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 Nossa adorável secretária

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MensagemAssunto: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:53 pm

Título: Nossa adorável secretária
Shipper: Egon/Janine; Peter/Janine
Gênero: Romance / Sobrenatural
Censura/Classificação: R
Capítulos: 8
Resumo ou uma promo: Janine vinha agindo diferente e os Caça-fantasmas iriam descobrir o que se passava com sua secretária...


PRÓLOGO


- Lá está ele!
- Fogo nele!
Os raios saíram dos feixes de prótons certeiramente. Aquela criatura ectoplásmica não tinha saída! Estava totalmente paralisada.
- Ray! A armadilha!
- Armadilha aberta!
- Segurem!
A criatura se contorcia enquanto era sugada pela armadilha. Ray Stantz fechou a armadilha e mais um fantasminha pentelho iria ser jogado na unidade de contenção!
- Pegamos!
- Sim... Mas ainda há presença de mais fantasmas.
Egon segurava um medidor de energia psicocinética, que apitava tresloucadamente.
- Temos que encontrá-los!
- Tudo indica que há um na sala ao lado. Vamos!
Os outros três caça-fantasmas seguiram seu amigo até a próxima sala. Eles estavam numa mansão, cujos novos donos achavam que era assombrada - para variar. Mas o pior é que eles estavam certos.
Os sinais no medidor ficavam ainda mais fortes.
Egon abriu a porta com um chute e olhou para seu medidor. Os sinais continuavam fortes.
- Lá no canto! - gritou Winston, apontando para o teto.
Havia uma criatura de aparência feminina no canto, com um olhar desafiador.
- Tá legal, com calma... Devagar... - dizia Peter, se aproximando da criatura, os outros três atrás dele.
- Quem está com uma armadilha? - perguntou Ray, em voz baixa.
- Eu estou - disse Winston - Vou abrir.
- Espera a gente prender ela primeiro, Winston. - Egon pediu.
- Muito bem, rapazes, um... dois... três! - disse Peter, apontando o feixe para a criatura. Seus amigos o seguiram.
A criatura conseguiu se desviar dos raios e voou para longe, deixando os quatro Caça-fantasmas estupefatos na sala.
- Ah, ela fugiu!
- Droga!
- Teremos que dar um desconto nessa...
O espectro da mulher os observava de longe e resolveu segui-los assim que eles entraram no Ecto 1.
***
- Oi, garotos! Como foi a caçada de hoje?
- Boa noite, Janine.
- Razoável.
- Foi um fracasso! Deixamos um fantasma escapar!
- Ora, Winston! Pegamos todos os outros! Essas coisas acontecem!
- É, e eu fico sempre frustrado!
- Calma, amigo. Não fique assim. Você é um bom profissional! Talvez ainda consigamos pegar aquele fantasma.
- Ray, queria ser como você. O que você usa? Pó de pirlimpimpim?
- O que?
- Nada não, cara. Boa noite.
- Boa noite...
- Tenho certeza que as coisas vão melhorar. Serviço terminado, eu vou para casa!
- Tchau, Janine!
- Bom fim de semana!
- Tchauzinho!
Janine foi para casa sem perceber que estava sendo observada. Ela abriu a porta de seu apartamento, jogou suas chaves e bolsa numa poltrona e se sentou no sofá. Fechou os olhos, soltou um suspiro e sentiu um arrepio pelo corpo todo, seguido de uma confusão mental. Ela piscou novamente e respirou fundo. Sorrindo um sorriso satisfeito, só uma pessoa consumia mais ainda seus pensamentos: um certo Caça-fantasmas loiro, altão, de óculos chamado Egon Spengler.
**********
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:54 pm

NOSSA ADORÁVEL SECRETÁRIA
 
Janine foi para o trabalho normalmente na segunda-feira. Estacionou seu fusca cor de rosa em frente à firehouse, entrou e sentou-se à sua mesa, ajeitando arquivos e documentos.
- Bom dia, Janine! - disse Ray Stantz, sem olhar para a secretária.
- Bom dia, Ray.
Ray ouviu a voz de sua secretária e virou-se para olhar para ela. Aquela era Janine mesmo?
Ela se vestia idealmente como uma secretária: uma saia, camisa e sapatos de salto. Mas era uma saia lápis apertada, uma camisa de cetim (também apertada) e sapatos de salto 15! Os óculos tinham aros redondos e seu cabelo estava arrumado com uma faixa.
- Ray... Feche a boca. - disse Janine, com um sorrisinho.
- Hã... Sim, er... Hehe... Com licença.
Ray subiu correndo e Janine deu uma risadinha.
- Amigos...
- Olá, Ray!
- Onde você estava?
- Vai um cafezinho aí?
- Temos rum?
- Rum?!
- Sim... Preciso de algo forte!
- O que houve, Ray?
Os outros três Caça-fantasmas se entreolharam e iam se preparar para descer mesmo quando ouviram o alarme.
- Ah, trabalho!
- Mas já?...
- Anime-se, Peter!
- O que está esperando pela gente lá embaixo vai definitivamente te animar... - Ray cochichou para seu amigo, que olhou com uma expressão confusa para ele.
Eles desceram as escadas e ficaram boquiabertos com sua secretária.
- Dois “classe três” num apartamento no Queens!
Eles acordaram e correram em direção ao Ecto 1.
- Egon! - ela chamou.
- Sim?
- Boa sorte! - disse ela, dando uma piscadela para ele.
- Hã... Obrigado...
A viagem foi estranhamente silenciosa até que, no meio do caminho, Winston perguntou:
- Muito bem, quem era aquela e o que ela fez com a Janine?
- Ela está um tanto diferente, não?
- Bota diferente nisso!
- Ela tá... Sexy!
- Peter!
- E não é?
- Será que aconteceu alguma coisa?
- Egon, meu caro, isso provavelmente tem a ver com você.
- Comigo?!
- Egon, nossa secretária cai do barranco por você! Você sabe disso!
- Ora, mas eu...
- Por isso, *você* vai descobrir o que aconteceu com a Janine!
- EU?!
- SIM, VOCÊ! - os outros três disseram em uníssono.
Egon ficou meio indignado e caladão pelo resto da viagem e durante o serviço também. Sim, ele sabia da queda de Janine por ele. E sim, ele a achava muito interessante... Interessante, atraente, bonita... Mas ele era um homem da ciência. A ciência era sua companheira. A ciência era sua... amante, por assim dizer. Ele tinha muita afeição por Janine. Mas... não como ela queria. Oh, tudo bem. Em nome dessa afeição ele iria ver se tinha acontecido alguma coisa com sua capaz secretária.
***
Os Caça-fantasmas chegaram em casa tão cansados e distraídos que acabaram levando outro "susto" com a secretária. Ela estava sentada em cima da mesa com as pernas cruzadas, lendo uma revista. Ela percebeu a chegada deles quando eles bateram as portas do Ecto 1.
- Oh, olá, rapazes. Como foi o trabalho?
- Hã... Foi...
- Uma delícia!
Os amigos de Peter olharam para ele, e Janine deu um sorriso maroto.
- Ahn... Sim, é que foi muito fácil, sabe... heh.
- Deixa eu guardar esses fantasminhas em seu devido lugar. Pete, uma mãozinha?
- Claro, Winston!
- Eu vou ajustar esses feixes...
- Eu te ajudo, Ray!
Winston e Peter foram para o porão e Ray e Egon subiram. Janine deu um sorriso satisfeito e voltou para seus afazeres. Ela olhou para a escada quando ouviu passos, minutos depois.
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:55 pm

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- Egon! Boa noite! Posso ajudá-lo em alguma coisa?
- Hã...
Ele segurava um medidor de energia psicocinética e estava prestes a ligá-lo quando ela deu um grito!
- Ahh! Não! Não ouse aproximar essa coisa de mim!
- Mas Janine, eu só quero...
- Sério, Egon, se você ligar esse troço perto de mim, eu saio correndo por aquela porta e não volto nunca mais!
Ele cogitou a possibilidade de perder Jan- ahn... Sua secretária para sempre e guardou o medidor em seu bolso.
- Por que você está com medo do medidor?
- Eu não estou com medo, mas esse troço serve pra usar nos fantasmas e... Eu não sou um fantasma... sou, Dr. Spengler?
Ela se aproximou mais dele e colocou os braços em volta de seu pescoço...
- Hã... Não!
- Eu não sou maligna, nefasta e impertinente, sou?
- Claro que não... - ele engoliu em seco.
- E nem... Fria e volátil... né?
- Não... Você é... q-quente...
AH! De todas as palavras em sua cabeça, ele tinha que usar justo essa? Uma luz vermelha bem parecida com a do alarme da unidade de contenção se acendeu em sua cabeça. Perigo! Perigo!
- Mm... - sorriu ela, beijando-o profundamente.
Tarde demais! O navio estava em alto mar, e ele tinha dificuldade para guiá-lo...
Janine arranhava sua nuca suavemente e descia com a mão direita pela frente de seu uniforme, aprofundando ainda mais o beijo. Uma boia salva-vidas, por favor!
Ela apertou-o através do uniforme no meio das pernas. Oh!
- Isso é o medidor no seu bolso ou você está... contente, Dr. Spengler? - provocou ela, interrompendo o beijo.
- Ahh! Janine!
Ela deu uma risadinha, deu-lhe mais um beijo rápido, pegou sua bolsa e andou em direção à porta da firehouse, sacudindo os quadris, deixando um estupefato (e excitado) Egon Spengler sentado em sua cadeira.
***
Os dias se passaram normalmente - bom, normalmente em termos; Janine ainda estava um tanto quanto... diferente. Estava atrevida (mais ainda), flertava com todos eles e estava um tanto... devassa (nas palavras de Egon).
Fora isso, as coisas estavam corriqueiras.
- Café! - gritou Winston, vindo da cafeteria.
- Olá, Winston.
- Boa tarde, Janine.
- O que você trouxe?
- O café, donuts e bagels pro Ray.
- Não tem nenhum muffin de chocolate?
- Não!
- Que pena...
- Se eu soubesse que você queria, tinha trazido um pra você!
- Eu estava doida pra dar uma mordida num muffin de chocolate...  - disse ela, lançando um olhar indecoroso para Winston.
- Ah... p-pena, Janine... - ele chegou a ficar meio tímido e subiu correndo as escadas.
***
- Ray, sinto muito por você ter sido lambuzado, mas posso dizer uma coisa? - era Peter, assim que ele e seus amigos chegaram de mais uma caçada. Um fantasma tinha passado por Ray e o lambuzado todo.
- Pode...
- Que bom que não fui euuu!
- Ah, Pete, vai catar coquinho!
- Hahahaha!
- E esse maldito zíper não quer baixar! Droga! - reclamava Ray de sua roupa suja, perto da escada.
- Quer ajuda, Ray?...
Ele olhou para sua secretária, que tinha um sorriso travesso nos lábios.
- Heh... Não, Janine, obrigado.
Ray andava muito desconfiado. Ele tinha certeza de que alguma coisa tinha acontecido com Janine. E era sobrenatural, ele tinha certeza, já que Egon disse que Janine parecia ter um certo receio do medidor. O negócio era tentar descobrir se alguma coisa do além tinha mexido com ela, e sem quaisquer aparelhos.
***
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:56 pm

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- Cadê o maldito documento? Droga, por que eu não sei organizar minhas coisas? JANINEEE! - era Peter, revirando seu escritório.
Janine levantou-se de sua cadeira e foi em direção ao escritório atrás dos arquivos.
- Sim, Dr. Venkman?
- Você viu a declaração de isenção de vistoria desse ano?
- Não...
Peter estava ajoelhado no chão, com o tronco abaixado, olhando embaixo da mesa. Janine não resistiu...
PAFT!
- AAAAAAAH!!! Eiii! - disse ele, levantando-se - Que ideia foi essa?
- Desculpe, Dr. Venkman... Eu não resisti... Ela te acha- eu te acho tão atraente...
Ela olhou nos olhos verdes de Peter, que se direcionavam para o enorme decote que ela ostentava.
- Me perdoa? - perguntou ela, com um falso ar inocente.
- Claro... - disse ele, rendido.
- Que bom!...
Ela pôs as mãos no rosto dele e o beijou. Peter, distraído (especialmente pelo decote alvo e sardento), se entregou ao beijo.
Janine desceu suas mãos para onde tinha dado um tapa, acariciando, apertando. E foi aí que Peter "acordou".
Ele arregalou os olhos e largou dela. Ela lhe deu um sorrisinho.
- Porra, Janine!...
Ele saiu a passos rápidos, subindo as escadas. Ela sorriu satisfatoriamente.
***
- Ray!
- Fala, Pete.
- Posso falar com você?
- Claro!
- Vem cá.
Peter puxou seu amigo pela manga até um canto da sala.
- Nossa, o negócio é sério, é? O que houve?
- Janine.
- Ah...
- Ela está...
- Muito estranha, eu sei.
- Eu acho que aconteceu alguma coisa séria com ela, Ray.
- Eu também acho. O negócio é descobrir o que. E como!
- A Janine não mudaria assim, da noite pro dia. Acho que ela teve alguma influência externa... E quando eu digo externa, eu quero dizer "do além"!
- Eu concordo com você, Peter.
- Então o que você tá esperando pra escanear ela??
- O Egon comentou que ele foi tentar fazer isso...
- E aí?
- Ela ficou com *medo* do medidor.
- Definitivamente sobrenatural!
- Sim. Mas o que?...
- Nessas horas eu queria ser uma bruxa!
- É isso!!!
- Hein?
- Vou consultar meus livros de ocultismo... Com certeza há uma maneira de a gente descobrir o que aconteceu com ela lá!
- Ray! Seu cérebro é tão grande quanto sua cintura!
- Ahh, vai ver se eu tou na esquina, Peter!
***
- Socorro!
- Janine?
- Alguém me ajude!
- JANINE! Onde você está?
- Egon! Estou presa no banheiro!
Egon andava em direção ao porão para verificar alguns mecanismos quando ouviu os gritos de sua secretária.
Ele correu em direção ao banheiro e tentou forçar a maçaneta. A porta estava destrancada.
- Janine?...
Ela estava sentada ao lado do lavatório, segurando os joelhos.
- Você está bem?
Ela levantou-se de repente e jogou-se na porta do banheiro, fechando-a. Olhou para Egon com aquele sorriso maroto dos últimos dias.
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:58 pm

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- Agora que você está aqui, sim...
- Janine... O que há com você?
- Oh, Egon... Você não entende?...
- O-O que?
- Eu sou uma mulher livre... Você não pode me prender! Nem você, nem ninguém!
- Ora... p-pode sair...
Janine soltou uma gargalhada. Ele não entendia mesmo!
- Eu sou livre para fazer o que eu quero...
- Sim...
- Inclusive isso...
Ela o agarrou e o beijou, intensamente, jogando-o contra a parede. Egon foi pego de surpresa, mas logo se submeteu aos carinhos de sua bela secretária.
Janine intensificou o beijo, sua língua roçando na dele, suas mãos viajando para a área onde ela havia tocado no outro dia...
- Mmm!... - gemeu ele através do beijo.
- Oh, Egon... - começou ela contra o pescoço dele - O que é que eu tenho que fazer...
- Ah...
- Para você entender... - ela o beijou no pescoço, acariciando-lhe entre as pernas...
- J-Janine...
- Que eu sou uma mulher livre de amarras? - ela apertou seu membro através do uniforme.
- AAAH!
Egon estava um pouco desapontado consigo mesmo. Algumas carícias de Janine e ele estava pronto para entrar em erupção. Já haviam dito a ele que ele era um vulcão dormente e ele nunca tinha levado fé. Até agora...
Ela puxou o zíper do uniforme dele para baixo devagar, deparando-se com uma camisa preta e um par de boxers cinza. Ela ajoelhou-se no chão e olhava a frente do par de boxers com um olhar faminto.
Mordendo seu lábio inferior, ela começou a acariciá-lo. Ela ouviu dele um gemido baixo e sorriu.
Ela o apertava, ora com delicadeza, ora com força e prazerosamente ouvia a respiração pesada dele. Louca para ver aquele lindo rosto nórdico contorcer-se de prazer, ela abaixou as boxers, se deparando com um membro enorme, rígido e escuro... Ela lambeu os lábios, segurou-o com as duas mãos e levou a língua à ponta.
- Oh! - ele se surpreendeu.
Ela passou a língua em seu comprimento, apreciando a mudança de expressão no rosto dele. O desejo tomava conta daquele rosto usualmente sisudo.
Ela finalmente o tomou por inteiro, sua língua passeando em volta da pele sensível dele.
- AHHH!
Janine ficou ainda mais excitada. Egon gemendo de prazer era a coisa mais sexy que ela já tinha visto na vida. Ela precisava dar-lhe mais e mais...
Ela o lambia e o chupava como se ele fosse um picolé num dia quente de verão: com muito gosto, gemendo baixo também.
Por instinto, ele levou as mãos para trás da cabeça dela, incentivando-a ainda mais.
- Ah... Janine!...
Ahhh, música para os ouvidos dela! Ela o chupou com mais afinco ainda, fazendo-o finalmente atingir o clímax.
- AHHHHHHH!!!... Oh!...
Janine olhou para o objeto de seu desenfreado desejo. Ele tinha seus olhos fechados e a boca aberta, respirando pesadamente. Oh!...
- Ohhh, Egon!...
Ela subiu rapidamente, colou seus lábios nos dele, levantou o vestido e abaixou a calcinha rapidamente, sentindo o membro dele roçar contra sua pele sensível.
- Ohhh... Me toma, Egon... Me toma com força!
Aqueles lindos olhos azuis estavam escuros e a expressão no rosto dele era de mais prazer do que quando ele via que uma de suas experiências tinha dado certo. Ela ficou louca.
Ele deu meia-volta, imprensou-a contra a parede (e ela enroscou as pernas em volta da cintura dele), beijou-a e penetrou-a da maneira que ela pediu.
- Mmmm! - ela gemeu através do beijo.
Egon era muito controlado e criterioso em tudo o que fazia. Mas agora ele era desvairado, arrebatador. Sua força era tanta que ele chegava a jogá-la na parede.
- Nnnngh!...
- Ahhhh!
Num repentino estalo de sanidade, ele pediu:
- Shhh!
Ela, tomada de desejo e prazer, consentiu, mas mordeu-lhe o ombro.
- AI!
- Ohh... Desculpa...
Ele, olhando para ela num misto de excitação incontrolável e remorso inevitável, metia nela com mais força, fascinado com as expressões de puro deleite no rosto dela.
Seu corpo começou a tremer, e sua respiração ficava cada vez mais irregular. Ele estava prestes a chegar ao clímax.
- Nngh... Ah... Janine, eu...
- Sim! Por favor!
Egon não aguentou mais segurar-se e aliviou-se dentro dela. Janine sentiu a familiar onda de prazer passar por ela também...
- Ah!
- Ohh... Egon...
Ela olhou para ele, os olhos mareados. A expressão extremamente séria tinha voltado ao rosto dele.
Janine deu-lhe um beijo rápido e passou-lhe a mão pelos cabelos. Levantando sua roupa de baixo e abaixando o vestido, ela simplesmente saiu do banheiro, deixando para trás um satisfeito, mas triste e arrependido Egon Spengler.
***
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:58 pm

5



Ray já estava cansado de tanto procurar em seus livros algo que o fizesse identificar o que poderia ter acontecido com sua secretária. Ela ficava longe do laboratório, e até tentar tirar o som do medidor ele tinha tentado, sem sucesso. Até que finalmente ele encontrou algo que poderia funcionar. Num dos livros ele encontrou uma poção que ele tinha certeza de que daria certo.
Só que havia um porém...
A poção o faria dormir a ponto de seu espírito sair de seu corpo...
E havia a possibilidade de ele não voltar...
Mas era por Janine, quem ele tinha a convicção de que estava com um problema sério. Talvez ela estivesse até possuída mesmo.
Ele foi em direção à cozinha e abriu um armário a chave. Dentro continha várias plantas e flores e outros produtos, caso ele precisasse fazer alguma poção. Pegou um potinho com flores de maracujá e outras coisas e foi para o fogão. 
***
- Egon? Que cara é essa?
- Peter...
- Você está pálido e parece nervoso. O que houve?
- N-Nada...
- Deixa eu adivinhar... Você tá preocupado com a Janine.
- Estou... – Ninguém precisava saber o que havia acontecido no banheiro, pensou Egon.
- Eu também tou, meu amigo... Ela anda... Estranha demais.
- Ela fez alguma coisa com você, Peter?
- A-Alguma coisa? Hã... Não...
Peter não tinha coragem de contar a seu amigo que a secretária tinha lhe dado um beijo... E que ele gostou desse beijo. Peter tinha certeza de que Egon também tinha atração (senão sentimentos mais profundos) por Janine, e a última coisa que ele queria era magoar seu amigo.
- Tem certeza, Peter?...
- Bom... Ela me deu um tapa! Na bunda! E riu!
Egon deu uma risada.
- Ela não é maluca assim!
- Amigos!
Era Ray, vindo da cozinha com sua poção pronta.
- Fala, Ray!
- Ray...
- Eu quero dizer a vocês que conhecê-los foi uma das melhores coisas que aconteceram comigo...
- Ora, foi um prazer conhecer você também Ray... - Peter disse.
- Vocês são os melhores amigos que eu poderia ter...
- Espere aí um minuto, Ray. O que tá acontecendo?
- Eu preparei uma poção de projeção...
- O que?
- RAY! Não é aquela perigosa que faz você dormir um sono profundo, podendo não acordar mais?
- Sim... Mas é a única maneira de descobrir o que aconteceu com a Janine!
- Ray, por favor, para com isso!
- Peter, o Egon tentou o medidor; não funcionou. Eu tentei desativar o som dele; também não funcionou. Eu tenho certeza que há algo espiritualmente diferente com ela e esse é o único jeito de descobrir!
- Ray, tem certeza?
- Egon... Você mais que ninguém sabe que a Janine não é só nossa secretária! Ela é nossa amiga! Precisamos ajudá-la!
- Então tomemos nós três essa tal poção!
- Não há necessidade, Peter.
- Concordo com você, Ray. Não há necessidade... - disse Egon.
- Sim!
- Portanto, eu vou tomar.
- Não! Parem com isso! Eu fiz, eu vou tomar! – Ray exclamou, num tom sério e severo.
Egon e Peter olharam para seu amigo, espantados. Ray podia ter um enorme entusiasmo infantil, mas ele tinha coragem na mesma intensidade.
- Saúde! - disse ele, bebendo a poção em três goladas.
- Não!
- RAY!
Ray Stantz caiu nos braços de Winston, que chegava à sala.
- Me ajudem aqui!
Os três levaram seu amigo para o sofá.
- O que aconteceu com o Ray?
- Ele tomou uma...
Peter foi interrompido pela visão que os três estavam tendo. Uma forma translúcida, exatamente igual a Ray emanava de seu corpo.
- Ray!... - Winston disse, baixinho.
O espírito de Ray sorriu para seus amigos e saiu levitando. Eles três olharam para seu corpo, dormindo pacificamente no sofá.
***
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 10:59 pm

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Ray se viu no apartamento de Janine, procurando por ela. Ele viu algumas outras pessoas que se pareciam com ela. Antepassados que zelavam por ela, pensou ele.
Ele atravessou a parede do quarto e viu Janine deitada em sua cama, num sono agitado. "Pobre mulher", pensou.
- Ray? - ouviu ele.
- Janine?
- Ray, socorro!!!
Janine estava quieta. Mas era a voz dela! Ele olhou para o canto do quarto e viu Janine abaixada, com uma expressão de pavor em seu rosto. Ele correu em direção a ela e ajudou-a a levantar-se.
- Janine! O que houve com você?
- Ela me prendeu! Ela é louca!
- Quem?
- A mulher! A secretária!
- Hein?
- Eu consigo sair quando estou dormindo! Me ajuda, Ray!
- Janine... Só me diz uma coisa: você acha que pode ter sido possuída?
- Eu não acho, Ray, eu fui!
Havia desespero na voz de Janine. Ela era prisioneira em seu próprio corpo! Então ela tinha sido mesmo possuída! Mas... Por quem?
- Janine... Quem te prendeu e sequestrou seu corpo?
- A secretária! A secretária de cabelo comprido e roupa apertada! Piranha!
Ray riu por dentro. Janine continuava a mesma. Mas de repente a imagem de uma mulher loira e muito bonita, de cabelos compridos e roupas apertadas apareceu em sua mente. O fantasma que eles não conseguiram pegar na mansão, semanas atrás!
- Janine!!! Nós vamos te tirar dessa! Eu prometo!
- Ray! Vá embora! Ela vai voltar! Ela vai voltar!
- Eu vou!
- RAY!
- O que?
- Diz "oi" pro Egon por mim...
- Pode deixar, Janine. - ele sorriu, beijando as costas da mão dela.
Ele receava deixar Janine sozinha naquele apartamento, presa em seu sono. Mas ele não podia acordá-la também. Ele decidiu voltar para a firehouse e tentar acordar.
***
Peter, Egon e Winston não tiravam os olhos de seu amigo, esperando algum sinal dele. De repente, Ray começou a se mexer.
- Mmm... - grunhiu ele, ainda dormindo.
- RAY! Acorda!!!
- Calma, Peter, não é assim que se acorda alguém que tomou essa poção.
- Como é então? Damos um tapão nele?
- Peter, fica quieto! - censurou-o Winston.
- Não! - Egon fez um sinal de "espere" com a mão e começou a chamar por seu amigo - Ray! Ray!
Os outros dois o imitaram.
- Ray!
- Ray!
O espírito de Ray ouviu seus amigos chamando-o. Ele estava prestes a tentar voltar para seu corpo quando ouviu uma voz.
- Boa noite, Doutor Stantz.
- Você! Por que você não deixa nossa secretária em paz?
- Porque ela é jovem e saudável e eu poderei viver por vários anos!
- Ela tem sua própria alma, sabia disso?
- Sim... Foi difícil afastá-la de seu corpo... Teimosa!
- Isso tudo é vingança porque nós estamos atrás de você?
- Por um lado, sim... - Ray olhou para ela com desgosto e pena - Por outro lado... - Ela tinha um olhar sonhador no rosto.
- Não me diga que você está atrás do Egon?...
Ela sorriu um sorriso malicioso que ele reconheceu - era a mesma maneira que Janine andava sorrindo.
- Você não pode estar falando sério!
- Eu pareço estar brincando, Dr. Stantz?
Ela pegou na mão esquerda de Ray e ele sentiu suas memórias esvaindo-se... Ele precisava voltar!
- Me larga! Eu não vou cair na sua, moça!
- Ah, é? Eu fico mais atraente como uma ruiva de óculos??
- Deixa a Janine em paz!
- Eu não! Seus dois melhores amigos me acham mais atraente daquele jeito... Especialmente o Doutor Spengler...
- RAY! - ouviu ele. Eram seus amigos, ainda chamando-o.
- Eu espero que você um dia encontre a paz que precisa. Nem que seja a força!
Ele de repente abriu seus olhos, assustado.
- Ray!
- Você voltou!
- Você está bem, Ray?
- O que raio eu tou fazendo aqui no sofá?
- Ora, nós te trouxemos pra cá.
- Mas por quê?
- Oh, não...
- Ray... Você tomou uma poção de sono profundo, lembra?
- Ah... - Ray levou suas mãos às têmporas, sentindo pontadas.
- Ray!
- Vou pegar um copo d'água.
- Ai...
- Dor de cabeça aguda... Isso pode acontecer, Egon?
- Acho que sim, Peter... é um processo muito pesado....
- Toma, Ray! - Winston voltou com o copo d'água.
- Obrigado.
Ray tomou a água, respirou fundo. E abriu os olhos, arregalados.
- Foi ela! - exclamou ele.
- Ela quem?
- A mulher que fugiu da gente na mansão há algumas semanas!
- AH! E o que ela fez com a Janine?
- Ela possuiu a Janine!
- Ahá! Eu sabia!
- Janine está possuída... - disse Egon, descrente.
- Temos que trazer ela de volta!
- Sim... E eu tenho uma ideia.
- Ray... Você manda o feitiço, Peter e Winston atiram conosco e eu a prendo. – disse Egon, determinado.
Ray apenas sorriu para seu amigo. Era a mesma ideia!
- Feitiço?
- Sim! Para um exorcismo!
***
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 11:01 pm

7



Na segunda-feira, Janine foi para o trabalho normalmente. Abriu a firehouse, largou sua bolsa no cabide e sentou-se à mesa. Repentinamente, os quatro Caça-fantasmas saíram de trás dos arquivos ao mesmo tempo, cada um cumprindo seu papel.
- Te exorcizamos, espírito impuro, perverso e impertinente! Volte para o lugar do qual veio. Vá para casa, onde você estará em paz. - gritava Ray, repetidamente.
Os outros três Caça-fantasmas tinham seus feixes apontados para a secretária, que começou a contorcer-se.
- Aaaargh! - gritou ela.
A energia positiva dos amigos de Janine era abundante e o espírito da outra secretária não teve alternativa: deixou o corpo dela, que caiu de volta na cadeira, desacordado.
- Atirem!!! - gritou Peter.
Os quatro atiraram em direção ao fantasma da secretária, que foi logo presa pelos raios. Egon abriu a armadilha e ela foi logo sugada.
- Janine! - exclamou ele, checando a moça desmaiada na cadeira.
- Ela está bem?
- Está respirando.
- Me dá essa armadilha aqui, Ray. Essa aí tem que ir pra unidade, e rapidinho! - disse Winston, tomando a armadilha das mãos de Ray. 
- Janine?
- Mmm... - ela começou a acordar.
- Você está bem, Janine? - era Egon, em frente a ela.
- Egon?... - chamou ela, abrindo os olhos.
- Bom dia! - Peter a cumprimentou com um sorriso.
- Peter?
- Bem vinda de volta.
- Ray!
Os três olhavam para ela com alívio. Era Janine mesmo de volta.
- O-O que aconteceu?
- Ih... Longa história! Longa e chata!
- Peter! Acho que ela merece saber o que aconteceu.
- Janine... Qual é a ultima coisa da qual você se lembra? - perguntou Egon, preocupado.
- Hum... Vocês voltando de uma caçada... Winston estava chateado por ter deixado um fantasma escapar.
- Ha! E ele tinha toda razão!
A última lembrança dela tinha sido há semanas. Ela não se lembrava de nada do que tinha acontecido nesse meio tempo, nem do encontro... Íntimo que eles tiveram no banheiro, há uns dias, constatou Egon. Ele não sabia se se sentia aliviado ou frustrado.
- Janine, isso foi há várias semanas.
- O que?!
- Sim.
- E o que aconteceu desde então? Por que eu não me lembro de nada?
- Você foi possuída.
- O QUE?!
- Pelo fantasma que nós deixamos escapar... Sentimos muito.
- Ahhh! E essa coisa anda solta por aí? Tomem alguma providência!
- Calma! Já a prendemos!
- Ah, ufa! Hã... *A* prendemos?
- Sim, era um fantasma de... Escuta só essa: uma secretária.
- Ah, fala sério!
- Pois é!
- Janine... Você passou por muita coisa. Tire o dia de folga.
- De jeito nenhum!!! Eu... tá, eu admito: não quero ficar sozinha! Prefiro trabalhar!
- Tem certeza?
- Absoluta!
- Tome, Janine. Um copo d'água.
- Obrigada, Winston.
O dia correu bem e Janine estava feliz por estar de volta. Só não entendia o porquê de Peter e Egon olharem para ela com expressões enigmáticas.
***
Janine foi para casa pensando no acontecido do dia. Possuída? Por uma secretária? Só podia ser com ela, mesmo!
Ela tomou um banho, fez um pequeno lanche e foi logo dormir. Estava cansada.
No meio da noite, ela acordou assustada, suando em bicas: uma imagem vívida e muito erótica dela com Egon no banheiro apareceu em sua mente... E ela tinha certeza de que não tinha sonhado...
***
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MensagemAssunto: Re: Nossa adorável secretária   Qui Set 21, 2017 11:03 pm

8


No dia seguinte, Janine se encheu de coragem para ir trabalhar. Abriu a firehouse e deu de cara com Peter Venkman.
- Bom dia, Janine! Como você está? - disse ele, com um sorriso.
- Peter!
E ela lembrou-se dele... Com uma pose esquisita, o traseiro para cima. A mão dela, indo de encontro com aquela região. Ele reclamando. Ela pedindo desculpas. Ele perdoando, de olho em seu decote. Os lábios dela se aproximando dos dele. Suas línguas se chocando. Ela apertando-lhe o traseiro. Aaaaah!
- Ohhh, meu Deus! - ela ruborizou e elevou as mãos ao rosto.
- Que foi, Janine??
- Eu... eu... Eu te beijei?
- Ah...
Oh, não. Ela lembrou. E agora, Venkman, como é que você vai sair dessa?
- Ai... Não...
- Tudo bem, Janine.
- Não! Não tá!
Ela estava ficando meio histérica. Ele tinha que contornar essa situação, e rápido.
- Janine! Calma! Foi a secretária! Ela era meio tarada!
- Mas... Eu me lembro de tudo! Eu dei um tapão na sua bunda...
- Eu tenho uma bunda fofa, eu sei!
- Peterrr!
- Janine... Escuta... Não foi você! Foi ela!
- Mas... Mas... Eu me lembro de te beijar... e...
Ele ficou mudo. A vontade era de beijá-la de novo... Mas era impossível.
- E eu... Eu...
Ela tinha gostado daquele beijo. Foi deliciosamente sensual. E ela nunca pensou que descreveria nada vindo de Peter Venkman dessa maneira.
- Sinto muito, Peter.
- Ora, Janine... Você não tem que se desculpar. A culpa não foi realmente sua.
- Sim, mas eu... Humm... Obrigada.
- De nada...
Ele a abraçou apertado. Ele tinha braços fortes e uma delícia de abraço. Quem diria...
Soltando-a, ele deu a ela o sorriso mais fofo que ela já tinha notado em alguém e subiu as escadas. Ela sorriu de volta.
Subindo as escadas, Peter lembrou-se de que Janine - quer dizer, a secretária doida no corpo dela tinha dito que Janine era atraída por ele. Tinha sido um lapso dela, que veio à mente dele agora. Seria verdade?
Em relação a ela, ele não sabia. Mas em relação a ele próprio... Ele não tinha uma queda. Ele se jogava por Janine Melnitz.
***
Janine passou o dia inteiro tentando não encarar Egon. Toda vez que ela pensava nele era daquela maneira, e ela ficava extremamente excitada. Não dava pra encará-lo assim. No final do dia, distraída com seus afazeres, ela levou um susto ao ouvir aquela voz grave e sexy.
- Janine.
- Egon! Ahhh!
Ela caiu de sua cadeira. Que lindo.
- Você está bem? - perguntou ele, ajudando-a a se levantar.
- Hã... Sim...
Ela olhou para ele e a imagem dele gemendo de prazer voltou à sua mente. Ela quase se desequilibrou novamente.
- Janine... Você por um acaso está zangada comigo?
- E-Eu? Claro q-que não, Egon, por quê? - ela perguntou, meio embaraçada.
- Porque você tem me evitado o dia todo.
- Hã... Eu... n-não é nada,  Egon...
- Janine...
Ele pegou-a pelo braço e um flash dele fazendo a mesma coisa no banheiro veio em sua mente.
- Oh...
- Se eu fiz alguma coisa para chateá-la, eu sinto muito.
- Er...
Chegou a hora da verdade. Ela tinha que contar para ele. Das duas, uma: ou ela iria repeli-lo de vez, ou...
- Egon... Er...
Ele encarava-a com aquela expressão séria de sempre, os olhos azuis maravilhosos como sempre, e aquela boca carnuda...
- Eu... Eu lembro... do que aconteceu no banheiro.
Ele ficou estupefato. Ohhh, não.
- Ah... v-você lembra?...
- Lembro...
Ele passou a mão pelos cabelos, olhando para o lado. Ah, não. Ele estava envergonhado. Ela não poderia nunca mais trabalhar para os Caça-fantasmas. Adeus firehouse... Adeus!...
- Egon, me desculpe, eu não podia ter agarrado você daquele jeito e...
- Janine.
- Sim?
- Não se desculpe. Foi a outra secretária que me agarrou. - Que ironia, pensou ele.
- Sim, mas... mas... Eu não me arrependo. – ela revelou.
Ele olhou nos olhos dela, mudo e aturdido.
- Eu l-lamento de ter acontecido do jeito que foi, mas... foi... foi... Sexy!...
Egon olhava agora para os lábios dela. Bem convidativos.
- E eu... me deliciei... Doutor Spengler...
Ele não resistiu e beijou-a. Profundamente, mas ternamente.
- Você é fantástica, Janine Melnitz. - disse ele, interrompendo o beijo.
- E você é... gostosão, Egon Spengler.
Os dois deram uma risada.
- Eu nunca fiquei tão extasiado em toda a minha vida. – confessou ele.
- Nem quando as suas experiências dão certo?... - provocou ela.
- Você foi a minha melhor experiência... – ele sorriu.
Se fosse um outro homem, ela já tinha enfiado a mão na cara dele. Mas vindo de Egon, ela sabia que era um elogio... Ela sorriu de volta.
- Eu... Eu gostaria de... tentar... outra experiência, Srta. Melnitz... - o sorriso agora era travesso.
- Quando você quiser, Dr. Spengler... - ela deu-lhe um beijinho rápido - Quando você quiser... - e uma piscadela.
Ela pegou sua bolsa e andou em direção à porta da firehouse, sacudindo os quadris.
Egon já havia visto essa cena antes. Mas agora era Janine de verdade, e a perspectiva de ter outra *experiência* com ela o deixou mais excitado do que nunca...
 
FIM
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