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 Ela gosta dos cretinos

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bajumoon

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Localização : São Paulo - SP

MensagemAssunto: Ela gosta dos cretinos   Dom Set 16, 2018 1:16 pm

Título: Ela gosta dos cretinos
Autor(a): Jussara/bajumoon
Shipper:  Egon/Dana
Gênero:  Romance
Censura/Classificação:  M
Capítulos:  2
Completa: Sim
Resumo ou uma promo:  Egon observa e testa os gostos amorosos de Dana

I

Mesmo com assuntos mais urgentes em questão, Egon também a observava.
Talvez o físico realmente fosse inábil para se socializar, mas isso não significava que ele não gostava de observar o comportamento das pessoas.
Ele geralmente  conseguia saber o que sentiam ou pensavam, pelo modo de agirem.
No entanto, com Dana as coisas eram diferentes.
Desde que Egon conheceu a musicista, ela despertou nele muita curiosidade.
À princípio pela questão paranormal, mas agora ele não podia mais negar que seu interesse era de ordem pessoal.
Dana lhe parecia um enigma sobre certos aspectos, para ser mais exato, nos seus relacionamentos.
Para ser mais exato ainda, em seu "romance" com seu amigo, Peter Venkman.
Desde que ela o procurara no laboratório e mencionara Peter, ele se viu incomodado com isso.
Ela e seu amigo tiveram um relacionamento conturbado. E Egon sabia que a culpa do término era de Peter.
Ele o conhecia muito bem, para perceber a sua imaturidade e egoísmo.
Dana aparentemente seguira com a sua vida depois disso, mas por fim, ela parecia querer reatar com Peter.
O que faria uma mulher inteligente como ela, insistir em algo que obviamente terminaria da mesma forma?
Ela acreditava realmente que Peter teria mudado?
Ou talvez ela gostasse dele, exatamente da maneira que era?
"Ela gosta de homens cretinos, tolos..." O pensamento inesperado surgiu na mente do físico.
Realmente ele tinha questões de trabalho muitos mais importantes em mente, mas...
Por que não testá-la?
Mesmo tentando se manter distante, Egon não podia negar a atração que sentia pela moça.
Talvez ele pudesse unir seu interesse científico no comportamento singular de uma mulher, com seus próprios prazeres pessoais.
Decidido, ele pensou no que faria futuramente.
**
Havia se passado algum tempo, desde que Egon e seus companheiros tinham salvado o bebê de Dana e a cidade mais uma vez, de um destino cruel.
Como Egon esperava, Dana e Peter reataram o namoro e o físico notou pouca mudança no comportamento infantil de seu amigo.
Já estava na hora de Egon iniciar seu plano.
Aproveitando que nenhum dos rapazes estavam na Firehouse naquela noite (inclusive Peter, que havia saído com outra garota, inventando um desculpa qualquer para Dana), Egon pegou o telefone e discou um número.
- Alô?
- Dana? Aqui é Egon Spengler!
- Ah, olá, Egon! Aconteceu alguma coisa?
- Desculpe incomodá-la, mas eu preciso localizar Peter e julguei que ele estivesse com você! Preciso tratar de algo importante com ele!
- O Peter? Que estranho! Ele disse que estava com uma enxaqueca e ficaria na cama descansando.
Egon revirou os olhos, por ela ter acreditado nisso, ou fingido acreditar.
- Oh, sim? Isso é um tanto estranho realmente, já que ele não está em casa e ele comentou que iria até o seu apartamento! E isso há mais de quatro horas!
A moça ficou em silêncio por alguns instantes, até dizer o que Egon esperava:
- Não, ele não está! E se você não se importa, eu gostaria de ir até aí! Não que eu duvide de você, Egon, mas quero ter certeza de que ele realmente saiu. E também quero esperar por ele, caso não esteja!
- Não se preocupe! Fique à vontade para vir! - ele deu um sorriso.
**
- Egon? Você está aí? - disse Dana, ao subir as escadas e parar na porta do laboratório de Egon.
- Sim! Entre!
Ela entrou e ele olhou para ela com interesse. Dana vestia uma saia lápis preta e uma blusa no tom pastel, com alguns babados.
Ela estava sóbria, mas para o físico a roupa a deixava sensual. Mais do que se ela estivesse com algo ousado, pois para ele, isso soava como um desafio ainda maior.
- Como vai, Egon? - Dana disse, estendendo a mão para ele.
- Estou muito bem Dana! - ele apertou a mão dela, sentindo-a um pouco fria.
Ela estava nervosa e frustrada. Ele podia ver claramente isso em sua expressão e em seus ombros um pouco erguidos, em um gesto de defesa.
- Desculpe, eu tomei a liberdade de procurar o Peter, por toda a Firehouse.
- Não tem importância! - disse Egon. - Está convencida agora?  
Ela suspirou, balançando a cabeça.
- Não acredito que ele não está!
- Você está muito tensa! Por que não senta um pouco? Tenho certeza de que Peter logo virá e lhe explicará o que houve!
- Ah, obrigada, Egon! - ela se sentou. - Espero mesmo que exista uma explicação plausível.
Egon notou que aos poucos ela abaixava o tom de voz, até quase atingir  um sussurro.
"Ela sabe que ele está com outra, mas não quer admitir! Seria por orgulho ou teimosa? " Pensou ele.
- Tenho certeza que há, sim! Talvez ele tenha ido ao hospital! - disse Egon, só para confirmar a incredulidade dela. - Bem, acho que vou dar uma pausa em meu trabalho. Estou um pouco fatigado.
Dana se ergueu imediatamente.
- Talvez seja melhor eu ir embora e deixar você descansar!
- Não. Não se incomode! Na verdade eu só tenciono fazer uma pausa e buscar algo para beber, na cozinha. - ele fez um gesto para que ela voltasse a se sentar. - Só um instante! Não vou demorar.
Ele saiu rapidamente e voltou logo, com duas garrafas de cerveja, abertas.
Ele ofereceu uma para Dana.
- Não sei se devo...
- Beba, fará com que você se sinta mais tranquila. E também me fará companhia.
- Está bem! - ela pegou a bebida e mesmo meio sem jeito, tomou um gole direto da garrafa.
- Desculpe-me por não oferecer uma bebida mais requintada, porém infelizmente só tínhamos isso na geladeira.
- Está tudo bem. Eu já me acostumei a beber cerveja de vez em quando. Peter gosta e eu deixo algumas para ele em casa.
Egon conteve o sorriso. Ele sabia disso e escolhera cerveja propositalmente.
- Oh, sinto muito! Deveria ter trazido um copo para você! - disse ele, ao perceber que ela parecia um pouco tímida em beber daquela maneira.
- Ah, não, tudo bem! - ela bebeu com mais vontade, para provar que não se incomodava.
Ele sorriu gentilmente para ela e percebeu que ela começava a ficar mais tranquila. Suas defesas estavam mais frágeis.
- Eu lamento profundamente por ter preocupado você, Dana! Se eu soubesse jamais a teria incomodado!
- Imagina! Eu agradeço por ter me ligado... - ela tomou mais uns goles. - Eu sou uma tola!
- Por que diz tal coisa?
- Não devia ter me envolvido com ele novamente, eu sempre soube como ele era e... - ela se interrompeu, percebendo que estava exagerando em seu desabafo. - Desculpe, você não tem nada a ver com isso, eu...
- Não se preocupe! Você pode dizer o que pensa. Se isso lhe faz se sentir melhor! - ele tocou delicadamente em seu ombro e lhe deu seu melhor sorriso amigável.
Ele sabia que isso a estimularia.
Dana se encantou com o sorriso de covinhas e sentiu confortada por Egon.
Ele manteve a mão no ombro dela, fazendo agora uma leve pressão.
Sorrindo de volta para ele, ela falou:
- Eu sinto que Peter está me enganando! Foi assim da outra vez! Ele inventava desculpas estúpidas e fazia-se de vítima, quando eu o confrontava. - ela bebeu mais de sua cerveja. - Como sou estúpida!
- Mas talvez tenha realmente acontecido alguma coisa com ele hoje! - ele disse, para testar Dana.
- Ah, Egon, por favor! Você acredita mesmo nisso? Ele não está aqui como me disse e você falou que ele tinha dito que estaria comigo! Ele só queria se livrar de mim, para se divertir por aí! - ela terminou sua cerveja e Egon ofereceu a sua própria (ele não tinha tomado, nem mesmo um gole).
- Acho melhor não! - ela fez um gesto recusando.
- Fará bem a você! - ele insistiu e ela aceitou.
- Obrigada, Egon! - ela bebeu mais e deu um sorriso mais aberto para o cientista.
Ele sorriu de volta.
Egon sabia que ela ainda não estava ébria, mas também não era a intenção dele, deixá-la assim.
Ele só queria que ela relaxasse mais e se abrisse com ele. E um estimulante alcoólico era o ideal.
- Desculpe se estou sendo invasivo, mas estou curioso. - falou ele, após algum tempo  
- Sobre o quê?
- Se você sempre soube que o Peter não mudaria, por que então resolveu reatar com ele?
- Boa pergunta! Não sei! Como disse antes, sou uma estúpida! - ela deu um sorriso sem humor. - Ou talvez eu goste de homens cretinos.
"Como eu pensava!" Pensou ele, alegre por sua teoria estar certa.
- Será mesmo? - ele questionou, deslizando sua mão do ombro pela, por todo o braço.
O olhar dele era intenso e o sorriso de lado, fez a pele de Dana se arrepiar.
Talvez ela tivesse bebido demais e estava começado a ter alucinações.
Aquele não se parecia com o Egon costumeiro.
Esse parecia querer despi-la com o olhar.
**
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: Ela gosta dos cretinos   Dom Set 16, 2018 1:17 pm

II

Por uma fração de segundos, ela se lembrou das vezes em que os dois se encontraram.
Sim, havia uma atração entre eles, que ela resolvera ignorar, principalmente depois de ter voltado para o Peter.
Mas agora, ela podia sentir, quase de forma palpável essa atração novamente. E seu coração estava começando a reagir, batendo de forma descompassada.
- Acho que sim... - ela respondeu meio zonza, lembrando-se do que ele perguntara, antes de ela submergir em seus pensamentos. - Egon, muito obrigada por me ouvir, eu preciso ir agora...
Ela se ergueu e Egon se pôs atrás dela, dizendo.
- Você parece um pouco atordoada e tensa! Não me parece bom, deixá-la partir assim.
- Eu estou bem, eu... Ohh... - ele começou a massagear suas costas.
- Desculpe meu atrevimento, mas isso vai ajudar você a relaxar.
Ele começou a massagear os ombros dela, os longos dedos tocando delicadamente na nuca da moça.
Ela estremeceu, sentindo seu corpo se arrepiar novamente.
Oh, aquilo era muito bom! E ela se viu sem coragem de se mover e ir embora.
Ele continuou com a massagem, descendo as mãos e massageando as costas.
Ele posicionou as mãos um pouco mais para frente, tocando nas costelas dela.
- Ohh, Egon... - Dana gemeu, sem poder se conter.
Ele então se pôs a sua frente  e com a voz profunda disse, aproximando o seu rosto do dela.
- Espero que esteja se sentindo melhor!
- Eu... Sim... É que... - sem entender direito o que estava fazendo, ela o beijou.
Ele correspondeu de imediato, envolvendo-a com seus braços e pressionado o corpo dele ao dela.
Ela gemeu levemente, ao sentir a língua ágil dele, explorar sua boca e acariciar sua a língua dela.
O beijo ficou ainda mais profundo e assim que terminaram, ela deu um selinho nele e ele chupou seu lábio inferior.
- O seu beijo é extremamente prazeroso! - disse ele, próximo ao ouvido dela. -Obrigado!
Ele ainda a mantinha presa em seu abraço, uma das mãos na cintura dela, quase tocando o traseiro da musicista.
- Ah, o seu também, mas... - ele voltou a beijá-la. - Isso não é certo!-  ele agora começou a beijar o pescoço dela. - É melhor pararmos... O Peter...
- Ainda está preocupada com ele? - ele questionou.
- Não é só por ele... Mas por você! Peter é seu amigo, não?
- Sim, mas isso não importa realmente... - ele deslizou a mão pelo traseiro dela.
- Ah, mas... Não acha isso algo cretino de sua parte?
- Não se preocupe com isso!  Além disso, você gosta dos cretinos, não?
- Você é  um... - ela ia xingá-lo, mas foi interrompida pelo beijo dele.
Não era do feitio dele, ser grosseiro com uma mulher, mas se esforçou, pois fazia parte da experiência.
Dana se debateu um pouco, mas acabou por se render, correspondendo com o mesmo desejo.
Egon não perdeu mais tempo. Começou a agir, antes que ela novamente se sentisse culpada.
Ele abriu rapidamente a blusa dela e a tirou,  tocando em seus seios.
Ela gemeu arfante, enquanto ele lhe arrancava o sutiã e deslizava a língua por seu mamilos.
Aquilo era loucura. Aquele não podia ser o sério e rígido Egon Spengler! Pesava ela.
Mas ela também não estava em seu juízo perfeito, pois mal podia esperar senti-lo dentro dela!
E não demorou, dado o desejo arrebatador de ambos.
Ele a pressionou contra a parede, puxou a saia dela para cima e começou a acariciar sua feminilidade através da calcinha.
- Egon... Oh... Egon... - ela gemeu. - Tome-me agora... Por favor! - ela implorou.
Ele sorriu e abriu suas calças, que caíram no chão.
Em seguida ele puxou sua cueca branca para baixo, libertando seu não muito grosso, mas longo membro excitado.
Rapidamente, ele retirou a peça íntima dela e ergueu suas pernas, começando a penetra-la.
Dana deu um gritinho de prazer e apoiando-se na parece, ajudou o físico com os movimentos.
Ela estava praticamente pulando em cima dele, seus braços ao redor do pescoço do físico.
Dana não pode conter o alto grito, quando o orgasmo lhe atingiu como um raio de extremo prazer, fazendo-a quase perder os sentidos.
Egon gemeu alto, liberando seu próprio prazer, com um profunda estocada.
Eles se mantiveram em silêncio, apenas os sons das respirações descompassadas.
Eles ainda ficaram na mesma posição por uns instantes, com ela ainda agarrada nele, suas longas pernas, envoltas na cintura delgada do cientista.
Egon a beijou lentamente e a colocou no chão com cuidado, com receio de que ela não conseguisse se manter em pé.
De fato, a moça sentia as pernas bambas e manteve os braços ao redor do pescoço dele, buscando apoio.
Ele colocou a mão na cintura dela, mantendo-a firme.
Algum tempo depois ela se afastou dele, abaixando sua saia e apanhando o resto de suas roupas no chão.
- E-eu... Eu já volto! - gaguejou ela, sentindo-se desajeitada e arrumando até o banheiro.
Egon vestiu suas roupas, com um sorriso satisfeito no rosto.
**
Dana voltou, algum tempo depois, já bem alinhada e com a expressão mais pacífica.
- Sinto muito se me excedi, Dana! - ele se desculpou.
- Não, Egon, eu também quis isso!
- Tem certeza disso?
- Sim! Não estou arrependida! Nem me sinto culpada!
Isso era o que ele queria ouvir.
- Realmente não há razão para que se sinta!
- E quanto a você?
-A mim?
- Você sabe! Quanto a você e Peter!?
- Ele não precisa saber o que aconteceu! Ao menos que você queria dizer a ele.
- Não se sente culpado?
- Não, porque conheço o Peter! Principalmente se ele está agindo como você suspeita.
- Talvez você esteja certo, mas...
- Não se preocupe com nada, fique tranquila!
Ela balançou a cabeça.
- Quer saber? Eu não vou contar a ele! Ele também tem seus segredinhos, não?
Egon se aproximou de Dana.
- Nesse caso, obrigado pela ótima experiência! - ele tomou a mão dela e a beijou.
Dana se sentiu quente e sabia que se ele quisesse, ela voltaria a se entregar a ele, com prazer.
"Egon é muito mais do que aparenta ser! " pensou ela, confusa, intrigada e fascinada ao mesmo tempo. "Talvez ele seja realmente tão cretino quanto o Peter! "
Ela não resistiu e deu um sorriso tímido para ele e saiu, sem nada dizer.
Egon a observou partir e pegou sua prancheta, que continha várias anotações.
No final da folha, ele escreveu:
"Prazerosa tese e pesquisa concluída com sucesso."

Fim
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