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 Nunca experimente o ódio de um amo

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MensagemAssunto: Nunca experimente o ódio de um amo   Nunca experimente o ódio de um amo EmptyTer Out 06, 2015 8:08 pm

Título: Nunca experimente o ódio de um amo
Autor: strawberriesapples
Shipper: Major Nelson/Jeannie Segunda
Gênero: Romance; Hurt/Comfort
Censura/Classificação: R
Capítulos: 3
Nota: Escrita em 25/09/2015; narrada pelo Major Nelson
Resumo ou uma promo: A irmã de Jeannie tinha passado dos limites. Merecia um castigo...

 


Eu ainda estou pensando em como pode ter acontecido. Não foi uma atitude típica. Muito pelo contrário. Não tem absolutamente nada a ver comigo. Mas aconteceu.
E agora eu estou aqui, tentando entender tudo.
Tinha sido mais um plano da irmã de Jeannie pra tentar "me ganhar". Ela chegou pra irmã com um papo de que a lua era muito perigosa e que Jeannie deveria me impedir de ir. Como sempre, ela acreditou. Jeannie era uma mulher muito bondosa e até certo ponto, ingênua. Especialmente quando se tratava de sua irmã. Não era a primeira vez que Jeannie Segunda aprontava, mas Jeannie sempre confiava nela. Acho que ela cresceu numa família muito unida, em que uns contavam com os outros. Então não importava o quanto sua irmã fosse ardilosa. Ela sempre confiaria nela.
Enfim, o primeiro plano de Jeannie Segunda foi uma aguda crise de nervos. Qualquer barulhinho virava um barulhão pra mim e eu fui afastado do projeto por causa disso. Fiquei tão nervoso que cheguei em casa gritando com Jeannie. Eu achei que ela tinha passado dos limites. Mas, como sempre, as intenções dela eram boas e eu tive que usar um pouco do meu tão falado charme pra tentar convencê-la de que a minha ida à lua era segura.
Deu certo, e eu estava de volta ao projeto. Mas mal sabia eu que Jeannie Segunda tinha um ás na manga.
Disfarçada como sua irmã, ela fez com que eu pesasse uns 110 kg, um peso bem acima do permitido pelo projeto. Eu descobri que ela estava por trás de tudo e bolei meu próprio plano para pegá-la.
Encontrei-a e expliquei a ela que Jeannie tinha passado dos limites. Com pena fingida da irmã, ela disse que não podia me culpar. Foi aí que eu disse as palavras mágicas... "Se você estiver à procura de um novo amo, talvez nós possamos fazer um acordo..."
Os olhos dela brilharam e ela foi logo se jogando pra cima de mim. Eu pedi a ela pra piscar e me deixar magro de novo, e ela o fez.
Sem perder tempo, ela me beijou. Eu devolvi um pouco o beijo, fazia parte do plano. Tirei uma venda de dentro do bolso e amarrei rapidamente nos olhos dela. Ela estava tão concentrada no beijo que a reação foi meio lenta; eu consegui ser mais rápido e prendi as mãos dela nas costas com um par de algemas.
"Seu estúpido!" - disse ela - "Tire isso de mim!"
"Shhh!" - disse eu - "Você vai ficar quietinha aí!"
"É o que você pensa, meu filho! Socorro!"
"Fique quieta!" - disse eu, levando-a para um armariozinho que tinha ali na sala. Ah, sim, nós estávamos em uma das salas de exame da NASA...
"O que você pensa que está fazendo, seu idiota? Solte-me!"
"Pare de gritar!"
"AAAAAAAAAAHHHHHHH!"
Que mulher teimosa! Bom, obviamente ela não iria parar de gritar. Pus minha mão em sua boca; ela me mordeu!
"Me solta, seu cretino!"
"Não! Por que você fez isso comigo?"
"Ora, querido... de que você me adianta no espaço?" - disse ela cinicamente.
Até presa e vendada ela não deixava de ser cínica! Ela deu uma risada debochada que fez o meu sangue subir pra cabeça. Eu me peguei bufando. Por uma vontade de puro ego ela ia me fazer ser afastado do projeto novamente! Ah, isso não ia ficar assim!


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MensagemAssunto: Re: Nunca experimente o ódio de um amo   Nunca experimente o ódio de um amo EmptyTer Out 06, 2015 8:09 pm

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Fizeram-se uns segundos de silêncio e eu a olhei de cima abaixo. Aquele pano preto nos olhos, a boca aberta para respirar; os braços dela para trás e com isso, o peito parecia mais estufado; com o colete de veludo bem aberto, dei de cara com seios grandes preenchendo aquele top verde claro, a cintura fina e o cós da saia um pouquinho acima do umbigo. A saia, transparente, não escondia muito bem as pernas bem torneadas dela, que estavam contraídas uma contra a outra, pelo que eu pude perceber.
Tive um ataque de desejo de vingança e desejo puro ao vê-la ali daquele jeito; aquela mulher ardilosa e cínica, acostumada a sempre ter o que ela quer, totalmente vulnerável, à minha mercê...
Ela ia começar a gritar novamente e eu a beijei. Um beijo grosseiro, exigente, pra fazer aquela mulher entender que ela tinha que ficar quieta.
"Pare! Você me enoja!" - mentiu ela, arrogantemente.
"Nojo? Tem certeza?" - disse eu, a milímetros do rosto dela, minha voz carregada de raiva, mas rouca de desejo.
"Eu te odeio..."
"Hum... você não pareceu odiar quando eu fiz isso..." - eu a beijei, desta vez, lentamente e suavemente.
"Você... não passa de um tolo mortal!..." - ela disse, meio ofegante.
"Tolo mortal do qual você vive atrás... por que? Hein?"
"Eu gosto de fazer vocês de bobos!"
"Oh... parece que comigo você não tem muita sorte... não é?" - sussurrei eu no ouvido dela e ouvi um gemido baixo.
"Você... é... o mais idiota de todos!"
"Tem certeza?..." - eu ainda sussurrava no ouvido dela.
"Sim!..."
Ela estava ficando mole. Ela não tinha mais aquele tom arrogante na voz e respirava pesadamente.
"E por que?..."
"Porque você tem a otária da minha irmã como sua gênia!"
Aquilo me fez ficar extremamente nervoso novamente. Como ela ousa dizer uma coisa dessas da própria irmã? Jeannie era bondosa, doce, meiga, carinhosa e... a amante mais fantástica que eu já tinha tido na vida. Ela era a melhor coisa que tinha me acontecido e eu queria bater com a cabeça na parede toda vez que eu pensava no tempo que eu perdi não admitindo pra mim mesmo que eu era louco por ela.
Desta vez era Jeannie Segunda que tinha passado dos limites. Essa moça merecia um castigo.
Eu olhei pra ela de novo e ela parecia ainda mais desejável. Castigo? Ora, ela iria ter o que ela queria! Mas... não do seu jeito. E certamente não tudo que ela queria.
Uma das piores coisas pra se fazer a pessoas orgulhosas e egomaníacas é ferir o orgulho delas e derrubar o ego...
"Como você se atreve?..."
Ela ia abrir a boca pra falar e eu calei sua boca com mais um beijo. Nem suave, nem grosseiro, mas muito exigente. Minha língua se chocava com a dela, eu a ouvia gemendo baixo.
"Vamos ver se você vai continuar tendo nojo de mim..."
Eu desci para o pescoço dela, mordendo, chupando. Minhas mãos apertavam sua cintura e eu logo subi para os seios fartos dela, apertando-os através do material fino.
"Mmm..." - gemeu ela, relutante.
Desci minha mão direita para a frente da saia, procurando logo o ponto entre as pernas dela. Comecei a friccioná-lo e logo ouvi gemidos mais altos, mas ainda relutantes.
Sem parar de beijar e morder seu pescoço, eu aumentei a velocidade, ouvindo mais e mais gemidos, a respiração pesadíssima. Mudei um pouco os movimentos ainda na mesma velocidade, fazendo-a finalmente soltar um...
"Aaah!"
Para minha surpresa, meus dedos estavam úmidos. Ela estava molhada.
Mas eu não queria ouvir só esses gemidinhos. Eu queria ouvi-la gritar...
Beijando-a mais uma vez - e desta vez ela devolveu o beijo com a mesma vontade - eu puxei seu top para baixo e senti aquela pele macia nas mãos, apertando, acariciando, beliscando suavemente os mamilos duros...
"Mmm!"  - gemeu ela contra minha boca.
Não satisfeito (eu estava longe disso...), levei minha boca àquela área, lambendo, chupando, mordendo.
Ela tinha um cheiro e um gosto exóticos, que quanto mais eu sentia, mais excitado ficava.
O que estava acontecendo comigo? Aquela mulher despertava em mim um sentimento estranho, uma raiva profunda misturada com um desejo desenfreado...
"Uhhh..."
Eu dei uma risada cínica e perguntei, "Ainda com nojo?"
"Você é... desprezível!" - gemeu ela.
"E eu posso ser mais desprezível do que você imagina..."


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MensagemAssunto: Re: Nunca experimente o ódio de um amo   Nunca experimente o ódio de um amo EmptyTer Out 06, 2015 8:12 pm

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Eu rasguei a saia e a calcinha dela, enfiando três dos meus dedos na encharcada parte íntima dela.
"Ohhhh!"
"Shhh! Quieta!" - disse eu. Por causa disso, ela gritou mais.
"AHHHH!!!"
Pra calar sua boca, eu a beijei novamente, mordendo o lábio inferior dela, meus dedos se movimentando rapidamente.
Eu interrompi o beijo e ela gritou novamente em êxtase.
"Ahhhh!"
"Eu não te disse pra ficar quieta?"
"Ah... você... não manda em mim!"
"Sim... mas eu acho que você seria boazinha e me obedeceria se eu te mandasse..."
"Nunca!"
"Mesmo? Vamos ver se não..."
Ela era mesmo muito teimosa. Mas eu arrancaria essa teimosia dela... à força...
Me abaixei e comecei a passar a língua na parte íntima dela, aquele gosto exótico me deixando zonzo de desejo. E eu queria vê-la se rendendo a mim cada vez mais...
"Ohhh!!"
Eu enfiava e retirava a língua de dentro dela, lambia rapidamente a área mais sensível e voltava a chupar... Ela gemia sem parar.
Chupando-a violentamente e apertando sua parte traseira, eu não pude deixar de sorrir, ouvindo gemidos cada vez mais altos.
Quando eu a fiz chegar ao clímax mais uma vez, ouvi:
"Ohhh, Major Nelson!"
Dei mais um sorriso de satisfação e subi pelo corpo dela mordendo-a, lambendo-a...
"Quer que eu seja mais desprezível ainda?" - perguntei eu, minha voz vazando sarcasmo...
Ela, totalmente entregue, respondeu, gemendo:
"Quero..."
Abri minhas calças, puxei a cueca pra baixo e segurei-a pelos quadris, encaixando-a no meu rígido equipamento e penetrando-a com força, me apoiando com as mãos na parede.
Uma parte minha se sentia aliviada por estar finalmente descarregando a tensão, mas a outra queria mais... a outra queria fazer com que a mulher ficasse frustrada, zangada e extasiada ao mesmo tempo.
Quanto mais ela gemia, mais forte eu a penetrava, desta vez apertando-a em meus braços, beijando-a, mordendo-a.  Ela tentava me acompanhar, jogando os quadris para frente. E quanto mais eu sentia-a contraindo suas paredes íntimas em volta do meu membro, mais insano eu ficava.
Ela tinha as pernas em volta da minha cintura e eu a jogava na parede com a força das minhas estocadas. Ela gritava de dor e de prazer e os gritos pareciam música pros meus ouvidos. Eu estava adorando ouvi-los.
Nós finalmente tivemos um orgasmo e eu soltei um urro de prazer. Prazer físico e um prazer psicológico. Eu tinha acabado de controlar uma mulher incontrolável.
Ela deu um grito, extravasando também o seu prazer e provavelmente sua frustração. Vitória!
Ela escorregou pela parede e sentou no chão, respirando pesadamente.
Eu fiquei olhando para ela, enquanto puxava minha cueca e calças para cima, abotoando-a e subindo o zíper.
Era uma imagem quase digna de pena. Aquela gênia glamorosa estava seminua, cheia de manchas vermelhas pelo corpo, com suas roupas estragadas e seu cabelo bagunçado, uma venda preta firmemente amarrada nos olhos.
Eu me abaixei em frente a ela e disse:
"Nunca mais fale mal da sua irmã na minha frente."
Ela soltou um grunhido.
Eu abaixei a venda. Ela me olhava com ódio, mas ainda com desejo.
"Estamos quites..." - continuei eu - "Eu acho você tão desprezível quanto você me acha..."
Me levantei e larguei ela lá, estranhamente confiante de que ela não ia fazer nada.
Peguei o carro e fui para casa, calmo.
Abri a porta e fui recebido por Jeannie, alegre e linda como sempre. A ficha caiu. Eu tinha violentado a irmã dela? Não, não era isso que ela queria?
Tomei banho e não quis jantar, meu estômago estava virado. Dei um beijo de boa noite em Jeannie (que pareceu me olhar decepcionada) e vim para a cama, pensando no enorme erro que eu havia cometido.


FIM
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