh... que delícia!..."
Pouco a pouco, ele foi aumentando o ritmo e a força de suas estocadas... Dana ia perdendo o controle aos poucos também...
Ela levantou as pernas, segurando em sua cabeceira, e ele a atingiu no ponto certo, o que a fez contrair-se em torno dele...
"Nnnngh... OH!"
"Ahhh!"
"OHHH!"
"EGON!"
Eles tinham chegado ao clímax mutuamente. Egon sentia-se reenergizado. Dana sentia-se fortalecida.
"Obrigado..." disse ele, respirando fundo, deitado em cima dela.
"O prazer é meu, Egon..."
"Meu também..."
Eles deram risadinhas tolas e exaustas.
**********
Dois dias depois, Dana chegava num café e sorriu ao avistar sua companhia.
Ela andou em direção à mesa.
"Ray!"
"Dana!"
Eles abraçaram-se.
"Como é que... ele está?"
"Está ótimo."
"Ah, graças a Deus."
"Sim..."
"Ray... o que raios aconteceu?"
Ray olhou sério para sua amiga.
"Bom... tudo começou quando deixaram um... saquinho na loja... com o que pareciam pedacinhos de papel celofane dentro..."
"Papel celofane?..."
"Sim. Eu desconfiava do que era, mas levei pra casa e coloquei embaixo de um microscópio pra ter certeza..."
Dana olhou para Ray como se ele tivesse enlouquecido. Do que ele estava falando?!
"E... o que era, então?
Ray olhou para ela, apreensivo. Mas disse logo o que era.
"Ácido."
Dana arfou. Ácido?! LSD???
"Meu Deus! E você jogou fora, né?"
Ray olhou para Dana com culpa.
"Hã... não."
"RAY! Por que você guardou? Queria tomar?" perguntou ela, cheia de ironia.
Ele olhou para ela com culpa novamente.
"Não acredito, Ray..."
"Dana... minha vida anda agitada e estressante demais... tem a loja, os negócios, alguns processos ainda estão rolando, a hipoteca da casa dos meus pais..."
"Mas você..."
"Meus melhores amigos metidos num triângulo amoroso com você..." ele lançou-a um olhar meio acusador. Ela olhou para baixo, timidamente.
"Ah... bom... realmente..."
"Eu não queria me chapar totalmente, Dana... Só queria dar... uma "viajadinha", sabe? Sair da minha mente um pouco, talvez eu visse as coisas com mais clareza..."
Ela olhou para ele com um pouco de pena.
"Por isso eu não joguei fora..." continuou ele. "Examinei e deixei no microscópio. No dia seguinte, demos um tempo no serviço pra comer alguma coisa. Eu desci de volta para o porão e Egon ia ao banheiro. Mas ele não voltava, aí eu percebi que ele não estava em casa. Juntei dois e dois quando olhei pro microscópio e vi que o "papelzinho" não estava lá..."
"Ele tomou?"
"Sim... mas foi por acidente. A "folha" era leve e saiu voando do microscópio. A minha teoria é de que ela foi parar no prato onde estavam Twinkies..."
"Ah... quando se trata desses bolinhos, o homem os devora!"
"Sim..."
"Ele engoliu sem querer..."
"Exatamente."
"Era por isso que ele estava tão estranho, então..."
"Sim. Graças a Deus ele estava com você."
"Por que você ficou tão apavorado, Ray?"
"Dana... não vou dizer que o Egon é um cara caretão. Eu estaria mentindo."
Ela levantou a sobrancelha.
"Mas ele nunca mais chegou nem perto do ácido. E tem uma razão bem séria para isso."
"Qual?..."
"Toda vez que ele toma... ele tem viagens muito ruins. Ele fica depressivo, paranoico e... suicida."
"Meu Deus!"
"Foi por isso que eu pedi pra você não sair de perto dele. Achei que ele pudesse pular da sua janela."
"Ray..." os olhos de Dana se encheram de lágrimas. "I-Isso já aconteceu antes?"
"Sim... uma vez, na faculdade, que ele tomou, teve uma viagem horrível e se encheu de remédios pra dormir. Quando a gente o encontrou no dormitório, ele estava deitado de costas no chão, quase sem pulso. A gente o levou pra enfermaria da faculdade e conseguiram fazer com que o pulso dele se normalizasse. Mas ele teve que ir pro hospital."
Dana estava estupefata e assustada. Ela nunca poderia imaginar que um homem tão inteligente como Egon fosse capaz de coisas como essas. Mas... ela tinha ouvido várias histórias sobre os homens mais inteligentes da história. Eles sempre tinham um lado negro. Não seria diferente com Egon.
"O Peter já te contou sobre uma experiência que o Egon queria fazer? Que ele queria fazer um buraco na cabeça?"
"Sim..."
"Foi um desses casos. Dizia ele que queria fazer uma trepanação, e a gente desconfiou... Quando ele começou a mandar a gente calar a boca, sendo que nós estávamos quietos e que ele nunca mais "ouviria vocês", a gente teve certeza..."
"Paranoias?"
"Sim... Aí a gente tirou a trefina da mão dele, à força!"
Dana levou as mãos à boca, um tanto apavorada...
"Depois ele considerou realmente fazer uma trepanação, dizendo que poderia aumentar a capacidade do cérebro. O homem é genial, mas às vezes tem desses lapsos..." Ray disse, com um pouco de riso na voz.
Ele olhou para Dana e ela estava completamente transtornada, os olhos cheios de lágrimas.
Ele pegou nas mãos dela.
"Ele está bem agora, Dana. Graças a você. Obrigado mais uma vez por salvar a vida dele."
Ela pôs-se a chorar e Ray sentou-se ao seu lado, consolando-a.
"E-Eu posso vê-lo?"
"Claro! Ele vai adorar ver você."
Eles foram até a firehouse. Ray entrou primeiro e viu seu amigo vindo em direção a ele.
"Ray?" perguntou Egon. "O que houve?"
Ray abriu caminho para Dana entrar. Ela parecia meio triste.
"Dana..."
"OH!" exclamou ela, abraçando-o. "Egon!..." ele a abraçou de volta.
Egon olhou para Ray, que fez uma espécie de continência para ele, sorrindo.
Ray saiu da firehouse, deixando seu amigo e sua companhia lá.
Egon sorriu, balançando a cabeça.
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