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 Férias quase frustradas

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MensagemAssunto: Férias quase frustradas    Ter Out 06, 2015 8:35 pm

Título: Férias quase frustradas
Autor: strawberriesapples
Shipper: Jeannie/Major Nelson
Gênero: Romance
Censura / Classificação: R
Capítulos: 3
Nota: Terminada em 09/2015; narrada pelo Major Nelson
Resumo ou uma promo: Uma possível continuação meio safada de “Um conjunto desconjuntado”...
 
 
Prólogo
 
- Uma barraca, pássaros, um riacho... Jeannie!
- Sim, Amo? – ela apareceu.
- O que significa isso?
- Amo, foi você quem pediu! Por favor, não fique com raiva de mim!
- Ah, não estou com raiva, Jeannie... eu não poderia ficar com raiva de você... – disse ele, fazendo um carinho no rosto dela.
Ele aproximou seu rosto do dela e a beijou profundamente. Ela o abraçou apertado.
Quando ele deu por si, estava em sua cama, investindo profundamente nela, ouvindo-a gemer sem parar.
Quando ele estava prestes a chegar ao auge do deleite, ele gritou:
- Aaaaahhhh!
E se levantou de repente, sentando-se na cama, encharcado de suor. Tinha sido um sonho.
***
1
 
Eu estava frustrado. Eu definitivamente precisava de férias, ia acampar num lugar calmo e sossegado, perto do Little Bear Lake só ouvindo o barulho do riachinho ou dos grilos à noite. Depois de dois anos com o Dr. Bellows no meu pé, eu finalmente ia tirar férias, e me livrar do psiquiatra da NASA por algumas semanas.
Mas Jeannie resolveu ser empresária da banda que ela tinha arranjado para o bazar de caridade da Sra. Bellows. Eu achava que ela não tinha compreendido o quanto as férias iam fazer bem aos meus nervos! Não estava nem um pouco a fim de levar uma banda a tiracolo! Como eu iria descansar com aqueles quatro fazendo barulho no meu ouvido? Além do mais, eu tinha planos pra essas férias. Levar Jeannie comigo era essencial. E não, não era para ela cozinhar ou lavar minhas roupas. Era pra nós nos divertirmos. Ela provavelmente estava precisando tanto de estar ao ar livre quanto eu.
Mas agora eu estava quase me arrependendo de tê-la trazido junto. Nada parecia fazê-la mudar de ideia. Ela estava determinada a levar o “Voz & Alma” para o topo das paradas!
- Jeannie.
- Sim, Amo?
- Eu não estou nem um pouco a fim de carregar caixas de som pra lá e pra cá.
- Mas você não terá que fazer isso, Amo!
- É o que parece! Quer dizer, eles tocam os instrumentos e cantam, você é a empresária deles e eu?
- Ora, Amo, você...
Eu a encarei querendo dizer “Agora você vê o quanto a sua ideia é ridícula?”
- Você pode cuidar das finanças!
- Jeannie!!!
- Eu sei que você sempre investiu bem o seu dinheiro, Amo, e...
- Jeannie.
- Sim?
- Eu já falei que preciso muito dessas férias, não falei?
- Sim, Amo, mas...
- Preciso. Muito. De FÉRIAS. Sabe o que a gente não faz nas férias? TRABALHA!
- Mas Amo, eles precisam de mim!
Ela estava irredutível. Eu iria ter que apelar.
- Ah, é? Sabe quem mais precisa de você?
- Quem?
- EU!
- Você?
- É.
- Para que?
Eu não acreditei no que estava ouvindo. Ela parecia tão animada para essas férias quanto eu! Maldito bazar de caridade!
- Para que?! Jeannie!!
- Hã... vocês querem que a gente saia? – perguntou um dos membros da banda. Sim, eles ainda estavam no porta-malas, e estavam ouvindo tudo.
- Sim! – disse eu.
- Não!
Eu parei o carro. Olhei para minha gênia com uma expressão muito séria e resoluta.
- Jeannie, podemos conversar A SÓS?
- Sim, Amo.
Saímos do carro e nos afastamos dele.
- Jeannie.
Encarei-a e segurei-a pelos ombros.
- Sim?
Ela estava meio apreensiva. Não parecia me entender!
- Acho que você não entendeu direito quando eu disse que precisava de você...
- Amo, eu...
- Eu não canto nem danço. Não tenho talento nenhum. Mas eu garanto que eu preciso muito mais de você do que aqueles quatro ali.
- Precisa de mim?
- Demais.
Eu tinha baixado o tom de voz e olhava para ela com um olhar tentativamente sedutor.
- Ahn...
Ela olhou para a banda, que estava conversando animadamente no porta-malas.
- Jeannie.
Ela olhou para mim novamente e eu aproximei os lábios de seu ouvido, sussurrando algumas palavras.
Ela arregalou os olhos, arfou, olhou para a banda e piscou.
***
Eles haviam desaparecido. Os 4 se encontraram na gravadora onde tinham conseguido um contrato; havia um bilhete em cima da mesa do escritório. Eles abriram e leram; era de Jeannie, dizendo que tinha alguém que precisava dela demasiadamente e desesperadamente e que o Sr. Phil Spector ia cuidar deles. Eles olharam para o rapaz sentado à mesa. Phil Spector. Ele os deu as boas vindas e levou-os para o estúdio.
***
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MensagemAssunto: Re: Férias quase frustradas    Ter Out 06, 2015 8:42 pm

2


Enquanto isso, Jeannie me abraçava fortemente, pedindo mil desculpas por ter se distraído tanto de sua “função”.
- Jeannie!
- Oh, Amo! Diga que me perdoa!
- Jeannie, pare com isso.
- Não! Não enquanto não me disser que me perdoa! Oh!
- Eu te perdôo, agora pare.
- Oh, obrigada, Amo! Obrigada! Obrigada!
Ela dava beijinhos em todo o meu rosto.
- Pare com isso! Anda, vamos voltar para o carro.
Eu andei em direção ao carro, esfregando as mãos animadamente. Ela me seguiu.
- Little Bear Lake, aqui vamos nós!
Chegamos ao lago e eu respirei fundo, assim que saí do carro. Finalmente. Eu adorava sentir o aroma das folhas e das flores daquele lugar. E lá estava o riacho. Ah, perfeito.
- Amo, que lugar lindo!
- Não é? Vamos, Jeannie, me ajuda aqui.
- Hã?
Comecei a tirar as coisas do carro e antes que eu pudesse terminar, Jeannie já havia piscado tudo organizadamente num lugar apropriado, com um pouco de sombra.
- Oh! Obrigado.
- De nada, Amo! - disse ela, ainda encantada com o lugar.
- Ali está o riachinho, vê? – disse eu, apontando.
- Sim... ah! Acho que vou até lá tomar um banho! – e saiu.
- Sim, sim, vá lá. - disse eu distraidamente.
Alguns minutos depois, eu parei para pensar no que tinha acabado de ouvir. Jeannie ia... tomar... um... banho!
- Jeannie! Espere!
Ela tinha acabado de mergulhar e estava se divertindo dentro d’água. Fiquei observando-a a uma distância. Ela parecia muito feliz e eu tive uma ideia louca.
Me aproximei do lago, tirei as roupas e mergulhei também.
- Buu! – disse eu, atrás de Jeannie.
- Aaaah! Oh, Amo, você me assustou!
- Desculpe. Não foi a minha intenção.
Desde aquele sonho eu venho olhando para ela com outros olhos. Ela parecia cada vez mais linda, mais fascinante... e agora, neste minuto... mexendo com os meus hormônios de uma maneira que iria me deixar envergonhado se eu tivesse que sair do lago agora...
- Aaai! – gritou ela.
- O que foi?
- Tem um negócio passando por entre as minhas pernas!
Eu dei uma risada discreta, pra disfarçar. Até as inocentes palavras dela estavam me deixando excitado.
- Provavelmente são só os peixes, Jeannie!
- Ahn... Ai, de novo! Não gostei disso!
Ela piscou e saiu do lago, sequinha e usando o vestido verde que ela tinha tirado.
Eu ri novamente e ensaiei sair do lago. Mas aí me lembrei que eu estava nu. E num estado totalmente inapropriado para sair.
- Hã... Jeannie... você pode ver alguma coisa pra fazer um fogo?
- É pra já, Amo!
Ela saiu saltitando e eu saí rapidamente do lago, colocando pelo menos o calção e a calça, abotoando a camisa de qualquer jeito.
Me aproximei de onde a barraca estava montada.
- Amo, você ainda está todo molhado!
E ela piscou para secar-me.
- Obrigado, Jeannie. Você está com fome?
- Hã... um pouco!
- Ótimo! Vou ver se consigo pegar uns peixes pra gente comer.
- Ah! Posso ir junto, Amo?
- Claro!
Peguei minha vara de pescar, um chapeuzinho e voltei ao lago. Demorou, mas eu peguei uns três peixes de tamanho razoável.
Comemos os peixes e ficamos conversando por um tempo. Jeannie disse que se empolgou com a banda que ela tinha formado e que gostou de ser empresária. E pediu desculpas de novo.
- Ora, o que é isso. Tá tudo bem. – disse eu, sorrindo para ela.
- Obrigada, Amo. Você é tão compreensivo! - disse ela, deitando a cabeça no meu ombro. Aquele cheiro floral dela estava me matando!
Depois de comermos, fomos caminhar. Eu mostrei para ela o lugar e contei várias histórias. Da vez que eu tinha vindo quando era moleque e me perdi, da outra vez que eu tinha sido picado por uma cobra e eu espertamente omiti a viagem com a turma da faculdade num feriadão de primavera...
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MensagemAssunto: Re: Férias quase frustradas    Ter Out 06, 2015 8:43 pm

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Voltamos para a barraca à noite. Eu arrumei o saco de dormir, acendi a lamparina, espalhei um repelente e... me vi numa espécie de impasse.
- Jeannie!
- Sim, Amo?
Sim, Jeannie. Onde ela iria dormir? Ela podia piscar sua garrafa, ela podia piscar outra barraca, raios, ela podia piscar uma cama luxuosa e macia... mas eu não queria que ela fizesse isso...
- Hã... você...
Resolvi jogar tudo para o alto...
- Você já quer ir dormir?
- Não, Amo, não estou com sono.
Ai, caramba...
- Hã... eu trouxe uns livros. Você quer algum?
- Quero!
Sem pensar duas vezes, ela sentou-se dentro do saco de dormir, encostou-se numa pedra perto da barraca e pôs-se a ler. Ponderei sobre o que ia fazer por alguns minutos (minha consciência me dizia uma coisa, mas uma certa região dizia outra) e ia entrar na barraca quando ouvi:
- Aaaaah!
Entrei correndo. Jeannie estava em perigo!
- Jeannie! O que houve? Você está bem?
- Tem alguma coisa se mexendo ali, Amo! – ela apontou pra um canto da barraca.
Eu cheguei perto e realmente tinha uma coisa se mexendo. Era um sapo coaxando. Eu espantei o sapo e sentei-me ao lado dela.
- Pronto, Jeannie. O “perigo” já passou... – disse eu, dando uma risada.
- Obrigada, Amo... Estou envergonhada!
- Não fique!... – disse eu, fazendo um carinho no rosto dela. Uma certa cena veio com tudo na minha mente como um flashback: o sonho!
Me aproximei e dei um leve beijo nos lábios dela. Ela sorriu e eu voltei a beijá-la, dessa vez mais profundamente. Ela levou as mãos para a minha nuca, me beijando tão intensamente quanto eu a beijava.
Desci para o pescoço dela, adorando sentir aquela pele macia sob os meus lábios.
- Oh, Amo...
Ouvir Jeannie gemer assim me incitou mais. Sem deixar de beijar lentamente o pescoço dela, passei minha mão esquerda pelo interior da coxa dela, levando-a para seu centro íntimo, que, para a minha surpresa, estava molhado...
- Ohhh...
- Oh, Jeannie...
Fui deitando-a no saco de dormir, voltando minha atenção para sua boca. Ela devolvia meus beijos na mesma intensidade, e eu estava ficando meio louco.
- Jeannie... – disse eu, entre beijos.
- Sim, Amo?... – ela respondeu, ofegante.
- Eu quero tanto você...
- Oh... eu também te quero muito!
Aquilo foi a gota d’água. Tirei minhas roupas uma por uma, a expressão no rosto dela me incitando mais. Ela sorria animada e mordia o lábio inferior. Lembrei-me do dia em que ela apareceu na minha vida. A expressão que ela tinha no rosto quase o tempo todo era aquela mesmo.
Eu me ajoelhei no chão da barraca usando meu calção. Ela esticou os braços, ainda sorrindo aquele sorriso. Nossa, era ainda melhor que no sonho!
Sorrindo de volta, eu a beijei avidamente de novo. Levantando cada vez mais seu vestido, ela deixou que eu o tirasse, contemplando o corpo perfeito dela. Uau.
- Você é tão linda...
- Oh, Amo...
Eu a beijei mais uma vez e levei minha mão para as costas dela, arrancando aquele sutiã. Descendo com a boca pelo corpo dela, eu parei nos seios perfeitos e arredondados, lambendo e chupando-os vagarosamente.
- Ahhh... – gemeu ela.
Eu estava me deleitando. Todas as dúvidas que eu tinha sobre estar intimamente com ela desapareceram. Ela era uma mulher – e que mulher! – como as outras. Não, não como as outras. Ela era especial. Muito especial...
Voltei para os doces lábios dela, acariciando-a onde eu podia.
Eu passava minha língua pela dela, chupava seu lábio inferior e não me satisfazia. Eu precisava de mais. Eu precisava dela. Precisava sentir-me dentro dela.
Encarando-a com os olhos cheios de desejo, eu sorri para ela.
Acho que ela entendeu meu olhar e piscou, fazendo com que nossas roupas de baixo desaparecessem.
- Ah... – eu gemi, sentindo a ponta de meu membro roçando nas partes íntimas dela.
- Ohh! – Ela gemeu também.
Era isso. Eu estava prestes a ter a mulher mais perfeita que eu já vi na vida, finalmente. A melhor coisa que já me aconteceu. A única mulher pela qual eu realmente tinha me apaixonado.
Penetrei-a lentamente, me esforçando para registrar em minha mente a sensação incrível. Nós nos encaixávamos perfeitamente e logo nos movíamos em harmonia. Eu alternava entre beijos e olhares, a expressão de puro prazer no rosto dela me excitando cada vez mais,
Aumentamos o ritmo e logo chegamos ao clímax. Nunca eu tinha ficado tão extasiado na vida.
- Ohhh... uau! – disse eu, recuperando o fôlego.
- Amo... que incrível!
- Eu que o diga, Jeannie!
- Hihi...
- Você é demais!
- Você também é, Amo querido!
Ela me abraçou forte e dormimos assim. Jeannie me tinha por completo agora. Tanto emocionalmente quanto fisicamente. Que ela ainda não soubesse disso. Eu mesmo não sabia como lidar... mas teríamos nossas vidas todas pela frente...
 
FIM
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