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 Consequências da paixão

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MensagemAssunto: Consequências da paixão    Consequências da paixão  EmptyQua Fev 03, 2016 9:53 pm

Título: Consequências da paixão 
Autor(a): Jussara/bajumoon
Shipper: Jeannie/Major Nelson
Gênero: Drama
Censura / Classificação: Meio "M" 
Capítulos: 4
Completa: Sim
Resumo ou uma promo: Jeannie anda se sentindo mal e Tony está preocupado com ela e com o que pode estar por trás dos males de sua gênia.

I
- Ohh, amoo! - Jeannie gritou, alcançando o clímax.
O Major Nelson deu um alto gemido de prazer e aconchegou Jeannie nos seus braços.
Como aquilo era bom! Era sempre incrível estar com ela! 
Ele agora se achava um bobo, por ter resistido tanto tempo.
Mas, enfim, agora Jeannie estava, onde sempre deveria ter estado. Na sua cama, junto ao seu corpo.
Depois da primeira vez que passaram a noite juntos, Tony teve receio de que ela não  entendesse que a relação dos dois não poderia mudar completamente.
Que ela deveria continuar escondida, como a gênia dele e não pensar em casamento.
Como Jeannie não havia comentado nada a esse respeito até agora, ele estava mais tranquilo e relaxado, aproveitado a nova rotina de paixão, ao lado da gênia.
***
O Major Nelson entrou em casa, depois do trabalho, bem ansioso.
Estava doido para abrir a garrafa de vinho que comprara, acender a lareira e ter uma noite agradável e romântica com Jeannie.
- Jeannie, cheguei! - ele anunciou, mas não obteve resposta.
Ele estranhou, fechou a porta e saiu procurando pela gênia, pela casa.
Ele ouviu um barulho vindo do quarto e foi até lá.
Ao entrar, viu Jeannie sair do banheiro, com o rosto muito pálido.
- Jeannie?! O que houve?  
- Não me sinto bem, amo!  Estou muito enjoada! Passei o dia todo assim! 
- Oh, será que foi algo que você comeu? 
- Eu não  sei, amo, mas nunca me senti tão mal! Primeiro foram as tonturas, agora esses enjoos! 
- Vai passar logo! Venha, deite-se aqui! Vou preparar um chá para você e trazer um comprimido para o estômago! 
Ele a colocou com cuidado na cama, deu um beijinho na testa dela e foi para a cozinha.
Antes de sair do quarto, ele deu mais olhada nela e sentiu seu coração apertado ao vê-la tão abatida daquele jeito.
***
No dia seguinte, Jeannie levantou cedo, para fazer o café para o seu amo.
O Major Nelson acordou e ao não ver Jeannie deitada ao seu lado, correu para ver onde ela estava.
- Jeannie! O que faz de pé? - reclamou ele, ao encontrá-la na cozinha.
- Eu já estou melhor, amo! E tinha que preparar o seu café da manhã, antes de você ir trabalhar.
- Mas você estava mal! Ainda não deve estar totalmente recuperada! Volte para a cama! 
- Não se preocupe, amo! Eu estou... Ohh... - Jeannie derrubou o prato que estava em suas mãos  e teve que se apoiar em Tony, para não cair.
- Jeannie? O que você tem? - o Major Nelson a amparou, muito preocupado.
- Estou muito tonta! Tudo parece girar! - ela falou, começando a se sentir enjoada também.
- Eu sabia que você ainda não estava bem! - disse ele, pegando-a no colo e a levando para seu quarto.
*** 
- Estou muito preocupado com Jeannie, Roger! - disse o Major Nelson, ao chegar à base.
Ele não queria deixar sua gênia sozinha, mas ela garantiu que ficaria bem e que telefonaria, caso algo acontecesse.
- Você disse que ela passou mal? Algum problema de gênio, como daquela vez que ela começou a sumir? 
- Não, Roger! Dessa vez parecia algo bem mais humano. Ela estava muito pálida, enjoada, com tonturas.
- Você disse, pálida, enjoada e com tonturas?!
- Sim... - o Major Nelson olhou para o amigo, meio desconfiado. - Por quê? 
- Ora, Tony, pense! O que isso te parece? Não precisa ser especialista em mulheres, para um cara saber que isso é sintoma de uma coisa:
- O que é? Diga de uma vez! 
- Ah, seu malandrão! Você só pode ter pirado, mas engravidou Jeannie! Você vai ser papai! 
- O quê?!
- Pelos sintomas que você descreveu, só pode ser algo assim. Principalmente se você  e a Jeannie, andaram... Se divertindo! Aposto que sim, não é? 
- Não, não pode ser! Deve ter uma outra explicação para isso! 
- Não vejo outra! Ah, Tony, eu até entendo que você quisesse ficar com ela, mas tinha que ter sido mais cuidadoso! Imagina o que pode  acontecer para sua carreira, se nossas suspeitas se confirmarem. Você engravidou uma gênia!
- Já chega, Roger! Você já disse bobagens demais! Jeannie só deve estar com alguma virose e logo vai passar! 
O Major Nelson se adiantou e foi para a sua sala.
Mesmo aborrecido com o que o Major Healey disse, essa ideia agora não lhe saía da cabeça.
Jeannie grávida? Seria possível? 
Não! Ou melhor, sim! Meios para que isso acontecesse existiram, mas será que suas noites com ela, tinham mesmo gerado um fruto?
Não, não podia ser verdade! Ele sempre sonhara em ser pai, mas não nessas circunstâncias.
Como poderia explicar aos outros, toda aquela situação?
E se a criança nascesse gênia, como a mãe? Como ele iria lidar com isso? 
Mil coisas passavam por sua cabeça e ele não conseguiu se concentrar no seu trabalho.
Como fora tão descuidado e não pensou em se prevenir, quando estava com Jeannie? 
Ela podia ser uma gênia, mas ainda era uma mulher, que poderia engravidar a qualquer momento.
E possivelmente foi o que já tinha acontecido! 
- Não, não! Não devo levar tão a sério as bobagens de Roger! Jeannie só deve estar doente, por algo que comeu! Amanhã mesmo ela já estará boa !e tudo voltará ao normal! 
**
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MensagemAssunto: Re: Consequências da paixão    Consequências da paixão  EmptyQua Fev 03, 2016 9:57 pm

II
O Major Nelson andava de um lado para o outro, em seu quarto, sem saber o que fazer! 
Passaram-se cinco dias e Jeannie não melhorara.
Ela, ficava horas muito bem e disposta, mas sempre pela manhã, ela ficava pálida e enjoada, além de tonta.
Cada dia que se passava, Tony começava a acreditar ainda mais na hipótese de Roger. E isso o deixava apavorado!
Seu desespero aumentou consideravelmente, quando perguntou para a Jeannie se ela tomou algum tipo de precaução, quando eles ficaram juntos e a gênia nem imaginava do que ele estava falando.
Mesmo tendo vivido tanto tempo, ela ainda parecia inocente demais para certos assuntos. E Tony se recriminou mais uma vez, por ter sido descuidado.
Enfim, agora era tarde e ele precisava tomar uma atitude, até mesmo porque não aguentava mais ver Jeannie sofrer daquele jeito! 
Pedindo ajuda ao amigo, Roger lhe recomendou um médico bem discreto, numa cidade vizinha da Praia dos Cocos.
Tony levaria Jeannie até ele, secretamente e ele diria o que ela tinha.
***
- Amo, eu já estou bem! Vamos embora daqui! - reclamou Jeannie, já na sala de espera do consultório.
- Não, Jeannie! Precisamos saber o que você tem! 
- Talvez seja alguma coisa de gênios! Esse médico aí, não irá entender! 
"Se for o que estou pensando, é uma coisa muito de humanos! Isso sim! " Pensou Tony, sem contar a Jeannie suas suspeitas.
- Senhora Gordon, pode entrar! - disse a enfermeira, chamando para a sala de exames.
- Vamos, Jeannie é você! - disse o Major Nelson.
Ele achou mais seguro que a gênia usasse um nome falso, para não despertar suspeitas.
Ela se ergueu e foi para a sala de exames.
**
Tempos depois, Jeannie e o Major Nelson estavam na sala do médico, que parecia um pouco confuso com os resultados.
- E então, doutor, o que ela tem? 
- Bem, senhor, primeiro preciso dizer que deve haver algo errado com o laboratório de análise. Eles não deram um resultado preciso e identificaram diversas substâncias diferentes no sangue da senhora Gordon. Bem, mas enfim, pelos sintomas que ela tem sentido, sendo uma mulher jovem e saudável, só pode significar uma coisa.
- O quê, doutor? - perguntou a gênia.
- A senhora está grávida! 
- Ohh, isso é maravilhoso! Não é, amo? - ela voltou o rosto para ele. - Amo? 
O Major Nelson tinha desmaiado.
***
Durante o trajeto de volta para casa, Jeannie não parava de sorrir e fazer planos para o bebê, mas Tony se mantinha calado.
Ao chegarem em casa e a gênia vê-lo tão distante, enquanto ela estava radiante de felicidade, perguntou: 
- O que foi amo? Por que está tão sério? 
- Não é nada! - disse, seco.
- Não está feliz? Vamos ter um bebezinho! Agora podemos nos casar e...
- Não! 
- Como? 
- Eu não quero me casar com uma gênia, muito menos ter um filho! Tudo isso foi um erro absurdo!
Ele correu para o seu quarto, batendo a porta e Jeannie se deixou cair no sofá, completamente chocada.
**
Tony começou a praguejar contra si mesmo, assim que entrou no seu quarto.
Seu desespero era tão grande, que nem pensou antes falar tudo aquilo. Só queria colocar pra fora toda sua angústia e preocupação.
Mas tinha falado como um canalha! 
Que tipo de homem, quando descobre que vai ser pai, se comporta desse jeito? 
Aquilo poderia ter sido precipado, impensado, mas agora era tarde demais para arrependimentos.
Ele era um homem responsável e assumiria seu filho, além de cuidar e proteger Jeannie.
Respirando fundo e mais calmo, ele saiu do quarto, para falar com Jeannie, mas ela não estava mais na sala.
- Jeannie? Por favor, apareça! Precisamos conversar! - ele pediu, mas sem resposta.
Ele imaginou onde ela estaria e foi direto para a garrafa.
A gênia estava lá, encolhidinha em seu sofá, aparentemente chorando.
Aquilo cortou o coração de Tony.
- Jeannie, querida, me perdoe! Eu não queria dizer aquelas coisas! 
- Vá embora, amo! Quero ficar sozinha! - ela falou soluçando.
- Não! Não posso deixar você desse jeito! Por favor, vamos conversar, temos que resolver esse assunto! 
- "Esse assunto" é nosso filho! O que vai me pedir? Para que eu me desfaça da criança, ou suma para sempre da sua vida? 
- Não! Nunca! Eu jamais abandonaria você, nem essa criança! Jeannie, eu só disse aquilo porque estava assustado! Entenda, tudo agora mudará para sempre! 
- Para mim, para melhor! Mas você só está preocupado com a sua carreira estúpida! 
- Não! Escute-me! 
- Não quero saber de nada! Não quero discutir agora, amo! Por favor, me deixe sozinha! 
Preocupado que ela ficasse mais alterada, o Major Nelson acatou a vontade dela.
- Está bem, Jeannie, mas mais tarde falaremos do... Do nosso bebê! 
Ela não pôde deixar de sorrir, ao vê-lo falando assim e concordou com a cabeça.
Ele, mais tranquilo, foi para o seu quarto. 
Ainda era de tarde, naquela sexta-feira, que ele estava de folga, mas ele deitou em sua cama e adormeceu instantaneamente. 
**
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MensagemAssunto: Re: Consequências da paixão    Consequências da paixão  EmptyQua Fev 03, 2016 9:59 pm

III
Tony levantou procurando por Jeannie, quando não a encontrou ao seu lado na cama.
Ele vestiu seu robe e correu para o antigo estúdio, que agora era o quarto das crianças.
Tony parou na porta e sorriu, ao ver Jeannie, com sua filha nos braços, brincando com a bebê de seis meses.
Ele se aproximou lentamente e parou por um instante no bercinho, onde seu outro filho dormia pacificamente.
Ele tocou de leve na mãozinha fechada, sentindo tanta ternura e  alegria, que mal cabia em seu ser.
Ainda não acreditava que era pai de um casal de gêmeos!  Uma felicidade duplicada.
Ele se aproximou de sua esposa, dando-lhe um beijo.
***
- Papai que boneca linda!  Eu quero! - exclamou a pequena de seis anos, para Tony. - Ela ia cruzando os bracinhos e piscando, quando o Tony disse depressa: 
- Não pisque, querida! Eu compro a boneca! 
- Ah, obrigada, papai! - ela se jogou nos braços de seu pai, dando seu melhor sorriso.
Ele sorriu também, de puro prazer. Ela era tão parecida com a mãe, Jeannie.
Não só na beleza, mas na afetuosidade.
Pouco importava para ele se ela era uma geniazinha. Ele a amava demais! 
***
- Papai, pode me ajudar com esse modelo? 
Tony sorriu para o filho e mostrou como montar a miniatura perfeita daquele modelo de avião.
Enquanto explicava, ele via com satisfação o olhar admirado de seu filho para ele.
Aquilo não tinha preço! Ele sorriu para a criança, esperta e inteligente, que ele sabia que um dia seguiria seus próprios passos.
***
- Cheguei! - ele falou, depois de um dia de trabalho duro.
Tony entrou em casa e andando até o quintal, viu seus filhos brincarem alegres.
Jeannie se aproximou dele e o beijou.
A gênia o viu observar as crianças e disse sorrindo: 
- Eles são tão alegres e felizes, assim como eu ao seu lado! - eles trocaram mais um beijo. - E você, querido, é feliz? - ela quis saber.
- Muito, como jamais pensei que seria! Vocês são minha vida, minha família! 
***
O Major Nelson acordou, com suas últimas palavras ecoando em sua mente.
- Minha família... Foi só um sonho? 
Ele se ergueu, sentando-se na cama e olhou pela janela.
Já tinha anoitecido e ele precisava falar com sua gênia.
A situação dos dois era muito difícil, mas tinha que ser resolvida! 
Tony saiu do seu quarto e viu que Jeannie estava no sofá.
- Jeannie, nós precisamos conver... - ele se interrompeu, ao vê-la muito pálida e imóvel. - Jeannie! - ele correu até ela, segurando em sua mão.
- Amo... Eu... Não me sinto bem! 
- Ah, querida! 
Ele a levou imediatamente para o seu quarto, colocando-a na cama.
- O que você está sentindo? - ele a olhava, aflito. - Acho que é melhor chamar um médico! 
Ele ia ligar, mas a gênia segurou a mão dele.
- Não!
- Jeannie? 
- Não precisa, vai passar logo! 
- Mas é se você piorar? - ele segurou a mão dela. - Não posso permitir que nada de mal te aconteça, nem que você fique aqui sofrendo! 
Ela virou o rosto e disse: 
- Pensei que você não importasse! 
- Não diga isso! Eu não sei o que eu faria, se algo acontecesse a você! 
- Mesmo? 
- Claro! Você tem que me desculpar pelas coisas que eu disse! Assim que você estiver melhor, vamos discutir o que faremos, certo? Mas eu quero que você entenda, desde já, que apesar de ter me assustado muito, eu fiquei contente com a notícia! 
- Ah, amo! - ela se ergueu um pouco para abraça-lo e ele a segurou delicadamente em seus braços.
Sim. Ele não tinha dívidas do que fazer! 
Ele teria sua tão sonhada família, não importando o que poderia acontecer.
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MensagemAssunto: Re: Consequências da paixão    Consequências da paixão  EmptyQua Fev 03, 2016 10:00 pm

IV

- Sim, doutor, como quiser! - Tony desligou o telefone, desgostoso, naquela manhã de sábado.
O doutor Bellows o mandara ir para a base, receber um grupo de importantes visitantes, que desejavam uma visita monitorada com um astronauta.
Tony tentou negar, mas o psiquiatra estava irredutível.
- Jeannie, eu sinto muito! - ele falou para a sua gênia, desanimado.
- Tudo bem, amo! Eu já estou melhor! - ela sorriu ao lembrar o quanto ele tinha sido carinhoso, cuidando dela a noite toda. - Além disso, eu também tenho que sair.
- Sair? Aonde vai?  Você ainda não está bem, precisa descansar! 
- Não se preocupe comigo! Além disso, é exatamente por causa desses males que venho sentindo, que eu irei procurar um médico.
- Espere eu voltar, que irei com você! 
- Não precisa, amo! Irei a um médico de gênios! 
- Bem, talvez seja mesmo o melhor! - Ele deu um beijo nela. - Quando voltarmos, iremos conversar, ok? 
- Sim, amo! - ela deu um abraço nele.
***
Major Nelson quase derrubou as chaves, tamanho era o seu nervosismo.
Ele tinha terminado seu compromisso na base e agora, finalmente chegou a hora mais importante de sua vida.
Falaria com Jeannie. Diria o quanto estava feliz com o bebê e a pediria em casamento.
- Jeannie, cheguei! - ele anunciou com a voz trêmula de nervosismo.
Ele a encontrou na sala, sentada rigidamente no sofá, com uma expressão distante.
Tony tirou de uma pequena sacola de papel, que trouxe consigo, uma caixinha de veludo e sentou-se ao lado da gênia.
- Jeannie! Está tudo bem? - ele quis saber, ao ver a expressão séria da gênia.
- Sim, amo! Estou bem agora! O médico já me deu um remédio e o mal estar não voltará novamente.
- Ah, ainda bem! Estava muito preocupado que você e o bebê estivessem mal. - como ela se manteve calada, ele prosseguiu: - Jeannie, eu sei que não agi muito bem no início, ao saber que nós teríamos um filho, mas foi uma surpresa muito grande pra mim.
- Eu sei, amo! Mas, de qualquer forma, eu... - ela parou de falar, tentando conter o choro.
- Jeannie, não fique assim! Me perdoe! Eu irei remediar as coisas! - ele pegou a caixinha e mostrou a ela, dizendo: - Jeannie, eu acho que... Bem, eu quero me casar com você, eu a am...
- Não! 
- O quê?!
- Não diga isso! Não vamos nos casar! 
- Por quê?!
- Eu não estou grávida, amo! Foi um engano! 
- Como é? 
- Eu estava com uma doença, rara, mas que pode acontecer com os gênios! Os sintomas dela são parecidos com o de uma gravidez, mas não é! O médico já me deu um remédio e estou curada. Mas... Mas não há bebê...
Ela derramou algumas lágrimas e Tony a abraçou.
Ele tentou ser forte dizendo: 
- Não fique assim, Jeannie! É uma pena, mas talvez tenha sido melhor! Vamos esquecer tudo isso e voltar a ser como antes, tudo bem? 
Ela balançou a cabeça, sabendo que não havia nada que pudesse fazer.
Ao menos ela tinha o conforto de poder estar ao lado dele, mesmo que como só uma gênia.
Depois de ver que Jeannie estava mais tranquila, Tony foi para o seu quarto.
Esperava que Jeannie pudesse esquecer essa história mesmo e ficar bem.
Ele também desejava o mesmo para si.
Ele guardou na sacola o anel que comprara para ela, que ele devolveria no dia seguinte.
Assim como o pequeno sapatinho que comprara para o bebê.
- Minha família...
Ele derramou uma lágrima desejando que um dia  o sonho se tornasse real.

Fim
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