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 Fic comunitária

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bajumoon

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Mensagens : 645
Data de inscrição : 04/03/2014
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Localização : São Paulo - SP

MensagemAssunto: Fic comunitária   Qua Nov 04, 2015 9:43 pm

Título: Fic comunitária
Autor: Jussara/Irene
Shipper: Jeannie/Major Nelson
Gênero: romance
Censura/Classificação: M
Capítulos: II
Resumo ou uma promo: Jeannie deseja desesperadamente mais atenção do seu amo.
 
I
 
Jeannie sentia-se entediada e aborrecida, pois seu amo não lhe dava atenção.
Ele estava sempre trabalhando muito e nos poucos momentos que ficava em casa, se ocupava com as tarefas domésticas, como cortar a grama, por exemplo.
A gênia tentou resolver o problema seguindo os conselhos do Major Healey, que lhe disse pra venderem a casa e mudarem para um apartamento, por ser mais prático. Porém, Jeannie acabou criando uma grande confusão, fazendo com que seu amo ficasse muito bravo com ela.
Agora que estava tudo resolvido, ela precisava pensar em algo realmente eficaz, para passar algum tempo ao lado de seu amo.
Ela andava de um lado para o outro da sala, quando de repente teve uma ideia:
"Claro! Por que não pensei nisso antes?! É perfeito!"

Ela tinha feito isso uma vez. Quando quis levar seu amo até Paris.
Tudo o que ela precisava, era fazer com que ele desejasse ir para a ilha deles.
Jeannie, como uma boa gênia, obedeceria a seu amo e ele não poderia reclamar.
Quando estivessem lá, ela faria com que ele se esquecesse do trabalho e da casa.
A gênia correu até o jardim e encontrou Tony, se preparando pra cortar a grama.

 
"Amo?"
"Sim?"
"Você tem mesmo que cortar a grama?"
"Sim, está muito grande."
"Mas ela está tão bonita assim!"
"Jeannie!"
"O que foi?
"O que você quer?"
"Deixe-me ajudá-lo! Por favor!"
Ela tentaria ter a atenção dele mais uma vez. Se não conseguisse, partiria para o plano. O homem passava quase os fins de semana inteiros fazendo coisinhas dentro de casa. Isso estava deixando-a nervosa!
Ele mal tinha tempo para ela! Para passear na praia, ir ao cinema, jantar em sua companhia... nem para tomar café com ela ele tinha tempo mais! Nos dias de semana, ele levantava, tomava uma xícara de café, ia correndo para a base, voltava para casa (tarde!), tomava banho, comia um sanduíche e ia dormir! Isso não podia ficar assim! Ele ia se matar de tanto trabalhar! E ela ia morrer de frustração!!!
"Jeannie, eu já não te disse que essas coisas me distraem? Eu gosto de mexer no jardim!"
"E eu gosto de te ajudar! Por que você não me deixa?"
"Porque você simplesmente pisca e resolve tudo!"
"Mas Amo, eu posso ficar sem os meus..."
"An-ã! Não! Nem pense em querer ficar sem os seus poderes! Não ia ser bom pra você e muito menos pra mim!"

 
 
A gênia abaixou a cabeça e disse, chateada:
“Eu não te entendo, amo! Quando eu quero ajudá-lo, com meus poderes, você não permite, porque não acha certo. Se eu tento ajudá-lo, do jeito comum, você não aceita.” Ela ergueu o rosto e olhou pra ele, triste. “Acho que na verdade, você não quer ficar comigo e usa a casa como desculpa. Minha presença só o incomoda.”
“Ora, Jeannie, isso não é verdade!”
“É sim, amo! Mas tudo bem! Não vou incomodá-lo mais! Faça o que quiser!”
Ela virou-se pra entrar novamente na casa, quando ele a segurou pelo braço.
“Espere Jeannie!”
 
“O que foi?”
”Eu sinto muito... é que... esse projeto lá no serviço tá deixando todo mundo meio nervoso e eu... bem, eu estou tentando me distrair, sabe...”

Ele tinha usado uma voz calma e até doce para ver se conseguia acalmá-la.
“Mas, Amo... eu não posso distraí-lo?” disse ela, com um tom falsamente inocente.
“Jeannie...”
“O que? Eu não... sirvo para distraí-lo?”
“Não é isso, é que...”
Ele estava quase cedendo. Quando ela queria, Jeannie tinha um incrível poder de persuasão.
 
 
Vendo que ele hesitava, a gênia insistiu:
“Qual é o problema, amo? Diga, por favor!”
Ela o olhou com doçura, esperando uma resposta.
Tony fitou aqueles lindos e profundos olhos azuis e não pôde mais resistir.
Ele sorriu pra ela e disse:
“Eu amo estar com você, Jeannie!” Ela deu um enorme sorriso e ele prosseguiu, se aproximando ainda mais dela: “Mas quando eu estou perto de você, simplesmente não consigo me conter e...”
Ele acariciou o rosto da gênia e a beijou apaixonadamente.
 
“Oh, Amo... se esse é o problema... não tem problema!” disse ela, encantada e triunfante.
“Jeannie, eu... eu não posso...”
“Pode, sim! A hora que você quiser!” ela disse, com um sorriso maroto.
“Não! Eu só ia te decepcionar!”
“Não, Amo, você...”
“Jeannie! Preciso sair! Mais tarde conversamos!”
Ele saiu, deixando uma Jeannie estupefata e pensativa em casa.
 
A gênia sentou na cadeira azul, se recordando das palavras de seu amo. “Então é isso!” Pensava ela. “Meu amo está com medo! Medo de se envolver e de me decepcionar! Mas eu vou fazê-lo ceder! E já sei como!” Jeannie deu um sorriso misterioso.
 
***
O Major Nelson voltou pra casa, algumas horas depois.
Tinha ido à casa de seu amigo Roger, pois precisava ficar algum tempo longe de sua gênia, para esfriar a cabeça e também outras partes do corpo.
“Jeannie, já estou de volta!” Chamou pela gênia, esperando que ela estivesse mais calma.
“Boa noite, amo!” Disse a gênia, aparecendo na sala, muito tranquila e sorridente.
“Ah, olá Jeannie!” Ele deu um risinho nervoso e sentou-se rapidamente no sofá esperando que a gênia tivesse se esquecido da conversa que ele prometera ter com ela depois.
“Você parece meio tenso, amo! Algum problema?”
“Problema? Não! Nenhum! Por que eu teria algum problema! Hehe!” Ele deu uma risadinha nervosa.
“Ah, você não parece tranquilo! Mas não se preocupe, eu sei do que você precisa!”
“Do-do que eu preciso? Jeannie... do que está falando?” Ele perguntou nervoso.
Só esperava que ela não quisesse ir pra cima dele outra vez. Ele não sabia se iria aguentar.
A gênia piscou e em sua mão apareceu uma taça de Martíni.
“Estou falando disso! Aqui está amo!”
“Oh, obrigada, Jeannie!” Tony deu um suspiro aliviado, antes de beber o conteúdo da taça de uma vez.
O Major Nelson não sabia se era impressão sua, ou a bebida estava mesmo com gosto diferente. E ele também não entendia direito, mas de repente sentiu-se estranho.
Jeannie olhava para seu amo, fingindo inocência, mas internamente ela sorria.
Aquela noite seria muito divertida e excitante.
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: Fic comunitária   Qua Nov 04, 2015 9:44 pm

II
 
O Major Nelson começou a sentir um calor inexplicável e o suor começava a escorrer por suas têmporas e pescoço.
Displicentemente ele abriu alguns botões de sua camisa, revelando um pouco de seu peito nu.
“Ah, não entendo. Parece que ficou tão quente aqui, de repente!”
Jeannie não respondeu. Apenas sorriu pra ele maliciosamente.
O Major Nelson ficou encantado com o sorriso.
Não sabia explicar a razão, mas Jeannie tornou-se absurdamente atraente pra ele. Mil vezes mais do que o comum.
Jeannie observou o olhar faminto de seu amo sobre ela e esperava ansiosamente que ele não resistisse mais e a “atacasse”.
O efeito do pó mágico que ela colocou no Martini, assemelhava-se ao efeito dos biscoitinhos que sua mãe lhe mandara, uns tempos atrás.
Seu amo perderia suas inibições e pudores, sem medo ou vergonha de demonstrar o que sentia, nem o que queria. E Jeannie tinha quase certeza que era ela que ele queria.
Se ele estivesse realmente interessado nela, com ela esperava, ele não poderia mais controlar isso.
Ela não desejava ter que recorrer a isso, mas não encontrou outra solução, para fazer seu amo soltar-se mais com ela. Agora ela só esperava que funcionasse.
“Sim, vai funcionar, sim!” Pensou ela, enquanto o Major Nelson rapidamente se erguia do sofá, dando-lhe um sorriso meio torto e malicioso e em seguida tomava a boca dela, num beijo quente e furioso.
 
“Ohh...” Ela gemeu, ao vê-lo apertá-la em seus braços, enquanto a beijava.
O Major Nelson sentia-se embriagado por ela. Era como se repente não tivesse nada que o impedisse de estar com ela.
Ele não conseguia pensar em outra coisa, além do cheiro inebriante dela, de seu corpo. Queria sentir a pele dela na sua, beijar, sentir ainda mais o seu gosto.
Por isso, começou a tirar a roupa dela. Suas mãos ansiosas arrancaram-lhe primeiro o bolero. Ela riu deliciada, quando ele passou a beijar o decote dela.
Jeannie estava nas nuvens. Sempre sonhara com o momento que ele estaria assim com ela, mas nem de longe imaginava que seria tão maravilhoso.
Nunca o tivera tão concentrado nela, tão apaixonado!
Em pouco tempo, ambos estavam nus, com ele beijando todo o corpo dela.
“Jeannie, pisque-nos para meu quarto!” Ele pediu, não podendo mais se conter.
Ela obedeceu prontamente eles apareceram deitados na cama de Tony, com ele por cima dela, beijando-a loucamente.
Instantes depois, ela o recebeu em si, com um gritinho de prazer.
Ele se movimentava descontrolado, fazendo ambos gemerem. Logo veio o prazer total, o momento de êxtase para os dois.
O Major Nelson desabou por cima dela, enquanto ambos recuperavam o fôlego.
Ele se deitou ao lado da gênia, sem nada dizer e um pensamento angustioso passou pela cabeça da gênia.
O efeito do pó deveria estar se acabando. Será que ele passaria a ignorá-la novamente?
Talvez até ficasse com raiva, ao saber o que ela tinha feito!
“Talvez eu não devesse ter feito aquilo!” Começava a se arrepender, mesmo tendo amado estar junto dele.
Ela se sentou na cama e ia se levantar, quando Tony segurou seu braço.
“Ei, aonde vai?”
“Pra minha garrafa!”
“Não, fique aqui comigo!” Ele pediu.
“Você quer que eu fique?”
“Claro que sim!” Ele sorriu e a puxou para seus braços.
A gênia, mesmo ainda preocupada, adormeceu nos braços dele.
 
No dia seguinte, Jeannie, levantara antes de seu amo e foi preparar o café da manhã.
O Major Nelson saiu do seu quarto sorrindo, tempos depois, vestido com o seu roupão vermelho.
Ele encontrou sua gênia, sentada a mesa, pensativa e se aproximou dela, dando-lhe um beijinho.
“Bom dia, Jeannie!”
“Bom dia, amo!” Ela respondeu desanimada.
“Dormiu bem?”
“Sim. E você?”
“Não poderia ter dormido melhor!” Ele ia dar outro beijo nela, mas Jeannie virou o rosto.
“O que houve? Por que está assim?”
“Amo, eu preciso confessar uma coisa, mesmo que você passe a me detestar!”
“Confessar o quê?”
“Eu... Eu coloquei um pó mágico na sua bebida ontem, para que você perdesse suas inibições. E para que acontecesse... O que aconteceu entre nós! Sinto muito!” Ela abaixou a cabeça.
“Eu já suspeitava disso!” Disse ele com um sorriso.
Ela olhou para ele, admirada.
“Suspeitava?”
“Sim, Jeannie! Mas quer saber? Não importa! Eu gostei demais de estar com você!” Ele a beijou.
Jeannie, feliz, correspondeu prontamente o afeto. Nesse momento o telefone tocou e Tony foi atender.
“Alô? Oi Roger?” Ele fez uma pausa ouvindo seu amigo e respondeu: “Sinto muito, Roger, mas hoje não posso jogar golfe com você! Tenho muitos serviços aqui em casa, para terminar! Até logo!”
O Major Nelson desligou e Jeannie se aproximou dele:
“Você vai cortar a grama, amo?”
“Hum... Não sei...”
“Não se preocupe, vou deixá-lo trabalhar em paz!”
“Sabe eu estava pensando em outra coisa?”
“No quê? Em podar as arvores?”
Ele riu e puxou para si:
“Que tal você fazer essas coisas com uma piscada e depois nos piscar para nossa ilha? Sem dúvida, eu terei coisas muito mais interessantes para fazer com você lá!”
Ela deu um gritinho, entusiasmada.
“Agora mesmo, amo querido!”
 
Fim
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