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 The kind of girl I could love

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MensagemAssunto: The kind of girl I could love   Ter Abr 26, 2016 6:55 pm

Título: The kind of girl I could love
Autor: strawberriesapples
Shipper: Mike/Toby Willis
Gênero: Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: 5 (+ epílogo)
Nota: A Tem água? se encaixa nessa história; estaria entre a parte 1 e a 2.
Resumo ou uma promo: De uma casual amizade a uma paixão avassaladora entre a editora-chefe da revista Chic e o amuado texano...



Parte 1
Apple pie on the window still warm

 
- Boa tarde.
- Boa tarde!
- Você poderia dizer à senhorita Willis que Michael Nesmith está aqui para vê-la?
- Certo!
Michael estava na revista Chic novamente para falar com a agora editora-chefe, Toby Willis sobre aquela retração. Ela tinha ficado um pouco chateada depois dos Monkees terem arruinado a cerimônia de premiação e Chic ter perdido alguns de seus patrocinadores. Agora que ela era a editora-chefe, ela teve um pouco de dificuldade para recuperá-los. Mas ela tinha os conseguido de volta e realmente não havia razão para ficar chateada com a banda, afinal de contas, eles foram injustiçados.
Ele cumprimentou a secretária e pediu para ver Toby.
- Com licença, senhorita Willis? - A secretária tinha entrado em seu escritório.
- Sim?
- Há um Sr. Nesmith para vê-la...
- Oh! Mande-o entrar, por favor.
- Está bem.
A secretária disse a Michael para entrar e saiu do escritório, observando-o. Ele era um homem muito bonito...
- Senhorita Willis...
- Sr. Nesmith...
Ele ironicamente saudou-a com um aperto de mão e riu.
- Então! Qual é o papo, Toby?
- Vamos fazer um outro artigo, sim.
- Ótimo!
- Na verdade... Michael, você está livre para o almoço?
Ela estava com fome. Era meio dia e meia e ela estava morrendo de fome. Neste momento, ela estava saindo para o almoço. Se ele queria falar com ela, ele seria inteligente e iria com ela.
- Claro!
Oh, ele disse sim! Bem, bom para ele!
- Venha comigo, então.
Eles foram para um lugar aconchegante perto do escritório. Era simples, mas não muito. Eles chegaram lá e pediram a comida de uma vez. Eles começaram a conversar, uma vez que tinha um pouco de comida em seus estômagos.
- Olha, na minha opinião, tem que haver um controle de danos.
- Eu concordo!
- Vocês são uma banda divertida e as pessoas precisam saber isso!
- Certo!
- Vocês são talentosos...
- Somos!
- ...E acessíveis!
- Espera um minuto. Defina acessível.
- Vocês tocam em clubes! Vocês tocam em restaurantes! Vocês não são exigentes!
- Não podemos nos dar ao luxo de ser exigentes! Na verdade, não podemos nos dar ao luxo de nada...
- Está vendo? É por isso que vocês precisam de exposição!
- Espere! Defina exposição.
- O que?
- Tou brincando! - Ele disse, com um sorriso bobo.
Ela sorriu conscientemente.
- O que você diz?
- Bem... posso dizer uma coisa boa que saiu do artigo anterior e todo o fiasco do prêmio?
- O que?
- Fizemos mais shows depois daquilo.
- Sério?
- Sim... Ridículo, mas você sabe, má publicidade ainda é publicidade...
- Soa como algo que Davy teria dito.
- Foi ele quem disse isso.
- Haha!
- Mas ainda assim! Eu não concordo com isso! Nós ainda temos necessidade de retração!
- Você vai ter, quando terminar de ouvir as minhas ideias e disser sim!
- Fale comigo, querida.
Ela apresentou suas ideias e ele ouviu atentamente. Ele não podia dizer sim imediatamente, porque ele tinha que falar com seus amigos primeiro. Mas ele assegurou-lhe que eles iriam concordar, eram ideias excelentes.
Ele caminhou com ela de volta para a revista e agradeceu-lhe pela refeição.
- Foi muito legal da sua parte.
- Ah, que nada. Eu precisava comer e conversar. Problema resolvido.
- E eu precisava ouvir e... comer. Não podemos pagar nada, lembra?
- Haha! Pobres meninos!
- Obrigado. Sério!
- Não foi nada.
Ele sorriu e beijou as costas da mão dela, tomando-a de surpresa.
Este poderia ser o começo de uma relação muito interessante.
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MensagemAssunto: The kind of girl I could love - Parte 2: Coffee-flavored kisses   Ter Abr 26, 2016 6:56 pm

Parte 2
Coffee-flavored kisses

 
Trrrimmm!
- Revista Chic?
- Toby?
- Sim?
- É o Davy!
- Oh, oi!
- Ei, escuta, já que o novo artigo já saiu e tudo, nós queríamos comemorar, sabe.
- Isso é ótimo!
- E os rapazes e eu queremos te levar pra jantar.
- Oh... não precisa!
- Claro que precisa! Então, o que você diz? Sábado tá bom?
- Certo! Sábado!
- Às oito horas?
- Sim!
- Beleza! Até lá então!
O novo artigo parecia muito bom (os Monkees se sentiam como uma banda famosa já) e eles tinham a sensação de que Toby tinha algo a ver com o resultado final. Bem, eles achavam que ela tinha tudo a ver com o resultado final, então eles queriam agradecê-la por isso. Levá-la para jantar era um bom - e não muito caro - gesto e eles achavam que ela iria gostar.
***
Era sexta-feira à noite quando o telefone tocou e Micky atendeu.
- Alô?... Ah, oi, mãe... O que?! Você tá brincando?? ... Oh, meu Deus! Você tá bem?... Sim, eu vou pra aí! Bem, assim que eu puder.
Os outros estavam observando seu amigo, meio preocupados. Algo estava errado.
- Sim, ok... Graças a Deus... Claro, claro... Eu também te amo... E não se atreva a levantar, dona... Sim, tchau!
- O que aconteceu, Micky?
- Minha mãe...
- O que houve?
- Ela caiu e torceu o tornozelo. Meu pai tá trabalhando o dia todo, minha irmã tá na faculdade em São Francisco e... quem é o vagabundo preguiçoso?
- Ah, qualé, cara, você não é um vagabundo preguiçoso.
- Sou sim! Eu deveria estar lá para protegê-la em vez de esperar um trabalho cair do céu...
- Micky, larga esse sentimento de culpa e vai pra casa da sua mãe logo, vai!
- Obrigado, rapazes! Peçam desculpas à Toby, eu não vou poder ir amanhã!
- Pode deixar!
- Cuida bem da sua mãe!
***
No dia seguinte, Micky já tinha ido e... Peter não parecia muito bem. Ele estava deitado no divã lendo um livro.
- Ei, Peter?
- Sim, Mike?
- Está se sentindo bem? Você não quis tomar café, você não almoçou...
- Não tou com fome, só isso.
- Tem certeza de que tá bem?
- An-rã!
Michael decidiu deixar seu amigo em paz. Talvez ele tivesse uma dor de estômago e não estava realmente com fome. Enquanto isso, Davy chegou em casa da praia com um certo olhar em seu rosto.
- Ei, pessoal...
- Ei, Davy!
- Oi, Davy.
- O dia não está lindo?...
Michael e Peter olharam um para o outro com certos olhares em seus rostos. Tinha acontecido novamente. Eles praticamente podiam ver as estrelinhas em seus olhos. Ele estava encantado com alguma garota.
- Certamente que sim, Davy... - Peter disse, sorrindo.
- Primeira vez hoje, pelo menos. - Michael comentou, com um sorriso, ao verem Davy ir para a janela para ficar olhando para o mar.
Mais tarde naquele dia, Michael pegou Davy olhando-se no espelho, acabando de se arrumar.
- Davy? Ainda são seis horas. Você já tá pronto?
- Ahn... sim... - respondeu ele, com um olhar de culpa em seu rosto, ainda olhando para o espelho.
- Você fez...
- Hã... Eu tenho um encontro, Mike. - Disse ele, voltando-se para o amigo.
- Ah... Eu deveria saber! É a menina da praia mais cedo, não é?
- Como é que você sabe?
- Não é preciso ser um gênio pra descobrir, Davy...
- Eu sinto muito! Mas ela é tão legal e bonita...
Michael riu. Essa era a natureza de seu amigo. Ele amava as meninas e elas o amavam.
- Tudo bem, Davy. Divirta-se.
- Ei, obrigado! - Disse ele, sorrindo - Peça desculpas à Toby!
- Sim, ok...
- Ei pessoal? – eles ouviram atrás de si.
Era Peter, parecendo ainda pior do que antes.
- Peter!
- O que aconteceu, cara?
- Eu... Eu não estou me sentindo muito bem. Eu acho que não vou poder ir ao... oh!
Ele cobriu a boca com a mão e correu para o banheiro. Ele saiu minutos depois, parecendo desamparado.
- Foi algo que você comeu?
- Eu não sei...
- Vai deitar, Peter...
- Sim, é melhor eu ir...
- Melhoras, rapaz.
- Obrigado, pessoal. Ei, peçam desculpas à Toby!
- Certo!
Ele foi para seu quarto, com a cabeça abaixada.
- Pobre Peter...
- Parece que vai ser só você, Mike.
- Sim, aparentemente...
- Não vá assustá-la!
- Haha. - Ele disse sarcasticamente. Davy riu.
- Bem, eu já vou! - ele disse.
- Aproveite o encontro!
- Obrigado, companheiro!
Davy saiu e Mike foi ao banheiro para tomar um banho.
Vestiu-se casualmente. Calças pretas, as botas habituais e uma camisa azul marinho.
- Peter? - Disse ele, batendo na porta do quarto - Tem certeza de que você vai ficar bem?
Peter abriu a porta, ainda meio mal.
- Sim, podem ir. Ei, cadê o Davy?
- Ele saiu mais cedo. Ele tinha um encontro!
- Haha, só podia ser...
- É. Você vai ficar bem?
- Vou. Estou me sentindo um pouco melhor...
- Ótimo. Até mais!
- Tchau, Mike. Divirta-se!
- Como assim, "divirta-se"? É só um jantar!
Peter deu um sorrisinho e fechou a porta do quarto.
Passava um pouco das oito quando Michael chegou ao edifício de Toby. Ele apertou o botão do interfone para o apartamento dela.
- Sim?
- Toby? É o Mike.
- Oh, olá! Eu vou descer!
Ela desceu e ficou surpresa ao ver somente ele.
- Oi!
- Oi!
- Onde estão...
- Os outros? Bem... a mãe do Micky torceu o tornozelo e ele foi pra casa pra cuidar dela, já que nem a irmã nem o pai dele podem...
- Ohh, pobre mulher!
- Sim... O Peter ficou em casa porque tava passando mal...
- Ah, não!
- Sim, mas ele me disse que estava se sentindo melhor quando eu saí de casa.
- Que bom!
- Sim, e o Davy... tinha um encontro.
- Ha! Típico! - Disse ela, rindo. Ele também riu.
- Eles pedem desculpa.
- Aww, obrigada!
- Então, você está presa a mim... - disse ele, sorrindo.
- Eu não vejo isso como um problema... - ela retornou o sorriso.
Eles entraram no Monkeemóvel e foram para o restaurante. Era um lugar sofisticado.
- O Continental? Oh, Michael, você não tem que...
- Claro que eu tenho!
- Mas é muito caro!
- Toby, eu tenho dinheiro pra um jantar pra cinco! Provavelmente vai dar até pra sobremesa!
- Ohh...
- Vamos!
Ela estava incerta. O Continental era um restaurante muito caro e ela não queria que ele gastasse o seu pagamento suado com ela.
- Ahn... boa noite! Eu gostaria de... - Michael começou a falar com o maître d'.
- Robert! – ela se dirigiu a ele.
- Oh! Olá, Srta. Willis!
- Como você está?
- Oh, muito bem! E você?
- Ótima. Ouça, você poderia arranjar uma mesa para mim e para o meu amigo?
- Claro... venha comigo.
O homem foi em frente e Michael e Toby ficaram um pouco para trás.
- Você conhece ele?
- Sim... Lena Quagmeyer costumava almoçar aqui... e eu normalmente vinha com ela.
- Sério?
- Sim... Eu acho que ele se afeiçoou a mim.
- É... provavelmente porque você não é uma metida, esnobe!
- Haha!
- Você é sofisticada e diplomática.
- Oh... - ela sorriu timidamente.
- ...Que está presa a um caipira do Texas... - ele sorriu um sorriso auto zombeteiro.
- Oh, pare com isso, Michael. Estou muito feliz de estar presa a você... - ela sorriu maliciosamente. Ele devolveu o sorriso.
Eles pediram o jantar e conversaram sobre muitas coisas. A revista, a banda; eles contaram uns aos outros histórias familiares, histórias escolares e histórias pessoais. Eles conversaram sobre política e negócios. Ele ficou surpreso com o conhecimento dela sobre política. Ela ficou impressionada com o talento dele para negócios. Eles ainda comeram a sobremesa e tomaram café.
Ela insistiu em dividir a conta com ele, mas ele disse que não queria nada disso. Era seu convite - bem, dele e dos outros - e ele iria pagar.
Eles entraram no carro novamente e ele perguntou, provocando:
- Pra onde eu te levo agora?
- Pra casa! - Ela respondeu, sorrindo.
Eles conversaram bastante em seu caminho para o apartamento dela também. Sobre um assunto que, incrivelmente, mal tocaram no jantar: música. Ele ficou feliz em saber que ela gostava de jazz, tanto quanto gostava de rock and roll. Ela divertiu-se com os ídolos dele: cantores de música country.
- Bem, aqui estamos nós.
- Obrigada, Michael. Foi muito bom.
- Eu também acho. E sabe, eu estou meio feliz porque os outros não puderam vir.
- É?
- É, o Davy iria falar sobre a Inglaterra o tempo todo, o Micky faria qualquer coisa para fazer você rir, o Peter ia ficar quieto demais, a ponto de fazer você se preocupar com ele e eu não teria tempo pra conversar com você direito...
- Bem, quando você coloca dessa forma...
- E... se eles estivessem aqui, eu não ia poder fazer isso...
Ele segurou seu rosto e beijou-a. Foi um beijo doce e terno, seus lábios carnudos acariciando os dela.
Ele se afastou um pouco dela e sorriu. Ela deixou escapar um suspiro.
- Boa noite, Toby... - disse ele, sorrindo.
- Boa noite, Michael...
Oh, ela estava definitivamente feliz que os outros não tinham vindo...
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MensagemAssunto: The kind of girl I could love - Parte 3: Let's dance on   Ter Abr 26, 2016 6:57 pm

Parte 3
Let’s dance on


Trriiim!!
- Alô? - Mike pegou o telefone.
- Michael?
- Oi... - ele tinha reconhecido a voz da pessoa do outro lado da linha. Era Toby - Tudo bom...?
- Tudo... E você?
- Beleza...
- Ótimo! Escuta, ahn... tem esse novo clube na Rua Rose...
- O Orchid?
- É! E eu queria saber se... ahn... você queria ir lá...
- Claro!
- Ah! Legal! Sexta-feira tá bom?
- Às oito?
- Às nove...
- Às nove, então...
- Até lá!
- Sim... Tchau...
- Tchau tchau!
Toby era toda sorrisos. Ela andava querendo sair com Michael novamente por um tempo e já que ela era uma mulher de ação, ela decidiu chamá-lo para sair logo. Ele disse que sim! Ela mal podia esperar!
Enquanto isso, Michael ainda não tinha notado David e Micky olhando para ele com sorrisos bobos em seus rostos.
- Então... quem era ela?
- O que? - Michael disse com o cenho franzido.
- No telefone! Quem era ela?
- Uma garota...
- Humm... Será que Mike 'Ocupado-Demais-Com-A-Minha-Música-Pra-Pensar-Em-Garotas' Nesmith tem um encontro?
- Sim, Mike 'Sou-Um-Cara-Jovem-E-Saudável' Nesmith tem um encontro.
- Então, quem é ela? A gente conhece?
- Ela? De quem vocês tão falando? - Era Peter, voltando para casa da praia.
- Da garota do Mike!
- Sim, Mike tem um encontro, acredite ou não!
- Outro? Uau, Mike, eu fico contente que as coisas tão dando certo pra você e a-
Michael correu para onde seu amigo estava e cobriu a boca dele com a mão.
- Peter! Não.
- Mas...
- Peter! Você sabe quem é ela? - Disse Micky.
- Conta! - E David.
Peter olhou para Michael.
- Não, Peter.
- Ah, mas por quê?
- Porque eles vão me provocar infinitamente quando descobrirem. - Michael respondeu, apontando para seus dois outros amigos.
- A gente já não faz isso?
- Haha!
- Peter, não conta.
- Ah...
Peter olhou para Michael e depois para David e Micky. Ele estava em um dilema.
- Eu vou... Eu vou... Até mais tarde!!
Ele saiu correndo de casa. Michael olhou para seus dois amigos com um sorriso vitorioso no rosto.
- Você sabe que nós vamos fazer ele falar, né? - Disse Micky.
- É, é só uma questão de tempo... - Michael disse, derrotado.
***
Eram 20:56 quando Michael chegou ao apartamento de Toby. Ele tocou a campainha.
- Oi!
- Oi! Você está pronta para ir?
- Deixa eu só pegar minha bolsa.
- Certo!
Ela pegou sua bolsa e eles saíram.
- Eu ouvi falar muito bem do clube!
- Sim, eu também. Eu só espero que ele faça jus à fama!
Eles finalmente chegaram ao clube. Parecia muito moderno, com suas luzes e globos.
- Uau!
- Que legal!
- Não é?
Um rock rápido estava tocando e Michael puxou Toby para a pista de dança.
- Aah!
Ele a rodopiou e rapidamente acompanhou seus passos.
- Ei, você é um bom dançarino!
- Não...
- Claro que é!
- Oh, bem, talvez eu só aprenda rápido!
- Haha!
Eles dançaram mais algumas músicas quando uma melodia familiar alcançou seus ouvidos.
"Let's dance on, oh, baby, come on
Let's dance on, till the dawn, have fun till the music's all gone..."
- Ei!
- O que?
- Essa música!
- O que tem ela?
- É nossa! Essa música é nossa!
- Oh sim! E essa é... a voz do Micky, certo?
- Sim! Cara, espera só até os rapazes saberem disso!!!
- Quer contar pra eles agora??
- Não... - ele sorriu. Ela sorriu de volta.
- Você é um doce...
Eles se sentaram em uma mesa para descansar um pouco e pediram um refrigerante.
- Quem diria... a nossa música tocando em um clube...
- Isso é ótimo, Michael.
- Obrigado... - ele sorriu.
Ele falou sobre a banda e suas músicas. Ela ficou impressionada ao descobrir que ele era a pessoa que compunha as músicas, mas ela não se surpreendeu. Ela o achava muito inteligente. E amável, charmoso, bonito... sexy...
Outra canção rápida foi chegando ao fim e ela o chamou para a pista de dança novamente.
- Vamos voltar pra lá?
- Vamos!
"My love must be a kind of blind love... I can't see anyone but you...
Are the stars out tonight?... I don't know if it's cloudy or bright...
I only have eyes for you..."
Eles tinham seus braços em volta um do outro, movendo-se lentamente ao ritmo da balada lenta...
"I don't know if we're in a garden or on a crowded avenue..."
Ele olhou profundamente em seus olhos e beijou-a, devagar, com ternura, profundamente. Ela correspondeu, sugando o lábio inferior dele...
O beijo durou até o final da música. Ela gemeu quando ele se separou dela.
- Quer sair daqui? - Ele sussurrou em seu ouvido.
- Sim... - respondeu ela, meio sem fôlego.
Ele a puxou pela mão e para fora do clube.
- Então - ele começou quando eles entraram no carro - Pra onde você quer ir?
- Pra casa... - disse ela, brincando com seu cabelo - Mas só se você vier comigo...
Ele deu uma risada maliciosa e ligou o carro, pisando no acelerador.
Ele acelerou para o apartamento dela e eles entraram no elevador. Morrendo de vontade de se beijar outra vez, eles fizeram isso, ansiosamente, urgentemente, contra uma das paredes do elevador.
- Mm... - Ela gemeu baixinho quando ele interrompeu o beijo e desceu para seu pescoço.
O elevador chegou a seu andar e ela se atrapalhou com as chaves, sentindo os lábios macios dele na parte de trás do pescoço.
Ela abriu a porta e jogou longe as chaves, enquanto ele chutava a porta para fechá-la.
Abraçando-se apertadamente, eles se beijaram de novo, profundamente, enquanto tentavam chegar ao sofá.
Ele se jogou no sofá e ela caiu em seu colo, de frente para ele.
Beijando-o insanamente novamente, ela correu os dedos pelos cabelos dele, e ele segurou-a pela cintura.
Suas línguas se chocavam, e eles foram ficando mais excitados um com o outro enquanto os beijos se aprofundavam.
Os lábios carnudos dele acariciavam os dela e ela mordeu seu lábio inferior, fazendo-o rir.
O atrito de sua calcinha na calça dele estava deixando-a louca. Assim como as mãos dele correndo para cima e para baixo em suas coxas...
Ele estava apertando uma delas quando o telefone tocou. Ela nem se incomodou. O telefone tocou novamente.
Ele desceu para o pescoço dela. O telefone tocou mais uma vez.
- Ei, é o seu telefone...
- Mm... deixa ele tocar...
Ele tocou mais umas duas vezes.
- É melhor você atender, Toby... - disse ele, olhando para ela.
Ela o beijou novamente.
Ele tocou mais.
- Arghh!
Frustrada, ela respirou fundo e atendeu ao telefone.
- Alô?
- Victoria! Oh, graças a Deus!
- Oh, oi, mãe. - Ela deu a ele um olhar apreensivo.
- Onde você esteve?
- Mamãe...
- Estive ligando para você por horas e nada!
- Mãe, eu estou bem!
- Estávamos muito preocupados com você!
Ela saiu do colo dele e sentou-se no sofá, ao lado do telefone.
- Mãe, escute!
- Você nunca mais faça...
- MAMÃE! Eu... Eu estava em um encontro...
- Um encontro?!
- Sim...
- Oh, mas eu pensei que... oh, querida, eu sinto muito...
- Tudo bem...
- Você... você ainda está em seu encontro? Ele está aí?
- Ahn... sim, sim ele está.
- Oh... querida, eu sinto muito. Sério!
- Eu sei...
- Mandei o seu irmão ir te procurar... ele vai para o seu apartamento.
- O Ben está vindo?
- Sim...
- Oh, mãe!
- Lamento, minha querida.
- Oh... eu sei...
- Eu te amo!
- Eu também te amo. Tchau tchau.
Ela olhou para ele, com uma expressão de desculpas.
- Sua mãe, né?
- Sim, desculpa...
Ele sorriu com sinceridade.
- Tudo bem...
- Meu irmão está vindo para cá...
- Ah... eles só estão cuidando de você. – ele fez um carinho no rosto dela.
- Eu sinto muito, muito, muito.
- Ei, não sinta. Eu te ligo amanhã, ok?
- Ok... - ela sorriu.
Ele se levantou, indo em direção à porta. Ela o seguiu.
Ele lhe deu um longo beijo na bochecha e abriu a porta.
- Boa noite, Toby. - Ele sorriu novamente.
- Boa noite, Michael.
Ela fechou a porta e se jogou nela, suspirando alto.
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MensagemAssunto: The kind of girl I could love - Parte 4: The moonlight kissed her eyes as it mingled with our sighs    Ter Abr 26, 2016 6:58 pm

Parte 4
The moonlight kissed her eyes as it mingled with our sighs  

Ela ouviu o interfone.
Alta demais para conseguir caminhar direito até ele, ela se arrastou, tentando manter-se em pé para alcançá-lo.
Ela conseguiu e atendeu.
- Sim?
- Toby?
- Sim...
- Sou eu, Mike.
- Michael! Sobe!
Michael! O homem que nas últimas semanas vinha deixando-a gradativamente louca. Ela o tinha achado bonito quando o viu tocando e charmoso quando o conheceu. Mas quando eles começaram a sair, ela viu que ele era gentil, mais inteligente do que ela pensava e mais bonito ainda! Os olhos castanho-claros amendoados que quase fechavam e os dentinhos tortos que apareciam quando ele sorria o deixavam adorável! Mas os mesmos olhos com aquela expressão indiferente e aquela boca carnuda meio aberta quando ele falava sério deixavam-na com vontade de mordê-lo!
E ela o fez! Num dos primeiros beijos que ele a deu, ela resolveu matar a curiosidade e morder seu lábio inferior...
Ela ouviu a campainha e abriu a porta logo.
- Michael! - ela o abraçou apertado e deu-lhe um beijo.
- Uou... Você andou bebendo?
- Só um pouquinho...
Michael a beijou novamente.
- Mm... whisky?
- Sim...
- O que aconteceu, Toby?
- Ohh... sabe, quando você sabe que você fez a coisa certa, mas você se sente mal de qualquer maneira? Não só por sua causa, mas por causa de outras pessoas?
- Sim... Deixa eu adivinhar ... o povo da revista?
- Você é tão perspicaz!
- O que fizeram com você?
- Apesar de ser um dos melhores fotógrafos que temos, eu despedi Rob Roy.
- Hum. Ele não perdia por esperar, sabe...
- Sim... e as pessoas estavam em cima de mim por causa disso! Eles disseram que eu não conseguia liderar uma revista e que era melhor deixar esse trabalho pra outra pessoa.
- O que?! Babacas! Aposto que ele liderou o motim!
- Sim, eu aposto também!
- Olha, você não fez nada de errado! Ele é um arrogante de merda! E tou pouco me lixando se ele é um bom fotógrafo! Você pode encontrar fotógrafos tão bons quanto ele, assim! - Ele estalou os dedos.
- Obrigada, Michael!
- De nada! E você pode aparecer por lá na segunda-feira e dizer a todas essas pessoas que a partir de agora vai ser da sua maneira ou rua! Você é perfeitamente capaz de editar uma revista porque você é uma mulher inteligente! E você pode encontrar novos empregados a hora que quiser!
Ele a apoiava tanto! Michael, além de ser... o namorado dela? Ela não sabia exatamente o que ele era - ele também era seu amigo. Ele estava falando com tanta convicção e determinação!
O sotaque ficava mais carregado também. Ela estava totalmente excitada. Ela mal podia esperar para atacar aquela boca deliciosa dele.
- Você está certo! Muito obrigada, Michael!
- De nada...
Ela acariciou seu rosto e fez o que ela estava morrendo de vontade de fazer, arrastando-o para o sofá onde se jogaram de qualquer maneira.
Ela o beijou exigentemente, mas lentamente, chupando seu lábio inferior.
- Mmm... - ela estava ficando mais e mais excitada...
Ele aprofundou o beijo, esfregou a língua na dela, uma de suas mãos na parte de trás de seu pescoço, a outra em suas costelas...
Ela interrompeu o beijo por um momento para respirar.
- Ohh...
Ele tinha ido até seu pescoço, beijando, lambendo-o um pouco e chupando sua pele.
Ela voltou para aquela boca linda, sua língua acariciando a dele...
Ela tirou dele o gorro de lã e correu os dedos pelos cabelos dele.
Sua mão subiu de suas costelas para abaixo dos seios, e ele apertou-os levemente.
- Mmm...
Ela interrompeu o beijo de novo e olhou para ele. Ela desaprovou, pensou ele.
- Ahn... Toby...
- Shhh... - ela tocou os lábios inchados dele - Pode me tocar, Michael...
Ele sorriu maliciosamente e beijou-a de novo, corajosamente acariciando os seios dela pelos lados...
Ela só pensava em uma coisa desde que ouviu a voz dele no interfone.
- Quer ir lá pro quarto?... - ele sussurrou de repente em seu ouvido. Que bom que ele pensava o mesmo que ela...
- Mmm... Sim...
Ele a pegou no colo, ainda beijando-a e levou-a para o quarto. Colocou-a no chão e observou que ela não perdeu tempo e começou a tirar a roupa. Ele fez o mesmo com as suas.
Ela deitou na cama de sutiã e calcinha, esperando ele terminar de despir-se.
Ela ficou surpresa quando ele tirou suas calças.
Não porque ele estava excitado (eles estavam se agarrando e se beijando, puxa vida!), mas por causa de seu tamanho.
Ela nem sequer suspeitava que ele fosse tão bem-dotado.
Sua calcinha ficou encharcada.
Ela não queria que ele soubesse que ela estava tão curiosa, então ela sorriu e estendeu os braços para abraçá-lo.
Ele devorou ​​a boca dela novamente, seus beijos profundos e exigentes. Ela podia sentir sua ereção em sua barriga e isto a fez soltar um gemido.
Ela queria senti-lo dentro dela. Ela precisava senti-lo dentro dela.
Ela precisava que ele a tomasse rudemente e a deixasse incoerente.
- Mmm... Michael!
- O que? - Disse ele, sua respiração ofegante.
- Me fode.
Ele apenas olhou para ela, levantando a sobrancelha esquerda. Aqueles lindos olhos meio fechados e os deliciosos lábios vermelhos e inchados, em um quase sorriso. Ela ficou mais úmida.
- Me fode como uma prostituta que você pega numa esquina!
Ele teve que rir.
- Me fode como uma atriz de cinema pornô!
Ele riu novamente.
- Me fode até eu não conseguir andar!
A Toby bêbada era muito engraçada. Mas ele podia ver seriedade e fogo naqueles olhos.
E ele não estava se aproveitando dela. Este era apenas o curso natural que seu relacionamento ia tomar, apenas veio... com antecedência.
- Seu desejo é uma ordem... - disse ele, sua voz rouca no ouvido dela.
- Oh...
Ele tirou dela o sutiã e logo investiu nos seios, lambendo, sugando.
- Ohhh!!!
Ela segurava a cabeça dele, deliciada com suas ações.
- Você é tão bonita... - disse ele, indo para baixo, já em seu estômago.
- Obrigada... mm...
Ele foi mais para baixo e tirou a calcinha. Ele ficou surpreso como quanto ela estava molhada.
Ela dobrou automaticamente os joelhos e ele agarrou cada uma de suas coxas.
- Mmm... - ele gemeu com a boca cheia de encharcadas partes femininas.
- Ai, meu Deus! - Ela gritou, sentindo a língua dele dentro dela, puxando seus cabelos.
Ele a chupava, esfregando seu lábio inferior em sua carne e deixando sua língua agitar-se em seu botão mais sensível.
A cabeça dela estava girando. Do álcool e das sensações incríveis passando por ela.
- Ohh!!! Michael!
Ele agora estava chupando o botão, ocasionalmente, lambendo-o.
- Ohh! AAAAHHHH!
Ela chegou ao clímax, soltando o cabelo dele e acariciando sua cabeça, sua respiração lentamente voltando ao normal.
Abrindo os olhos, ela olhou para ele. Estampado em seu rosto estava o sorriso mais lascivo que ela já tinha visto.
Ele foi para sua boca novamente e beijou-a lentamente, tirando sua cueca.
Lambendo seu pescoço, ele a penetrou.
- Aaaaaaaah!
Ele sorriu. Gemidos femininos eram música para seus ouvidos.
Ele começou a se mover meio violentamente. Ela queria que ele a fodesse, né?
- Aaaah! Aaai!
Ele ficou assustado. Era um gemido de dor...?
- Toby? Você está bem? - Ele respirou pesadamente.
- Sim... por favor... continua ...
Ele a penetrou de novo e...
- Aaaai!
- Você não está bem, eu tou te machucando!
- Um pouquinho...
- Ohhh...
Ela era... confinada demais pra ele. Pequenina demais. Caramba, ela era menor do que o Davy!
- Por favor, Michael... não para!
- Mas eu vou te machucar!
- Não... eu... eu vou me acostumar! Por favor!
- Bom... Eu vou ser gentil, ok? - Disse ele docemente, acariciando a cabeça dela, olhando profundamente em seus olhos. Ohh, ela ia MUITO se acostumar com o seu membro enorme. Ela precisava!
Ele a penetrou novamente, o mais lentamente que podia, sentindo a pressão em seu rígido membro. Ele também iria se acostumar com isso...
- Ohhh...
Pronto, ele tinha encontrado um ritmo e um clima, por assim dizer.
Quando ele percebeu que ela também tinha se acostumado com seus movimentos lentos, ele ficou mais rápido.
- Ohh! Deus! Michael!
- Tou só fazendo o que você pediu, meu bem!
Ele manteve o ritmo, metendo nela como uma máquina bem lubrificada... Ele estava chegando perto de seu clímax. Era uma situação meio nova para ele. A... anatomia de Toby estava fazendo-o lentamente perder o controle.
- Ohh, porra! Eu não posso... segurar...
- Ohhhh!
- Vou... eu vou...
- Aahhhh!
- Ahhhh!
Eles chegaram ao orgasmo, ofegantes, e ele caiu sobre ela.
- Oh, meu Deus...
- Eu sei!...
Ambos estavam respirando pesadamente, incapazes de dizer uma palavra.
Alguns minutos depois, ele começou, ainda em cima dela.
- Toby?
- Sim?...
- Eu sinto muito mesmo.
- Por quê?
- Por... você sabe!
Não era exatamente culpa dele, mas ele se sentia mal por machucá-la assim.
- Oh... Michael... não fique assim. Valeu muito a pena...
- Sério?
Ele levantou-se e olhou para ela, com as mãos apoiadas no colchão.
- Sim...
Ele sorriu e beijou-a. Os beijos ficaram mais profundos e mais quentes e ele podia sentir seu membro endurecendo novamente.
Ela arregalou os olhos quando sentiu seu membro ereto esfregar sua virilha. Ela não podia acreditar. Ele estava duro novamente?
- Ohh, Michael!
Ele sabia o que ela queria dizer. Ele sorriu um pouco embaraçado.
- Sim, eu sei... - disse ele, em voz baixa e rouca.
- Me fode de novo. De verdade dessa vez.
Ela estava falando sério. Agora que ela estava acostumada com seu tamanho enorme, ele não iria machucá-la.
Ele sorriu novamente e beijou-a mais uma vez, penetrando-a.
- Mmm...
Ele logo ganhou velocidade e olhou para ela. Em seu rosto, uma expressão de puro prazer. Ele ficou aliviado e começou a desfrutar do ato sexual mais e mais.
Ele fez o que ela lhe pediu para fazer, ainda esperando que ela não fosse gritar de dor.
Ele metia nela com força, ficando louco de tesão com cada estocada. Ele também foi se acostumando com ela, mas tudo ainda era novo e muito excitante para ele.
- Ohhhh! Porra! - Ele gritou, algum tempo depois, ejaculando dentro dela.
- Ahhh!
Ela também teve um dos melhores orgasmos de sua vida. Ela estava com um homem fantástico e um amante excelente. Ela não poderia ter um clímax mais maravilhoso.
- Meu Deus, Michael...
- Eu que o diga!
- Do que raios você é feito?
Ele riu.
- Eu não faço ideia! - Ele disse, ainda rindo.
- Eu não posso nem mexer os braços!
- Eu ainda estou esperando o sangue voltar pras minhas pernas...
- Michael?
- Sim?
- Obrigada.
- Não... obrigado VOCÊ!
- Não... - desta vez, ela riu - por ahn... ter me dado confiança.
- Claro. Toda vez que você precisar de... confiança, você pode contar comigo.
Os dois riram com gosto.
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MensagemAssunto: The kind of girl I could love - Parte 5: You told me   Ter Abr 26, 2016 6:59 pm

Parte 4  
You told me


Toc-toc!
Micky olhou pela janelinha na porta para ver quem tinha batido. Ele abriu a porta com um sorriso.
- Ei, Toby!
- Oi, Micky!
- Entre, por favor.
- Obrigada.
- Olá, Toby! - Peter cumprimentou-a com um sorriso.
- Peter!
- Então, como a vida de editora-chefe está te tratando? - Perguntou Micky.
- Não muito mal... embora possa ficar cansativo.
- De acordo com a gente, você está fazendo um ótimo trabalho! - Peter comentou.
- Obrigada, Peter.
- Sim, a Chic virou Cool desde que você assumiu o comando.
- Haha! Obrigada! Bem, eu tenho uma nova equipe, isso ajuda!
- Sério?
- Você despediu Rob Roy Bonehead? - Micky brincou. Ele não gostava do fotógrafo esnobe.
- Hahaha! Sim!
- Oh, bom pra você!
- Ele já vai tarde...
- Obrigada, pessoal.
Davy se aproximou deles e sorriu. Ele estava feliz de ver a visita.
- Senhorita Willis! O que a traz a estas partes? - Disse ele brincando, beijando as costas da mão dela.
- Bem, na verdade eu estou aqui para ver o...
- Toby! - Era Michael, com um sorriso bobo no rosto.
- ...Michael. - Ela sorriu de volta.
- Oi... - ele ainda estava sorrindo.
- Oi. - Ela estava sorrindo também, mas ficou séria de repente - Ahn... eu posso falar com você?
- Claro!
- Hã... lá... lá fora... - ela estava um pouco embaraçada.
- Ok.
Ele chegou perto dela. Os amigos de Michael estavam olhando para eles com expressões confusas em seus rostos. Com exceção de Peter, que tinha um sorriso.
Com um sorriso brincalhão, Michael disse:
- Ah, deixa eu te cumprimentar direito...
Ele abraçou e beijou-a, para grande surpresa de seus amigos. E diversão de Peter.
Michael olhou para os rostos de seus amigos e sorriu mais.
- Adeus, rapazes... - disse Toby.
Davy e Micky acenaram, ainda surpresos.
- Até mais, Toby.
- Tchau!
- Tchau tchau...
Michael e Toby saíram e eles se voltaram para Peter.
- Você sabia deles?
- Sabia!
- Por que o Mike contou pra você e não pra gente?
- Ele não me contou. Eu descobri sozinho...
- Ha! Tá bom...
- Aquela noite, que era pra gente levar ela pra jantar...
- Nós não pudemos...
- O único que podia era... o Mike.
- Sim! Eles estão namorando desde então.
- Claro!
- Por que a gente não pensou nisso, Davy?
- Eu não sei!
- E vocês não me fizeram contar! - Peter disse, sorrindo triunfante.
***
Michael e Toby foram para o Continental. Eles se acostumaram com o restaurante e o maître d' gostava muito dela. Ele até começou a gostar de seu namorado...
- Toby, o quê que a gente tá fazendo no Continental? E por que você tá tão séria?
- Porque o que eu tenho pra te dizer é muito sério.
Michael congelou. Se era o que ele pensava que era, ele estava ferrado. Ele estava numa banda promissora e eles eram amigos muito próximos. Ele teria que deixar a banda, conseguir um bom trabalho, encontrar uma casa e se casar com Toby. Ele nunca poderia abandonar... seu filho. Por que, oh por que eles não tinham sido mais cuidadosos? Sendo jovens e saudáveis, sexo era praticamente como respirar para eles. Faziam amor sempre que podiam.
Oh... ele deveria ter percebido... Droga!
Ele respirou fundo e preparou-se para a notícia.
- O que foi? - ele perguntou.
- Eu...
Pronto... lá vinha ela. A notícia que ele não queria ouvir, mas não tinha saída. "Estou grávida." Ele fechou os olhos e respirou fundo novamente.
- Eu consegui uma bolsa de estudos...
- O que?! - Ela não estava grávida?
- ...em Paris.
- P-Paris?
- Sim. Eu me inscrevi meses atrás e ontem eles me chamaram.
- Você vai pra Paris...
- Eu sinto muito, Michael...
Ele não estava feliz. Seu lado egoísta não sabia se isso era melhor ou pior do que Toby estar grávida.
- Quanto tempo você vai ficar fora?
- Um ano...
- Um ano? Um ano inteiro?
- Sim... Eu não posso... Eu não posso perder essa oportunidade, Michael... Eu trabalhei duro pra isso.
Ele estava apenas olhando para a mesa, parecendo desamparado.
- Por favor, diga alguma coisa. - disse ela.
Ele não podia ser tão egoísta. Ela havia trabalhado duro para conseguir a bolsa e ela devia ir em frente. Além disso, o que eles tinham era apenas... diversão...
- Eu desejo... Desejo muito sucesso pra você, Toby.
Ela deu um meio sorriso.
- Sério. Você é uma menina maravilhosa e você merece.  – Continuou ele, levantando-se.
Ela estava chorando.
- Ohh... não. - Ele a abraçou.
- Eu... eu amei o que nós tivemos... - disse ela, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
- Sim, eu também...
Era verdade. Ele tinha gostado mais do que pensava.
- Você não faz ideia do quanto eu sinto...
- Sim. Eu faço sim.
- Não... meu avião sai amanhã de manhã... - ela chorou mais.
- Oh... nós... nós não temos tempo pra...
- Não!
- Oh, Toby...
Ele a abraçou por mais um tempo. Ele não tinha ideia de quando iria tê-la tão perto dele novamente.
***
Michael voltou para casa com a cabeça baixa, parecendo muito triste.
- Mike?
Ele subiu direto. Ele não estava com vontade de falar com ninguém.
- O que aconteceu?
- Cadê a Toby?
- Ela foi embora.
- O que?!
- Você tá bem?
- Não! - respondeu ele.
Seus amigos se entreolharam com olhos tristes, sentindo pena de seu amigo. Eles ouviram a porta bater e decidiram deixá-lo sozinho por um tempo.
***
Depois que ela foi para Paris, Toby e Michael continuaram se falando com alguma frequência. Telefonavam e escreviam um para o outro. Mas como eles não tinham muito dinheiro, os telefonemas foram ficando escassos. As cartas também diminuíram. Até que cessaram por completo. Assim era mais fácil esquecer um do outro mesmo, pensavam eles.
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MensagemAssunto: The kind of girl I could love - Epílogo: We’ll both live a lot longer if you live without me   Ter Abr 26, 2016 7:04 pm

Epílogo
We’ll both live a lot longer if you live without me


Era estranho para Toby estar de volta a North Beechwood. Aquela rua e aquela casa em particular traziam tantas lembranças. Ela lembrou-se da primeira vez que ela foi à casa. A cativante nova banda poderia ser um tema para um artigo interessante para a Chic...
Ela conheceu a banda e ficou imediatamente encantada com eles. Especialmente com o Texano alto e amuado, que usava um gorro de lã. Ela o achou fascinante...
Ela tinha boas memórias, mas ela também tinha as dolorosas. A última vez que ela tinha vindo foi um dos dias mais tristes da sua vida. Mas ela fez o que tinha que fazer e ela tinha conseguido.
Ela estava feliz.
A porta da frente se abriu e seu coração deu um pulo. Ele bateu mais rápido quando ela viu quem saiu da casa.
Era ele.
Ele estava vestindo calças pretas e uma camisa branca e uma gravata vermelha de paisley. Seu cabelo estava mais curto e ele estava ostentando grandes costeletas.
Ele parecia mais bonito do que nunca...
Ele a viu. Seu queixo caiu. Ela estava maravilhosa...
- Toby...
- Olá, Michael.
Ele caminhou rapidamente em direção a ela. Ele não se importava com nada, mas ele tinha muita saudade dela e ele precisava abraçá-la logo.
Ela caminhou em direção a ele também, com um olhar apreensivo no rosto. Quando ela percebeu que ele iria abraçá-la, ela abriu os braços.
Foi um abraço apertado, como se eles estivessem tentando compensar o tempo que perderam.
Eles se separaram e ele perguntou rapidamente:
- Quer entrar?
- Hã... claro!
Ela não sabia exatamente o que estava fazendo. Ela simplesmente seguiu seu coração.
Eles entraram e ele fez sinal para ela se sentar no sofá.
- Você quer alguma coisa pra beber?
- Não, obrigada. Oh! Água, talvez.
Ele assentiu e foi até a cozinha, voltando com um copo d'água.
- Obrigada. - Ela disse, tomando num gole só.
Ele colocou o copo sobre a mesa de café e voltou-se para ela novamente:
- Então, como é que você tá?
- Bem! Eu consegui um estágio em um estúdio!
- Oh! Parabéns!
- Ele pertence a uma das melhores designers em Paris!
- Isso é ótimo! Então, você ainda está em Paris... - ele tentou disfarçar sua decepção.
- Sim... estou aqui de férias! - Ela deu um meio sorriso.
- Quando você vai embora?
- Amanhã...
- Ah... pra variar...
- Eu não estava esperando ver você, Michael.
- Então o que você estava fazendo, passando em frente de casa?
- Eu estava tentando voltar para Paris com boas lembranças! - Ela respondeu, meio irritada.
- Desculpa... é que...
Ele queria dizer que a sentia escorregar por entre os dedos novamente e não havia nada que ele pudesse fazer e que ele odiava isso. Mas ele manteve o silêncio.
- Ahn... você disse que quer voltar para Paris com... boas lembranças, certo?
- Sim... - ela olhou para ele, incapaz de lê-lo.
- Bem, então... - ele começou, lambendo os lábios - Eu espero que isso seja bom o suficiente pra você.
Ele a beijou, profundamente e desesperadamente. Ela o beijou de volta ansiosamente.
Ele se afastou um pouco dela e olhou fundo nos olhos dela, acariciando seu rosto. Ele lambeu os lábios novamente e puxou-a pela mão, indo em direção à escada.
Ela exalou alto. Ele estava puxando-a para o seu quarto.
Seu coração disparou e ela foi ficando mais e mais excitada a cada segundo. Ela não se importava com o que iria fazer. Se ela ia passar os próximos minutos fazendo amor com ele, que assim fosse. Iria valer a pena.
Eles subiram as escadas rapidamente e entraram em no quarto.
- M-Michael...
- Sim?...
- E os outros...?
- Eles não vão chegar em casa tão cedo...
- Oh...
Ele a beijou novamente e começou a tirar a roupa dela. Ela foi direto para as calças dele e desfez seu cinto, rapidamente desabotoando e puxando o zíper de suas calças para baixo. Ele tirou a camisa.
Ele soltou dela o sutiã e suavemente apertou seus seios.
- Mm... - ela gemeu através do beijo.
Ela abraçou-o com força e sentiu a frente de sua cueca raspar em sua barriga. O familiar formigamento deixou-a mais excitada. Ela mal podia esperar para senti-lo dentro dela.
Ele interrompeu o beijo e desceu para o seu pescoço, beijando, lambendo.
- Oh, Toby... - ele gemeu.
- Michael...
Ela levou as mãos à frente de sua cueca e apertou-a levemente; cada toque trazia de volta memórias de todas as muitas vezes que eles fizeram amor. Ela ficou ainda mais úmida.
Ele caiu na cama e a levou com ele, atacando sua boca novamente. Ela se afastou dele e começou a descer por seu corpo: pelo pescoço, peito, estômago, baixo ventre...
Ele levantou-se e sentou na beira da cama, sua respiração superficial. Ela ajoelhou-se no chão e começou a tirar dele a cueca lentamente, respirando pesadamente também.
Lá estava ele. Seu enorme membro apontou para frente e ela agarrou-o com ambas as mãos, fazendo-o respirar alto.
Ela moveu as mãos para cima e para baixo em torno dele por alguns segundos, mordendo o lábio inferior. Ele gemia baixinho.
Então ela tomou-o em sua boca e começou a chupar.
- Ahhhh! - Ele gemeu alto.
Ela lembrou-se o quanto isso lhe agradava e o quanto ele ficava sexy. Ela olhou para cima. Seus olhos estavam fechados e sua boca estava entreaberta. Ele estava delicioso.
Ela continuou chupando-o, morrendo de vontade de ouvir aqueles gemidos maravilhosos da parte de trás da garganta dele.
- Aaah... porra... isso...
Ela rodou sua língua ao redor de seu membro, movendo-a para cima e para baixo e chupou-o novamente.
- Ah... porra!
Sua respiração ficou mais pesada e os gemidos aumentaram. Ele estava perto de seu clímax.
- Nnngh... AHHH! – grunhiu ele, depois de aliviar-se na boca dela.
Ela limpou a boca e sorriu para ele.
- Ohhh, Toby...
Ela sorriu mais e deu um gritinho quando ele a empurrou para a cama. Sorrindo maliciosamente, ele a beijou novamente, bruscamente. Ela respondeu da mesma maneira, chupando e mordendo-lhe o lábio inferior. Ela adorava fazer isso.
Ele a beijou no pescoço, no peito e chegou a seus seios, agitando sua língua em seus mamilos e sugando em sua pele macia.
- Mm... isso...
- Mmm...
Ele desceu mais e tirou-lhe a calcinha. Sem perder tempo, ele começou a lamber suas partes femininas.
- Ohhh!
- Mmm...
- Ahh...
Ele chupava sua carne sensível e encontrou sua área mais delicada, chupando-a também.
- Ohh, Michael!
- Porra, você é deliciosa...
- Ahhhh!
Ele acariciou sua pele macia com os lábios e enfiou a língua dentro dela, deixando-a gradualmente insana.
- Oh, meu Deus!!!
- Mmm!
Ela atingiu o êxtase, jogando a cabeça para trás. A língua e os lábios dele eram mágicos...
- Oh...
Ele olhou para ela. Ela tinha olhos nublados e um sorriso bobo no rosto. Ele sabia que ele tinha a feito ter um clímax espetacular. Mas ele ainda tinha que fazê-la ter um orgasmo que ela iria lembrar para o resto de sua vida...
Olhando profundamente em seus olhos, ele a penetrou. Ele queria ver o olhar em seu rosto.
- Ohhhh... - ela gemeu, seus olhos apertados.
- Ah... - ele gemeu também.
Seus movimentos eram lentos, lânguidos. Ele lembrou-se de que fazer amor com Toby ficava ainda melhor se ele começasse lentamente e mantivesse esse ritmo por um tempo.
- Ahhh...
Ele inalou pelos dentes, exalando alto.
Ele se movia dentro e fora dela, um pouco mais rápido desta vez, apreciando o sabor de sua pele em sua língua.
- Mm... Porra, eu senti falta disso...
- Ohhh... Eu também...
Ele ficou mais rápido, começando a meter nela agora. A sensação da entrada molhada e apertada dela em volta de seu membro provocava-lhe arrepios na espinha.
- Ohhhh... porra...
- Sim!!!
Ele estava metendo com força nela agora, fazendo-a bater a cabeça na cabeceira da cama. Ondas de prazer atingiram-na e ela gritou, deliciada.
- Ahhh!
- Goza pra mim, Toby!!!
- Oh, Michael!!!
- Isso!!!
Gotas de suor escorriam pelo corpo dele, que tremia com seu próprio clímax.
- Ahhh!
- Ohhh!
Ela também tinha chegado a um orgasmo incrível enquanto sentia-o preenchendo-a. Ele desabou sobre ela, respirando pesadamente.
- Oh, uau...
- Sim...
Ele olhou para ela e sorriu.
- Que tal isso como uma lembrança boa, hein?
Ela riu. Seria uma lembrança fantástica. Os homens parisienses não chegavam nem aos pés dos homens do Texas, segundo ela.
- Obrigada, Michael.
Ele sorriu um sorriso malicioso.
- De nada. Vou ter uma lembrança maravilhosa sua também...
Ela sorriu de volta e beijou-o ternamente.
Depois de ficar abraçada com ele por alguns minutos, ela levantou-se, colocou as roupas novamente (ele vestiu um roupão) e desceu as escadas.
- Tenha uma boa viagem. - Ele disse assim que abriu a porta para ela.
- Obrigada. - Ela disse - Obrigada - ela beijou uma das bochechas - Obrigada - a outra - Obrigada - e seus lábios, suavemente.
- Você é uma ótima garota, Toby - ela sorriu - Uma mulher fantástica também.
- Adeus, Michael.
- Adeus.
Ele observou-a virar a esquina, entrou de volta em casa, suspirou e foi para o banheiro tomar um banho.
Que lembrança ótima seria aquela...

E ele nunca mais a esqueceria.
E ele tinha a certeza de que ela também nunca mais o esqueceria.

FIM
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