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 Tem água?

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Tem água?  Empty
MensagemAssunto: Tem água?    Tem água?  EmptyQua Jan 27, 2016 1:53 am

Título: Tem água?
Autor: strawberriesapples
Shipper: Nenhum
Gênero: Humor
Censura/Classificação: PG-13
Capítulos: One shot
Resumo ou uma promo: Para uma pessoa qualquer era uma visão normal, mas para ela... era a cena mais erótica que ela já tinha visto...

 


- Cara, que sede!
- Tou morrendo de calor!
- A água da mangueira tá fresca, toma lá!
- Quando a gente vai tirar essas roupas, hein?
- Logo!
Os Monkees estavam posando para algumas fotos para o artigo novo na revista Chic. A revista os tinha difamado, por assim dizer, num artigo que dizia que eles eram estúpidos, quadrados e esnobes, entre outras coisas. Naturalmente, eles detestaram o artigo e pediram uma satisfação da revista. Mas não antes de dizer à Madame Quagmeyer, a então editora-chefe da revista o que eles pensavam dela e de seu fotógrafo.
A repórter que havia indicado o grupo (ela os viu tocando num clube) tinha se tornado a editora-chefe da revista e queria mesmo fazer uma retificação. Os Monkees eram um grupo bacana.
Havia muito talento, bom humor e companheirismo naquela banda e era isso que ela queria destacar. E também, na opinião dela, eles eram rapazes bonitos.
Demonstrando o bom humor que eles realmente tinham, os quatro toparam em colocar roupas diferentes para a sessão de fotos. Vestiram-se de fazendeiros, de toureiros, de fraque e cartola e agora eles estavam vestidos de bombeiros, fazendo várias poses engraçadas, outras sérias, bancando os heróis (até um carro de bombeiro a revista tinha arrumado).
Mas a sessão já durava mais de duas horas e eles estavam exaustos. Eles estavam quase desistindo, mas não queriam magoar Toby Willis (a editora-chefe). Afinal, ela iria publicar o artigo novo contando a verdade sobre eles. Ela estava orgulhosa de seu trabalho e feliz que os rapazes viram o lado dela.
Eles então pediram um intervalo e foram descansar. Michael aceitou a sugestão de Davy e foi procurar a mangueira.
- Dá licença. - disse ele para o homem vigiando o carro de bombeiro - Onde é que liga isso aqui? - perguntou ele, segurando a mangueira.
Toby estava numa cadeira ali perto e casualmente passou a observar Michael e suas ações. Ele era o líder da banda e foi ele quem chegou ao seu escritório pedindo a retificação. Ela achou curiosa a atitude dele em relação aos colegas. Ele muitas vezes parecia um pai com três filhos pequenos, outras vezes era tão "criança" quanto os outros três. Mas ele parecia sempre cuidar de seus amigos.
Ele também era muito alto, o que colaborava para ele parecer o "pai" dos outros três.
O homem abriu a torneira da mangueira para Michael e ele esperou a água esguichar. Quando ela o fez, ele levou a boca ao jato de água e soltou um gemido de alívio. Ele estava mesmo com muita sede.
Toby Willis não acreditou no que viu. Sem pensar, ela pediu ao fotógrafo para tirar uma foto de Michael bebendo água.
Ela arregalou os olhos e seu queixo caiu. Sentiu seu rosto esquentar (devia estar grená a essa altura) e logo depois, o resto do corpo, seguido por um arrepio que parou logo abaixo de seu abdome.
Ela soltou um longo suspiro, que soou mais como um gemido.
Em sua mente cansada e provavelmente alterada pelo calor, era uma das cenas mais eróticas que ela já tinha visto.
Para um transeunte qualquer, não havia nada demais, era um jovem bombeiro tomando água da mangueira.
Mas para ela... era Mike, o líder da banda, com todo o seu porte e aquela roupa de bombeiro que do nada fez surgir mil e uma fantasias na cabeça dela; as pernas compridas abertas, segurando firme aquela maldita mangueira e... aquela boca perfeitamente esculpida sugando a água.
E o homem ainda gemia de... prazer? Claro, ele se sentiu aliviado por finalmente estar matando a sede e o alívio é um tipo de prazer. Céus misericordiosos!
Ela olhava transfixada para o rapaz bebendo água. Aquela roupa ridícula, as mãos com aqueles dedos compridos segurando com firmeza a mangueira grossa ("Pare com isso, Toby!!") e os lábios carnudos beijando o jato d'água... ("Ele está só bebendo a água, Toby, pelo amor de Deus!")
Ela nunca sentiu tanta inveja de uma mangueira e da água saindo dela.
Todos os tipos de pensamentos libidinosos que ela poderia ter naquela hora invadiram sua mente. Ele como o mais corajoso dos bombeiros salvando-a, a vítima carente de amor que faria de tudo para compensá-lo; ele marotamente comparando a mangueira d'água com a *sua própria*, dizendo que esta também satisfazia; ele, como líder nato que era, expulsando todos dali (inclusive seus companheiros) e tomando-a ali mesmo, em pleno carro de bombeiros...
Aqueles lábios carnudos por todo o seu corpo e aquelas enormes mãos acariciando-a, os dedos longos explorando-a...
"Chega, Toby! Você já ficou demais no sol! Está te fazendo mal!" pensou ela.
Perdida em seus pensamentos, ela não percebeu que ele se aproximava dela. Quando ela o fez, arfou.
- Toby? Ah, desculpa, te assustei? - disse ele, parado em frente a ela.
Lá estava ele, com aquele tamanho todo pairando sobre ela, com aquela estúpida roupa de bombeiro que a fazia ter vontade de arrancar dele, aqueles olhos castanho-claros amendoados ridiculamente lindos fixados nela e aquela maldita boca carnuda meio aberta... ela não pôde evitar: gemeu novamente.
- Você está bem? - perguntou ele.
Voltando a si e tentando recuperar um pouco de sua compostura, ela respondeu:
- Hã... sim...
- Tá... escuta, quando a gente vai poder tirar essas roupas? Desculpa, mas eu tou morrendo de calor!
"HA! Você não sabe da missa a metade, meu filho!" pensou ela.
- Hã... pode tirar!
- Posso? Ah, valeu, Toby! - disse ele, sorrindo. Um sorriso com dentes tortinhos que fazia ele quase fechar os olhos e que fez Toby Willis derreter por completo.
Mas por uma coisa ela não esperava.
O homem começou a despir-se na frente dela. Primeiro o chapéu, depois a jaqueta, as botas e a calça... Ela não conseguia parar de olhar. Tudo bem, ele usava suas próprias roupas por baixo, mas mesmo assim.
Céus! O que ele estava tentando fazer com ela? Deixá-la louca de desejo?!
- Michael!
- O que?
- Hã...
- Oi, Mike! A Toby tá te pagando extra por esse strip-tease? - disse Micky Dolenz, se aproximando. Ufa!
- Ha, ha. - respondeu Michael, sarcasticamente.
Ela sabia que Micky tinha feito uma piada, mas não pôde deixar de pensar que de certo modo, ele tinha acertado em cheio. Parecia um strip-tease.
Ele tirou cada peça lenta e calculadamente, com uma expressão sedutora no rosto a cada botão desabotoado...
Ou ela realmente estava ficando louca e imaginando coisas.
- Oi! É reunião de elenco?
- Toby, você está bem? Parece muito vermelha!
Davy e Peter tinham se aproximado. O loiro, apesar de parecer meio lesado, era bem perceptivo.
- Hã... eu estou muito... c-cansada, só isso.
A presença dos outros três a distraiu de seus devaneios impróprios com o esguio Texano.
- Mike, por que você tirou a roupa de bombeiro?
- Toby disse que eu podia!
- Sim, por hoje é só, rapazes. Volto a falar com vocês amanhã para as considerações finais.
- Ah, tá!
- Valeu!
- Valeu, Toby!
- Até amanhã!
Ela observou os rapazes se afastarem e sentou-se na cadeira novamente. Pegou uma garrafa d'água que estava ali perto e bebeu tudo num gole só. Ela achava que precisava de algo muito mais forte, mesmo sob o sol queimando.
- Toby?
- Aaah!
- Nossa, é a segunda vez! Eu sou tão assustador assim?
Michael! Ele voltou! Ele queria acabar com ela de uma vez?
- NÃO! É que eu estava distraída! Desculpe!
Ele deu uma risadinha - voltando a fazer com que ela derretesse - e disse:
- Desculpe pelo trabalho todo que a gente deu. Às vezes é difícil controlar aqueles três!
- Ah... tudo bem!
- Obrigado por mais essa oportunidade.
- Ora... é o mínimo que... a Chic podia fazer, depois daquele fiasco.
- Bom... você é a editora-chefe. Se não fosse por você, não teríamos um artigo bacana na revista, fazendo propaganda da gente.
- Ora...
- Obrigado!
Ele de repente abaixou-se e deu um beijo molhado e demorado no rosto dela. Ela fechou os olhos e deixou-se levar pela sensação dos lábios macios em seu rosto e o suave cheiro de loção pós-barba...
Se segurando para não gemer novamente, ela sorriu timidamente. Ele sorriu de volta.
- Até amanhã! - disse ele, afastando-se com uma corridinha.
Ela acenou com a mão. Vendo que ele estava longe, ela soltou um gemido alto.
- Aaaaaagh! Você é absurdo, Michael Nesmith!
 
FIM

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