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  Priapus Venkman

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MensagemAssunto: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:50 pm

Título: Priapus Venkman
Autor: strawberriesapples
Shipper: Peter/Janine
Gênero: Romance/CRACK
Censura/Classificação: R
Capítulos: 8
Resumo ou uma promo: Uma estranha energia contaminou Peter Venkman. E só uma certa ruiva poderia ajudá-lo a sair dessa...


 
Prólogo


- Peguem!
- Não deixem ele fugir!
Os Caça-fantasmas estavam numa mansão mal-assombrada no meio do nada, bem longe de Nova York. A dona da mansão, uma escritora, disse que o fantasma que os estava assombrando deixava uma energia estranha entre a família (ela, seu marido e seus dois filhos). Ela não estava conseguindo concentrar-se em seu novo livro e resolveu chamá-los.
Eles fizeram de tudo para pegar o fantasma, mas ele era difícil (era um “classe sete”) e se esquivava sempre.
Até que ele passou por Peter e o jogou no chão.
- AAAAGH!
- Peter!
- Você está bem?
Os amigos de Peter foram em direção a ele.
- Sim, estou.
- Ah, agora é pessoal! – disse Winston, levantando-se e indo atrás do maldito fantasma.
Ray e Egon ajudaram Peter a levantar-se e foram atrás do fantasma também, seguidos por ele.
Foram até o porão, o sótão e a sala de estar. Cansados, eles se sentaram no sofá.
Assim que o fantasma entrou na sala de jantar, sentiu-se sendo sugado por alguma coisa. Estava preso.
- Ótimo plano, Ray!
- Sensacional!
- Obrigado, obrigado!
Tinha sido um plano de Ray. Ele colocou uma armadilha estrategicamente do lado da porta. Ele pensou que o fantasma desistiria se os vissem cansados, e foi o que aconteceu. Ele era difícil de pegar, mas incrivelmente, não era tão inteligente.
Os Caça-fantasmas receberam da escritora, colocaram seu equipamento na mala do carro e foram embora.
Peter se sentiu estranho na viagem para casa. Uma energia estranhamente empolgante tomava conta dele. E ele não sabia de onde vinha.
 
Priapus Venkman

Era a manhã do dia seguinte, e Ray, Egon e Winston foram para a copa para tomar o café da manhã.
- Aquele fantasminha de ontem deu trabalho, hein!
- Nem fale!
- Ainda bem que você pensou rápido, Ray.
- Ah, o importante é que foi um trabalho em equipe e que aquela peste tá bem confinada no receptáculo!
- Sim!
- Verdade!
- Ei! Cadê o Peter?
Por pura coincidência, eles ouviram um grito vindo do banheiro.
- Ahhhhh!
- Peter!
Egon tentou abrir a porta. Estava trancada.
- Peter? – ele chamou, batendo na porta.
Ele ouviu um gemido.
- Você está bem? – Ray perguntou.
Ray ouviu outro gemido.
- Pete, tá na cara que você não tá bem! Quer abrir essa porta?! – Winston disse, em voz alta.
Peter abriu a porta e olhou para seus amigos, parecendo derrotado.
Ele tinha olheiras, sua expressão parecia extremamente cansada e ele estava meio pálido.
- Você tá passando mal? – Ray perguntou.
- N-Não, Ray. – ele respondeu, rapidamente levando a mão para a frente de suas calças do pijama.
Isso chamou a atenção de seus amigos.
- Peter?...
- O que tá acontecendo?
- N-Nada!
Ele saiu correndo para o quarto, ainda com as mãos onde estavam.
Os outros três Caça-fantasmas se entreolharam, confusos. Obviamente, seguiram Peter até o quarto.
Assim que eles abriram a porta, viram Peter deitado em sua cama, virando-se para o lado, de costas para eles.
- Pete!
- O que tá acontecendo?
- Nada! Ai!
- Você obviamente não está bem, Peter.
- Quer contar logo o que tá acontecendo?
- Não é nada! Ahhh...
Peter apertou os olhos, como se estivesse fazendo um esforço fenomenal.
Ray colocou a mão na testa dele. Estava quente e suado.
- Acho que ele está com febre.
- Eu vou pegar um termômetro. – disse Winston.
- Pessoal! Eu não estou com febre!
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:51 pm

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- Mas Peter, você está quente e...
- Eu acho que eu vou é pegar o medidor pke. – Egon concluiu.
- Mas Egon... AHHH!
- Você está com dor, Peter?
- Não... nnngh...
- Então...
Peter deitou-se de costas e seus amigos ficaram um tanto surpresos com o estado dele.
Sua... “barraca” estava bem armada. Parecia mais uma tenda.
- Oh...
- Pete, você está...
- Eu sei! Eu estou assim desde a noite passada! Não dormi nada!
- Ah, então foi por isso que você levantava toda hora!
- Sim, Ray. Ahhh, merda...
Peter levantou-se, saiu correndo e foi para o banheiro. Ray e Winston olharam para seu amigo do portal do quarto com pena e Egon foi até o laboratório pegar o medidor.
Os três ouviram um grito seguido de um palavrão e minutos depois, Peter estava de volta ao quarto.
- Por favor, não digam nada, já está vergonhoso demais. – disse ele, sentando na beira de sua cama.
Ray e Winston consentiram com a cabeça enquanto Egon ligava o medidor.
Ele aproximou-se de seu amigo e o medidor apitou sem parar.
- Ahá! Como eu suspeitava!
- Como assim, Egon? – perguntou Winston.
- O... ahem! estado de Peter não é natural.
- Claro que não é! Tudo bem, eu sou jovem e saudável, mas não é normal... ah, droga – não é normal ficar de pau duro o dia inteiro! Nem um adolescente fica assim! – Peter disse, revoltado.
Ray e Winston deram uma risada. Até Egon abriu um sorriso.
- Ah, vão em frente, riam da minha desgraça!
Os três caíram na gargalhada.
- Vocês riem porque não é com vocês!
Eles riram mais.
- Eu fiquei acordado a noite toda! Não é legal, tá!
- Cavalheiros! – exclamou Egon, tentando se recompor – Peter está certo! Não devemos rir de seu... infortúnio-
- Humpf! – resmungou Peter.
- Porque afinal de contas, é sobrenatural.
- Hein?
- O que?
Ray e Winston pararam de rir na mesma hora.
- Exato. O medidor aponta uma grande quantidade de ectoplasma em Peter.
- Mas como? Eu tomei banho quando cheguei ontem!
- Egon, o que tem no Peter não é ectoplasma... Hahahahaha! – Ray disse, começando a rir novamente.
Winston entendeu a brincadeira e riu também.
- Ray, mais uma dessas e eu te dou um soco no nariz! – Peter ameaçou.
- Você não vai estar com as mãos ocupadas, Pete? – Winston zombou de seu amigo também. Ray caiu na gargalhada de novo.
- Grrr...
Peter saiu do quarto e foi para o banheiro de novo.
- Foi mal, Pete!
- Paramos!
Eles tentavam desculpar-se com seu amigo enquanto Egon olhava para o medidor, pensativo.
- Egon?
- Realmente, não há rastros visíveis de ectoplasma no Peter...
- Então como...
- Minha teoria é a de que o fantasma se apossou de Peter quando jogou-o no chão.
- Mas... O Pete ainda é o Pete!
- Sim, Winston, sei disso.
- Hum... você quer dizer que ele não possuiu o Peter por completo, foi uma... semiincorporação? – Ray disse.
- Exatamente, Ray.
- Mas como, se nós prendemos o fantasma?
- Prendemos 80% do fantasma, Winston.
- 80%? Como assim?
- Era um “classe sete”. Estes ainda estão muito presos à Terra, não aceitam que morreram. Por isso são difíceis de pegar. – explicou Egon.
- Sim, e além de passarem a vida – digo, a eternidade assombrando, gostam de melecar, possuir, e... deixar rastros. Como aconteceu com o Peter. – concluiu Ray.
- Hum, acho que entendi. Mas por que o Pete?
- Winston, até parece que você não conhece o Peter.
- A personalidade dele, Winston. É propensa a esse tipo de semiincorporação.
- É. O céu é azul, né.
Eles estavam tão distraídos conversando sobre o que tinha acontecido com Peter que não repararam em Janine subindo as escadas e indo em direção ao quarto.
- Alô-ô!
- JANINE! – disseram os três, em uníssono.
- Eu chamei vocês lá de baixo! O que tá acontecendo? Por que vocês ainda estão de pijama?
Nisso, Peter abriu a porta do banheiro, casualmente. Deu um grito quando viu Janine.
- AAAH! – ele bateu a porta do banheiro.
- Ei, o que é que tá havendo, hein? O Peter tá passando mal?
Ela ouviu um gemido alto vindo do banheiro.
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:52 pm

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- Ele passando mal! Peter! – chamou ela indo em direção ao banheiro.
- NÃO! – os outros três gritaram, indo em direção ao banheiro e tentando tirá-la do lado de fora da porta.
- Janine, venha com a gente. – Winston começou.
- Mas...
- O Peter tá ótimo! – Ray disse, num tom falsamente alegre.
- AAHHH! – Os quatro ouviram Peter gemer.
- Isso não me parece a voz de alguém que está ótimo, Ray!
- Hã... ele não está passando mal, Janine.
- Então vocês querem me explicar o que tá acontecendo com o Dr. Venkman?
- Hã...
- Ele tá...
- Ele está com um problema pessoal, Janine.
- E vocês estão esperando o que pra ajudá-lo? Por que vocês não estão fazendo nada por ele? Achei que vocês fossem amigos!
- Hum...
- É que...
- A Janine tem razão. Talvez a gente devesse contratar uma pro-
Winston e Egon taparam na hora a boca de Ray. Ele era um homem inteligente, mas às vezes se empolgava demais e falava o que não devia.
Janine olhou para os três, confusa.
- Ei! – eles ouviram, do banheiro – Rapazes! – Era Peter.
Os três Caça-fantasmas olharam para Janine, esperando que ela entendesse que era para ela descer.
- O que vocês estão esperando? Vão ajudá-lo!
- Janine, ahn... sem querer ser rude ou algo assim, mas...
Ela olhou para Ray, esperando ele terminar de falar.
- Desça. Agora.
- Ray!
- Hã... é para a sua própria saúde mental, Janine.
- Egon!
- Acredite, você não vai querer ficar aqui em cima.
- Por que?
- Hã... porque...
- O Peter... hã...
- Rapazes! – eles ouviram Peter chamar novamente.
- Fala, Pete! – Ray atendeu, enquanto Egon e Winston seguravam Janine pelos braços.
- Por tudo o que é mais sagrado, levem a Janine lá pra baixo!
Janine arregalou os olhos.
- Doutor Venkman! – ela largou-se de Egon e Winston e se aproximou da porta do banheiro – O que você tem?
- Janine! Ahhh... pelo amor de Deus, desce!
- Não enquanto eu não descobrir o que você tem!
Peter estava f***, como ele próprio diria. Como se já não bastasse a situação muito peculiar em que ele se encontrava, Janine estava lá, deixando-o numa situação ainda pior. Afinal, ela era linda e sexy e Peter tinha muito- hã... ele a achava muito atraente.
- Eu tou ótimo! – disse Peter, naquele mesmo tom falsamente alegre que Ray tinha usado antes – Ahhh! – mas ele não conseguiu resistir.
- Ah... deixe-me ajudá-lo, Doutor Venkman! – disse ela, suplicante.
Peter soltou outro palavrão. Ela olhou para a porta do banheiro assustada.
- Tá bom, não tá mais aqui quem falou!
- Não, Janine, foi mal, eu... eu agradeço o seu oferecimento de ajuda, mas...
- O que foi?
- PELAMORDEDEUS, DESCEEE!!!!
- TÁ BOM! Mas não me pede pra te ajudar quando você precisar!
As palavras de Janine estavam deixando Peter mais louco ainda. Ela as disse com raiva, descendo as escadas, mas Peter ouviu “precisar”, “ajudar” e “bom”. Ele não resistiu.
- AHHH! CARAMBA!
- Peter, você não pode ficar o dia todo aí! – comentou Egon.
- Quer apostar?!
- Deve haver uma maneira de você ser curado, mas você tem que cooperar, Pete!
- Não posso sair, Ray, eu pareço uma aberração!
- Uma hora você vai ter que sair daí!
- Não se eu puder evitar, Winston!
- Peter!
- O que, Ray?
- E se a Janine precisar usar o banheiro?
- Ela... faz nas calças!
- Peter!
- Ou ela procura outro lugar, sei lá!
- Peter, agora você está sendo imaturo demais!
- Ah, é, Egon?!
- Sim! – o Caça-fantasmas mais velho estava começando a se irritar com seu amigo mais novo. Ele tinha sido um pouco rude com a secretária, apesar de concordar que não era pra ela estar ali àquela hora.
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:52 pm

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Peter saiu do banheiro, sua “tenda” ainda bem erguida.
- Vish...
- Parece uma viga empenada...
- Hã... eu retiro o que disse, Peter. Tenha uma boa vida no banheiro.
- Caras, eu não quero ficar assim pelo resto da vida! Vocês precisam descobrir o que aconteceu comigo e encontrar uma cura!
Assim que ele disse isso, os quatro se assustaram. O alarme.
- Ah, não!
- Nunca pensei que fosse dizer isso, mas... trabalho agora, não!
- Temos que pensar no que faremos com a Janine lá embaixo.
- Levem ela junto! – disse Peter, desesperado.
- É uma ideia.
Ray, Egon e Winston se trocaram (tinha um armário para os uniformes no andar de cima também) enquanto Peter voltava para seu lugar cativo: o banheiro.
Eles desciam as escadas enquanto ouviam Janine falando com um tom de voz irritado:
- Uma fábrica de cosméticos em Long Island está sendo assombrada pelo que parecem poltergeists. Tomem o endereço.
- Obrigado, Janine.
- Talvez consigamos trazer um hidratante pro Peter. – Winston comentou, rindo. Ray deu uma risada e Egon sorriu.
Janine revirou os olhos.
- Hã... Janine...
- Que é?
- Você precisa vir com a gente.
- O que?
- O Peter está impossibilitado de ir.
- E daí?
- E daí que nós vamos desfalcados.
- A não ser que você venha com a gente.
- Não, obrigada.
- Janine!
- Eu não sei lidar com poltergeists! Eles são traiçoeiros demais!
- A gente te ensina!
- Além do mais, eu não sou paga pra isso! Boa sorte! Vão com Deus!
- Janine, por favor!
- Não! E por que vocês precisam tanto de mim? Já saíram tanto pra caçar fantasmas em 3!
- É que dessa vez, você é indispensável!
- Pra caçar alguns fantasminhas que vocês já estão carecas de pegar? Conta outra, Egon!
- Janine, por favor!
- A gente te paga extra!
- Não! E se vocês continuarem insistindo, eu vou embora e não volto mais! Isso é... assédio moral!
- Janine, isto não tem nada a ver com assédio moral!
- Não é o que os meus advogados vão ficar sabendo!
Janine estava irritada. Eles já tinham ido a caças em três milhares de vezes. E eram só poltergeists! Casos como este eram corriqueiros! E eles estavam sendo insistentes demais! Chega!
Além do mais, ela queria saber o que estava se passando com Peter. E ela iria descobrir!
- Advogados?!
- Sim, Ray, eu vou acionar os meus advogados se vocês continuarem insistindo!
- Acho que você vai ter que chamá-los se ficar aqui... – pensou Ray em voz baixa.
- O que?
- Nada não, Janine. Foi mal a insistência.
- Mas podemos te pedir um favor?
- Diga, Egon. – ela já estava mais calma.
- Aconteça o que acontecer... Não suba. Por favor.
Janine sorriu um sorriso falsamente alegre.
- Claro, Egon.  – disse ela, usando a vozinha meiga que às vezes reservava só para ele. Mas dessa vez, estava carregada de cinismo, que ela torcia para ele não perceber.
Os três Caça-fantasmas entraram no Ecto 1 apreensivos. Egon ainda deu uma última olhada para a secretária antes de entrar de vez no veículo. Ela acenou para ele.
O Ecto 1 saiu à toda da firehouse, sua sirene acordando quem estivesse dormindo na vizinhança.
Janine sorriu cinicamente. Ela estava nos pés da escada quando se lembrou da voz de Egon: “Aconteça o que acontecer... Não suba. Por favor.”. Ela parou e olhou para o topo da escada.
“Talvez Peter esteja doente, com uma doença contagiosa, por isso eles não querem que eu suba. Ah, mas se fosse isso, eles teriam me dito! Por que eles não querem que eu saiba o que o Peter tem?” pensou ela.
Janine voltou para sua mesa e resolveu colocar os relatórios em dia (“Por que o Peter gemia tanto?”). Ela também deu uma organizada nos arquivos (“Será que ele está com dor?”). E arrumou sua mesa (“Por que raios ele pediu que eu descesse?”).
Ela não parava de pensar em Peter lá em cima. Estava deixando-a irrequieta.  A curiosidade estava acabando com ela.
- Ora, não deve ser nada demais! Se ele não está doente, não tem problema nenhum se eu subir! – pensou, em voz alta.
Ela tornou a parar nos pés da escada. Mas desta vez, ela subiu. E rápido. Chegando ao andar de cima, ela olhou para a porta do banheiro. Aproximando-se dela, ela bateu.
- Peter? – chamou.
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:53 pm

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- Janine!!! O que você está fazendo aqui em cima? – Peter respondeu, escondendo-se atrás da porta do quarto.
- Peter! Hã... eu... – ela começou, indo em direção ao quarto.
- Não se aproxime! – exclamou ele.
- Ok, Peter, você não está com nenhuma doença contagiosa, por que raios você não quer que eu chegue perto? – ela perguntou, meio irritada.
- Bem, porque... porque...
Peter olhou para Janine, de cima embaixo. A camiseta listrada de branco e vermelho, que parecia realçar seus seios e a minissaia azul clara, as coxas sardentas de fora.
Ele enlouqueceu. Sua... barraca estava lá, inerte e ereta. Ele precisava sair do quarto para ir para o banheiro, mas como, se Janine estava lá, com aquela carinha zangada, os braços cruzados e batendo o pé?
- Hein?!
- Você não ia entender...
- Pois tente!
- Você pode fazer o favor de ah... descer?
- Não!!!
Peter respirou fundo.
Enquanto isso, os outros três Caça-fantasmas encontravam-se na biblioteca pública de Nova York, depois de rapidamente resolverem o probleminha na fábrica de cosméticos. Eles olhavam na seção de biologia, na seção de mitologia grega e, naturalmente, na seção de ocultismo.
- É óbvio que o que o Peter tem é... priapismo.
- Que? – perguntou Winston.
- Príapo era um deus grego que tinha o... membro masculino um tanto exagerado.
- Credo!
- Existe uma disfunção masculina que...
- Tá, Egon, já entendi. O Pete tá com o-
- Shhh! – Egon apontou para a plaquinha de “silêncio”.
- O Pete tá com uma espécie de priapismo.
- Exato.
- Mas pode ser biológico mesmo!
- Não é. Você me viu medi-lo mais cedo, Winston.
- Tá certo... Temos que descobrir como ele passou isso pro Peter...
- Pessoal!
- O que foi, Ray?
- Será que o fantasma que capturamos ontem... é um íncubo?
- É claro! Provavelmente a energia estranha a qual a Sra. Davis se referia era... ahn... a de um íncubo.
- Ray, Egon... me tirem uma dúvida.
- Pois não, Winston.
- O que raios é um íncubo?!
- Ah, desculpe, meu chapa. Um íncubo é um fantasma que deixa uma energia... hã... eroticamente nefasta.
- Ele costuma assombrar mulheres, em particular.
- Peraí... então... um íncubo é um fantasma que tem uma transa ruim como dívida terrena?
- Ha! – Ray riu-se – Pode ser, mas não necessariamente.
- São fantasmas de homens exageradamente promíscuos em vida. Eles não têm luz, ainda estão presos à Terra, têm vícios, sendo o principal deles, o sexo.
- É a primeira vez que nós lidamos com esse tipo de fantasma, também. Eu sei sobre ele porque li.
- Tendi... Então, como ele é sacana, mesmo, deixou o Pete de...
- Exato.
- Como o Pete é sacana também, era o mais propenso de nós a ser... possuído por ele, de certa maneira.
- Isso aí, Winston.
- Certo. E como vamos... chutar o pau da barraca? EI! Isso... isso não funcionaria, né? Literalmente.
Ray deu uma risada do trocadilho de seu amigo.
- Não, Winston...
- Mas o que você falou pode ser a solução, Winston. O que você disse e... o que o Ray ia dizer na frente da Janine hoje cedo. – Egon deu um certo olhar para seu amigo. Ele sorriu um sorriso sem graça.
- O que eu disse?
- Você falou sobre uma relação sexual ruim sendo dívida terrena... Talvez essa seja a cura.
- Uma transa ruim?
- Não, não ruim. Só uma... transa.
- Ah, tá vendo? A minha ideia de contratar uma prostituta não é tão ruim assim...
- Hum... não, Ray, eu me enganei.
- É, acho que o Pete só ia piorar. A energia dessas mulheres não é exatamente... impoluta.
- Precisamente.
- Então a gente teria que encontrar uma mulher bacana e gente boa pra transar com o Pete?
- Eu creio que sim.
- Mas onde nós vamos achar essa mulher?
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:54 pm

6



Peter se viu num dilema. Ele precisava sair do quarto, mas Janine não arredava o pé dali. Ele não poderia simplesmente bater a porta na cara dela! O que fazer? AH!
- Janine, você poderia então... er... virar de costas?
- O que?
- Por favor. Eu estou implorando!!!
- Que palhaçada é essa, Peter?!
- OK, vou ter que ser curto e grosso, então: se você não virar de costas está despedida!
- O que?!
- JANINE, POR FAVOR!!! – Peter entrou em desespero.
Janine se assustou um pouco. Isso estava ficando cada vez mais esquisito! Ela finalmente virou de costas.
Peter passou por trás dela correndo até o banheiro e bateu a porta.
- AH! Peter!
- Desculpa! – gritou ele lá de dentro.
- Peter! – chamou ela aproximando-se do banheiro – Olha, eu não quero me meter na sua vida, mas... é óbvio que você precisa de ajuda! Esquece que eu sou sua funcionária por um instante e pense em mim como sua amiga...
As palavras de Janine estavam levando Peter à loucura. Pela... enésima vez aquele dia, ele abaixou as calças, liberou seu pulsante (e sempre ereto) membro e começou a acariciá-lo, ainda mais tentado pelas palavras da bela secretária.
Janine escutou um gemido alto de dentro do banheiro.
- Peter?
Não houve resposta, só os contínuos gemidos, que, agora que ela estava prestando mais atenção, não pareciam de dor.
Ah, bastava. Ela iria abrir aquela porta. E foi o que ela fez.
- PETER! AAAAH! – Janine se deparou com uma cena um tanto quanto... inusitada. E... excitante.
- AHHH! – gemeu ele.
Peter estava com a mão esquerda apoiada na parede; a direita... em seu membro excitado, ereto, escuro e espirrando um jato de esperma, as calças arriadas e uma expressão de extremo prazer em seu rosto.
- OH, MEU DEUS!!! – ela exclamou.
- Ahhhh, não... – Peter só apertou os olhos. Pego no flagra. Por Janine, ainda. Droga!
- Hã... mil desculpas, Peter!!! – ela fechou a porta rapidamente.
Peter puxou suas calças para cima, lavou as mãos e viu sua secretária sentada no primeiro degrau da escada, com a cabeça nas mãos.
Então era por isso que ele não queria que ela o visse! Por causa de uma... ereção matutina? Isso é comum entre os homens! Bom, mas realmente, não é coisa que um chefe quer que sua secretária veja...
Mas tinha sido... ah, puxa, tinha sido interessante! E um tanto quanto... excitante! Ela não pôde deixar de reparar no quanto Peter era... ahem! Dotado...
- Janine?...
Ela não respondeu.
- Janine, eu... eu sinto muito. Você não faz ideia do quanto eu tou envergonhado.
- A-Acontece com qualquer homem, Peter...
- Ah, não mesmo!
- Não vai me dizer que isso nunca aconteceu com você?
- Claro que não!
- Peter! Até parece que você nunca foi um adolescente!
- Janine! Isso não é... hã... uma... uma ereção matutina!
- Não? Jesus! – ela tinha se virado e deu de cara com a frente das calças de Peter e seu estado curioso.
- Foi mal. – disse ele, levando as mãos para aquela parte – Mas não, não é normal.
- Então você tá doente mesmo?
- Não, Janine, isso não é uma... disfunção sexual!
- Então por que...
- O fantasma!
- O que?!
- O fantasma que a gente capturou ontem!
- Ele fez isso com você?!
- Fez!
- Ah, Peter, qual é!
- É sério! Ele passou por mim e me derrubou no chão! Aí a gente voltou pra casa e logo depois da meia-noite... começou.
- Peraí... depois da meia-noite?
- Sim...
- Então você tá com isso desde ontem?
- Tou... num preguei o olho!
- Tadinho!
- Ai... caramba!
Peter correu de volta para o banheiro. Ficar conversando com Janine só... piorava sua situação. A excitação era maior...
- Ohhh...
Janine permaneceu ali, do lado de fora do banheiro, ouvindo os gemidos de seu chefe.
“Oh, uau... Ei, espera aí... não é pra você ficar excitada, Janine!”
- Ahhh...
Ela passou a cena que tinha visto há alguns minutos em sua cabeça. Tinha sido muito excitante. Peter provavelmente estava na mesma posição, com suas mãos em seu...
- Aai...
“Ai, droga, eu estou úmida! Não era pra eu estar úmida!”
A verdade é que ela sempre achou Peter muito atraente. Muito metido e arrogante, mas muito bonito e atraente também. E, agora, mais sexy do que nunca. Oh, não.
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:56 pm

7



Minutos depois, Peter saiu do banheiro, uma expressão extremamente cansada em seu rosto.
- Eu não aguento mais, Janine... sério...
- E-Eu sinto muito, Peter... – ela torcia pra ele não perceber que ela estava ficando empolgada demais com a história toda.
- Talvez não esteja melhorando porque... porque eu... eu não dou conta sozinho.
- Eu acho que você precisa de ajuda, Peter...
- Eu acho que sim...
Ele olhou para ela. JANINE! Será que ela estava sugerindo que... não, não era possível...
- Janine...
- O que? – disse ela, ansiosa.
- NADA! Nada não! Esquece!
A ideia era absurda! Era Janine ali, caramba! Ela não iria simplesmente...
- Peter!
- Não...
- PETER! Diz logo!
- O que?!...
- DIZ!
- Me ajuda!...
Eles logo beijaram-se famintamente. A ideia era completamente absurda, mas Peter precisava de um alívio maior (e quem sabe de uma cura) e Janine precisava... bom, naquele momento, dele.
Ela o empurrou para a parede do lado do quarto e se colou mais ainda a ele. Ela gemia através do beijo, ao sentir a ereção dele em seu baixo ventre.
- Oh, Peter... – disse ela baixinho em seu ouvido, deixando beijinhos molhados em seu pescoço.
Peter estava ficando insano de tanto desejo. Ele tinha que ter a mulher, e tinha que ser rápido!
Beijando-a novamente, ele foi guiando-a até o quarto, jogando-se em sua cama, levando-a junto.
- Aaah!
- Janine... mmm... por favor...
Ela não conseguiu entender exatamente o que ele queria, então fez o que ela presumia que ele gostasse.
Ela foi descendo pelo tronco dele, arranhando-o, beijando-o. Peter respirava pesadamente.
Ela finalmente chegou às calças do pijama e à “tenda bem armada” ali. Ela acariciou Peter por alguns segundos e beijou aquela área.
- Ahhh!
Sentindo-se bem atrevida (e excitada com Peter, seu estado e seus gemidos), ela baixou as calças dele, dando de cara com o membro intumescido e ereto.
- Oh...
Sem delongas, ela agarrou-o com as duas mãos. Peter grunhiu.
Ela passou a massageá-lo, movendo as duas mãos para cima e para baixo. Não demorou para que Peter chegasse ao clímax logo.
- Aaah!...
Ele tinha tido seu alívio, mas seu membro continuava lá, intacto, bem ereto como se nada tivesse acontecido. Janine espantou-se. Isso tinha que acontecer com Peter, mesmo...
Cheia de coragem (e mais excitada ainda) ela levou a boca a ele, passando a língua antes de envolvê-lo completamente e começar a sugar.
- AHHH! CARAMBA! – Peter gritou. Era ótimo sentir algo que não fosse suas calejadas mãos em volta de seu membro. A boca de uma mulher, então, era maravilhoso. E essa mulher sendo Janine... era fenomenal.
Devido ao seu estado, Peter logo teve seu alívio mais uma vez. Nossa! Mas um pensamentozinho passou pela cabeça de Janine: como era o apetite de Peter em seu estado normal?...
Ela respirou fundo e olhou para ele. Aquela expressão de puro prazer no rosto dele, a respiração ofegante e... seu membro ainda ereto. Céus!
Ela voltou a levar a boca a ele e sugá-lo mais uma vez.
- Ohhhh!!! – gemeu Peter, extasiado.
Ela o sugou com mais afinco, arranhando-o com os dentes ocasionalmente.
- AHHH! – gritou ele, chegando ao clímax mais uma vez.
Janine subiu pelo corpo dele com beijos molhados, até chegar nos lábios dele e atacá-los ferozmente.
Ela se surpreendeu. O beijo dele era mesmo delicioso. Ele sabia muito bem envolver uma garota só com beijos.
Levantando devagar, ela começou a tirar as próprias roupas: a camiseta, a saia, o sutiã...
Peter olhava para ela, seus olhos escuros de excitação. Janine era ainda mais linda do que em seus devaneios do dia a dia...
Ela o beijou de novo e ele rapidamente tirou dela a calcinha.
Entre beijos e carícias, ela encaixou-se nele, devagar...
- Ohh... – gemeu ela, ao sentir o membro rígido de Peter em sua entrada úmida.
Ela movia-se devagar, num ritmo constante. Sentir a fricção de suas dobras sensíveis com o membro grosso de Peter era fantástico!
Desta vez, ela também não demorou para chegar ao clímax. Ela já estava extremamente excitada.
Ela caiu sobre o peitoral dele, extasiada.
- Caramba, Peter...
- Mmm...
Ela o beijou e sentiu novamente a “tenda” de Peter invadi-la.
Ela o puxou para cima dela e casualmente virou-se de costas.
Ele começou a beijar as costas dela, levantando uma de suas pernas e penetrando-a devagar, por trás...
- Uhhhh!...
- Mmm... – ele ainda beijava-a no ombro, no pescoço...
Peter logo pegou velocidade, necessitando ter seu alívio de novo. Ele logo o teve, gemendo alto, levando Janine junto.
Ele deitou-se de volta na cama, respirando fundo.
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MensagemAssunto: Re: Priapus Venkman   Qua Mar 28, 2018 5:56 pm

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Janine estava estupefata. Peter estava insaciável e não dava sinais de melhora de sua situação. Uma pergunta irritante passou por sua mente: ela daria conta?...
Ora, é claro que ela daria conta! Ela nunca tinha sido intimidada por um homem antes, agora não seria a primeira vez!
Peter levantou e sentou-se nos calcanhares, lançando um olhar muito malicioso para Janine. Ela devolveu o olhar e se aproximou dele, beijando-o famintamente e virando-se de costas.
Ele a puxou para seu colo, apertando levemente os seios dela, beijando-a no pescoço.
- Oh, Peter!...
- Janine... eu não sei o que eu faria sem você...
- Mmm...
Ela se encaixou no duro membro dele mais uma vez e se movia devagar, aproveitando aquela ótima sensação de novo.
Desta vez, Peter parecia aproveitar o momento tanto quanto ela.
- Cara, você é muito gostosa... – disse ele, depois de aliviar-se dentro dela.
- O sentimento é mútuo, Dr. Venkman... – ela comentou, virando-se de frente para ele.
Ele a beijou profundamente e foi empurrando-a para cima da cama devagar.
Depois de muitos beijos, ele a penetrou mais uma vez, acariciando-a.
Agora ele parecia desfrutar do momento, sem pressa, com calma. Será que ele estava finalmente curado?
- Ah, Janine...
- Peter!...
- Desculpe se eu te machuquei...
- Aww... você não me machucou!
- Eu fui muito bruto!
Era verdade. Bom, ele não tinha sido muito bruto, mas aquela fissura por chegar ao clímax o tinha deixado meio violento.
- Tudo bem, Peter...
- Desculpa... – ele se desculpou mais uma vez, beijando o pescoço dela.
- Você está... ohh... desculpado!
Peter tinha ido mais fundo dentro dela, atingindo um certo lugar que a deixava maluca de prazer.
Ele pegou velocidade e penetrou-a com mais força. Não demorou para que eles tivessem um orgasmo muito satisfatório.
- AHHHH!!! – Peter gritou, aliviado. Parecia que desta vez, ele havia demorado mais a ter seu alívio. E tinha sido maior.
- Oh, Peter!!! – Janine gritou também.
- Oh... uou. – ele desabou em cima dela.
- Uau! – ela exalou.
Ele sorriu para ela e saiu de cima dela, jogando-se na cama.
- Então... – começou ela, apoiando-se no cotovelo esquerdo – Está melhor?
Ele olhou para ela e abriu um sorriso.
- Estou. Obrigado.
Descaradamente, ela puxou o lençol para cima e olhou para o meio das pernas de Peter.
- Parece normal! – disse ela.
- Haha! E está!
- Quem diria... você só precisava de uma transa pra melhorar!
- Não... eu precisava da mulher certa!
Peter e Janine sorriram tolamente um para o outro.
**********
- Você tá bem mesmo, né?
- Tou...
- Tem certeza?
- Tenho...
Depois de se limpar um pouco e colocar suas roupas de volta, Janine desceu. Afinal, já tinha passado de seu horário de saída. Peter a seguiu, seus olhos meio vermelhos e meio cerrados, sua maneira de falar meio lenta...
- Peter, você parece chapado!
- Eu tou é com sono!
- Aww... tadinho! Toma um banho, um chá e vai dormir!
- Boa ideia! Mas primeiro... eu tenho que pôr essa roupa de cama na máquina...
Janine riu timidamente. Aquela tarde deliciosamente excitante seria inesquecível.
- Te vejo na segunda?... – Peter provocou.
- Ha! Peter...
- Ué? É seu dia de trabalho, não é?
- Sim! – ela sorriu um sorrisinho.
- Então! – Ele sorriu um sorriso maroto.
- Até segunda! – ela deu um beijo demorado na bochecha dele. Ele abriu um enorme sorriso.
Ela foi embora e Peter desceu para o porão.
**********
Os Caça-fantasmas chegavam à firehouse com notícias boas para Peter. A situação dele tinha uma cura e sem dúvida, ele iria gostar dessa cura...

- Pete!
- Peter!
- Temos boas novas!
Eles subiram e encontraram Peter em sua cama, dormindo um sono profundo.
Eles se entreolharam, perplexos. O que tinha acontecido? Peter tinha muitas repostas para dar.
Mas por ora, eles o deixariam dormir. Ele merecia. Ele explicaria tudinho no dia seguinte...
 
FIM
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