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 Os laços que nos unem

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MensagemAssunto: Os laços que nos unem   Os laços que nos unem EmptySab Mar 01, 2014 5:11 pm

Título: Os laços que nos unem
Autor: strawberriesapples
Shipper: Jeannie II/Major Nelson
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 5
Nota: Escrita em 31/12/2013
Resumo ou uma promo: Enquanto sua irmã está fazendo um teste, Jeannie Segunda usa e abusa de um certo major...


- Obrigada, Haji! Pode deixar que eu falo com ela! Adeus!
Mama Jeannie tinha acabado de despedir-se de seu rígido, mas querido superior.
- O que o velho queria?
Sua filha mais velha tinha acabado de chegar. Ela respeitava o idoso gênio (afinal, ele era mais poderoso que toda a sua família), mas em família, referia-se a ele como “velho”.
- Ele quer ver sua irmã. Está preocupado. Ele diz que ela vive tempo demais no ocidente, e pelo que ele sabe, ela não usa seus poderes como deveria.
- Vai ver, ela não sabe!
- Jeannie, você sabe que sua irmã é poderosa e muito inteligente!
- Pff! Hahahaha!
- Jeannie Segunda! Pare de debochar de sua irmã!
Jeannie Segunda foi parando devagar de rir. A mãe era capaz de dar a ela um castigo terrível se ela continuasse rindo. Apesar de ela ser uma gênia adulta, sua mãe a veria para sempre como uma garotinha travessa. Mas sua irmã, inteligente? Isso era, no mínimo, risível!
- Desculpe, mamãe. Não pude evitar.
- Quem atrasa a vida de sua irmã é aquele amo ralé dela! Não sei como sua irmã foi se apaixonar por um homem tão absurdamente... comum!
Jeannie Segunda ouviu sua mãe mencionar o amo de sua irmã e começou a divagar... ela sabia muito bem o porquê de sua irmã ter se apaixonado por ele... ele era inteligente, bem sucedido e absurdamente... lindo! Alto, forte, cabelos castanho-claros, maravilhosos olhos verdes e uma boca que pedia para ser beijada! E ela sempre se arrepiava quando ouvia a voz dele... grave e muito sensual!
- Aquele vagabundo não se comporta como um amo deveria! Acho que ele até proíbe Jeannie de usar seus poderes!
- Mamãe, minha irmã está sempre usando seus poderes, quer ele queira, quer não!
- Mas não do jeito que eles devem ser usados! Acho que Haji vai testá-la, e se ela falhar vai levar umas palmadas!
Sim, Mama Jeannie sempre veria suas filhas como menininhas! Ai de Jeannie se ela falhasse!
- Jeannie!
- Sim?
- Vá buscar sua irmã. Diga a ela que eu quero lhe falar. Não conte nada sobre Haji e sua visita.
- Sim, mãe.
- Quero sua irmã aqui o mais rápido possível.
- Sim... eu preciso estar presente para essa tediosa reunião também?
- Não... você não precisa ser testada. Está sempre usando seus poderes como uma boa gênia deveria.
Humpf! “Como uma boa gênia deveria”. Claro! Ela só tinha amos chatos e... espere um minuto. Ela iria buscar sua irmã e não precisaria estar presente para a tal reunião... “Major Nelson, querido, você não perde por esperar!” pensou ela.
Ela apareceu sentada na cadeira azul da sala da casa onde sua irmã vivia. Ela gostava daquela cadeira. Era confortável.
Jeannie tinha acabado de chegar à sala e levou um susto.
- Irmã! O que você está fazendo aqui??
Jeannie Segunda tentou controlar sua ansiedade e olhou para a irmã mais nova com uma expressão séria.
- Tenho um recado da mamãe. Ela quer te ver.
- Sério? Para que?
- Ela não me disse o que era. Só disse que era sério e que você deve ir pra casa o mais rápido possível.
- Se isso for mais um de seus truques...
- Truques? Ora irmã querida, assim você me ofende! Eu falo sério, pode ir checar com mamãe.
Jeannie olhou para sua irmã desconfiada. Esta se levantou da cadeira e tentou convencê-la de que era verdade o que ela estava dizendo.
- Irmã querida, eu juro! Parece que tem a ver com Haji... – ela sabia que não podia mencioná-lo, mas tinha que persuadir sua irmã.
- Oh! Então é sério mesmo!
- Eu te disse!
- Tenho que avisar meu amo!
- Por que não deixa um bilhete?
- Boa ideia! Espere. Como eu saberei que você não vai rasgá-lo?
- Ora, Jeannie! Você é tão desconfiada... – ela ironizou.
- Tenho uma ideia! Vou piscar um bilhete que só vai aparecer para ele quando ele chegar em casa!
- Ótima ideia, querida!
- Assim não tem como você mexer nele...
Jeannie Segunda olhou para sua irmã com uma expressão ofendida fingida.
- Bom, eu tenho que ir... boa sorte, mana!
- Obrigada...
Jeannie Segunda desapareceu. Sua irmã piscou o tal bilhete e sumiu também. Ela logo voltou, sentando-se novamente na cadeira azul e sorrindo um largo sorriso.
- Pela primeira vez eu não tive que inventar nada, irmã querida... mamãe e Haji se encarregaram disso desta vez. Hahahahaha!
Ela levantou-se da cadeira e abriu a porta do quarto do Major Nelson. Ela sentiu o familiar odor amadeirado e suspirou. Ele não escaparia!

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MensagemAssunto: Re: Os laços que nos unem   Os laços que nos unem EmptySab Mar 01, 2014 5:11 pm

*2*

Alguns minutos depois, ela ouviu barulho de chaves e aquela voz lindamente grave chamando:
- Jeannie! Cheguei!
O bilhete apareceu nas mãos dele e ele abriu e leu. “Espero que ela esteja bem”, pensou.
Ele abriu a porta de seu quarto e deparou-se com a irmã de Jeannie sentada no pé de sua cama, apoiando-se com as mãos para trás. Ela sorria cinicamente, como sempre.
- Ah, eu devia ter desconfiado. O que você está fazendo aqui?
- Boa noite, Major Nelson querido.
- O que você fez com Jeannie?
- Nada, querido! Absolutamente nada!
- E você acha que eu vou acreditar nisso?
- Sim, por que não acreditaria?
- É uma pergunta retórica, certo?
- Minha irmã está numa reunião com mamãe e Haji.
- Ha! Claro, claro.
- Ouça, se você quiser, eu te levo até onde minha irmã está.
O Major Nelson suspeitou, obviamente. A irmã de Jeannie era ardilosa e faria tudo para que ele se tornasse seu bichinho de estimação.
- Ok, vamos.
- O que?
- Vamos embora. Você disse que me levaria onde Jeannie está; eu quero ir.
- Claro, querido... mas eu tenho que fazer uma coisinha antes.
- O que?
- Hm-hm. Isto.
Ela piscou e o prendeu à sua cama. Como ele ficava lindo daquele jeito...
- Ei!! O que você pensa que está fazendo??? Tire-me daqui!!!
- O que eu estou fazendo? Apreciando a vista, querido!
- Me solte!!! – exclamou ele, tentando se soltar das amarras.
- Não enquanto eu não terminar o meu... serviço...
- Socorro!
- Pode gritar! Ninguém vai te ouvir!
Ela piscou e deixou a casa à prova de som. Ele poderia se esgoelar. Ninguém o ouviria.
- Por que você faz isso comigo? O que eu te fiz de mal?
- De mal? Nada, querido!!! E eu também não quero te fazer mal! Muito pelo contrário... – disse ela, subindo na cama novamente e se ajoelhando entre as pernas dele.
- Então me solte!
- Tsc tsc... calma, Majorzinho! Eu juro que não vou te fazer nada de ruim...
- Oh, sério? Então por que eu estou preso aqui?
- Porque se você estivesse solto, não iria desfrutar do que está prestes a te acontecer...
- O que você quer de mim???
- Ha! Você saberá num instante, queridinho!
Ela ficou de quatro, os joelhos ainda entre as pernas dele e as mãos em cada lado dele. Ela passou a mão direita pelos cabelos dele, pelas sobrancelhas espessas, pelo rosto e pelos lábios dele. Ele tinha mesmo belos traços.
- Viu? Está doendo? – perguntou ela, numa voz falsamente doce.
- Não...
- Então! Não precisa ficar preocupado...
“Não precisa ficar preocupado”? Ele estava era apavorado! Ele tinha uma vaga ideia do que ela faria com ele e isso o deixava extremamente nervoso!
- Minha mãe acha que é você o culpado da vida da minha irmã estar como está...
- Como assim?
- Ela não acha que você é o amo perfeito para Jeannie...
- Ora, não existe isso de “amo perfeito”! Estamos muito bem como estamos!
- Estamos, é? – brincou ela.
- Falo de Jeannie e eu!
- Hahaha! Queridinho, você é a razão de Jeannie estar onde está; então o máximo que você pode fazer é... aproveitar-se da situação!
- Quem está fazendo isso é você... o que quer dizer “eu sou a razão de Jeannie estar onde ela está”?
- Ela está numa reunião com Haji, que acha que ela não está usando seus poderes como deveria!
- Isso é absurdo!
- Querido, você não conhece nossas leis! Então não procure entendê-las... pare de ficar analisando essa situação e aproveite a sua...
- De novo: como, se eu estou preso aqui?
- Eu estou enrolando, né? Muito bem, chega de enrolação!
Ela o beijou, mas ele logo virou o rosto.
- Ei! Que negócio é esse??? – disse ele, num tom de revolta.
- O que foi querido? Não gosta de ser beijado?
- Não assim!
- Oh! Desculpinha! Prometo que serei mais carinhosa!
- Não, eu...
Ela o beijou novamente, mas lentamente desta vez. Ah, como os lábios dele eram deliciosos!
- Eu quis dizer... preso... – disse ele, com uma voz mais baixa.
- Shhh...
Ela o beijou novamente, várias vezes, saboreando os lábios dele. Ela iria fazer com que ele parasse de se revoltar com aquela situação. Era um desafio pessoal!
Ela acariciava o rosto dele, fazendo voltinhas com o dedo indicador na bochecha, passando pela testa e pelo nariz, até chegar a seus lábios. E o beijava novamente.
- Solte-me, por favor. – ele disse em voz baixa.
- Ah, querido – disse ela, com um tom igualmente baixo – eu não posso fazer isso!
- E por que não?
- Agora que eu cheguei até aqui, você acha que eu vou desistir assim?
- Eu prometo que faço tudo o que você quiser! – ele olhava para ela com um olhar suplicante.
- Hummm... que oferta mais tentadora! Mas... tudo o que eu quero agora é... você exatamente aí onde está! – ela sorriu cinicamente. Ele suspirou, frustrado.
- Você pode me deixar preso aqui pra sempre, mas eu não vou ser seu bicho de estimação!
- Oh, querido... eu não quero que você seja meu bicho de estimação!
- Não?!
- Claro que não!
- Então por que...
- Eu só quero que nós troquemos de função por algum tempo!
- Hein? Como assim?
- É a *sua* vez de satisfazer... todos os meus... desejos...
Ela o beijou novamente, desta vez, desabotoando sua camisa.

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MensagemAssunto: Re: Os laços que nos unem   Os laços que nos unem EmptySab Mar 01, 2014 5:12 pm

*3*

O Major Nelson tinha outra noção do que ela faria com ele. Ele só não tinha certeza se era pior ou melhor do que o que ele tinha pensado antes.
Ela desceu dos lábios dele para o pescoço. Ah, aquele aroma amadeirado! Para ela, aquele cheiro e o gosto salgado da pele dele eram a mistura perfeita. Ela estava se sentindo ainda mais excitada.
Ela continuou beijando o pescoço dele do mesmo jeito que tinha beijado seus lábios: lentamente. Os beijos eram longos e molhados. Ele respirou fundo. Ela deu um sorriso.
- Não estou te machucando, estou?
- Não...
- Tá vendo? Não quero te fazer mal...
Ela desceu para o peitoral dele, com os mesmos movimentos que fazia no rosto dele. Olhou para suas próprias unhas compridas e teve uma ideia.
- Aaaah!
Ela o tinha arranhado, só para ver a reação dele. Ele deu um gemido que parecia ser de dor, mas poderia ser de outra coisa. Ela sorriu satisfeita.
- Desculpe, querido. Não farei mais isso. Prometi ser boazinha...
Ele não respondeu, mas respirava pesadamente.
- Ou será que você gostou?
- O que?!
Ela o arranhou novamente, e ele puxou o ar pelos dentes. Céus! Que delícia!
- Pare!
- Ohh! Mil desculpas, Majorzinho! Eu dou beijinhos pra sarar!
Ela começou a dar beijos molhados e longos por todo o tronco dele. Ele continuava respirando pesadamente.
- Por favor... pare...
- Oh, querido. Não posso! Devo acabar meu... pedido de desculpas.
Ela desceu para a cintura dele e desfez o cinto, retirando-o. Ela desabotoou as calças e ele levantou a cabeça.
- Pare!
Ela lançou-lhe um olhar travesso, puxando o zíper para baixo. Ele sabia exatamente o que ela queria com ele, agora!
Ela deu uma risadinha nervosa e puxou as calças dele para baixo. Ele usava uma cueca vermelha com uns detalhes brancos que a fez soltar um gemido alto. Ela piscou e as calças, as meias e sapatos dele sumiram.
- Ei!!! – protestou ele.
Ela ajoelhou-se na cama e observou o homem preso a ela. A familiar camisa azul clara aberta e uma simples peça de roupa de baixo que o deixava ainda mais sexy do que ele era. Oh, que visão! O homem já era lindo, naquela situação, então... sua irmã não sabia quanta sorte tinha.
Ela piscou, soltou os cabelos e tirou as joias e seu véu. O Major Nelson ficou intrigado e um pouco surpreso. Nunca tinha visto a irmã de Jeannie de cabelos soltos. Ela ficava muito... bonita.
Vendo que ele a observava atentamente e tinha parado de reclamar, ela sorriu satisfeita e voltou às suas atividades anteriores.
Ela continuou beijando o corpo dele, fazendo as tais voltinhas com o dedo indicador. Num certo momento, ela fez uma linha reta do pescoço até o umbigo dele, circulando-o. Ele ainda achava tudo uma invasão da sua privacidade e esperava que fosse só uma provocação. Mas ao mesmo tempo, achava tudo muito curioso.
Ele puxou o ar novamente pelos dentes quando a mão dela desceu. Ela soltou outro gemido alto quando percebeu com a mão o enorme conteúdo da cueca vermelha. Ela continuou tateando e apertando-o através de sua roupa de baixo, enquanto ele respirava pesadamente.
- Major... eu não fazia ideia!!! – disse ela, olhando para ele com um sorriso travesso.
Ele engoliu em seco, devolvendo um olhar. Ela o estava estimulando. De certo modo, isso não era nada bom.
Ela o beijou mais uma vez. Desta vez, ele não protestou e nem teve uma reação fria. Ele devolveu os beijos da mesma maneira. Ela intensificou seus beijos, roçando sua língua na dele e ele os devolveu, de novo, da mesma maneira.
Ela descolou-se dele vagarosamente e piscou. Seu colete sumiu. Piscou novamente. Agora, era sua saia que tinha sumido.
Não resistindo à atração louca que sentia por ele (agora triplicada), ela voltou a sua atenção ao volume coberto de tecido vermelho de algodão. Havia aumentado de tamanho.
Ele não queria, mas a irmã de Jeannie estava seduzindo-o. Foi tudo contra sua vontade; quando ele chegou em casa, esperava tomar um banho, jantar e talvez ver um pouco de TV. Mas assim que ele abriu a porta de seu quarto, ela estava lá, sentada na cama, sorrindo aquele sorriso cínico e apoiando-se com as mãos atrás de si mesma. Daí pra frente, aquela situação virou uma bola de neve. Ela o tinha prendido à cama, o beijado à força, tirado basicamente todas as suas roupas e estava praticamente violentando-o. Mas os beijos eram tentadores, as carícias eram suaves e ela era muito cheirosa. Tinha cheiro de especiarias.
Ela voltou a acariciá-lo, ofegante de tão excitada. Ele ainda respirava pesado. Não aguentando de curiosidade, ela puxou a cueca para baixo. Levantou a sobrancelha esquerda e mordeu os lábios num sorriso safado. Envolveu suas mãos no equipamento dele e deslizou-as para cima e para baixo, fazendo-o gemer, jogando a cabeça para trás.
- Ohhh, querido... acho que você gosta disto... viu? Eu disse que não ia te machucar...
- P-Pa... ohhh!
Machucar? Ela estava é deixando-o louco! Ele até havia tentado protestar, mas não conseguia...

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MensagemAssunto: Re: Os laços que nos unem   Os laços que nos unem EmptySab Mar 01, 2014 5:12 pm

*4*

Ela continuou suas ações e ele respirava cada vez mais pesado. Isso era excitante demais. Ele apertava os olhos e respirava pela boca. Oh, céus. Irresistível. Ela o beijou de novo, friccionando seu próprio corpo contra o dele e passando os dedos pelos cabelos dele. Sentindo o equipamento dele roçando contra suas partes íntimas, ela gemeu, beijando-o novamente. Levantou-se devagar, ofegante e piscou, tirando seu sutiã. Ela olhou nos olhos dele e viu que as pupilas dilataram consideravelmente. Ele estava gostando do que estava vendo.
Ele não acreditava no que estava vendo na frente dele. A irmã de Jeannie, com aqueles longos cabelos castanhos estava na sua frente, praticamente nua, fazendo coisas com ele que estavam deixando-o arrebatado. Ele reparou que os olhos dela eram mais acinzentados, a pele dela era mais clara e... ele não pôde deixar de reparar – ela tinha seios mais fartos.
Ele sempre se considerou um homem saudável; tanto fisicamente quanto mentalmente (bom, este último aspecto era questionável há três anos), e quando um homem saudável vê uma linda mulher praticamente nua na sua frente, ele só tem uma reação... ele estava extremamente excitado. DROGA!
Ela sorriu e voltou a espalhar os beijos longos e molhados pelo tronco dele. Ela chegou ao umbigo e olhou para ele cheia de desejo. Ele devolveu o olhar. Ela iria fazer o que ele achava que ela iria fazer?
Ele gemeu e urrou um palavrão. Sim, ela estava fazendo exatamente o que ele pensou que ela fosse fazer. Sentir a língua dela passeando por seu membro e sua boca sugando-o o estava deixando alucinado.
O Major Nelson estava confuso. Sua mente ainda protestava; essa era uma das piores coisas que ele já fez. Como ele podia se entregar assim a uma mulher que ele mal conhecia? Ele não era dessas coisas! Mas ele não tinha muita saída. Ela era sobrenaturalmente poderosa, o tinha prendido e era uma das mulheres mais sedutoras que ele já tinha conhecido. E o mais surreal de tudo: ela era irmã de sua gênia, a quem ele tinha conhecido numa ilha do Pacífico, depois de ele tê-la libertado de sua garrafa!
Jeannie. Ele não sabia como iria encará-la depois que ela voltasse. O que ele diria a ela? Ele não fazia ideia. Ele estava psicologicamente arrasado.
Mas fisicamente ele queria mais! Seu corpo reagia aos avanços de Jeannie Segunda de uma maneira que ele não tinha como controlar. Ela era muito bem entendida no que estava fazendo e era muito boa também. Ele não demoraria a ter um orgasmo.
De repente, ela parou de fazer o que estava fazendo e olhou para ele. Ele possuía uma expressão de puro prazer no rosto. Ela não aguentou mais. Piscou para tirar sua roupa de baixo e logo se envolveu nele, gemendo alto. Ele também grunhiu.
Ela jogou-se em cima dele, beijando-o avidamente, enquanto se movia para trás e para frente. Depois de alguns minutos, ela levantou, puxando os cabelos para trás e aumentou a velocidade, arfando.
Ela era uma das mulheres mais exóticas que ele já tinha visto. Cabelos essencialmente castanhos, um olhar felino e acinzentado, lábios carnudos (e tentadores) e uma voz que parecia a de uma pantera! O corpo dela era espetacular e ela estava movendo-se de um jeito diferente, muito... rítmico!
Ele procurou acompanhá-la, movendo seus próprios quadris. Pronto. Ela o tinha feito chegar ao auge do deleite. E vice-versa. Ela jogou-se cima dele.
- Ai, que loucura!!!
- Oh...
- Diga a verdade, Major... – disse ela, olhando nos olhos dele.
- O que?...
- Eu te machuquei? – perguntou, com uma voz doce.
- Ahn... não... – ele ainda estava ofegante.
Ela sorriu contente. Deu-lhe mais um beijo e saiu de cima dele, sentando-se na beira da cama e levantando-se, ficando de costas para ele. Ela virou a cabeça para olhar para ele e deu-lhe uma piscadela. Ela piscou com os dois olhos e estava vestida novamente.
- Ei! – disse ele.
- O que, querido?
- Não vai me desamarrar?

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MensagemAssunto: Re: Os laços que nos unem   Os laços que nos unem EmptySab Mar 01, 2014 5:12 pm

*5*

- Hum... você fica tão lindo desse jeito aí...
- O que?!
- Hahaha! Calma, Majorzinho! Já te tiro daí!
Ela piscou, o vestiu do jeito que estava antes e piscou novamente, trazendo-o para o lado dela.
- Obrigada, querido... você fez o meu dia! – disse ela, dando um singelo beijo no rosto dele.
Ele olhou para ela meio timidamente. O fato de que a primeira coisa que ela pudesse fazer quando chegasse em casa fosse contar para Jeannie o que aconteceu o deixou com um pouco de raiva.
- Você... – ele respirou fundo, tentando controlar a raiva – você vai contar a Jeannie o que aconteceu?
- Hum... isso seria... como vocês dizem? A cerejinha do sundae!
- Oh...
- Mas... eu acho que vou deixar você incumbido disso... heh...
Ele ficou quieto e olhou para ela com ódio, mas triste ao mesmo tempo. Afinal, a culpa era parcialmente dele também.
- Se ela demorar a vir falar comigo... acho que me divertirei um dia desses contando tudo a ela!
- Eu vou contar!
- Você é quem sabe... Major Hot!
Ela deu-lhe mais um beijo profundo e sorriu cinicamente mais uma vez, piscando e sumindo numa nuvem de fumaça verde.
Ele se jogou na cama, suspirando frustrado.
Depois de alguns minutos, ele ouviu:
- Amo! Cheguei!
Jeannie. Essa não. Ele teria que contá-la. Ou mais cedo ou mais tarde, ela descobriria. Fosse por si mesma, fosse por sua irmã, zombando dela.
- Boa noite, Jeannie. – disse ele, saindo do quarto.
- Boa noite, Amo! – ela deu-lhe um beijinho no rosto. Ah, aquele delicioso aroma adocicado.
- Como foi a reunião?
- Ah, foi tranquila! Era um teste! Haji e mamãe achavam que eu não andava usando bem meus poderes e resolveram me testar. Passei com louvor!
- Parabéns! – disse ele, com um meio sorriso.
- Eles achavam que eu não sabia mais usar meus poderes direito porque você não se comporta como um amo deve! Eu disse a eles que isso não importava, porque além de eu ainda saber usar meus poderes muito bem, você é o melhor amo do mundo! – exclamou ela, pondo os braços em volta do pescoço dele, num abraço apertado. Ele sentiu-se ainda mais entristecido.
- Isso é maravilhoso, Jeannie!
Ela sorria alegre, mas o sorriso logo murchou assim que ela olhou para ele.
- Amo? O que houve? Você parece tão triste!
- Ahn... é... bem, a... a sua irmã esteve aqui.
- O que? Oh, não! Você está bem??? O que ela fez a você desta vez?
O que ela tinha feito a ele desta vez? Ele não sabia nem por onde começar!
- Jeannie... precisamos conversar...

FIM
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