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 Uma experiência estimulante

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MensagemAssunto: Uma experiência estimulante   Sex Mar 16, 2018 11:15 pm

Título: Uma experiência estimulante
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/Dana
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 2
Nota: Ghostbusters 2
Resumo ou uma promo: Era a terceira vez que Peter perdia uma caçada. Não era justo com os negócios, não era justo com seus amigos. Egon decide acertar as contas com Peter e tem uma ótima surpresa ao chegar ao apartamento dele...

 


- Vamos ter que fazer algo sobre isso, Ray!
- Eu sei, Egon, eu sei...
- É a terceira vez que ele falta uma caçada porque ele dormiu demais!
- Eu sei...
- E você sabe por que ele dormiu demais, não é?
- Egon, qualé, não temos... nenhuma prova!
- Ray, é do Venkman que estamos falando. Você vai me dizer que ele dormiu demais porque ele está... com sono?
- Não mas...
- Ele é um idiota irresponsável!
Egon estava com raiva. Era a terceira vez que Peter perdia uma caçada (uma delas foi muito difícil, já que eles tinham que lidar com vários “classe sete”, longe da cidade), sem motivos reais e sérios. Ele tinha certeza de que Peter dormia demais depois de noites de atividades repugnantes. Não era justo com os negócios, não era justo com eles e não era justo com... Dana.
Era a enésima vez que eles tentavam reavivar o romance, mas Peter não estava agindo de acordo. Ele faltava aos encontros, ele ficava irritado com Oscar facilmente e ele às vezes desaparecia para o céu sabe onde.
Egon estava farto. Peter era um de seus melhores amigos, mas era hora de ele crescer! Ele também não parecia estar mais interessado no negócio de caça fantasmas e, em vez de falar a seus amigos, ele simplesmente desaparecia. Era irritante.
- Eu vou ao apartamento dele dizer a ele que eu tou de saco cheio das gracinhas dele!
- Egon... eu tenho certeza que ele...
- Ray, por favor, não tente encontrar mais desculpas para ele. Você e eu sabemos que não há nenhuma. Ele não consegue mais nos enganar.
- Egon... Acho que você vai piorar as coisas.
- Mais do que já estão? Ray, você, Winston e eu somos o time ultimamente, basicamente. O pior que vai acontecer é Peter dizer "chega". Isso vai mudar alguma coisa? NÃO!
Egon levantou ligeiramente o tom de voz. Ele estava realmente chateado. Na verdade, o que Peter estava fazendo era ridículo. Ele estava agindo realmente de maneira infantil.
- Você vai mesmo pro apartamento dele gritar com ele?
- Eu não vou gritar com ele, Ray, vou dizer a ele com uma voz firme que o que ele tem feito é babaquice! - Egon disse, colocando o casaco e descendo as escadas.
- Egon!
- Ray, você deveria me apoiar. Estou fazendo isso por nós!
E ele saiu, deixando para trás um apreensivo Ray Stantz.
 
**********
 
- Peter? Peter, você está aí?
Dana Barrett chegou ao apartamento de Peter no horário combinado. Eles se encontrariam lá por volta das 20:30 para o jantar. Mas, aparentemente, ele não estava em casa.
Peter tinha dado a Dana uma chave para o apartamento dele, como forma de provar que era um homem mudado. Ele cresceu e ele não seria mais a criança birrenta que era.
Mas isso não aconteceu. E ela veria isso mais uma vez naquela noite.
- Não acredito que ele fez isso de novo - disse Dana a si mesma.
De repente, o telefone tocou. Dana deixou que ele tocasse até a secretária atender. Ela ouviu a gravação, o sinal sonoro e a seguinte mensagem:
"Ei, Dana, você tá aí? Escuta, desculpa não poder estar aí, eu tou muito ocupado e..." - ela estava com raiva, com razão. De repente, ela ouviu um "Vamos, Peter!" em uma voz feminina. Ela estava enojada. Ela ainda ouviu um "Peraí!" dele antes de desligar. Ele estava, Deus sabe onde, com uma vadia qualquer! Ela queria destruir o apartamento e ir embora, mas optou por só ir embora. Quando ela estava perto da porta, ela ouviu uma batida. Dando um passo para trás, ela esperou por alguns segundos. Outra batida, seguida de um "Venkman! Você está aí?"
Aquela voz. Aquela era a voz perfeitamente grave e sedutora do...
- Egon! - ela abriu a porta.
- Dana!
- Oi!
- Oi... O Peter está aí? Eu preciso falar com ele.
- Não, ele não está. Na verdade, eu não tenho ideia de onde ele está!
- O que?
- Veja você mesmo!
Dana reproduziu a mensagem para que ele ouvisse e ele ficou com mais raiva. Se Peter estivesse lá, Egon teria sido capaz de estrangulá-lo!
- Oh, isso é simplesmente esplêndido... - ele disse, sarcasticamente.
- O que você está fazendo aqui, Egon?
- Eu vim aqui para dizer a ele poucas e boas! Você... você veio para um encontro?
- Sim... - ela disse, suspirando...
- Eu... sinto muito... você realmente não merecia isso.
- Obrigada, Egon. - Ela o abraçou. Ele a abraçou de volta - Egon?
Dana recuou e olhou para Egon. Ele tinha os olhos fixos em alguma coisa. Ela seguiu seu olhar. Ele estava olhando para a porta do quarto de Peter. Dana não entendeu a princípio, mas assim que ele olhou para ela, ela compreendeu.
Ele abriu um sorriso maroto no rosto e ela de repente "sacou", devolvendo o sorriso.
- Sabe, o apartamento do Peter parece muito mais agradável - e mais limpo - desde que você começou a vir aqui... você fez um ótimo trabalho...
- Obrigada... modéstia à parte, acho que parece - bem, ESTÁ mais aconchegante...
- Bem, isso eu não posso dizer...
- Posso te mostrar, se quiser...
- Isso seria excelente... - disse ele, sorrindo.
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MensagemAssunto: Re: Uma experiência estimulante   Sex Mar 16, 2018 11:15 pm

Seus rostos se aproximaram e se beijaram. Como de costume, o beijo foi profundo e exigente. E faminto, desesperado. A adrenalina de ter a intenção de fazer o que queriam fazer em um lugar proibido, por assim dizer, era alta e todos os seus movimentos eram exacerbados, quase.
Eles caminharam em direção ao quarto de Peter, se despindo rapidamente, com ansiedade. Dana foi direto para as calças de Egon enquanto ele desabotoava seu vestido.
Eles se jogaram de qualquer maneira na cama, seus lábios colados um no outro. O fato de estarem no apartamento de Peter fez com que eles se sentissem três vezes mais excitados.
Dana, em particular, estava enlouquecendo. Ela já se sentia muito atraída por Egon estando poucos minutos perto dele, agora sentia sua libido aumentar mais. Especialmente porque essa maluquice toda tinha sido ideia dele.
Ela o empurrou para a cama, mordendo-lhe o lábio inferior.
- Por que você me deixa tão louca? - ela perguntou, com voz rouca.
- Eu te pergunto o mesmo, Senhorita Barrett...
Ela riu e foi para o pescoço dele, cobrindo-o com beijinhos... Ela decidiu tentar algo diferente e arranhou-o através de sua camisa... Ele estava exalando alto...
Ela desceu e gemeu suavemente quando sentiu a enorme protuberância na cueca dele entre seus seios.
Ele tinha feito sua noite muito melhor. Ela passou de zangada a excitada. Ela tinha que... agradecer-lhe corretamente.
Puxando suas boxers para baixo, ela encarou seu membro longo (ainda que não muito grosso) e agarrou-o com as duas mãos. Ele soltou um gemido alto. Ela passeou com as mãos para cima e para baixo, encantada com os sons que ela estava ouvindo.
Mas ela queria ouvir mais... Sem perder tempo, ela levou a boca a ele e começou a chupar.
- Ohh! - ela ouviu. Sim! Era exatamente isso que ela queria ouvir.
Ela continuava lambendo e sugando o comprimento dele, gemendo suavemente. Ela ouvia os próprios gemidos dele e isso a provocou mais. Ela colocou mais esforço em suas ações e ele finalmente teve seu alívio, quase fazendo-a engasgar.
- Ohh, Jesus... - ele expirou. Dana riu dessa última reação dele.
- Sua vez de me levar ao céu, doutor Spengler... - ela disse, rindo. Ele riu e beijou-a suavemente.
De repente, ele a empurrou para a cama, beijando-a com força e profundidade, enfiando a língua dentro de sua boca enquanto ele tirava dela o sutiã.
- Ahh! - ela respirou alto, enquanto ele interrompia o beijo para descer seu pescoço, seu peito e, finalmente, seus seios.
- Sua pele é tão macia... - ele observou, enquanto acariciava as pequenas áreas do corpo dela que sabia que eram mais sensíveis.
- Ohhh, meu Deus! Como raios você faz isso?!
- Faço o que? - ele perguntou, sua língua em torno de seus mamilos.
- Você me faz perder o controle só me tocando!
Ele riu. Ele fazia isso estudando seu corpo cuidadosamente cada vez que eles estavam juntos... E quanto mais você estuda, mais você sabe...
Descendo pelo corpo dela - levando-a a loucura a cada segundo com seu toque - ele finalmente chegou entre suas pernas.
Ele puxou a calcinha para baixo, lentamente, sorrindo e passando os dedos na parte inferior do abdômen. Languidamente, calmo. Enquanto isso, a respiração dela estava ficando cada vez mais pesada.
Ele deixou beijos molhados na parte interior de suas coxas, até que ele finalmente levou a boca para suas partes íntimas e lambeu rapidamente e casualmente. Ele ouviu um gemido alto.
Então ele enfiou a língua dentro dela e fechou a boca em torno de sua intimidade, sugando sua carne sensível, deixando sua língua correr e descer.
- Ohh, porra! - gemeu ela em voz alta. Ele riu, mas continuou, sugando-a com toda a força, depois de encontrar O lugar.
- Oh, meu Deus, Egon!
Ele era selvagem, impiedoso. Ele mal a deixava respirar!
Nenhum outro homem fazia isso com ela. Nenhum outro homem a transformava nessa... meretriz! Ele era o único. Ela achava que era o fato de ser Egon. O focado e meticuloso Caça-fantasmas; o cientista quieto e dedicado.
O fato de ele deixar o lado libidinoso, sensual e sedutor dele bem escondido era fascinante para ela.
Ele sentiu que ela estava perto de seu clímax, então ele a sugou com mais força. Segundos depois, ela realmente o teve, agarrando os lençóis.
- Ohhhh!!! Ah...
Ele respirou alto e voltou para seu corpo acariciando-a de novo, com a mão, os dedos, os lábios. Ele olhou para ela e deu a ela aquele seu sorriso tipicamente "Egon Spengler", com as duas covinhas. Dana derreteu-se.
Ela o beijou devagar, beijos molhados, preguiçosos e gemeu através de um beijo quando sentiu-o penetrando-a, com cuidado.
- Mmmm!
- Mmm...
Ele tentou atingir lugares que ele sabia que a faziam se sentir arrebatada. Ele ficou deleitado ao ouvir seus gemidos crescentes a cada estocada.
Ele a beijou com fúria novamente, suas estocadas mais fortes. Ele estava começando a sentir seu clímax iminente.
- Ahh, isso! Oh, Deus!
- Ahh...
A cabeceira da cama de Peter dava pancadas fortes na parede, tamanho o desejo do casal em cima dela. Dana levantou suas pernas e as cruzou nas costas de Egon, para dar-lhe mais acesso. Ele ficou ainda mais violento...
- Ohhh!!!
- Dana!...
- Nngh!
- Dana... ah... por favor...
- Ahhh!
- NNNGH... AHH!
- Ohhh, EGON!
Ambos tiveram um orgasmo extraordinário, a onda de prazer passando por eles como uma maré alta.
Enquanto eles estavam se recompondo, o telefone tocou novamente. Eles ficaram olhando para o telefone no quarto de Peter por alguns segundos até ouvirem o sinal sonoro, a gravação e a mensagem:
 "Ei, Dana, voltei pra Nova York. Vejo você em alguns minutos". Era Peter.
 Egon e Dana se olharam, sorriram um para o outro, levantaram-se e se vestiram, o mais rápido possível.
Tinha sido a coisa mais insana do mundo, mas valeu a pena. Dana achou que provavelmente foi o sexo mais selvagem que ela já teve, não só por causa do ato em si (Egon era realmente fantástico), mas por causa de onde ocorreu.
Egon também pensou que era uma das ideias mais incrivelmente irracionais que ele já teve. Mas Peter meio que merecia isso. Ele sempre se achou tão inteligente, vamos ver se ele descobriria essa. E tinha sido com Dana. Era sempre uma experiência extraordinária.
Eles acabaram de se vestir e foram até a sala de estar.
- É melhor eu ir. - ela disse. Ele concordou, sorrindo para ela. Ela deu-lhe um beijo longo e molhado na bochecha e saiu.
Poucos minutos depois, quando Egon abria a porta para sair, Peter entrou.
- Egon! O que você está fazendo aqui? Que perfume floral bom!... - perguntou Peter, rindo do cheiro de seu amigo...
- Eu vim aqui para falar com você, mas já que você não estava, acabei... conversando... com a Dana. Aqui. - Ele entregou a Peter as chaves dela.
- São dela.
- Ah, é? É melhor eu devolver para ela, então. Boa noite, Venkman. - disse ele, sério como sempre.
Egon saiu, sorrindo marotamente de costas para Peter, deixando para trás seu amigo, intrigado.
 
FIM
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