Bem-vindo!
 
InícioInício  Registrar-seRegistrar-se  Conectar-se  

Compartilhe | 
 

 Paraíso astral

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
Admin
Admin
avatar

Mensagens : 461
Data de inscrição : 28/02/2014

MensagemAssunto: Paraíso astral   Sab Mar 01, 2014 12:17 am

Título: Paraíso Astral (Originalmente postada em 11/05/2012)
Autor(a): strawberriesapples
Shipper: Jeannie/Major Nelson
Gênero: Comédia
Censura / Classificação: PG-13
Capítulos: 4
Completa: Sim
Resumo ou uma promo: Jeannie acordou se sentindo esquisita naquele dia. E aquele homem lindo era realmente seu amo?


Jeannie se sentiu estranha ao acordar naquela manhã de sexta-feira. “Acho que dormi demais...”, pensou. Sua cabeça estava cheia, ela ainda se sentia meio cansada. Colocou seu usual traje rosa e grená e saiu de sua garrafa numa fumaça... rosa escuro? Algo não estava normal aquele dia...
Ela foi em direção ao quintal preparar a mesa do café. O dia estava bonito, o sol estava brilhando e seria ótimo tomar o café da manhã do lado de fora. E era melhor ela andar rápido, porque seu amo, o Major Anthony Nelson, iria acordar a qualquer minuto. Ela concentrou-se no que ele gostava de tomar para o café e preparou-se para piscar. Cruzou os braços na frente do peito e piscou. Apareceram muitas coisas gostosas na mesa, mas nada do que ela tinha pensado! “Mas... não é disso que ele gosta!” Tentou outra vez se concentrar e poing! Mais bolos, tortas, croissants, rosquinhas, muffins e etc. “Ai, por Haji! O que houve comigo hoje?”
“Nossa, a mesa está bonita hoje! Bom dia, Jeannie!” era o Major Nelson, que tinha acabado de chegar no quintal. Quando a gênia virou-se para desejar bom dia ao seu amo, ela... desmaiou!
“Jeannie! Jeannie! Acorde! Por favor!” o Major Nelson segurou-a pelos ombros e dava tapinhas leves no rosto de Jeannie pra ver se ela acordava. E deu certo, porque ela começava a se mexer e a abrir os olhos.
“Amo?...”
“Sim? Estou aqui! O que houve? Você está bem?”
“Eu...”
Ela foi olhando o Major Nelson de baixo pra cima, e foi se levantando enquanto olhava pra ele.
“Jeannie?...”
Ela nunca tinha visto um homem tão fascinante em toda a sua vida! Ele era mesmo seu amo?
“Sim?...”
“Você está bem?”
E que voz! Tão linda e musical!
“Estou, Amo...”
“Que bom! Fiquei preocupado! Não quero que você suma de novo!”, disse o Major Nelson, abraçando-a(ele estava mesmo aliviado!) e dando uma risadinha.
Ela se derreteu toda. Ele estava abraçando-a! Ele tinha braços tão fortes!
“Hum... o café está ótimo, Jeannie.” disse ele, pegando um muffin e se sentando à mesa.
“Está mesmo, Amo? Eu fico feliz...” disse ela, ainda nas nuvens. Ela não conseguia parar de olhar pra ele. Ele era mesmo fascinante!
“Jeannie.”
“Sim, Amo?”
“O que foi? Por que está me olhando desse jeito?”
“Porque você é incrivelmente fascinante!”
Ele olhou pra ela num jeito meio desconfiado. “Aí tem! Se ela acha que eu vou cair em mais um plano dela pra se casar comigo, está muito enganada!”, pensou. “Ahn... ok, Jeannie, você é quem sabe. Já estou indo, tenho que chegar cedo na base hoje.”
“Oh, Amo, verdade? Posso te piscar lá!”
“Não, o Roger vai aparecer daqui a...”
Neste momento, eles ouviram a campainha e era mesmo o Major Healey, vindo buscar o amigo. Ele foi até o quintal e não resistindo, pegou uma rosquinha.
“Bom dia! Uau! Que mesa farta! Caprichou hoje, hein, Jeannie!”
“Bom dia, Major Healey!”
“Então, vamos?”
“Vamos. Jeannie, qualquer coisa, me ligue que eu venho pra casa. Se você se sentir mal outra vez, é só me telefonar, ok?”
“Sim, Amo... eu usarei o telefone...”
Sua vontade era a de abraçá-lo de novo e não largá-lo mais!
“Jeannie, está gripada?” perguntava com preocupação o Major Healey.
“Não, Major Healey. Eu estou ótima.” ela nem se deu ao trabalho de tirar os olhos de seu amo. Ele era encantador!
“Tchau, Jeannie. Até mais.”
“Tchau, Jeannie!”
Os dois saíram pela porta da frente e foram para a NASA. Jeannie, depois de tomar seu café, se sentiu vazia de repente. Solitária e deprimida. Ela começou a chorar! “Céus! O que está acontecendo comigo? Por que estou assim?... Oh! Não posso sumir!” Sempre que se sentia assim, ela começava a desaparecer. Isso não podia acontecer! Ela tentou pensar no que estava deixando-a desse jeito, mas não chegava a nenhuma conclusão. Viu de repente o quepe do Major Nelson em cima da mesa. “Oh, meu Amo esqueceu o...” Seu amo! Era a ausência dele que estava deixando-a assim! Ela precisava dele ali e era já! Não hesitou nem por um segundo e piscou o Major Nelson de volta à mesa do café.
“Alô, Amo...” disse, agarrando o braço direito dele, que segurava uns papeis.
“Alô, Jeannie.” Disse o Major Nelson, distraído. Quando se deu conta de onde estava, esbravejou: “Jeannie! O que eu estou fazendo aqui em casa? Era pra eu estar no meu escritório na base! Quer, por favor, me levar pra lá de volta?”
“Você esqueceu seu quepe, Amo...”
“O-Obrigado, mas você não podia piscar ele pra lá?”
“Oh, Amo...”
“O que foi?”
“Você é tão inteligente...” disse ela, colocando o quepe na cabeça dele.
“Jeannie.” Disse o Major Nelson, acalmando-se.
“Sim?...”
“Eu não vou voltar pra NASA agora, vou?” ele conhecia sua gênia melhor do que ela pensava.
“Bom... agora não, Amo.”
“Muito bem. Eu posso saber o que está acontecendo?”
“Amo...”
“Sim?” paciência era algo que ele cultivava todos os dias.
“Eu quase comecei a sumir quando você saiu.”
Voltar ao Topo Ir em baixo
http://jfics.forumeiros.com
Admin
Admin
avatar

Mensagens : 461
Data de inscrição : 28/02/2014

MensagemAssunto: Re: Paraíso astral   Sab Mar 01, 2014 12:18 am

2

“Sumir? Mas você só some quando está...”
“Triste.” disse ela, cabisbaixa.
Ele ficou penalizado. Não parecia ser fingimento. Ele estava determinado a descobrir o que estava acontecendo com ela.
“Jeannie, eu saio pra trabalhar todos os dias e você nunca fica triste! Acho que você precisa de companhi- não, melhor não.” na última vez que ele disse isso, ela trouxe um leão para sua sala de estar.
“Eu preciso mesmo de companhia! Da sua companhia!” disse ela, enfatizando o “sua”.
”Jeannie,” disse ele, olhando nos olhos dela, bem sério. “Eu precis- Jeannie?”
Ele não teve tempo de terminar a frase. Ela desmaiou novamente!
“Oh, não. Jeannie! Por favor, Jeannie, acorde!” Ela não se mexia. “Jeannie, vamos, acorde!” Nada. “Jeannie, pare de brincar, por favor!” Ele sabia que ela não estava brincando, mas foi mais uma reação nervosa. Sim, ele estava começando a se desesperar.
Alguns minutos depois, ela acordou. Teve a mesma reação anterior. Olhou o Major Nelson de baixo pra cima. Sapatos bem engraxados. Quanto ele calçava? Calças muito bem passadas. Vestiam bem. Paletó meticulosamente abotoado e arrumado. Caía muito bem nele. Ela finalmente chegou ao rosto. Olhos verdes e alertas, nariz arrebitado e dentes muito bonitos. Sim, ele estava sorrindo!
“Ah, que bom que você acordou! Como está se sentindo?” disse ele, aliviado.
E a voz! Tão... grave!
“Eu estou bem, Amo... você vai ficar aqui comigo, não vai?” Ele não teria coragem de sair numa hora-
“Jeannie, eu tenho que ir trabalhar! Hoje nós terminamos o projeto na teoria pra colocar em prática semana que vem! Não posso ficar! Olha, aparentemente você está doente. Eu prometo que vou tentar terminar o serviço mais cedo e volto pra-“
Ele mal terminou de falar e ela tinha abraçado ele pelas costas.
“Jeannie, por favor!”
“Sim, Amo? O que você deseja?”
“Que você me solte! Eu tenho que ir!”
“Não posso fazer isso, Amo! Se eu te soltar, você vai embora e eu vou sumir! Eu não quero sumir!”
“Eu também não quero que você suma, mas... bom, façamos o seguinte: você me solta, me leva pra NASA e eu fico lá por cinco minutos. Só pra ver o que acontece. Está bem?”
“Não, Amo, eu não posso!”
“Pode sim, tente!”
“Não posso!”
“Não pode ou não quer?”
“Não... posso.”
De repente o telefone toca. O Major Nelson vai arrastando sua gênia até a sala de estar para atender o telefone. O que será que estava acontecendo com ela?
“A-Alô?”
“Major Nelson!” Era o Dr Bellows do outro lado da linha.
“Oh, olá, Dr Bellows...”
“O que você está fazendo em casa às nove e meia da manhã? Eu não disse para você estar aqui às oito e meia?”
“Sim, mas é que eu...”
“Eu pensei que você tivesse vindo para cá com o Major Healey!”
“Pois é, doutor, é que...”
”Se você não chegar em quinze minutos, pode se considerar fora do projeto!”
“Mas senhor, eu...”
“Quinze minutos, Major Nelson!”
O Dr Bellows parecia irritado. Como é que ele iria chegar à NASA em quinze minutos com uma gênia à tiracolo? Jeannie. Por que é que ela não largava dele?
“Quem era, Amo?...” ela não conseguia se soltar dele. Ele era tão incrível!
“O Doutor Bellows. “ disse ele, calmamente. “Ele disse que se eu não chegar na base em quinze minutos, estou fora do projeto.”
“Oh, bem, haverá outros projetos. Hummm...” ela o abraçou com mais força.
“JEANNIE!” explodiu ele, assustando a gênia, que o largou de repente.
“Oh!!!”
“Será que você não entende? Eu tenho que estar lá! Se isso não acontecer, minha carreira toda será arruinada!”
“AMO!”
Dessa vez, foi ele quem se assustou. Ela nunca tinha falado assim com ele!
“Você prefere que eu suma? Você prefere trabalhar nesse projeto que talvez nem saia do chão a me ver aqui?”
“Jeannie... eu...”
“Pois então vá! Já que a NASA é mais importante do que eu pra você, pode ir!”
“Eu vou.”
“O que?!”
“Você não está mais triste, está zangada. Não vai sumir!”
Ele saiu, batendo a porta. Não era só ela que estava zangada. Como ela ousava se colocar entre ele e o trabalho? Como ela ousava se comparar à carreira dele? Como ela ousava ser tão teimosa e cuidadosa, e carinhosa, e bonita, e... a raiva passou. Ele não conseguia ficar zangado com ela. Mas ele tinha mesmo que estar no escritório em... dez minutos!
Quando eram 9:44, o Dr Alfred Bellows escutou alguém chamá-lo. Era o Major Nelson, que tinha acabado de chegar e estava sem fôlego.
“Muito bem, Major. 9:44.”
“S-Senhor...”
“Tony! Você está muito fora de forma! Precisa fazer um exercício!”
“Roger... eu...”
“Podemos começar, senhores?”
“Claro, doutor.”
“S-Sim, vamos.”
Ainda bem que o Dr Bellows não quis mais explicações. Os três se dirigiram para a sala do psiquiatra.
Enquanto isso, Jeannie começava a se sentir mal novamente. Ela estava zangada, mas a raiva começou a ser substituída por uma sensação maior de vazio. Entretanto, ela começou a ficar ansiosa, em vez de triste. Andava pra lá e pra cá, pensando no que fazer. Decorou a casa inteira umas cinco vezes. Nada. Molhou as plantas. Nada. Deu uma geral em sua garrafa. Nada. Até que se cansou. Resolveu deitar-se e, muito cansada para entrar em sua garrafa, resolveu ir deitar no quarto do...
“Ahhh! Amo!!!”
Ela piscou e novamente o Major Nelson aparecia na sua frente.
“Alô, Amo.”

Voltar ao Topo Ir em baixo
http://jfics.forumeiros.com
Admin
Admin
avatar

Mensagens : 461
Data de inscrição : 28/02/2014

MensagemAssunto: Re: Paraíso astral   Sab Mar 01, 2014 12:21 am

3

Ele não disse nada. Só fechou os olhos e abriu logo depois, frustrado. Assim que ele abriu os olhos, ela, mais uma vez, perdeu os sentidos.
“Essa não... de novo?! Jeannie! Jeannie!”
Ele levou-a para o seu quarto, colocou-a em cima da cama e tentou acordá-la por uns bons 10 minutos. Nada. Ele já começava a se desesperar. Ela estava muito doente e ele não podia fazer nada porque não sabia o que ela tinha! Ajoelhou-se do lado da cama e abaixou a cabeça. Sentiu ela se mexendo.
“JEANNIE!”
Ele se levantou pra vê-la melhor, e ela outra vez olhou-o de baixo pra cima. Pernas bem torneadas, tronco largo e aquele rosto extremamente bonito! Olhos verdes penetrantes e lábios que pareciam ser feitos pra serem beijados...
“AMO!!!”
Ela se levantou de repente, agarrou-o com força e deu-lhe um beijo que deixou o astronauta meio tonto.
“J-Jeannie, o que...”
“Amo, não ouse sair daqui...”
“E-Eu...”
“Eu preciso de você... eu não consigo ficar longe de você, eu...”
“Jeannie, você t-tem que me explicar que doença é essa!”
“Eu não estou doente, Amo...” Ela soava diferente! Lembrava um pouco a voz de sua irmã!
“Então o que é que está havendo com você?”
“Nada! Uma gênia não pode querer seu Amo por perto?...”
Ela fez algo que nunca teve a coragem de fazer desde que começou a viver com o Major Nelson: começou a desabotoar o paletó.
Ele olhou para baixo e, apesar de uma parte dele estar muito feliz com isso, a outra parte estava... estava... como a outra parte estava mesmo?
“J-Jeannie, eu vou ali...”
“Amo, não! Por favor!”
“Eu só vou ali na cozinha tomar um copo d’água!” Parecia uma desculpa esfarrapada, mas ele precisava de água mesmo. Gelada.
Do outro lado da cidade, o pobre Dr Bellows e o Major Healey procuravam pelo Major Nelson. “Ele fez isso comigo de novo!”, pensou em voz alta o Dr Bellows. Por que o Major Nelson tinha esse talento enorme de deixá-lo completamente perplexo?
“Doutor, acho que Tony foi pra casa.”
“Por que ele iria pra casa se estamos terminando um projeto? E sem falar comigo!”
“Não sei, talvez ele... oh, não, não.” O Major Healey tinha finalmente entendido o porquê dos sumiços do Major Nelson. Jeannie. Ela disse que estava bem, mas parecia diferente. Devia estar doente e não queria preocupá-lo.
“Major Healey, eu e você vamos até a casa do Major Nelson buscá-lo.”
“Senhor, eu não acho que essa seja uma boa idéia...”
“Ou vamos eu e você ou vamos eu e o General Peterson!”
“O General... Doutor Bellows, será que eu não poderia fazer uma ligação...”
“Vamos, Major Healey!”
O Dr Bellows não podia perder tempo. O projeto era importantíssimo e o Major Nelson era requisitado. Além do mais, essa era uma oportunidade de tentar, mais uma vez, pegar, ou melhor, entender aquele astronauta de vez.
O Major Nelson estava nervoso. A essa hora, estavam procurando freneticamente por ele na NASA e ele estava em casa, à mercê de uma gênia que estava obcecada por ele. Ela sempre foi devota a ele, é verdade, mas agora as coisas eram diferentes... ela o agarrou e começou a tirar o paletó dele! Ela sempre foi atirada, mas não assim! Oh, não. A irmã! Era a irmã, e não a sua Jeannie de sempre! Ah, é? Ela iria ver o que era bom para a tosse!
“Jeannie!” chamou ele, chegando no quarto. Mas ela não respondeu. Estava desmaiada novamente, sobre a cama.
“Ela pensa que me engana com isso”, pensou ele. “Vamos, Jeannie, levante-se.” Nada. Ele tentou acordá-la sacudindo-a, sem sucesso. Ele percebeu que não era a irmã e viu que ela realmente não estava fingindo. Como nas últimas vezes, ele deu tapinhas leves no rosto dela, e nada. Passaram-se quinze minutos e nada. Ele, numa tentativa desesperada de acordá-la, beijou-a. Naturalmente, ela acordou.
“Jeannie! Ufa! Finalmente! Que alívio! Você está bem?”
Jeannie se deparou com o homem mais sensual que já tinha visto na vida. Desta vez, ela o olhou de cima pra baixo. Olhos verdes penetrantes que pareciam te despir, uma boca carnuda que parecia ser deliciosa, tronco e braços fortes e musculosos e... o homem era definitivamente um amante extraordinário. Seu amo...
“Jeannie, por favor, fale alguma coisa!”
Ouvir a voz dele arrepiou-a inteira. Ela não disse nada, e também não pensou duas vezes: jogou-o na cama. Começou a fazer com a camisa o que fez com o paletó. O Major Nelson pensou em protestar, mas o que ela estava fazendo intrigava-o e deixava-o excitado ao mesmo tempo. Ele ficou quieto. Só olhava profundamente nos felinos olhos azuis da sua gênia...
Quando ela partiu para suas calças, ele resolveu, hesitante, protestar. Já estava indo longe. Não demais, mas...
“Jeannie... não...”
A voz dele a deixava excitadsíssima. Ela soltou um gemido e disse “Amo, eu não farei nada que você não queira...”.
Ele nunca a tinha visto dessa maneira. Sabia que tinha algo de errado com ela, mas não sabia exatamente o que. Jeannie não era assim, ela não era de prendê-lo à cabeceira e aos pés da cama, e... oh-oh...
“J-Jeannie, o que você está fazendo?...”
“Oh, AMO!!! Sabia que você me deixa maluca?...”
“A-Achei que fosse o contrário...”
“Você é o homem mais maravilhoso a quem eu já servi... E é pra isso que eu estou aqui... para servi-lo... satisfazer todos os seus desejos...”
Voltar ao Topo Ir em baixo
http://jfics.forumeiros.com
Admin
Admin
avatar

Mensagens : 461
Data de inscrição : 28/02/2014

MensagemAssunto: Re: Paraíso astral   Sab Mar 01, 2014 12:22 am

4

Ela lentamente voltou a fazer o que estava fazendo antes de ser interrompida. E ele não podia fazer absolutamente nada. “Bom... poderia ser pior”, pensou ele. “Pelo menos não tem pregos embaixo de mim...” Mas a situação era relativamente pior, sim. Pior porque tinha se tornado constrangedora. Sim, ele tinha a gênia mais linda de todo o mundo morando com ele. Sim, ela usava uma roupa de odalisca que seria censurada por toda a NASA. E sim, ela estava sempre o agarrando, cobrindo de beijos. E isso o deixava muito feliz. Mas o que ela estava fazendo, ela nunca tinha feito. Já isso, o deixava um tanto quanto excitado. De uma maneira muito explícita. E ele não podia fazer absolutamente nada.
Ela deu um risinho safado assim que viu o estado em que se encontrava seu amo. Começou a fazer o que sempre fazia: cobriu-o de beijos. O Major Nelson estava envergonhado, alegre e excitado ao mesmo tempo. Só ela pra deixá-lo assim.
Quando os dedos dela pegaram no cós dos shorts, ele deu um grito. Tinha que extravasar de alguma maneira! Por alguma razão, tocaram o despertador, a campainha e o telefone! Todos ao mesmo tempo! Jeannie se sentiu tonta e colocou as mãos na cabeça. Fechou os olhos e... desmaiou.
“Jeannie? Aaaaah, não! Estou frito!!!”
Mas não. Ela acordou e se levantou rapidamente. Eles ouviram alguém chamando do lado de fora da casa. “Tony!” Ufa! Era só o Major Healey. “Major Nelson!” Oh, não, o Dr Bellows! Ela olhou para seu amo, e, um pouco assustada com o estado dele, rapidamente se posicionou e o piscou em pé, ao lado da cama, completamente vestido.
“Obrigado.”, disse ele, calmamente. Saiu do quarto e foi atender a porta, deixando uma pensativa Jeannie lá dentro.
“Sim?”
“Major Nelson, o que você pensa que está fazendo em casa a essa hora?”
“Olá, Dr Bellows, eu... eu esqueci um relatório aqui e resolvi voltar para buscar. Não avisei porque... eu p-pensei que talvez o senhor não gostasse e...”
“Major. Você não passou pela entrada. O porteiro disse que não o viu passar.”
“É que ele é muito distraído, senhor.”
“Chega de explicações, Major. Agora vamos trabalhar ou você ficará em casa permanentemente!”
“Sim senhor.”
O Major Healey olhou para seu velho amigo com uma expressão completamente confusa. O Major Nelson discretamente piscou com força os dois olhos e ele entendeu. Foi coisa da Jeannie mesmo. O que raios será que ela queria dessa vez?...
Lá pelas seis horas, um cansado e ainda atordoado Major Nelson chegou em casa. Jeannie estava sentada na cadeira azul, de frente para ele.
“Boa noite, Amo.”
“Boa noite.”
“Você está bem?”
“Estou. E você?”
“Também estou.”
“Ótimo. Jeannie, nós precisamos conversar.”
“Eu sei.”
“Afinal de contas, o que é que deu em você hoje?” ele perguntou, calmamente.
“Eu sei que você não vai acreditar, Amo, mas... foi um problema de hormônios.”
“O que?!”
“Há um período na vida dos gênios em que passamos por mudanças, e...”
“Tudo bem, tudo bem, não precisa me explicar.”
“Acontece quando estamos perto de fazer 2030 anos.”
“É permanente?”
“Não que eu saiba!”
“Ufa.”
“Amo?”
“Sim?”
“Posso te dizer uma coisa?”
“Claro.”
Ela chegou bem perto do ouvido dele e disse, “Você não precisaria ser um gênio pra satisfazer-me...”
Ela deu-lhe um beijo no rosto e enfumaçou-se para sua garrafa. O Major Nelson respirou fundo, passou a mão pelos cabelos e entrou em seu quarto, batendo a porta.

FIM
Voltar ao Topo Ir em baixo
http://jfics.forumeiros.com
Conteúdo patrocinado




MensagemAssunto: Re: Paraíso astral   

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Paraíso astral
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Sites de produtos para cabelo em Geral
» Escova Denman e similares para definir cachos
» ESTILIZAÇÃO E PRODUTOS PARA CACHOS 3A,B, C
» CANTINHO DO DESABAFO (cantinho para falarmos de tudo e mais um pouco!)
» Produtos capilares no e low poo para o verão

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
J-fics :: Humor-
Ir para: