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 For Pete's sake

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MensagemAssunto: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 3:56 pm

Título: For Pete's sake
Autor: strawberriesapples
Shipper: (principal) Mike/Lady Pleasure
Gênero: Drama
Censura/Classificação: R pesado
Capítulos: 8
Nota: História passada no universo do filme Head
Resumo ou uma promo: Peter e seus amigos são convidados para uma *festa* e ele acaba *se divertindo* demais... e seus excessos levam a consequências perigosas.





 
- Ei, Peter!
- E aí, Mark? Você conhece o pessoal!
- Ei!
- Oi!
Peter e seus amigos estavam numa festa na casa de um amigo. Ele era mais amigo de Peter e um mero conhecido dos outros. Ele também tinha vindo de Nova York e ele tinha feito sucesso também.
Bem, com uma pequena ajuda de... seus pais.
A festa estava rolando há algumas horas quando eles chegaram e estava bastante cheia. Havia pouca comida, mas havia muita bebida. E outras substâncias. O amigo de Peter, sendo rico, sabia sobre os "bons" negociantes e as "coisas" boas. Ele também tinha pagado a polícia local para que não... perturbassem a festa.
Ele tinha um cigarro longo, grosso, enrolado à mão em sua mão, com um cheiro pungente, que entregou a Peter.
- Olha isso aqui cara, isso é muito bom!
Ele deu uma tragada e deixou a fumaça encher os pulmões, sentindo seus sentidos sendo intensificados logo depois.
- Uau... é da boa mesmo...
Ele passou o cigarro para Mike, que estava atrás dele. Ele imitou seu amigo.
- Ohh... - ele gemeu, depois de se sentir um pouco relaxado. Ele passou o cigarro para Micky, que o pegou como uma criança atrás de um pirulito.
- Oooh... - ele gemeu também, sorrindo um sorriso bobo e passou para Davy, que fez o mesmo que seus amigos.
- Uau, isso é muito bom! Onde você conseguiu? - Perguntou ele ao anfitrião da festa.
- Eu tenho os meus contatos... - respondeu ele.
- Oooh, isso é bom... - Micky tinha tomado outra tragada no cigarro.
- Não cata o baseado todo, Micky! - Disse Davy.
O amigo de Peter riu e se virou para ele.
- Peter, vem cá. Quero apresentá-lo a algumas pessoas...
- Ah, é?... - ele saiu com seu amigo.
Enquanto isso, duas loiras atraentes tinham visto o inglês baixinho e correram em direção a ele.
- Davy!
- Davy!
- Olá, senhoritas...
Ele se juntou a eles, deixando seus dois amigos para trás.
- Bem, tudo o que resta pra gente fazer é se mistur- oh...
Mike tinha notado seu amigo já conversando com uma morena bonita, que estava sorrindo para ele.
- Oi, como vai você?...
- Bem...
- Isso é o que sobrou pra eu fazer. - Concluiu.
Ele subiu as escadas e se arrastou por entre a multidão e subiu as escadas. Era uma visão decadente, com pessoas desmaiadas no chão, bêbadas, outras estavam altas demais e outras estavam... apenas fora de si.
Entre essas pessoas, havia casais se beijando, abraçando, brigando e praticamente... transando.
Mas ele estava muito chapado para prestar atenção. Ele só olhou para aquelas pessoas casualmente.
Ele finalmente chegou ao segundo andar e estava andando distraidamente quando ele esbarrou em alguém.
- Eii! Olha por onde anda, seu filho da... puta merda...
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:02 pm

Era ela. Muito bêbada e desgrenhada, mas era ela. Aquele cabelo avermelhado longo, os olhos azuis e aquele corpo elegante e sensual só poderiam pertencer a ela. Ele exalou alto, seus jeans começando a ficar desconfortáveis.
Ela caminhou em direção a ele, deixando cair o copo de qualquer coisa que ela tinha em sua mão e colocou os braços ao redor dele, atacando sua boca ao mesmo tempo.
Eles arrastaram-se para um quarto nas proximidades. Já havia um casal nele, se beijando.
- Fora!
- Sai!
O casal ficou assustado e saiu. Eles começaram a se beijar outra vez contra uma das paredes.
- Mm... Eu não acredito que você tá aqui. - ela disse.
- E quem você acha que tá apertando sua bunda? - Ele respondeu, sarcasticamente.
- Idiota!
- Piranha!
- Mmm...
Ela chupou o lábio inferior dele, amando a sensação dos deliciosos lábios dele nos dela novamente.
Ele levou a mão direita para a frente da sua calcinha. Ela estava molhada, obviamente.
Ela gemeu através do beijo e imitou suas ações. Ele ficou ainda mais excitado com isso.
- Mmm... - ela gemeu baixinho, interrompendo o beijo - Quando é que eu vou sentir esse seu pau enorme dentro de mim de novo?
- Só depois que você me chupar - respondeu ele, cinicamente, olhando profundamente em seus olhos.
Ela mordeu o lábio inferior e começou a descer. Ele desfez o cinto e as calças. Ela puxou-as para baixo, junto com sua roupa de baixo.
Seu membro duro apontou para frente e ela lambeu os lábios. Olhando para ele com um sorriso safado, ela lambeu seu membro, fazendo-o gemer.
- Oh...
Ainda sorrindo, ela sacudiu sua língua na ponta, provocando-o.
- Porra, chupa logo! - Ele gemeu.
Ela riu, e foi o mesmo riso zombeteiro que ele ouviu a primeira vez que se encontraram. Sentindo-se um pouco irritado, ele agarrou o cabelo na parte de trás da cabeça dela e empurrou seus quadris em direção a sua boca, fazendo-a envolver seu membro com a boca.
- Mmm! - Ela gemeu - Que porra é essa?! - Ela perguntou, com a boca fora de seu membro.
- Para de me provocar, porra!
- Mmm... alguém está ansioso... - brincou ela.
- Quanto mais você demorar pra me chupar, mais tempo eu vou levar pra te foder... sua escolha...
Ela sabia que ele não estava blefando. Ele já tinha dito que ia transar com ela depois que ela chupasse seu membro.
Ela prontamente levou a boca em torno dele e começou a chupar.
- Ohhh... isso... - ele gemeu.
Ela rodou sua língua ao redor de seu membro, lambeu e chupou-o novamente, o mais forte que podia.
- Ahhh... porra... porra! - Ele gemeu.
Ela deixou seus dentes arranharem-no, sorrindo. Ela estava tentada a mordê-lo, mas ela sentiu que ele não ia transar com ela se ela fizesse isso.
Ele inalou por entre os dentes, gemendo.
Ele estava empurrando em sua boca agora, ansioso para ter o seu alívio iminente.
Quando ela sentiu que ele estava perto de seu alívio, ela tirou-o da boca.
- Ahhhh! Porra!!! - Ele gritou, um jato quente de esperma batendo na parede.
- Porra, Michael...
Ele deu um sorriso preguiçoso, antes de sentir sua boca ser atacada novamente.
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:03 pm

Ele tirou dela o vestido e empurrou-a para a cama, atirando-se sobre ela, rasgando seu sutiã.
- Por que diabos você sempre destrói a minha roupa de baixo? - Ela perguntou, sem fôlego.
- Porque não dá tempo de tirar, porra! - Ele disse logo antes de lamber e chupar seus seios.
- Oooohh! - Ela gemeu. Ela adorava sentir aqueles lábios em seu corpo. Por toda parte.
Ele desceu, ainda lambendo ela, estranhamente apreciando o gosto de sua pele.
Chegando à área abaixo do umbigo, ele sorriu maliciosamente.
Dando-lhe um olhar malicioso, ele rasgou a calcinha também.
- Ahhh! Vou querer uma nova!
- Cala a boca! - Ele disse, lambendo avidamente em suas partes íntimas.
- Ahhhh!!!
- Mmm...
- Uuuh... porra...
Ele enfiou a língua dentro dela, agitou-a em seu botão sensível e chupou sua carne.
- Ahhh... isso! Oh!
Ele deixou seus lábios carnudos roçarem em sua pele sensível e ela sentiu-se ainda mais excitada.
- Ohh, Michael!!!
Ele sorriu e continuou chupando-a como um louco, sentindo o prazer de ouvir seus muitos gemidos, juntamente com o seu nome.
- Ah, porra, eu vou gozar!
- Mmm...
- Aaaaaaaghhhh!
Ela teve um clímax incrivelmente satisfatório. O idiota tinha uma língua mágica...
***
- Mark! Mark!
- Peter! Ei, cara!
- Cara... Eu tou com sono... seu troço bom me deu sono...
- Haha!
- Eu preciso de algo para me acordar, cara! Diz que você tem alguma coisa!
- Cara... se eu te conheço... você fica na boa; Fica, sim...
Peter sorriu. Ele estava incrivelmente sonolento e relaxado. Não ia dar pra ele aproveitar a festa assim. Ele precisava de um estimulante. Um rápido. E do bom. Pílulas não iam adiantar. Ele precisava de algo mais forte...
Mark abriu um pequeno armário em um banheiro e entregou a Peter um envelopezinho. Ele abriu a mão e olhou para ele.
- ...Pó?
Mark apenas sorriu. Peter o cutucou e saiu.
Ele se sentou em um canto, tirou uma caneta Bic do bolso, tirou a tampa, a tampinha de baixo e o tubo de tinta.
Uma mulher chegou perto dele.
- O que você tem aí, Peter?
- Ei, Lynn, querida. Quer dividir um pouco de pó comigo?...
- Não, eu não gosto desse troço... Mas eu gosto de você... - Disse ela, beijando seu rosto.
- Sim, bem, eu não vou ser de muita utilidade pra você, a não ser que eu... me anime um pouco...
- Mm... Como eu posso te ajudar, então?
- Mm... Eu sei como você pode ajudar...
Ele puxou a blusa para baixo, expondo seu sutiã.
- Oh!
- Você poderia me emprestar seus seios, senhora? - Ele perguntou, brincando.
Ela riu. Ele riu também. Ela terminou de tirar a blusa.
Ele abriu o envelope, despejou o pó em cima de um de seus seios em uma linha, enfiou o tubo de caneta em uma de suas narinas e aspirou a linha.
Ele fechou os olhos com força e tossiu um pouco, apertando o nariz.
- Uau, isso é bom...
- Ugh... - A mulher limpou o peito com a mão.
- Deixa que eu te ajudo... - Ele disse, lambendo o seio.
- Uuuh... - ela gemeu.
Ela tirou o sutiã e ele levou a boca para o outro seio. Ela foi ficando cada vez mais inflamada.
Ele então beijou-a freneticamente. Ele levou a mão à frente de sua calcinha e começou a esfregar.
- Mmmm...
Ela interrompeu o beijo e tirou sua calcinha, dando-lhe um sorriso malicioso. Ele sorriu de volta.
- Agora é a minha vez de usá-lo... - disse ela.
- Abuse de mim, baby...
Ele logo desfez suas calças e puxou sua cueca para baixo, puxando-a para seu colo.
- Ai, meu Deus! - Ela gemeu, sentindo suas úmidas partes femininas em volta do membro rígido dele.
Ele riu e beijou-a, gemendo baixo, os movimentos dela e o efeito da droga deixando-o cada vez mais louco a cada minuto...
***
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:05 pm

Mike subiu pelo corpo da mulher com os lábios, chupando seus seios novamente. Enquanto mordiscava suavemente em um mamilo, ele a penetrou, a sensação de seu membro enorme dentro de sua entrada molhada deixando-o louco.
- Ahhhh! - ela gritou.
Ele olhou para ela, seus olhos castanho claros, agora meio vermelhos, escuros de desejo. Ele estava respirando pesadamente, com a boca entreaberta.
Ele metia nela com força, prendendo seus braços no colchão.
- É isso que você queria...? - ele perguntou a ela, sem fôlego.
- Sim! Ah, sim! Me fode!!!
- Você gosta disso, né?...
- Sim!
- Você gosta de sentir o meu pau grande dentro da sua... nnngh... porra...
- SIM!!! Ohhhh!
Ele metia nela, perdendo o controle a cada segundo.
- Ohhhh, Michael!!!
- Ah, porra!!!
- Ahhhhhhh!
- Ohhhhh!
Ele teve o seu alívio dentro dela, desabando sobre seu corpo.
- Oh... Agora essa droga dessa festa tá melhorando... - comentou ela, enquanto recuperava o fôlego. Ele riu.
Ele se levantou de repente e procurou algo no bolso da camisa.
- Tem um isqueiro? - ele perguntou.
- O que?
Ele se jogou de volta na cama, em cima dela, abrindo a gaveta de uma mesa de cabeceira.
- Ai! - reclamou ela.
- Ahá! - ele disse.
Ele pegou um isqueiro da gaveta e saiu de cima dela, acendendo o resto do baseado que dividiu com seus amigos antes.
Ele deu uma tragada, inalou a fumaça, gemeu baixinho e passou o cigarro para ela.
Ela fez o mesmo.
- Onde você conseguiu isso? - ela perguntou.
- Com o amigo do Peter...
- Oh...
Ela devolveu-lhe o cigarro e ele deu uma última tragada.
- O filho da puta sabe quem tem da boa... - comentou ele.
Ela começou a rir. Ele riu também, a mente em uma névoa...
***
O sexo e o efeito da droga fizeram Peter se sentir eufórico. Ele estava ficando maníaco. Ele precisava de mais. Levantou-se, puxou as calças para cima e se afastou.
- Peter, aonde você vai?
- Eu volto já.
Ele caminhou sem rumo, com o coração acelerado, tentando encontrar o banheiro onde Mark tinha encontrado o pó.
Ele finalmente encontrou-o e olhou no armário. Erva, bala, sedante, pó... Viu um vidrinho com um líquido transparente nele. No rótulo estava escrito "speed". Ele freneticamente procurou uma seringa e uma agulha, e encontrou-os, juntamente com uma borracha. Nervosamente rasgando o pacote, ele afixou a agulha no tubo e abriu o vidrinho. Colocando a agulha dentro do vidro, ele puxou o êmbolo, enchendo a seringa com o líquido.
Com a mão direita trêmula, ele tentou amarrar o tubo de borracha em torno de seu braço, sem sucesso.
- Porra! - Queixou-se.
Respirando fundo, ele tentou novamente, e desta vez, ele tinha uma mão mais firme. Ele finalmente amarrou a borracha em torno de seu braço e abriu e fechou a mão por alguns segundos.
Encontrando a veia, ele cautelosamente injetou a agulha nela, empurrando o êmbolo, esguichando o líquido dentro.
Ele tirou a agulha do braço com cautela, jogou a seringa de lado e se sentou no vaso sanitário, respirando profundamente. Ele olhou para a lâmpada no teto e parecia uma bola de fogo. Ele tinha que sair dali.
Ele saiu do banheiro a passos erráticos, com o coração acelerado; seu suor, frio. Parecia haver um mar de gente na frente dele, as mãos como ondas, puxando-o para baixo.
- Peter! Eu estava procurando por você!
Ele olhou para a pessoa que o chamou. Uma mulher. Morena. Lynn?
- Peter, querido! Nós queríamos saber onde você estava...
Desta vez, parecia ser uma mulher loira. Ele estava lentamente perdendo controle de onde ele estava...
As mulheres o fizeram sentar-se e, enquanto a loira o beijava avidamente mas lentamente, a morena abria as calças dele, puxando-as para baixo, juntamente com sua roupa de baixo, levando a boca para seu membro inconscientemente rígido...
***
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:05 pm

Depois do ataque bobo de risos, Leigh de repente notou de novo quem estava ao lado dela. Olhando casualmente para seu corpo nu, ela viu que ele estava duro novamente. Nossa!
Ela atacou sua boca mais uma vez, levando a mão ao seu membro. Ele respondeu com avidez.
- Porra, Michael... você é um garanhão...
- Um garanhão no qual você ama montar, né?... - Disse ele, apertando os seios dela e lambendo seu pescoço.
- Uuuh, com certeza...
Ele riu e ela ficou em cima dele, encaixando-se em seu membro duro.
- Ahhh... - ela gemeu.
Ela movia-se para trás e para frente, o atrito de seu longo e grosso membro fazendo-a se sentir arrepiada.
Mike estava amando o que estava vendo também; os seios dela balançando ligeiramente, aquele olhar de extremo prazer em seu rosto e sua boca semi-aberta, gemendo incessantemente.
- Oooh, meu Deus...
- Isso...
Ela começou a se mover mais rápido, suavemente arranhando o peito dele... Ele inalou pelos dentes.
- Ahh... - ele gemeu.
***
- Ohhh, Peter!!!
- Ahhhh!
As duas mulheres em cima de Peter tiveram um clímax muito gratificante, trazendo-o junto com elas. As drogas tinham aumentado seu apetite e energia sexual e ele estava mais excitado do que nunca.
- Ooh, uau... - ele exalou.
De repente, ele revirou os olhos e deslizou pela parede. Ele começou a tremer todo. As mulheres olharam incrédulas. Uma colocou a mão em sua testa e viu que ele estava muito quente.
- Oh, merda...
- Ele está tendo um ataque ou algo assim?
Muitas pessoas vieram ver o que estava acontecendo; uma delas, o anfitrião da festa.
- Oh, droga...
Ele saiu para procurar os amigos de Peter.
Ele encontrou Davy aos beijos com uma das duas loiras que ele viu no início da festa, que tinha sua mão dentro das calças dele.
- Jones! - Mark cutucou-o.
- Ei! Nós tamos ocupados aqui! - Davy reclamou.
- Eu acho que o Peter tá tendo um ataque.
- Ah, merda... - Davy pensou em voz alta.
***
Ele encontrou Micky atrás de uma nuvem de fumaça, chorando de rir com um grupo de meninas perto dele.
- Micky!
Ele não respondeu. Ele estava muito ocupado rindo e apalpando as moças.
- Micky!! Você quer...
Ainda sem resposta. Davy estava ficando com raiva.
- GEORGE MICHAEL DOLENZ, VOCÊ QUER SAIR DAÍ, PORRA?!
- O que? - Ele finalmente respondeu.
- Anda logo, cara. O Peter tá mal.
- Mal?
- Ele tá tendo uma convulsão!
- Ah, merda...
Micky puxou as calças para cima e saiu do seu pequeno harém.
- Quem é George Michael Dolenz? - Uma das garotas perguntou.
- Certo, eu vou ver como ele tá e você vai encontrar o Mike.
- Certo!
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:06 pm

Davy foi para onde estava Peter e a visão de seu amigo quase o fez querer chorar. Ele estava tremendo todo, babando um pouco.
- Chama a porra da emergência!!! - Ele gritou para ninguém em particular.
- Estou tratando disso! - Disse alguém lá, com um telefone em sua mão.
***
- Ohhh! Oh, Michael!!!
- Isso!
- Ohhhh!! Porra! Porra! Porra!
- Porra!
- Ahhhhhhh!!!!
- Oh...
Leigh desabou em cima de seu parceiro, exausta. O idiota tinha uma resistência eterna...
- Oh, Deus...
- Ufa...
Ela deu-lhe alguns beijos e levantou-se lentamente. De repente, ouviram a porta sendo escancarada.
- Mike!
Ele olhou para a porta e ela se virou, sorrindo para Micky, que sorriu de volta.
- Micky?! O que você quer, porra?
- Dá pra parar de foder ela por três minutos?
- Merda, o que aconteceu?
- É o Peter. Ele não tá legal.
- O que?
- Ele tá inconsciente, cara, vem logo!
- Oh, merda...
Ela saiu de cima dele e recolheu suas roupas.
- Peter... é o louro, certo?
- Sim...
- Espero que ele melhore logo...
- Valeu. Ei - ele começou depois de colocar suas roupas - foi bom enquanto durou, né...?
- Como sempre...
Ele sorriu e ela sorriu de volta. Ele a puxou para um último beijo e deu um tapa em seu traseiro.
- Até mais. - ele disse.
- Tchau, Michael...
Mike desceu para onde seus amigos estavam e a visão o assustou.
Lá estava Peter, tremendo incontrolavelmente, suando como louco, uma linha de saliva descendo por seu queixo.
Ele nunca tinha visto Peter tão vulnerável em sua vida.
- Oh... Peter, seu porra-louca... - ele murmurou.
Eles ouviram a sirene de uma ambulância e logo depois, os paramédicos estavam dentro da casa.
- Com licença! - Disse um deles.
Ele e o outro médico pegaram Peter com cuidado e colocaram-no em uma maca.
- Este homem teve uma overdose de alguma droga.
- Ele vai ficar bem, doutor? - Davy perguntou.
- Nós vamos ter que ver como ele está primeiro, filho.
Um dos médicos enfiou uma agulha no braço de Peter com um sedativo. Ele gradualmente parou de tremer.
- Vamos. - ele disse.
- Ei, espera um minuto! Nós viemos com ele, nós vamos com ele! - Disse Mike.
- Quem são vocês?
- Somos... nós somos amigos dele. - Micky disse, um pouco envergonhado.
- Tudo bem, vocês dois podem vir.
- Ahn... três. - Disse Davy.
- Está bem.
Eles saíram e foram para a ambulância, os três sentados em um banquinho dentro dela.
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:07 pm

A viagem foi muito quieta. Todos eles tinham coisas a dizer, mas decidiram por não o fazer.
Quando chegaram ao hospital, os médicos levaram Peter às pressas para a UTI. Seus amigos olharam um para o outro com olhares preocupados em seus rostos.
Eles se sentaram em um banco do lado de fora da unidade de terapia intensiva e depois de alguns momentos de silêncio, Davy começou:
- Gente, eu tou preocupado.
- Nós todos tamos, Davy.
- Não, quero dizer, eu nunca vi o Peter assim.
- Nem eu...
- Ele parecia muito mal...
- O que é que a gente vai fazer?
- O que?
- E se... se alguma coisa acontecer com o Peter, nós...
Mike de repente sentiu náuseas. Sua pressão caiu e ele sentiu vontade de vomitar.
- Oh, merda... - Micky pegou uma lata de lixo e entregou a Mike, que vomitou dentro dela.
- Você está bem?
- Tou sim... - ele mentiu.
- Gente...
- O que?
- O que é que a gente vai dizer à Sra. Tork?
A porta se abriu e pergunta de Micky parecia pesar uma tonelada em suas cabeças.
- Como ele está? - Mike juntou coragem e perguntou.
- Ele está dormindo. Nós fizemos uma lavagem estomacal para remover a quantidade excessiva de drogas.
- Ele está bem?
- Na medida do possível, sim.
Eles sorriram, aliviados. Eles realmente não sabiam o que iam fazer se algo acontecesse com seu amigo.
- Podemos vê-lo?
- Sim. Mas só por alguns minutos. Ele realmente precisa descansar.
- Obrigado, doutor.
Eles entraram e encontraram Peter, que dormia pacificamente em uma maca, uma expressão serena no rosto.
- Oh, Pete...
- Você deixou a gente preocupado, seu idiota!
- Você vai sair daqui logo...
- Peter... seu filho da puta... – Mike começou, em voz baixa.
Davy e Micky trocaram um olhar preocupado...
- Nós quase morremos de preocupação, desgraçado! - Mike repente gritou.
- MIKE!
- Para com isso!
- Ou nós vamos ter que pedir ao médico para sedar você também!
Davy e Micky seguraram-no pelos braços.
- Me larga! - Disse ele, lágrimas de raiva escorrendo pelo rosto.
Ele deu uma última olhada em Peter e se afastou. Os outros seguiram-no.
Eles agradeceram ao médico mais uma vez, que disse que Peter estaria acordado no dia seguinte (bem, algumas horas a partir de então) e que eles poderiam vê-lo.
Mike, Davy e Micky foram para casa, mas nenhum dos três conseguiu dormir. Eles estavam muito preocupados.
Quando chegou perto do meio-dia, os três tomaram um banho e foram para o hospital.
- Mike, comporte-se! - advertiu Micky. Ele apenas deu a seu amigo um olhar enojado.
- Boa tarde. - Davy disse à enfermeira recepcionista assim que eles chegaram ao hospital.
- Estamos aqui pra ver um amigo.
- Qual o nome dele?
- Peter. Tork.
Ela abriu uma gaveta de um arquivo e começou a procurar a ficha de Peter.
- Tork... Tork... Oh! Ahn... - disse ela, virando-se para os três Monkees - só um minuto.
Ela desapareceu dentro de uma sala e os amigos de Peter trocaram olhares apreensivos.
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MensagemAssunto: Re: For Pete's sake    Sab Maio 28, 2016 4:08 pm

A enfermeira voltou com um médico. O da noite anterior.
- Boa tarde, senhores.
- Olá, doutor.
- Podemos ver o Peter agora?
- Sim. Mas sejam gentis, por favor. - Ele tinha ouvido Mike gritando na noite anterior - Ele está no quarto 304.
- Obrigado, doutor!
Eles subiram e viram o quarto. 304. Estava fechado. Eles abriram a porta com cuidado e entraram.
- Peter?
Peter viu Micky e sorriu.
- Ei, você tá acordado!
- Ei, cara! Como você tá se sentindo?
Peter fez um gesto de "mais ou menos" com a mão.
- Então, Peter... é bom estar aqui? - Mike perguntou, com um estranho tom feliz.
- Mike... - Davy avisou.
- Você sabe... deve ser tão refrescante, te dão de comer, você fica olhando fixamente para o teto branco... se bem que, o povo te dá drogas o dia todo, você deve ver umas coisas muito doidas no teto! - vazava sarcasmo da voz de Mike. Peter tinha um olhar um pouco assustado no rosto.
- Mike, para com isso! - Disse Micky.
- É, o Peter não precisa disso agora! - Davy complementou.
- Pessoal... - Peter finalmente falou.
- O que, Pete?
- O Mike tá certo.
- Não, Pete, ele tá só falando merda!
- Cala a boca, Mike!
- O que em nome do céu infinito você tava pensando?! - Mike perguntou, sua voz mais alta.
- Foi... só... um impulso...
- Ah, é, a sua impulsividade nos custou a nossa própria sanidade!
- Eu... Eu sinto muito.
- Nós pensamos que... nós fôssemos perder você, seu idiota... - disse ele, com a voz embargada, os olhos cheios de lágrimas.
Davy e Micky ficaram surpresos. Eles nunca tinham visto seu companheiro mais velho tão emocionado e sério.
Peter teve a mesma reação, os olhos marejando também.
- Desculpa. - Ele finalmente disse.
Mike olhou para baixo, meio envergonhado com sua reação. Peter ficou olhando para ele e Davy olhou para Peter.
Depois de alguns minutos de silêncio tenso e estranho, Micky finalmente falou.
- Ahn... Pete, a gente vai pegar um café... mais tarde a gente volta, ok?
Peter fez que sim com a cabeça.
- Vamos, gente - Micky disse novamente, olhando especialmente para Mike.
Seus amigos o seguiram e fecharam a porta silenciosamente.
Peter olhou para o teto, pensando no que Mike havia dito. Eles pensaram que iriam perdê-lo.
E se eles o perdessem?
Mas ele tinha lágrimas em seus olhos...
Ah, foi por causa do calor do momento. Ele estava provavelmente cansado também.
Ele sentiu que era um peso para os Monkees. Eles iriam apagar todo fogo que ele começasse? Eles não precisavam de um viciado imprudente e suicida.
Talvez eles ficassem melhor sem ele...


FIM
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