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 Só mais uma casual

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bajumoon

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Mensagens : 645
Data de inscrição : 04/03/2014
Idade : 32
Localização : São Paulo - SP

MensagemAssunto: Só mais uma casual   Dom Set 16, 2018 12:33 pm

Título:  Só mais uma casual
Autor(a): Jussara/bajumoon
Shipper:  Egon/OC tarada Razz
Gênero:  Romance
Censura/Classificação: M
Capítulos:  One-shot
Completa: Sim
Resumo ou uma promo: Egon se depara com uma cliente bem animada


A casa era enorme! Uma das maiores que ele já tinha visto, desde que começara com seus amigos nesse negócio.
Sem dúvida, a cliente deles tinha dinheiro!
E não era só pela mansão que Egon constatou aquilo. A casa continha móveis e objetos decorativos de alto valor.
Seu gosto fino e seu interesse pela arte, deixou-o fascinado. Tudo ali não era só caro, mas de extremo bom gosto.
- Não posso me distrair com isso agora! Estou aqui a trabalho! - ele falou para si mesmo.
Mas ele tinha se dado conta que se afastara dos seus amigos e estava sozinho no segundo andar da casa.
O cientista já tencionava descer novamente, quando uma empregada da casa, caminhou até a sua direção, no corredor.
- O senhor que é o Dr. Spengler, não?
- Sim, exato!
- Minha patroa deseja vê-lo, senhor!
- Algo errado? - ele perguntou alarmado.
Seu medidor não acusava nada ali, mas talvez o ser sobrenatural tenha se manifestado naquele momento, para a dona da casa.
- É melhor que me acompanhe! - disse simplesmente a moça.
Egon pensou em chamar seus amigos pelo rádio, mas achou melhor ver antes o que estava acontecendo.
O rapaz seguiu a empregada, subindo as escadas, para o terceiro andar da casa.
O ambiente parecia ainda mais luxuoso ali, com seu grande corredor e paredes cheia de quadros valiosos.
A moça parou, ao chegar em uma das portas fechadas.
Ela bateu antes entrar.
- Ele está aqui, senhora!
- Ótimo, mande o entrar e deixe-nos a sós!  
- Sim, senhora!
Egon escutou a rápida conversa, ficando um pouco intrigado.
A moça mandou que ele entrasse e mesmo sentindo subitamente certo receio, ele entrou.
- Com licença! Há algo errado aqui? - ele falou, olhando para seu medidor.
- Não mesmo! - a mulher deu uma leve risada e Egon ergueu os olhos.
Ele estava em um quarto, o quarto dela provavelmente.
O quarto era grande, mas seu olhar parou em choque, somente para um lugar: a cama!
No meio do grande leito, a mulher estava sentada, com as pernas flexionadas, o joelho para cima.
Ela usava uma camisola preta de renda, que pouco deixava para a imaginação.
"E-ela não estava vestida assim, quando nos recebeu..." pensava Egon, nervoso e começando a corar.
- Er... Senhora, creio que está absolutamente segura aqui, é melhor que eu  desça para perto dos outros e...
A mulher se levantou, aproximando-se de Egon e o impedindo de fugir.
- Eu ficaria ainda mais segura em seus braços, Dr. Spengler! - ela o abraçou, pressionando seis seios fartos no peito dele.
- Como? - ele inalou profundamente, começando a suar.
- Desde que o vi, Dr. Spengler, eu o quis para mim!  Não sabe como desejei isso!
Ela começou a beijar o pescoço do rapaz.
- Que-quer dizer que não há fantasma aqui? - ele tentava se afastar dela, mas ela não desgrudava dele.
- Não, tolinho! - ela sorriu, beijando-o na boca.
Egon não sabia o que fazer! Estava envergonhado, parcialmente nervoso pelo chamando falso da mulher e perdido com o beijo que ela lhe dava.
Ele ficou imóvel pensando no que fazer.
Ela não perdeu tempo e o empurrou para a cama, montando em cima dele.
- Senhora?
- Vamos nos divertir, Dr. Spengler! - ela puxou  o zíper do macacão dele, para baixo.
- Senhora... Por favor... - Egon pediu.
O que ele podia fazer? Gritar e sair correndo, dizendo que estava sendo atacado por uma mulher tarada? Pedir ajuda aos amigos pelo rádio? Peter não perdoaria e riria dele por um mês.
E usar sua força, para empurrar a mulher, seria bruto demais.
Além disso, ele não podia negar que estava gostando do que ela estava fazendo.
Ela era rápida e retirou habilmente a camiseta, que ele usava por baixo do macacão, mesmo com ele protestando.
Ela passou a beijar todo o peito dele, arranhando-o com suas unhas.
O físico deu um leve gemido e enquanto sentia sua pele se arrepiar.
A mulher então retirou sua camisola ficando totalmente nua.
Egon não podia se segurar mais! Aquilo era totalmente surreal, mas ele não tinha mais escolha. Principalmente ao sentir seu membro cada vez mais "animado" .
A mulher também sentiu e sorrindo, passou a acariciá-lo ali.
- Ohh... - ele gemeu com os olhos se escurecendo.
O rapaz não aguentou mais! Tinha chegado ao seu limite!
Se era isso o que ela queria, é que o que ela teria!
Respirando fundo, ele a tirou de cima dele, jogando-a na cama. Ela deu uma risada, completamente surpreendida.
Egon ficou por cima da mulher e começou a beijar o pescoço, ombros e seios dela, enquanto a tocava em sua feminilidade.
- Ohh... - ela gemeu extasiada.
Percebendo que ela estava mais do que pronta para ele, o rapaz retirou o resto de suas roupas e a penetrou.
- Ohh... Dr. Spengler! - ela gritou sem cerimônia.
Egon se movimentava rapidamente, arrancando gemidos e ofegos da mulher.
Por fim, ela gritou ao chegar ao seu clímax e ele se permitiu chegar ao dele, dando um gemido longo.
Egon saiu de cima da mulher e deitou ao seu lado, recuperando o fôlego!
- Isso foi incrível! - ela disse, depois de alguns instantes.
- De fato, foi muito prazeroso! Mas devo ir agora!
Egon se ergueu da cama, vestindo suas roupas.
- Por que não fica um pouco mais? - ela pediu com a voz melosa.
- Sinto muito, mas preciso ir! Meus amigos me esperam!
Ele saiu do quarto, ainda sem acreditar no que tinha feito.
Tinha ido para cama com uma cliente!
Ele balançou a cabeça, ainda incrédulo e desceu as escadas, avistando seus amigos.
- Cara onde você estava? - perguntou Winston.
- Você encontrou alguma coisa? Ficamos preocupados! - disse Ray.
- Estava investigando! Não há indícios de manifestações sobrenaturais aqui!
- Então vamos logo embora! - disse Peter.
Todos concordaram e saíram da casa.
Eles chegaram a Firehouse e assim que ficou sozinho com Egon, Peter não se aguentou:
- Como foi para você a diversão, enquanto nós trabalhávamos?
- Do que está falando, Peter?
- Seu macacão está sujo de batom! E você está com um chupão no pescoço.
Egon ficou vermelho.
- E-eu não sei de onde saiu isso!
- Ah, claro!
Egon olhou para Peter suspirando. Teria que contar tudo e ser vítima de piadas pelo resto do mês.

Fim
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