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 Cientificamente fenomenal

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Mensagens : 468
Data de inscrição : 28/02/2014

MensagemAssunto: Cientificamente fenomenal   Qua Set 20, 2017 10:49 pm

Título: Cientificamente fenomenal
Autor: strawberriesapples
Shipper: Egon/Dana
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 2
Nota: Ghostbusters 2
Resumo ou uma promo: Com a gosma rosa ou sem, ela era muito atraída por ele...



 
Dana estava tentando colocar seu filho na cama quando ouviu a campainha. Pôs Oscar no carrinho e caminhou em direção à porta. Ela ofegou quando abriu.
- Egon.
- Olá.
- Entre, por favor!
Ele estava tão bonito. Como sempre. Um daqueles ternos de três peças, seus óculos de costume, seu cabelo, impecável e aquele cheiro inconfundível de sua loção pós-barba.
Ele dirigiu aqueles maravilhosos olhos castanhos para ela, aquele olhar severo. Mas havia afeto naqueles olhos, sempre que ele a olhava. Algo que ela notou assim que ele e seus amigos começaram a trabalhar em seu primeiro caso, há cinco anos.
- Como você está? - ele perguntou, casualmente.
- Hã... estou bem, e você?
Ele hesitou e apenas olhou para ela por um minuto.
- Tá bom, eu ainda estou um pouco preocupada. Ok?
- Desculpe, Dana.
- Tudo... tudo bem. Não é sua culpa.
- Tenho notícias.
- É?
- A pintura na qual você está trabalhando no museu...
- O que tem ela?
- O homem era um feiticeiro.
- O que?
- Poderoso. Toda aquela gosma rosa debaixo da terra? Coisa dele.
- Meu Deus!
- Hã... isso não é o pior.
- Oh... e o que é?!
- Ele conseguiu unir sua alma... a essa pintura.
- O espírito desse louco está na pintura que estou restaurando?
- Sim!
Dana ficou estupefata. Um tirano lunático estava na pintura em que ela estava trabalhando e, de acordo com o próprio Egon, ela tinha uma emanação etérea ligada à genética que a predispunha a vulnerabilidade paranormal. O que ela iria fazer?
- Estou com medo, Egon.
Ela o abraçou instintivamente. Ela se sentia protegida em seus braços e sim, era muito bom também.
Ele a abraçou desajeitadamente.
- E se ele vier atrás do Oscar?
- Não vamos deixar isso acontecer.
E por falar nele, Oscar começou a choramingar.
- Oh...
Ela soltou seu visitante e pegou seu bebê em seu carrinho.
- Oh, meu amor, venha aqui... shh...
- Olá, Oscar.
- Diga oi ao tio Egon, Oscar.
O bebê foi direto para os óculos de Egon. E então empurrou-os para o chão.
- Oh, Oscar! Não, não!
Egon colocou os óculos de volta apenas para que Oscar os agarrasse de novo. Desta vez ele não os empurrou. Ele apenas pegou o par de óculos e estava olhando-o com interesse. Como os bebês fazem.
- Oscar, devolva ao tio Egon...
- Não, não. Deixe-me. Por favor. - disse Egon - Oscar. Oscar, olhe para mim.
- Egon, ele...
- Não, não. Oscar.
Egon estava olhando para o bebê, falando em um firme, contudo suave, tom de voz.
- Oscar. Devolva meus óculos.
O bebê olhou para o homem alto.
- Oscar. Meus óculos. Devolva-os.
Ele conversou com Oscar por uns bons sete minutos, usando o mesmo tom de voz e gesticulando. Dana observou atentamente a cena.
Finalmente, Oscar deu a Egon seus óculos de volta.
- Ah! Obrigado. - disse ele, colocando-os de volta. Dana sorriu. Oscar também.
- Aww! - ela disse.
Oscar realmente entendeu o que ele estava dizendo? Deus, Egon era genial ao ponto de conseguir se fazer entender com bebês? O homem deixaria de fasciná-la alguma vez? Ela duvidava.
- Vamos para a cama, jovenzinho!
Ele começou a choramingar novamente. Oh!
- Não, não, é hora de dormir!
- Ahn... posso? - disse Egon.
- Claro!
Dana entregou-lhe o bebê e ele o segurou como se ele fosse uma sacola de supermercado. Ela riu ao ver. Ele começou a andar pela sala.
- Era uma vez dois ingleses chamados Robert Grosseteste e Roger Bacon que estudavam a ciência por trás da visão...
Ela riu novamente. Ele estava falando sobre a história dos óculos como se fosse uma história para dormir!
Mas funcionou! Quinze minutos depois, Oscar estava apagado.
E isso a excitou. Incrivelmente.
- Oh... parece que alguém está dormindo há um tempo... - ele disse, olhando para o bebê dormindo pacificamente em seus braços.
- Aww... vem, vamos colocá-lo na cama. - Dana disse, sorrindo.
Foram até o quarto do bebê e o colocaram em seu berço. Sua mãe o cobriu e deu um beijinho em sua cabeça.
- Boa noite meu anjo.
- Boa noite, Oscar.
Eles saíram do quarto e ela desligou a luz.
- Isso foi incrível. Obrigada.
- Ora... não foi nada. Ele iria ficar entediado e dormir logo.
- Ainda assim... eu não sabia que você sabia fazer isso!
- Nem eu!
- Obrigada, Egon.
- Sempre às ordens...
Eles estavam perigosamente perto um do outro agora. E podia-se cortar a tensão com uma faca.
Dana olhou para os profundos olhos castanhos do visitante e para seus lábios finos. Ela não conseguia mais resistir. Ela segurou seu rosto e beijou-o.
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MensagemAssunto: Re: Cientificamente fenomenal   Qua Set 20, 2017 10:49 pm

Ela se surpreendeu com sua primeira reação a ele, semanas atrás, quando ela apareceu para falar com ele na firehouse e acabou em sua cama. Aquele estranho "lodo emotivo" fez com que ela se sentisse extremamente excitada por ele e ter uma necessidade dele que ela não sabia de onde tinha vindo.
E ele estava selvagem, insano, transbordando de desejo. Era estranho, mas muito excitante. Egon era geralmente calmo e contido e vê-lo agir daquela maneira era estranhamente gratificante.
Por um impulso, ela voltou para a firehouse para conversar com ele novamente (e havia uma pequena parte dela que tinha que vê-lo) e para sua surpresa, aquele Egon selvagem e descontrolado cumprimentou-a e eles terminaram transando na mesa da recepção.
Pode ter sido a influência do lodo de humor, mas ela tinha certeza de que no fundo havia uma parte dele que era exatamente assim. E o lodo só trazia à tona.
E esse lado secreto de Egon era confiante, ostensivo e malicioso. Ele foi direto ao ponto e concentrou-se em fazê-la chegar ao clímax. Uau...
Desta vez, não havia lodo de humor envolvido. No entanto, ela se perguntou se iria ver esse lado dele novamente...
Ele devolveu o beijo, ternamente no início. Mas quando ela o beijou novamente, ele aprofundou o beijo, sua língua esfregando a dela. Ela tirou dele o paletó e o guiou até seu quarto.
Dana não sabia exatamente o que estava acontecendo. Era Egon, pelo amor de Deus. Egon, que colecionava esporos, fungos e bolor. Dr. Spengler, que estava conduzindo uma experiência sobre o comportamento humano.
Egon, que acendeu um fogo dentro dela e a fez enlouquecer de desejo... Oh, Deus!...
Ele estava agora puxando a saia dela para baixo, sua boca ainda colada à dela. Ela tinha tirado seu colete e a camisa e estava indo para suas calças. Seus olhos se depararam com boxers azuis claras, que tinham uma considerável protuberância na frente.
Ela nunca tinha realmente observado o corpo dele. Ela não tinha tido tempo. Mas ela decidiu arrumar tempo agora e interrompeu o beijo, tirou dele os óculos e deu uma olhada nele.
Ele era muito magro, mas cada músculo estava em seu lugar. Ele não era um Adônis, mas ele também não era só pele e ossos. Ele era... elegante. Mas o que obtinha o máximo de sua curiosidade era o conteúdo das boxers azuis... Ela o sentiu e agora queria ver... por mais tolo e adolescente que fosse!
Ele sorriu para ela (e Egon sorrindo daquela maneira era parte de seu lado oculto!) e lentamente desabotoou sua blusa. Ela apenas olhou para ele, paralisada.
Ele acariciou sua bochecha esquerda com seu polegar direito e a beijou novamente, colocando-a na cama.
Começou a beijá-la nos lugares mais estranhos: a linha da mandíbula, atrás das orelhas, nos ombros, nas clavículas, no interior dos cotovelos... e o mais estranho era que ela estava ficando ainda mais excitada com isso.
- Mmm... Ahh!...
Ele ergueu uma de suas pernas e beijou suas panturrilhas, a área atrás de seus joelhos...
- Mmm...
E as solas de seus pés, deixando sua língua correr lentamente... o que enviou uma onda de energia diretamente para suas partes mais íntimas.
- OH!
Ele olhou profundamente em seus olhos e disse, com uma voz rouca:
- Você é uma mulher sexualmente muito sensível, Dana...
- Mmm...
Como diabos ele sabia apertar todos os seus botões, por assim dizer? Eles mal tinham começado e ela já estava molhada!
Bem, ele tinha um vasto conhecimento sobre muitas coisas, talvez a anatomia feminina fosse uma delas. Ainda assim, ele sabia exatamente onde tocar, onde beijar, para deixá-la louca!
E para alguém que era (autoproclamado) socialmente inepto, ele estava sendo muito sedutor. Talvez o tal lodo emotivo tivesse alguma influência sobre ele.
Ele beijou seus lábios novamente, com ternura, suavemente. Abraçando-a apertado, ele desabotoou o gancho de seu sutiã e ela o tirou.
Ele desceu até seu pescoço, deixando os mesmos beijos suaves no caminho até seu peito.
Ele acariciou seus seios, estudando-os cuidadosamente. Sua forma, seu tamanho; seus mamilos rosados. Dando-lhe um olhar lascivo, ele levou a boca a eles, beijando-os suavemente também, ocasionalmente passando a língua sobre eles.
- Ah...
- Mm... - ouviu-o gemer suavemente.
Ela o beijou de novo, enquanto ele delicadamente apertava sua cintura, sua mão direita descendo...
- Ohh! - ela gemeu, assim que sentiu a mão direita dele esfregar a frente de sua calcinha molhada.
Ele interrompeu o beijo, levantou um pouco e ajudou-a a tirar a calcinha.
Dana estava sorrindo tolamente. Toda a situação estava deixando-a incrivelmente excitada. Justo Egon estava em sua cama, seduzindo-a loucamente. Seus olhos estavam nublados e ele estava olhando maliciosamente para ela. Deus...
Ele abaixou a cabeça e beijou-lhe o osso do quadril, a frente de suas coxas e ao redor do umbigo. Respirando profundamente, ele começou a lamber suas encharcadas partes íntimas.
- Ohh!
Ele era lento no início, mas ele ficou mais rápido logo, chupando suas dobras e seu clitóris insanamente.
- Oh, Deus!... Oh, Egon!
Ele estava concentrado e sabia exatamente quando lamber e quando chupar e onde...
- Ohhhh! - ela gemeu, seu clímax passando por ela como uma volta de montanha-russa.
- Oh... Dana, você é extraordinária...
Ela respirou fundo algumas vezes, sorriu um sorriso sem vergonha e disse, apontando para sua roupa de baixo:
- Tira isso, Dr. Spengler...
Ele riu e começou a tirar a roupa de baixo.
Ela levantou a sobrancelha esquerda e seu queixo caiu. O homem era, de fato, tão massivo quanto ela sentia que era. Não exatamente grosso, mas *longo*. Uau.
Ele ficou em cima dela novamente e ela o guiou para dentro dela.
- Oh! - ele gemeu, enquanto sentia os delicados dedos dela ao redor de seu membro. Isso a excitou também. Céus!
- Ohhhh! - ela gemeu com ele, sentindo o atrito de seu membro contra suas dobras sensíveis.
Ele a provocou a princípio, mal penetrando-a, lubrificando-se com seus fluidos, deixando-a indócil.
- Mmm...
- Nnnngh!...
Beijando-a profundamente novamente, ele penetrou-a por inteiro, gemendo através do beijo.
- Mmm! - ela gemeu também, sentindo seu membro profundamente dentro dela.
- Ah... - ele gemeu, quebrando o beijo.
- Ohhh!
- Ah, Dana...
Dana estava perdendo a cabeça. O homem era lânguido, cuidadoso.
- Oh, Egon...
E ele era sensível, atencioso. Nas outras duas vezes que eles estavam juntos, eles tinham... bem... fodido. Desta vez ele estava fazendo amor com ela. Sentia-se como se fosse a única mulher do mundo.
Ele não tinha pressa; estava dando-lhe sua atenção indivisa, acariciando-a, beijando-a. Ela estava ficando cada vez mais inflamada.
Ele então ficou mais enérgico, penetrando-a com mais força, atingindo o ponto que ele sabia que a arrebataria, olhando profundamente em seus olhos.
Os dele estavam escuros e nebulosos de desejo e sua respiração tornou-se cada vez mais irregular.
- Ah... oh...
Dana estava agora se debatendo na cama, uma enorme onda de orgasmo cobrindo-a enquanto ele se aliviava dentro dela.
- OH, EGON!
- Ahh!
Ele a penetrou mais algumas vezes, liberando o que restava nele.
- Ah...
- Oh... Deus...
Ele sorriu preguiçosamente para ela e ela o beijou ternamente. Deitado do outro lado da cama, ele exalou alto.
Dana estava atônita. De onde tinha vindo esse amante magnífico? Egon era um cientista muito comedido, não um perito em seduzir mulheres!
Ela olhou para seu lado e ele tinha as mãos atrás da cabeça, os olhos fechados. Ele abriu-os e sorriu um sorriso doce para ela, aquelas covinhas adoráveis aparecendo.
Ela chegou à conclusão de que com ou sem o lodo emotivo, ela estava absurdamente atraída por ele. E isso fez com que ela pensasse o impensável...
...ele era melhor do que Peter.

FIM
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