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 A Rússia é mais quente do que se imagina

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MensagemAssunto: A Rússia é mais quente do que se imagina   Qui Jul 12, 2018 10:41 pm

Título: A Rússia é mais quente do que se imagina...
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/Katerina
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Resumo ou uma promo: A aventura amorosa do Egon na Rússia...


 
Ele não sabia o que tinha acontecido. Ele parecia possuído por algum dos espectros que ele mesmo capturava. Suas ações eram animalescas, primitivas. Ele tinha a mulher presa contra a parede do quarto, completamente nua, as mãos dela na parede, para se apoiar... enquanto ele segurava e apertava os seios dela, mordendo-lhe o pescoço, metendo nela por trás, com força...
Tudo começou quando ele soube pela universidade que iriam dar uma mostra paranormal na Rússia dali a alguns meses. Egon escreveu para o endereço, desejando obter mais informações. E foi então que os Caça-fantasmas foram convidados a participar.
Uma das patrocinadoras era uma moça chamada Katerina Novechenka. Era uma das tenistas mais renomadas da Rússia e o sobrenatural era outra de suas paixões. Era uma moça muito inteligente, que já tinha escrito para os Caça-fantasmas antes.
Eles recebiam panfletos sobre a mostra de duas em duas semanas e num desses panfletos veio o perfil da patrocinadora, com uma foto dela. Era uma moça alta, com uma expressão séria no rosto e sinceridade no olhar. Egon não pôde deixar de reparar que ela era também uma moça muito bonita, extremamente curvilínea, olhos azuis e longos cabelos castanho-claros.
Ele estava tão ansioso para conhecê-la pessoalmente quanto para ir à mostra.
Seus amigos, como de costume, discutiam por alguma coisa no vôo (desta vez era a vista do avião) e Egon ficou em seu assento, pensativo. A bela aeromoça o distraiu de seus pensamentos por um momento, mas ele logo os retomou. Como serão as acomodações? Será que ela teria tempo para conversar com ele sobre alguns assuntos? Será que ele teria tempo? Ele só esperava que tudo desse certo.
Enfim, eles chegaram ao hotel onde Katerina já os aguardava.
- Camarada Dr. Piotr Venkman? – ela chamou por Peter, que era o “relações públicas” do grupo.  Ele confirmou a informação e eles seguiram-na.
A russa era uma das mulheres mais espetaculares que Egon já tinha visto na vida.
Ele procurou manter uma atitude profissional, afinal de contas, ele estava lá como um dos Caça-fantasmas, não um macho à caça. Mas ele se pegou, por várias vezes, “secando” a moça. Sentiu-se um pouco envergonhado com isso; ele não era de se deixar levar por tais impulsos. Mas era praticamente impossível não observá-la. Ela era inteligente, decidida, linda e sensual.
A mostra teria sido um sucesso se eles não tivessem sido acusados de roubo. O “Livro sem nome” havia sumido e os Caça-fantasmas tinham caído numa cilada. Os dois invejosos conhecidos de Katerina tinham sido os culpados, e eles descobriram que os dois queriam trazer de volta um dos Antigos, seres malignos que acabariam com o planeta, caso retornassem.
Egon e seus amigos tentaram impedir, mas sem sucesso. O monstro já havia sido invocado, e ninguém poderia impedi-lo. Eles precisavam fazer algo! Foi então que Egon teve um plano. Talvez se a energia das mochilas de prótons fosse canalizada para mandar o monstro de volta para as profundezas, eles conseguissem salvar o dia!
E foi isso que fizeram. Peter, com muita coragem, jogou a bomba nuclear que eles conjuraram e o monstro voltou para sua toca. Os bandidos foram presos e Katerina não podia estar mais feliz. Ela ficava ainda mais bonita sorrindo, pensou Egon.
Atrevendo-se, ele pôs as mãos na cintura da moça. Agora que já estava tudo bem, e com a adrenalina do momento, ele arriscou. Ela olhou para ele logo depois e sorriu. Ele sentiu um incômodo na parte de baixo de seu abdômen.
- Obrigada por nos ajudar, Katerina. – disse Peter, mal percebendo que seu amigo tinha o braço na cintura da moça.
- Eu fiz o que deveria ser feito, camarada.
- Me chame de Piotr... – ele tentou, mais uma vez, jogar seu charme para ela. Egon tirou sua mão de onde estava. Ela olhou para ele meio decepcionada.
- Acho melhor não, Dr. Venkman... – ela se dirigiu a Peter. Os amigos dele deram risada de sua insistência. Exceto Egon.
Já de volta ao hotel, os Caça-fantasmas explicaram melhor para Katerina o que havia acontecido e contaram a ela sobre a outra vez que enfrentaram os Antigos. Ela ficou bastante impressionada com a história e disse que ia rever seus conceitos sobre mitos e lendas.
- Ahh, acho que vou dormir... foi um dia bastante cansativo. Além do mais, eu estou ficando com frio! – disse Ray.
- Eu também vou... vou tomar uma boa vodca e cair na cama! – Winston comentou.
Os dois Caça-fantasmas despediram-se de seus amigos e de sua anfitriã e foram para seus respectivos quartos.
Egon estava sentado no canto do sofá da sala de estar, pensativo, com as pernas esticadas, cruzadas nos pés e as mãos no bolso do casaco (eles já tinham tirado seus uniformes).
- E aí, Katerina... vai cair na cama também? – disse Peter, sua voz no tom mais galanteador.
Isso distraiu Egon de seus pensamentos e ele olhou para a dupla.
Katerina olhava para Peter, condescendente e ele sorria para ela com os dentes.
- Pretendo fazer isso sim, Dr. Venkman... na minha!
- Quer companhia? – ele riu.
- Você é insistente demais, sabia?
- É uma das minhas qualidades... não considero um defeito! – ele riu mais.
Ela sorriu e Egon sentiu seu sangue subindo pelas veias. O que estava acontecendo com ele? Ele não era de ter sentimentos mundanos como... ciúme. Especialmente de uma desconhecida. Mas ele havia lido e pesquisado tanto sobre ela que ela parecia uma estimada colega, quem ele admirava muito.
E por quem agora, ele sentia uma atração incontrolável.
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MensagemAssunto: Re: A Rússia é mais quente do que se imagina   Qui Jul 12, 2018 10:41 pm

2


- Boa noite, Dr. Venkman. – disse ela, afastando-se de Peter – Boa noite, Dr. Spengler...
- Boa noite. – respondeu ele, sua voz meio rouca.
Ela saiu fechando a porta e Egon soltou a respiração, que ele nem notou que estava segurando.
- Mulherzinha difícil, ela, hein! – comentou Peter.
- Pelo menos você não levou o costumeiro tapa, Peter.
- Verdade... Pena... daríamos um casalzinho formidável...
Egon fechou as mãos em punhos com esse último comentário de Peter.
- Você vai ficar aí, Egon?
- Vou... ainda tenho uns pensamentos para pôr em ordem.
- Não esquece de espanar as gavetas...
- Hein?
- Nada! – disse Peter, riso em sua voz – Boa noite!
- Boa noite.
Ele realmente ficou a pensar ali, na sala. Não podia mais controlar-se. Estava ficando mais forte do que ele. “Se eu continuar pensando, vou acabar enlouquecendo!”, concluiu ele.
Ele levantou-se e foi, determinado, para o quarto dela. Parando por um minuto, encarando a porta branca, ele resolveu bater.
Ela atendeu.
E o incômodo que Egon sentiu mais cedo voltou, com força total e desceu para uma área mais ao sul...
Ela vestia uma camisola de chiffon pêssego, com um robe da mesma cor e material por cima. Ele literalmente sentiu seu queixo cair. A primeira coisa que ele notou foram os mamilos rosados nos fartos seios da moça.
- Oh! Dr. Spengler! – exclamou ela, tentando cobrir-se, inutilmente.
- Posso entrar? – disse ele, sua voz rouca.
- Hã... sim...
Ele entrou, as mãos nos bolsos da calça.
- Você... deseja alguma coisa? – perguntou ela, com aquele charmoso sotaque russo.
Ele virou-se e olhou para ela. Os cabelos meio despenteados e os braços na frente do peito, tentando inutilmente cobrir-se.
A pergunta que ela fez, fez seu membro acordar de vez.
- Hã... Sim... Há algo que eu desejo com ardor...
Sua voz continuava rouca, e ele encarava a moça na sua frente com um olhar predador.
A mulher arregalou os olhos. Estava muito surpresa.
- E... eu tenho certeza que você pode me dar... o que eu quero. – disse ele, aproximando-se dela.
Ele olhava agora para os lábios dela, alternando com os olhos. Olhos azuis encaravam de volta os dele próprio e ele podia vê-la cedendo...
- E o que é que... você deseja, Dr. Spengler?
Ele apenas beijou-a, segurando firme em seus braços e abraçando-a logo depois.
Katerina gemeu através do beijo.
Ele exalou alto assim que interrompeu o beijo e voltou a olhá-la nos olhos.
- Se você disser “pare”, eu vou imediatamente para o meu quarto...
Ela ofegava, louca de desejo.
- Mas se você nada disser... consentirá com minhas atitudes...
Ela agora mordia o lábio inferior, com ansiedade e desejo.
- Temos um acordo?...
Desta vez, foi ela quem o beijou, profundamente, sua língua se chocando com a dele.
- Eu pensei que você nunca fosse tomar a iniciativa... nem com o meu... empurrão...
- Senti-me imensamente atraído por você desde que a vi no panfleto da mostra...
- E eu, por você desde que o vi na revista Time...
Ele deixava beijos rápidos no pescoço da moça, que se arrepiava.
- E por que... você não disse nada?
- Minha atitude tinha que ser profissional! O que o renomado Dr. Egon Spengler pensaria de mim se eu dissesse que o achava absurdamente sexy?
- Ele ficaria ainda mais atraído por você...
Ele a beijou novamente, tirando-lhe o robe. O quarto tinha um aquecimento próprio e o calor externo estava começando a subir pelo corpo do excitado cientista. Internamente, ele estava chegando à fervura.
Ele arrancou seu casaco, a camisa e a camiseta, enquanto ela desfazia os fechos de seus jeans escuros.
Ele gemeu baixo assim que sentiu uma das delicadas mãos da moça em seu membro ereto.
- Ohh, Dr. Spengler... mal posso esperar... – sussurrou ela em seu ouvido, apertando levemente seu membro através da cueca cinza chumbo.
Ele olhou nos olhos dela, uma expressão quase perversa em seu rosto... e rasgou a camisola. A peça caiu aos pés da moça.
- OHH!
Egon estava incontrolavelmente excitado agora e ele só pensava em tomar a mulher e fazê-la implorar para ele parar, por assim dizer.
Ele a beijou profundamente, sua língua invadindo a boca da moça enquanto ele apertava seus seios.
Ele foi empurrando-a para a parede e desceu pelo pescoço dela, lambendo, chupando... Desceu mais e fez o mesmo nos enormes seios dela, a língua dele em volta dos mamilos intumescidos.
- Ohh...
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MensagemAssunto: Re: A Rússia é mais quente do que se imagina   Qui Jul 12, 2018 10:42 pm

3


Ele foi descendo ainda mais, até ajoelhar-se no chão, pegar no cós da calcinha dela e puxá-la rapidamente para baixo.
Ele encarou por alguns segundos as partes íntimas da moça. Estavam bem úmidas. Ele lançou aquele olhar perverso antes de levar a boca a elas, sua língua agitando-se sem parar.
- AH! Дерьмо!
Ela tinha dito alguma coisa em russo. Ela tinha xingado em russo. Isso o fez se excitar mais ainda e sugar e lamber a carne sensível de Katerina ainda com mais vontade.
- Oh! Ah! Ahhh!
Ele havia encontrado seu clitóris e sugava com afinco.
- AAAAAHHHHH!!!
Ela gemeu alto, assim que sentiu uma onda orgástica passar sobre ela.
Ele olhou para cima e viu a mulher ofegando. Ótimo. Ela iria fazê-la perder o raio do fôlego!...
Respirando fundo, ele levantou-se, atacando a boca da bela mulher, abraçando-a apertado.
Ele não aguentava mais sua roupa de baixo. Parecia sufocá-lo. Com um pouco de dificuldade, ele foi puxando-a para baixo e gemeu quando sentiu as mãos dela em seu ereto e escuro membro.
Ela interrompeu o beijo e foi arranhando seu musculoso tronco com as unhas compridas, até ajoelhar-se no chão também. Sem delongas, ela passou a língua pelo membro longo, mas não muito espesso. Ele soltou um grunhido.
- Oh...
Ela o tomou inteiro na boca e começou a sugar. Ele soltou outro grunhido gutural. A moça era boa no que fazia.
Ela sugava o longo membro com afinco, deixando-o cada vez mais louco, sentindo a língua e a boca quente dela acariciando-o...
- Ahh!...
Egon teve logo o seu alívio, segurando-se com as mãos na parede. Ele repentinamente puxou a moça pelos braços e a beijou mais uma vez, seu sensível membro encostando-se à fina pele dela, deixando-o bem excitado novamente.
Ele a virou de repente e beijou seu pescoço, por trás. Abraçando-a por trás, ele passou a apertar os seios dela, ouvindo os gemidos de prazer da moça.
Ele segurou seu membro novamente ereto e o guiou para dentro da estonteante russa. Ela gritou.
- AHH! 
- Você é... deveras... apetitosa... – sussurrou ele no ouvido dela. Ela apenas gemeu.
Ele passou a penetrá-la com mais força e rapidez, enquanto a boca dele se aconchegava num ponto do pescoço dela...
Egon sentiu seus músculos se contraírem. Ele estava perto de seu alívio. Ela também, ele podia sentir...
- Ohhh, Боже мой!
Ela havia exclamado em russo mais uma vez. Isso o fez finalmente aliviar-se dentro dela.
- Ahhh!
- Ohhhhh!
Ele desvencilhou-se da moça devagar, e ela jogou-se na parede.
Eles ficaram olhando um para o outro por alguns segundos, um pouco deslumbrados.
Mas logo já estavam nos braços um do outro, beijando-se enlouquecidamente.
Eles foram empurrando-se para a cama dela, o desejo ardente tomando conta dos dois novamente.
Egon voltou-se aos volumosos seios da russa, sugando-os repetida e alternadamente, enquanto levava uma das mãos para o centro encharcado dela. Ele enfiou três de seus dedos dentro dela e passou a estimular o clitóris com o polegar. Ele queria levá-la ao limite antes de meter nela de novo...
Katerina gritava de prazer, uma de suas mãos fincada no lençol da cama, a outra nos cabelos louros de seu amante.
Ela teve outro orgasmo, um pouco de desespero em seu grito orgástico. Egon sorriu.
Seu sorriso era extremamente perverso e ele mordeu o lábio inferior dela enquanto penetrava-a com força.
- Nngh!... – gemeu ele.
- Ahhh! – ela gritou novamente.
Ele metia nela com toda a força, beijando a incrível mulher embaixo de si, fazendo a cama balançar e a cabeceira bater na parede, suas costas arranhadas pelas unhas compridas dela.
Ele realmente não sabia o que estava acontecendo. O desejo dentro de si era primal. Quanto mais ele ouvia os gritos e gemidos dela, mais louco ele ficava, e com mais força ele a penetrava. Ele parecia mesmo possuído.
Mas ele sabia que não estava possuído. O homem fazendo amor – para não dizer uma palavra mais exata e chula – com aquela mulher era ele mesmo. Puro, não adulterado Egon Spengler. Bem, apesar de ser educado, culto, cerebral e genial, ele era um homem. Homens, sejam eles cultos e gentis ou broncos e grosseiros – ah, que se dane – fodem. Ele não era exceção.
Katerina se debatia na cama, enlouquecida de prazer.  Ela gemia alto, seu orgasmo iminente.
Egon não ficava atrás. Seu clímax estava cada vez mais perto. O suor escorria por suas têmporas, sua respiração ficava cada vez mais ofegante. Ele começou a gemer também, sentindo a mulher contrair-se em torno dele.
A enorme onda de prazer arrebatou os dois ao mesmo tempo. Ela contraiu seus músculos internos por uma última vez e ele ejaculou dentro dela.
Ela relaxou enquanto sua respiração voltava ao normal. Egon, exausto, tinha desabado em cima dela.
- Meu Deus... – começou ela.
- O que foi? – perguntou ele, baixo.
- Quando eu iria pensar que o pacato e engenhoso Dr. Egon Spengler era esse vulcão na cama? Nunca!
Ele deu uma risada.
- Você é também uma amante extraordinária, senhorita Novechenka...
- Obrigada... sabe, eu não vou negar que essa era uma das minhas intenções quando o vi aqui... – disse ela, cheia de malícia na voz. Ele olhou para ela com um sorriso travesso e disse:
- Então estamos quites.
**********
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MensagemAssunto: Re: A Rússia é mais quente do que se imagina   Qui Jul 12, 2018 10:43 pm

4 (epílogo)


Os Caça-fantasmas foram embora no dia seguinte após o almoço. Sua anfitriã se despediu carinhosamente deles com um beijo no rosto de cada um novamente e um abraço.
Ela propositalmente deixou Egon por último e deu um beijo molhado na bochecha dele, sussurrando “вкусный” em seu ouvido. Ele sorriu um sorriso maroto.
Estavam no aeroporto esperando pelo vôo quando Peter de repente lembrou-se de uma coisa:
- Caralho!
Seus amigos olharam para ele, espantados.
- Eu juro pra vocês que ouvi a Katerina gemendo noite passada!
- Então era ela?
- Eu pensei ter ouvido uma mulher berrando, e não era de dor!
- Você ouviu, Egon?
Ele tinha feito um esforço fenomenal para manter a costumeira expressão estoica no rosto.
- Hã? Não ouvi não... dormi feito uma pedra...
Enquanto seus amigos conversavam sobre a russa, e se ela tinha se auto satisfeito ou não, Egon sorria maliciosamente, lembrando-se da noite anterior.

FIM


*Merda!
*Meu Deus!
*gostoso

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