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 Festa na fraternidade

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MensagemAssunto: Festa na fraternidade   Sex Abr 27, 2018 11:13 pm

Título: Festa na fraternidade
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/uma certa moça...
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: One shot (longa)
Nota: beeem antes de Ghostbusters
Resumo ou uma promo: Egon se diverte numa festa de fraternidade...



A festa já tinha começado há algumas horas. Só Peter para conseguir dar uma festa e convidar a fraternidade e a sororidade inteiras. Não sei como ele conseguia conhecer tantas pessoas. Acho que eu não conhecia um terço daquela gente.

Mas a festa estava animada, tinha muita gente. Como eu não sou muito chegado a nenhuma das duas coisas, fiquei mais na minha. Porém, era campo pra muita pesquisa e análise.
Pesquisa e análise de geometria (não era possível caber tanta gente naqueles poucos metros quadrados), psicologia (era interessante perceber a diferença no comportamento das pessoas sóbrias e das ébrias e como as pessoas mudavam quando passavam de um estado para o outro), de química (a quantidade absurda de etanol e outras substâncias químicas dava para ser testada por muitas semanas) e... de anatomia... havia muitas belas moças naquele local... Algumas locais, que eu conhecia de... outros encontros ("Alô, Egon! Como vai, bonitão?" e um abraço apertado; "Boa noite, Sr. Spengler! Já tem companhia pra hoje?" e um beijo no rosto; "Uhh, Egon, sua boca é deliciosa!" depois de... bem, um beijo)... e alguns rostos novos, que, segundo Peter, eram "importados".
Eu já havia ingerido uma parte do etanol todo (levaram uísque escocês legítimo! Meu pai mal deixava cheirar os dele!) e as outras substâncias... se misturavam no meu organismo. Não sei como não dei "perda total"...
- Egon!
- Peter...
- Tá curtindo a festa? – perguntou ele, num tom totalmente de escárnio. Ele podia ver pelo meu semblante que eu estava...
Eu só dei um sorrisinho besta. Ele deu risada.
- Cara... você tá com cara de sono... não pode dormir agora!
Não era de sono. Era só de relaxado! Relaxado até demais...
Ele me puxou pelo braço e me levou pra um canto da sala da fraternidade, onde ficava um bar.
- Isso vai te acordar...
- Peter, você perdeu o juízo? O pouco que você tinha?
- Ah, todo mundo sabe!
- O que?
- E ninguém sabe, saca? – ele me deu uma piscadela.
Peter fez uma linha de um pó branco em cima de uma prateleira do bar. Ele estava lidando com drogas pesadas. Esse rapazinho estava precisando de uma boa bronca...
... assim que eu tomasse vergonha na cara. Estava dando sermão no Peter quando eu mesmo já tinha experimentado outras drogas. Para abrir a mente. E deu certo. Tive visões incríveis que eu não teria tido enquanto limpo.
Talvez não fosse tão perigoso. Já tinha encarado piores. O ópio era o analgésico de casa, afinal de contas.
- Cai dentro!...  - ele me deu um canudinho de papel.
Eu olhei sério para ele, tentando dizer que eu não estava nem um pouco contente com aquilo. Mas meu corpo dizia outra coisa. Abaixei-me, pus o tal canudinho na narina direita e aspirei a linha. Talvez a festa ficasse mais suportável depois disso...
Eu cocei o nariz, tossi um pouco, pisquei os olhos com força e olhei para Peter, meus olhos arregalados, o coração acelerado. Eu sentia o suor descendo pelo meu rosto como se ele estivesse em chamas. Senti um sorriso se formando no meu rosto e a expressão no de Peter foi uma das mais raras que eu já vi. Ele parecia muito assustado.
- Até mais, Peter... – disse eu, me afastando. A expressão aturdida continuava no rosto dele.
Incrivelmente, eu me sentia fantástico. Estava bem... ligado mesmo, todos os meus sentidos exacerbados. Sentia-me muito mais alto que todos lá, e mais inteligente e mais...
- Olá! – ouvi eu.
- Olá... – respondi de volta.
- O que um rapaz tão charmoso como você anda fazendo sozinho nessa festa?
- Se depender de você, ele não estará mais sozinho...
- Considere-se acompanhado, então...
- Ótimo...
A moça aproximou seu rosto do meu e beijou-me.
Ah, sim. Era uma mulher alta, estonteantemente curvilínea, com cabelos castanho-claros e olhos azuis penetrantes. E uma boca deliciosa.
Ela tinha um sotaque charmoso, que eu ainda não tinha conseguido decifrar de onde era. Talvez do... oeste?
Interrompendo o beijo, ela disse, ao meu ouvido:
- Eu tenho te observado do início da festa... Eu quero você desde então...
Ela olhou profundamente nos meus olhos, os lindos olhos azuis cheios de desejo.
- Seu desejo é uma ordem... – eu sorri para ela (todas diziam que o meu sorriso era irresistivelmente fofo com as tais covinhas). Ela me beijou novamente.
Ela me puxou pela mão e nós subimos as escadas da fraternidade, tentando achar um cômodo vazio.
Finalmente eu encontrei um quartinho minúsculo, perto de um banheiro. Era frio demais, por isso quase ninguém dormia lá.
Mas para o que iríamos fazer ali, servia.
Eu fechei a porta com um chute, atacando a boca da moça. Ela era deslumbrante e imensamente sensual. Minha libido já estava alta, ela fez chegar ao limite.
Eu desci pelo pescoço dela com os lábios, minhas mãos acariciando e apertando sua cintura, subindo até chegar aos seios firmes. Ela não estava usando sutiã. Viva a liberação feminina!
- Mm... – ouvi-a gemer. Eu queria ouvir mais...
Puxei a longa saia de seu vestido peasant para cima e deslizei minhas mãos pelas pernas compridas dela, até chegar a seu centro. Ela estava úmida.
- Ah...
- Você está molhada...
- Sim... Eu disse que estava te observando desde que te vi...
Eu dei uma risadinha contra o pescoço dela.
- Você é alto, bonito, charmoso e popular...
- Hum...
- E me parece extremamente inteligente... – Oh.  Meu ponto fraco, admito. Sou mesmo, moça. – E extremamente... grande. – ela disse de repente, sorrindo um sorriso malicioso.
- Como é que você poderia saber?...
- Eu sou uma boa juíza de homens...
Beijamo-nos de novo e ela foi direto para minhas calças, desabotoando-as e puxando-as para baixo. De repente, senti meu ereto membro sendo apertado.
- Agh!
- Hum... eu não disse? – disse ela, rindo.
Moça, você estava prestes a ser "Spenglered"! Ah... Egon, você é pacóvio.
Eu rapidamente arranquei dela o cinto e o vestido, empurrando-a para a cama. Ela deu um gritinho extasiado.
Tirando de uma vez minhas calças e a camisa, eu subi na cama, atacando logo os fartos seios da linda moça, lambendo, sugando...
- Ah... isso...
- Você é estonteante...
- Obrigada... moço charmoso...
Eu a beijei intensamente mais uma vez, minha língua esfregando na dela. A moça beijava muito bem...
Ela voltou a apertar meu membro e foi empurrando-me devagar para a cama...
Interrompendo o beijo, ela desceu devagar pelo meu tronco, com os lábios e a língua, até parar no meu baixo ventre.
Mordendo o lábio inferior, ela puxou minhas boxers para baixo, meu membro ereto e escuro saltando do par de cuecas.
Ela não perdeu tempo e levou sua boca a ele, começando a sugar.
- Ahhh! – gemi eu.
Ela lambia e sugava e passava a língua novamente por todo o comprimento, acariciando meus testículos. Quem era essa mulher demasiadamente talentosa?
Minha respiração estava pesada e eu sentia que ia perdendo o controle a cada sugada daquela boca quente...
Ela continuou sugando, empenhando-se mais e mais até que...
- AHH! Caramba!!!
Eu cheguei a um clímax espetacular, molhando tudo nas proximidades. Tinha um tempo que isso não acontecia. Eu andava sem tempo, trabalhando demais...
- Você é enorme mesmo... achei que não ia conseguir fazer você- mmpf!
Eu a beijei violentamente, mordendo-lhe o lábio inferior...
- Minha vez de prová-la... – eu segurei os braços dela na cama e olhei no fundo de seus olhos. Estavam escuros de excitação.
Fiz o mesmo que ela fez comigo, demorando-me mais nos seios enormes dela... aquela pele alva era graciosa...
Puxei a calcinha encharcada de rendas para baixo e levei logo a minha língua para as partes íntimas dela, lambendo freneticamente.
- AH! Oh! Meu Deus!
Encontrei logo o ponto mais sensível e agitei minha língua ali. Ela gritava, louca de êxtase.
- AH! Ohh!
Fechei minha boca em torno dela e suguei o mais forte que podia. Ela teve um orgasmo poderoso.
- AHHHH!!!!
Respirando fundo algumas vezes, eu olhei para ela.
- Nossa, você é incrível! – disse ela.
- Você ainda não viu nada... – eu sorri um sorriso quase maléfico.
Mordendo o pescoço da moça, eu a penetrei, com força.
- OHHHH! – ouvi eu, deleitado.
Continuei penetrando-a no mesmo ritmo, esperando que ela se acostumasse com ele...
- Ohhh... Ah...
Então eu passei a penetrá-la com mais força, empurrando as longas pernas dela para cima. Ela colocou-as nos meus ombros, dando-me mais acesso. Ohh...
- AHHH! – ela gritou, arranhando minhas costas com as unhas compridas.
- Nnngh... – gemi eu.
Quanto mais eu empurrava meu longo membro para dentro da moça, maior era a excitação. A cama balançava avidamente e eu acho que cheguei a rasgar os lençóis, com a minha própria força...
- Ohhh!!! Por favor...
- NNNGH!
- Por favor, pare!
- AHHH! Não posso!
A adrenalina subia, o coração, acelerava mais, o suor descia pelas minhas têmporas e a respiração ficava cada vez mais irregular... A energia e a voracidade com as quais eu penetrava a mulher não eram minhas...
- AHHH!!! – ela gritou, com dor. E êxtase também, acho eu.
- AHHHHHH!!! – eu também gritei, o clímax me arrebatando como um deslizamento de terra.
Eu caí por cima dela, exausto.
- Ohhh... nossa... – ouvi.
- Desculpe... – disse eu.
- Oh, não se desculpe, meu bem... valeu a pena. Você é incrível.
- Eu digo o mesmo de você...
Ela me deu um beijo carinhoso.
***
No dia seguinte, eu acordei sozinho. Acordei morrendo de frio, estava só de cueca. Não sei de nada do que aconteceu depois de ter... hã... estado com a moça. O ato deve ter me deixado exausto e eu apaguei.
E só agora eu percebi o quanto tinha bebido na maldita festa. Meus olhos mal se abriam. Doía tudo. Egon, você e o álcool não combinam. Ele sempre te derruba...
Levantei-me com muita dificuldade, fui até o banheiro do lado do quarto e... lá se foi a festa sanitário abaixo. Bom, não toda a festa, A moça sensual de vestido peasant não saía da minha cabeça.
***
Dois dias depois, eu estava dirigindo-me para a biblioteca da universidade quando esbarrei em uma pessoa, que estava igualmente distraída.
- Desculpe!
- Me desculpe!
- Você?!
- Você!
Era ela. Igualmente linda, com outro vestido tentador daqueles.
- Obrigada pela divertida noite...
- Disponha...
- Posso te perguntar uma coisa?
- Sim...
- Como você se chama? Eu ainda não sei...
Eu estava tão incoerente naquela noite que nem me lembrei de perguntá-la o nome...
- Ha! Egon. Egon Spengler.
- Muito prazer, senhor Spengler. – disse ela com um sotaque lindamente russo. Rússia! É isso! Oeste da Rússia! – Katerina Novechenka.
Ela esticou a mão e eu apertei, dando a ela meu sorriso "marca registrada"...
 
FIM
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