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 Um poltergeist no décimo andar

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MensagemAssunto: Um poltergeist no décimo andar   Qua Set 20, 2017 11:05 pm

Título: Um poltergeist no décimo andar
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/Dana
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: One shot
Resumo ou uma promo: Ela se viu dentro de um elevador emperrado com ele. O desejo começava a tomar conta dela...

 



- Sim. Derruba as coisas e bagunça tudo? Certo. Qual é o endereço? Ah, ok. Obrigado!
Ray Stantz rabiscava algumas coisas num bloco de notas enquanto falava ao telefone. Ele desligou o telefone e arrancou a folha do bloquinho.
- Ao que tudo indica, um poltergeist num edifício na East 77th Street!
- Não é o Edifício George Washington, é?
- Hã... eu acho que sim, Peter.
- Ah, beleza, vão vocês, eu fico aqui refletindo sobre o meu relacionamento mal sucedido e o que poderia ter sido...
- Peter, deixa de ser idiota, vamos!
- Isso não é idiotice, Winston, é pena de mim mesmo, tem uma diferença!
- Peter, você é um profissional! Deixe sua vida pessoal de lado, anda!
Egon também não tinha a mínima vontade de ir. A possibilidade de encarar Dana novamente, especialmente com Peter junto não estava em seus planos. Especialmente depois de ter dado forças a seu amigo para voltar para ela. Afinal, o relacionamento dela com ele próprio era só físico. O que ela tinha com Peter era bem mais intenso. Ou era o que ele pensava. Seis meses depois de ele e seus amigos derrotarem Vigo, Peter reclamou de sua falta de liberdade de novo e se separou de Dana mais uma vez. Uma Dana Barrett aparentemente inconsolável veio falar com ele. Cansado do vai-e-vem entre ela e Peter e... com sua atração por ela voltando à tona, ele acabou levando-a para o quarto...
Ele não a via desde essa época, e vê-la novamente seria... bom, provavelmente desastroso. Mas lá estava ele, dizendo a Peter para deixar a vida pessoal de lado e agir como um profissional. Coisa que ele mesmo também tinha que fazer.
Os quatro Caça-fantasmas finalmente entraram no Ecto 1 e seguiram para a rua e o prédio em questão.
As pessoas no prédio se espantaram com o barulho no décimo andar e logo se assustaram quando descobriram que era um fantasma. Ficaram aliviadas quando os únicos na cidade que poderiam resolver aquele problema chegaram.
- Ah, ainda bem!
- A pobre senhora Foxworth não aguenta mais!
- Qual é o apartamento mesmo? - Perguntou Peter.
- Acho que é o 1020... - respondeu Ray.
"Tinha que ser justo no décimo?" pensou Egon. Ele havia se tornado um frequentador assíduo do apartamento 1080...
Eles subiram para o décimo andar e o medidor de energia psicocinética piscava e apitava sem parar. Estavam cada vez mais perto.
Tocaram a campainha do1020 e ouviram:
- Quem é?
- Senhora Foxworth? Somos os Caça-fantasmas!
Ela abriu a porta. Era uma jovem senhora, com seus quarenta e alguma coisa. Loira, olhos verdes e muito bonita (segundo Ray).
- Podem entrar!
- Obrigado. - Ele deu a ela seu melhor sorriso.
Eles viram o estado deplorável em que o apartamento se encontrava. As coisas estavam fora do lugar, havia vários vidros quebrados e cortinas rasgadas. A moradora parecia desolada.
O medidor ia ficando cada vez mais quente na mão esquerda de Ray Stantz à medida que ele se aproximava do quarto. Seus amigos lhe chamaram a atenção.
- Ray!
- Aí, não!
- Pode entrar, Doutor Stantz! Eu acho que ele está escondido dentro do guarda-roupa! - disse a Sra. Foxworth.
Ele sorriu para ela novamente, o que fez seus amigos se entreolharem com um sorrisinho também.
- Ei, amigos! - gritou Ray do quarto. Eles foram até lá.
Ray só apontou para uma porta do guarda-roupa, que não parava de tremer. Ele foi se aproximando devagar, seguido por seus amigos.
- Um, dois, três - contou ele em voz baixa, e abriu a porta. O fantasma (que ironicamente era branco com olhos negros) saiu grunhindo do quarto e do apartamento, assustando Ray e os outros três Caça-fantasmas. Passado o susto, eles saíram correndo do quarto e do apartamento, atrás da criatura.
- Não se preocupe, Sra. Foxworth! Nós pegaremos essa criatura! - assegurou Ray.
Dana tinha ficado bem quieta em seu apartamento. Ela já tinha um ímã pra essas coisas naturalmente, era melhor não forçar a barra. Mas a comoção no corredor e um barulhinho muito familiar fizeram-na sair de seu apartamento para ver o que estava acontecendo. Graças a Deus, Oscar estava com sua mãe.
Foi só ela abrir a porta, e o fantasma foi direto para cima dela. Os quatro amigos olharam em sua direção.
- DANA! - gritaram Egon e Peter em uníssono.
O fantasma havia derrubado-a no chão e voou para longe assim que viu Egon vindo em direção a eles.
- Você está bem? - perguntou ele.
- Sim... obrigada, Egon. - respondeu ela com um enorme sorriso. Ele devolveu um leve sorriso.
- Vamos embora daqui! - disse ele.
- Egon, tire-a daqui! - disse Peter, concentrando-se na criatura. - A gente dá conta dessa peste!
Sem responder, Egon entrou no elevador com Dana, largando sua mochila de prótons no chão. Estava vazio.
Ela ainda estava meio desnorteada ao vê-lo. E aquele uniforme cinza chumbo o deixava ainda mais charmoso.
Ela não sabia o que tinha acontecido com ela, se era efeito colateral da gosma rosa, ou se ela era mesmo atraída por ele. Ou as duas coisas. Mas toda vez que ela o via, especialmente sozinha, ela se transformava. Ela sentia um arrepio pelo corpo, um calor imensurável e sua libido chegava ao limite. Ela sentia necessidade de beijá-lo, tocá-lo, abraçá-lo, sentir os lábios dele por todo o corpo dela e ele preenchendo-a totalmente, fazendo-a quase perder os sentidos. Era estranho. Nenhum outro homem despertava esse... tesão desvairado nela. Somente ele.
- Você acredita nisso? Tinha que ser no meu andar! - começou ela, tentando puxar um papo.
Ele olhou para ela com certa pena.
- Ah, não. Fala sério!
Ela logo entendeu. Sim, era por causa dela.
- Er... eu acho que a minha teoria tem fundamento. - disse ele, timidamente.
- Egon, eu quero me livrar disso! O que eu vou ter que fazer? Procurar um exorcista? - disse ela, meio de brincadeira. Mas ele falou sério:
- Provavelmente.
Ela olhou para ele. O cabelo meio bagunçado, os óculos quase na ponta do nariz e a boca um pouco aberta. Deleitável!
- Ainda bem que eu tenho você pra me proteger... - ronronou ela, olhando para os lábios dele. Ela foi se aproximando e estava roçando os lábios nos dele quando eles ouviram um barulho e sentiram o elevador sacudir.
- Aaaah! O que foi isso?! - perguntou ela, agarrando-se nele.
- Alguma coisa fez o elevador emperrar! - respondeu ele, segurando-a a com um braço e apertando o botão de emergência do elevador. Quando ele viu que não funcionava, comentou:
- Alguma coisa ectoplásmica...
Ele sabia que não iria adiantar forçar as portas. E para falar a verdade, ele não estava com muita vontade de fazer isto...
Voltando sua atenção para Dana, Egon reparou na expressão lasciva no rosto dela...
Ela finalmente fez o que estava com vontade de fazer desde que o viu: beijou-o.
Os primeiros beijos eram sempre suaves e carinhosos. Mas ele sempre intensificava os beijos, metendo a língua onde era muito bem chamado...
Ele a empurrou para uma das paredes do elevador, abraçando-a apertado, uma das mãos nos cabelos dela.
Ela foi logo puxando o zíper do uniforme dele para baixo, deparando-se com uma T-shirt preta meio apertada. Ela arranhava suavemente o peitoral dele enquanto sentia-o deixando beijos molhados no pescoço dela, passando a língua por aquela área.
- Mmm... Egon...
Ele tirou os braços das mangas do uniforme e abraçou-a ainda mais apertado, voltando-se novamente para os lábios dela. Dana sentiu um enorme volume contra a frente da saia de seu vestido de viscose e levou uma das mãos para aquela região, apertando-a.
- Mm! - gemeu Egon.
Os poucos gemidos dele incitavam-na. Ela sempre queria ouvir mais. E continuou apertando, acariciando...
- Oh... - ouviu ela, assim que ele interrompeu o beijo. A essa altura, o uniforme já tinha caído e ela o apertava através de uma cueca boxer de seda, também preta. O homem ficava ainda mais delicioso de preto.
Para Egon, era tudo muito surreal, como toda vez que ele via Dana. Num momento, as coisas pareciam normais, corriqueiras. No outro, ele era um homem entregue à volúpia, à carne... influência de Pinky? Desejo desconhecido e incubado? Ou isso era um aspecto normal da personalidade dele que ele preferia reprimir? Fosse como fosse, era surreal demais e... bom, ele se interessava pelo diferente e obscuro... por que não pelo surreal?...
- Oh, Dana... - começou ele, voltando-se ao pescoço dela, correndo as mãos pelas curvas da bela mulher - eu gostaria de saber o porquê...
- Mmm... de que?
- Dessa sua influência avassaladora sobre mim...
- Oh... acho que o sentimento é mútuo, Egon...
Desta vez, foi ele quem levou a mão entre as pernas dela. Sua roupa de baixo estava encharcada. Ele logo puxou a peça para baixo e passou a explorá-la com dois de seus dedos.
- Ahh... - gemeu ela.
Com a outra mão, ele desfez rapidamente os botões do vestido dela, apertando-lhe suavemente os seios pelo sutiã de rendas, deixando beijos melados e lentos em seu pescoço...
Ela arfou quando sentiu os dedos dele tocarem um certo ponto que a faria enlouquecer de vez...
- Egon!!!
- ...Dana... - ele clamou, sua língua na pele macia dos seios dela.
- Ohhh!
- Mm...
- Ahh... Egon, por favor...
- Hm?...
- Eu quero você dentro de mim!... - sussurrou ela no ouvido dele. Ele ficou ainda mais excitado.
Ele rapidamente tirou seus dedos de onde estavam, olhou para ela com um olhar quase perverso, puxou sua cueca para baixo e penetrou-a com força, puxando o ar pelos dentes e gemendo baixo.
- Meu Deus!
A luxúria descontrolada tomava conta dos dois. Egon até esqueceu-se de onde estava, e que ele estava a trabalho. O que importava era a mulher na sua frente, e dar prazer a ela até que ela perdesse a cabeça. Afinal, tudo o que ele se propunha a fazer tinha que ser bem feito...
Dana não queria nem saber onde estava. O homem na sua frente a atingia em pontos que ela nem sabia da existência, e toda vez que ela estava com ele intimamente, ele a arrebatava. Dane-se onde ela estava...
- Mmm... oh...
- Ahh!
- Ohhhh!!! - gemeu ele, jogando a cabeça para trás, suas mãos apoiadas na parede do elevador.
Ele ficou um pouco impressionado com sua própria habilidade em chegar a um clímax tão rápido e num lugar tão impróprio.
- Egon!!! – gemeu ela.
Ele respirou fundo algumas vezes e olhou para ela. Em seu rosto, uma expressão de puro deleite. Ele devolveu a ela um olhar parecido, seus óculos incrivelmente ainda em seu rosto, apesar de tortos.
O elevador sacudiu novamente e começou a andar. Isso os despertou de seu devaneio e eles se arrumaram rapidamente.
As portas do elevador se abriram e um radiante Ray Stantz exclamou, segurando uma armadilha:
- Pegamos!
- Que ótimo, Ray! - Egon exclamou, aquela usual expressão "Spengleriana" de volta a seu rosto automaticamente, saindo do elevador. Dana o seguiu.
- Vocês estão bem? - Peter perguntou, com um tom desconfiado.
- Sim!
- Estamos! - responderam Dana e Egon, ao mesmo tempo - Obrigada, rapazes. – disse ela.
- Por nada, senhorita Barrett. - respondeu Winston.
Ray acenou com a cabeça e Peter se afastou rapidamente sem olhar para trás. Egon passou por ela e lançou-lhe um olhar maroto discretamente.
- Egon! - chamou ela, em voz baixa.
- Mm? - ele virou-se para ela.
- Muito obrigada... - ela sussurrou em seu ouvido, dando-lhe um beijo na bochecha.
Ele sorriu um sorriso travesso (com direito a covinhas!) e se afastou. Ela entrou em seu apartamento e soltou um suspiro, fechando a porta.
Os Caça-fantasmas receberam o pagamento de sua satisfeita cliente e foram em direção ao elevador. Ray sorria alegremente. Além do pagamento, ele tinha ganhado de sua linda cliente um beijo no rosto.
- Vamos embora! Espero não ter que voltar a esse prédio tão cedo! - disse Peter, um pouco irritado.
- Ah, Pete, a caçada foi boa! Pegamos um fantasma, eu ganhei uns carinhos...
Peter revirou os olhos.
- Ray... - chamou Egon, em voz baixa.
- Hum?
- Você não foi o único... - comentou Egon, com um sorriso malicioso.
 
FIM
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