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 O Geniozinho rosa e o Major mau

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bajumoon

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MensagemAssunto: O Geniozinho rosa e o Major mau   Qua Set 02, 2015 10:07 pm

Título: O geniozinho rosa e o major mau
Autor: bajumoon
Shipper: Jeannie/Tony
Gênero: Romance
Censura/Classificação: M
Capítulos: 18
Advertências: Partes impróprias para menores
Resumo ou uma promo: Depois de muito resistir, Tony finalmente decide se envolver intimamente com Jeannie. Mas para isso ele terá que seduzir a inocente Jeannie.


O geniozinho rosa e o major mau

I

- Jeannie! Onde você está? Apareça! – gritou o Major Nelson, ao entrar na sala de sua casa.
A gênia apareceu tranquilamente, olhando pra ele.
- Qual o problema, amo?
- Foi você, não foi? Você que criou aquela tempestade, no meio do meu piquenique!
- A culpa foi sua! – ela o acusou, antes mesmo de assumir o feito. – Quem mandou me enganar e sair com uma garota?!
- Ah, eu já estou farto dos seus ciúmes! Eu sou solteiro, tenho direito de sair com a garota que quiser!
- Não! Não vou permitir que essas bruxas aproximem-se de você!
O Major Nelson, muito irritado, nem respondeu, entrou em seu quarto batendo a porta.
Lá, Tony andava de um lado para o outro, tentando se acalmar, quando Jeannie se piscou até onde ele estava.
- O que faz aqui? Já te proibi de ficar entrando no meu quarto! – ele falou ríspido.
- Não fique bravo comigo, amo, por favor!
- Como não vou ficar bravo, se você está sempre arruinando a minha vida?
- Mas eu não quero arruinar sua vida! Só não consigo entender porque você prefere sair com essas outras mulheres, ao invés de sair comigo! Acaso eu não o agrado? Sou feia? – ela colocou as mãos no rosto, preocupada.
- Claro que não! Já te disse milhões de vezes! E você sabe a razão! Você não é uma mulher como as outras, é um gênio, Jeannie!
- Mas eu posso ser melhor do qualquer mulher! – ela se aproximou dele, tocando no braço de Tony, para que ele olhasse pra ela. – Quando nós dois saímos juntos, ninguém nunca percebeu que sou um gênio e nem irá perceber. Então porque prefere sair com outras?
- Ah, você não entende! – ele balançou a cabeça.
Como explicaria para Jeannie que precisava sair com outras, para poder... Para poder satisfazer suas necessidades físicas?
- Explique então! Eu farei o que você pedir!
Ele olhou para ela por uns instantes, a boca aberta para responder, mas desistiu.
- Esqueça Jeannie! Não importa!
- Nesse caso, se esqueça das outras garotas, não deixarei que saia com elas!
- Escute aqui mocinha, quem você pensa que é pa... ? – ele mal terminou de falar e Jeannie já tinha desaparecido! – Ei, Jeannie, volte aqui, me escute! – ele gritou, sem sucesso.
O Major Nelson sentou-se na cama, completamente irritado.
***
- Eu não sei o que vou fazer Roger, as coisas saíram completamente do controle! – disse o Major Nelson ao seu amigo, assim que chegou à base, no dia seguinte.
- Por que não tenta sair escondido de Jeannie?
- E você acha que eu não tentei? Mas ela sempre descobre. Ela parece ter um sexto sentido pra isso!
- Ela e todas as outras mulheres! – brincou Roger.
- É sério, Roger, não sei o que fazer! Não aguento mais essa vida!
- Por que não a manda embora, Tony?
- E acha que eu não tentei? No começo eu fiz de tudo, mas ela não ia! E honestamente, agora... Eu não quero mais me livrar dela, preciso dela. Só gostaria que ela me deixasse em paz! Eu sou um homem como os outros, droga! Acha que é fácil pra mim, ficar sem... Você sabe!
- Ah, Tony! Você está querendo dizer que desde a época da Melissa você... Nada?!
- É mais ou menos por aí mesmo!
- Como você está aguentando?
- Eu já não te disse que estou desesperado?
- Oh, cara! E se nós fôssemos naquela boate, que costumávamos frequentar, a Chamber of Delight? Lá temos muitas amiguinhas, que amariam resolver seu problema!
- Já tentei fazer isso, Roger!
- E o que houve?
- Jeannie transformou o lugar num zoológico! Tinha macacas, zebras, burras...
- Pobres moças! Eu gostava delas.
- A muito custo e prometendo um jantar, fiz com que ela transformasse de volta as moças!
- Menos mal!
- Foi o que eu te disse, ela sempre acaba descobrindo! O que eu vou fazer?
- Bem, nesse caso só vejo uma saída.
- Qual? Diga de uma vez, eu estou desesperado!
- Fique com Jeannie mesmo! Desculpe a forma grosseira, mas leve-a para cama de uma vez!
- O quê?!
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Qua Set 02, 2015 10:08 pm

II

- Ah, Tony, não vá me dizer que isso nunca passou pela sua cabeça! Jeannie é uma mulher espetacular! E é louca por você! Basta uma palavra sua, que ela não vai pensar duas vezes! – disse Roger.
- As coisas não são tão simples assim!
- Como não? Ela é uma mulher linda e você, um homem! Difícil um homem não perder a cabeça, com ela usando aquelas roupas provocantes e...
- Chega Roger! Mais respeito! Além disso, você sabe que ela não é uma mulher como as outras, é um gênio!
- Pra mim, ela é bastante mulher! E acho que pra você também! Pensa que eu já não vi você olhando pra ela, com cara de bobo?
- Você sabe o que eu quero dizer! Não posso me envolver dessa maneira com Jeannie! Ela pode ser fisicamente como uma mulher comum, mas não é! Ter intimidades com ela implicaria em um monte coisas! Primeiro pareceria que eu só a estou usando, me aproveitando do fato de ser o amo dela! Depois, ela me ama, espera que eu me case com ela e eu não posso fazer isso! E por último, eu sei absolutamente nada sobre o passado íntimo dela, não tenho certeza se... Se ela “conheceu” outros homens!
- Eu acho que você está complicando demais as coisas, Tony! Não seria como o chapeuzinho vermelho e o lobo mau. – o Major Healey deu risada.
- Ah, Roge, não estou complicando, as coisas são assim! – Tony suspirou.
- Escute, se ela o quer tanto, quanto você a ela, você não estaria se aproveitando! E quanto ao compromisso, basta ser sincero, que ela vai acabar concordando que isso se seja algo mais, mais casual! E por fim, ela já deve ter muita experiência! Hehehe! – o Major Healey deu uma cutucada no Major Nelson e piscou o olho, dando uma risadinha.
- Cale a boca, Roger! – disse Tony, irritado. – Você não vale nada mesmo!
O Major Healey balançou a cabeça e falou:
- Bem, você é quem sabe! Pensei que preferisse ser astronauta, ao invés de monge! Mas enfim, a vida é sua!
O Major mudou de assunto, dizendo para se concentrarem no trabalho.
Ele chegou à conclusão, que não tinha sido uma boa ideia falar sobre ela com seu melhor amigo. Jeannie era especial e ele não devia expô-la dessa maneira.
A partir daquele momento, jamais voltaria a falar desse tipo de assunto com ele, se Jeannie estivesse envolvida.
Porém, o que Roger disse, começou a martelar na sua cabeça. “Por que não?” Pensou ele.
Jeannie estava ali, cheia de amor pra dar e ele estava precisando como um louco.
Mas com Jeannie as coisas eram tão diferentes, que ele se sentia como um adolescente desajeitado. Como chegaria nela? Tinha tantas coisas que ele precisava saber e discutir com ela antes de...
“Oh, será que eu devo mesmo?” Pensava ele.

***

- Jeannie, eu estou em casa! – anunciou o Major Nelson, fechando a porta e jogando seu quepe e pasta em cima de sua cadeira azul.
Ele não tirou a conversa que tivera com o Major Healey da cabeça. Será que deveria mesmo levar Jeannie pra cama? Será que ela era mesmo uma mulher bem experiente e entenderia se eles tivessem algo mais casual?
Essa última indagação o incomodou. Podia ser tolice, ou até machismo. Mas pensar em Jeannie, como uma mulher experiente, que teve outros homens enchia-o de raiva!
No fundo, ele sabia ser puro e simples ciúme mesmo.
Mas e se ela fosse inocente? Ah, as coisas também seriam complicadas!
Ele balançou a cabeça, tentando afastar os pensamentos, quando Jeannie saiu da cozinha, indo recebê-lo.
- Boa noite, amo! – ela se aproximou dele, dando-lhe um beijo.
Mas o Major Nelson logo se afastou dela, sentando no sofá.
- Boa noite, Jeannie! – ele falou, evitando olhar pra ela.
Jeannie sentou-se ao lado dele, preocupada.
- O que foi, amo? Ainda está bravo comigo?
- Claro que não, Jeannie!
- Então por que está me evitando?
- Ora, que bobagem! Eu não estou te evitando, só estou um pouco cansado, só isso! – ele continuava sem olhar pra ela.
- O pobre amo! – ela passou a mão pelo rosto dele. – Se quiser, eu posso lhe fazer uma massagem, para que relaxe e...
- Não! Não é necessário. Vou tomar um banho e logo ficarei melhor. Com licença! – ele se ergueu e correu para o seu quarto.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Qua Set 02, 2015 10:09 pm

III

O Major Nelson tentava se acalmar, tomando um banho de água fria.
As coisas não poderiam estar mais estranhas entre Jeannie e ele. “Por que o Roger tinha que ter dado essa ideia?”
Tony deu um suspiro, desligando o chuveiro e vestindo seu roupão.
Sentia-se mais tranquilo, quando ao sair do banheiro, tomou um susto:
- Jeannie?! O que faz aqui no meu quarto?
- Desculpe, amo, eu sei que você não gosta que eu entre aqui, mas você estava demorando e eu fiquei preocupada. Tem certeza que está tudo bem?
- Claro que sim, o que estaria errado? – ele falou ríspido.
- Você está mesmo zangado comigo! – ela abaixou a cabeça triste e Tony segurou sua mão.
- Não estou zangado! Desculpe se fui grosseiro com você!
- Tem certeza que não está bravo?
- Sim, tenho!
- Ah, que bom! – ela o abraçou contente, colocando os braços ao redor do pescoço dele.
O Major Nelson não teve tempo de se esquivar, quando Jeannie deu-lhe um beijo.
No começo ele não correspondeu, esperando que ela mesma se afastasse e ele pudesse fugir daquela situação. Mas como Jeannie continuou insistindo com o beijo, ele não resistiu. O Major Nelson colocou os braços ao redor dela e começou a beijá-la profundamente.
O beijo seguia intenso, dado toda a necessidade que ele sentia. As mãos dele deslizaram pelas costas dela, se segurando, para não descerem mais.
Ele afastou a boca da dela e começou a beijar o pescoço da gênia.
Jeannie arfava completamente derretida nos braços dele. Ela era sempre tão entregue, que era difícil para Tony resistir.
Instintivamente, ele foi a empurrando na direção da cama, quando se lembrou das palavras do Major Healey e se deteve.
- Não! – ele se afastou dela.
- Amo?!
- Jeannie, é melhor pararmos por aqui!
- Por que, amo? Não gosta dos meus beijos? Os seus são tão bons!
Ela ia beijá-lo novamente, mas ele a deteve.
- Não é isso, Jeannie! Seus beijos são muito bons, mas... !
- “Mas” o quê, amo?
- Se continuarmos, isso irá muito além dos beijos, entende?
- Como assim?
- “Como assim?”! Jeannie, não vou poder me conter mais, vou acabar... Você sabe!
Ela o olhou com uma expressão confusa e disse:
- Eu não entendo! O que pode acontecer com você, amo, se continuar a me beijar?
O Major Nelson a olhou com incredulidade. Ela só podia estar brincando com ele!
- Jeannie, você... !
- Eu o quê, amo?
- Ah, esqueça, Jeannie! Por favor, deixe-me sozinho! Eu preciso tomar um banho e terminar uns relatórios.
- Amo, você acabou de tomar um banho!
- Mas eu quero tomar outro! Não posso?
- Mas...
- Vamos, Jeannie, deixe-me sozinho! Ande!
Ela abriu a boca para discutir, mas ele a olhou com seriedade.
A gênia desistiu e saiu chateada do quarto.
Tony fechou a porta e sentou-se na cama, respirando fundo para se acalmar.
Será que Jeannie era mesmo... Virgem? Ou será que simplesmente não entendeu o que ele queria dizer?
A única maneira de ele ter certeza, seria se perguntasse diretamente pra ela. Mas como ele faria isso?
Por um instante, Tony, até pensou em desistir da ideia, mas a curiosidade o venceu. Ele queria muito saber!
Decidido, ele se ergueu e foi falar com a gênia.
O Major Nelson a encontrou na cozinha, organizando as coisas.
- Jeannie!
- Ah, amo! Já tomou seu banho? Quer comer alguma coisa?
- Depois! Preciso ter uma conversa com você! Vamos até a sala?
Eles seguiram até a sala e o Major Nelson a fez sentar ao seu lado no sofá.
Ela esperou que ele começasse a falar, com um olhar curioso. O Major Nelson desviou o olhar do dela e começou a dizer:
- Jeannie, tem uma coisa que eu gostaria de saber sobre você!
- O quê, amo?
- Bem... É... Você deve ter conhecido muitas pessoas na sua vida, não?
- Sim, amo!
- E... Teve muitos amigos...
- Ah, sim! Lembra que eu trouxe alguns deles na minha festa de pré-aniversário?
- Como poderia esquecer? Nunca achei que personagens históricos estariam na minha casa!
- Ah, e eu só trouxe apenas alguns dos meus amigos!
- Oh, puxa! Mas... Todos eles foram apenas seus... Amigos?
Jeannie o olhou com os olhos interrogativos.
- Como assim?
- Ah, bem, você nunca gostou de algum deles mais?
- Eu... ?
- Jeannie, o que eu quero saber é se nunca se interessou por algum homem antes!
- Ah, amo! Antes de você? Claro que não! Nenhum outro é como você!
Você foi primeiro homem por quem me apaixonei!
- Não me diga que você nunca teve um namorado antes?!
Jeannie ficou meio sem graça, mas falou.
- Bem, eu tive um noivo!
- O quê?! Um noivo?!
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Qua Set 02, 2015 10:10 pm

IV

- Sim, foi antes de eu me tornar um gênio!
- Mas você acabou de dizer que nunca se apaixonou antes!
- E é verdade! Era um compromisso arranjando! Eu só me encontrei com ele algumas vezes!
- E vocês...? Como eram esses encontros?
- Acho melhor não falarmos disso, amo!
- Por que não? É algum segredo?
- Não, mas já faz tanto tempo! – ela ia se levantar e sair, mas ele segurou seu braço.
- Eu gostaria de saber! – Tony sabia que estava forçando a barra, mas sua curiosidade, misturado com um ciúme crescente, o fez insistir.
- Amo, eu não quero falar sobre isso, está bem? – ela foi ríspida e tentou se levantar outra vez, mas o Major Nelson a puxou para bem perto dele e falou, com sua boca bem próxima da dela.
- Será que é porque vocês dois tiveram algo mais íntimo?
Jeannie ficou vermelha.
- Eu...
- Será que ele te beijou assim? – O Major Nelson a puxou para um tórrido beijo. – Hum... E... Será que ele te tocava assim?
Ele deslizou as mãos pelas pernas dela e subiu, acariciando de leve seus seios.
Jeannie arregalou os olhos e o afastou:
- Não! Não era nada disso! - ela gritou, piscando-se para a garrafa.
Tony se levantou rapidamente e se aproximou da garrafa.
- Jeannie, eu sinto muito! Por favor, saia! Vamos conversar!
- Deixe-me em paz, amo! – ela gritou de lá de dentro.
- Está bem!
O Major Nelson entrou em seu quarto e fechou a porta.

****
Passaram-se alguns dias desde o incidente com Jeannie e a gênia voltou ao normal com seu amo.
O Major Nelson não tocara mais no assunto do noivo de Jeannie, mas no fundo ainda sentia um pouco de raiva e ciúmes que ele não conseguia se livrar.
Pela reação de sua gênia, ela deve ter tido algo com esse tal homem e isso o irritava, mesmo ele sabendo que estava sendo irracional.
Ele tomava seu café em silêncio, perdido em seus pensamentos, quando voltou a si, ouvindo Jeannie:
- Amo, você ficou chateado porque te contei sobre o meu noivo, não é?
- Claro que não, Jeannie!
- Ficou sim! Você tem estado estranho desde esse tempo!
- É impressão sua!
- Você também agiu tão estranho quando eu contei! Você nunca... Nunca tinha me tocado daquele jeito!
- Eu sinto muito, Jeannie! Eu não devia ter feito aquilo! Espero que me perdoe.
- Eu que peço desculpas pela minha reação! Eu me assustei um pouco, mas...
- Mas...?
- Bem... Eu gostei! – ela falou rapidamente, ficando vermelha.
- Gostou?
- Sim! Senti algo estranho! Meu corpo ficou quente e...
- E... ? – o Major Nelson se ergueu e olhava pra ela, com o máximo de concentração.
- Eu queria que me tocasse mais!
- Queria? – ele se aproximou mais dela, colocando o braço ao redor de sua cintura, sua boca muito próxima da de Jeannie.
- Sim! Demais! – ela falou, mordendo o lábio inferior, com a voz começando a ficar ofegante.
Aquilo foi demais para o Major Nelson! Ele a beijou no instante seguinte, de forma abrasadora.
A gênia correspondeu da mesma forma e logo as mãos dele começaram a deslizar pelo corpo dela.
Jeannie agora aproveitava ao máximo cada toque dele. Ela ofegou alto, enquanto Tony beijava seu pescoço e acariciava seu traseiro.
Completamente tomado pela paixão, ele a sentou em cima da mesa, enquanto passava a beijar o seu decote.
- Oh, amoo! – ela gemeu deliciada, enquanto as mãos dele tocavam seus seios. Ela sentia o corpo em chamas.
As mãos dele deslizaram pelos ombros e puxaram o bolero dela pra baixo.
Depois, ele puxou uma das alças do bustiê dela e começou a beijar aquela região dos ombros.
Ela sorria e arfava, acariciando com uma das mãos, os cabelos dele.
O Major Nelson, cheio de desejo, levou suas mãos para trás, para tentar abrir o fecho da roupa dela, quando a porta se abriu:
- Tony, olá! – o Major Healey, já foi entrando na casa, parando de repente ao ver seu amigo agarrado com Jeannie na mesa do café. – Ohh, sinto muito! – ele falou meio constrangido, meio divertido com a cena.
Seu divertimento aumentou ao ver o Major Nelson se afastando rapidamente de Jeannie e ela piscando, para ajeitar sua roupa.
- O que você quer Roger? – disse o Major Nelson, zangado e envergonhado pelo flagra.
- Só passei para buscá-lo para irmos à base!
- E-eu vou buscar mais café! – disse a gênia completamente sem graça, querendo sair o mais rápido possível dali.
O Major Nelson a viu correr para cozinha, dando um longo suspiro.
O Major Healey se aproximou dele e falou baixo:
- Pelo que vejo, está pondo em prática o meu conselho! Hehe!
- Fique quieto, Roger!
- Não fique bravo, Tony! Prometo que da próxima vez, eu bato na porta antes de entrar!
O Major Nelson balançou a cabeça e pegou seu quepe e pasta.
- É melhor irmos embora logo! – ele gritou um “até mais tarde” para Jeannie e saiu com o amigo.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:37 pm

V

- Ahh, Tony! Malandrão! Fez-se de certinho, mas levou a sério meu conselho!
- Do que está falando, Roger?
- Não se faça de desentendido! Você partiu para o “ataque”!
- Ataque?!
- Ora, eu vi muito bem você se pegando com a Jeannie na mesa de jantar! Aliás, que lugar vocês escolheram! Na cama não seria mais “confortável”?
- Cale a boca, Roger!
- Ih, já vi que está de mau humor! – o Major Healey deu uma risadinha. – Eu entendo e peço desculpas! Apareci na hora errada! Mas também, como eu ia imaginar? Principalmente depois daquele todo seu discurso de bom moço!
- Já chega, Roger, eu não quero falar sobre isso! Muito menos com você!
- Mas nós sempre dividimos tudo! Você sempre me contou o que acontecia!
- Isso foi antes!
- O que mudou?
- Em primeiro lugar, aquilo que você presenciou, porque não sabe bater na porta, foi um erro, um impulso, que não pretendo repetir! Além disso, não acho certo expor Jeannie, tendo esse tipo de conversa maldosa com você!
- Oh, está bem, está bem, amigão! Mas só me diga uma coisa: Por que quer desistir de... Estar com ela?
- De novo? Já disse antes a razão! Jeannie não é uma mulher comum!
- Ah, agora, mais do que nunca, acho que você não vai conseguir resistir a ela! Principalmente no estado de necessidade suprema que você está!
- Tenho que resistir!
- Ainda acho tolice de sua parte! Ah, se eu estivesse no seu lugar...
- Fique quieto, seu pervertido! Jeannie nunca será para o seu bico!
O Major Healey, teve que disfarçar uma risada, ao ver a cara amuada de seu amigo.
- Bem, mais uma vez, eu aconselho que você aproveite a chance!
- Roge, por que não vai para sua sala, trabalhar um pouco?
- Está bem! Estou indo! – o Major Healey ia saindo, quando algo passou por sua cabeça e ele voltou. – Só mais uma coisa, que eu não tinha pensando antes e agora me deixou curioso.
- Diga de uma vez e me deixe trabalhar em paz! – falou Tony, já sem paciência.
- Sei que é uma pergunta meio indiscreta, mas... Será que os gênios são como as outras mulheres... ? Na questão de terem filhos, quero dizer!
- Que raio de pergunta é essa, Roger Healey?
- Bem é que... nesse caso, se for para cama com ela, deve se prevenir, entende? Ao menos que queira ter alguns geniozinhos, te chamando de papai!
- Suma, Roger! – disse o Major Nelson com a voz alta.
Roger deu um risinho e saiu da sala.

***
O Major Nelson voltou para casa mais cedo naquele dia!
Tinha feito alguns exames, no começo da tarde e o doutor Bellows achou melhor libera-lo mais cedo, para que ele descansasse.
Desde que teve aquela conversa absurda com Roger, no começo da manhã, ele não tirava sua gênia da cabeça.
Mesmo tendo imaginado todos os empecilhos que o impediam de ter uma “aventura” com Jeannie, essa questão da prevenção não lhe passara na cabeça.
Ele jamais teria pensado nisso, no momento em que estava quase pronto para tomar a gênia para si, ali na mesa mesmo!
Mas e se tivesse acontecido? Ela poderia ter ficado grávida dele?
Essa ideia fez a cabeça dele girar! Queria muito ser pai um dia, mas não nessas circunstâncias!
“É melhor eu tirar essas bobagens da cabeça! O que aconteceu hoje de manhã, não vai se repetir! Jamais voltarei a me aproximar dessa maneira de Jeannie!” Pensou ele, decidido.
- Cheguei, Jeannie! – ele falou, assim que entrou em sua casa.
Como a gênia não respondeu, ele decidiu ir para o seu quarto, tomar um banho e trocar de roupa. Depois falaria com ela.
Mas ao entrar em seu quarto, ele ficou abismado ao ver sua gênia, saindo do banheiro, cabelos soltos e molhados e usando apenas uma toalha enrolada ao corpo.
- Jeannie?!
- Ah, amo, chegou mais cedo! Que bom! – ela correu feliz ao encontro dele, abraçando-o, sem se dar conta como estava vestida.
- Je-Jeannie... – ele arfou, tentando se controlar.
A gênia olhou para seu amo e o beijou.
O Major Nelson, como sempre, não resistiu. Beijou-a com loucura, segurando com uma das mãos, os cabelos molhados da gênia.
Ela separou a boca da dele, buscando por ar, depois do tórrido beijo e ele passou a beijar o pescoço dela.
Jeannie arfou, enquanto sua pele arrepiava ao toque dele e nesse momento a toalha caiu.
O Major Nelson se afastou um pouco e abaixou o olhar para admirar o corpo de sua gênia.
Jeannie corou fortemente ao olhar profundo e predatório de seu amo e por instinto, pegou rapidamente a toalha tentando se cobrir. O Major Nelson segurou suas mãos:
- Não! – ele se aproximou mais dela. – Quero vê-la, tocá-la...
- Amo... – ela olhou em seus olhos e sentiu-se fraca. Precisava dele!
Tony não perdeu tempo e a segurou contra seu corpo, empurrando-a levemente para cama.
Jeannie sentia-se em êxtase! Queria continuar assim, queria que ele continuasse o que estava fazendo, agora que ela estava deitada na cama de seu amado amo, com ele por cima dela, acariciando seu corpo.
- Jeannie, você é tão linda! – disse ele, próximo ao ouvido dela.
O elogio deixou-a ainda mais derretida, se que era possível. Ela queria que aquele momento nunca terminasse.
Mas no momento em que o Major Nelson descia seus beijos do pescoço, para os seios dela, o telefone tocou.
O Major Nelson praguejou e deixou-o tocar, mas como continuavam insistindo, resolveu atender.
Era o doutor Bellows, ordenando que ele voltasse, pois tinha que fazer outro exame em Tony.
O Major Nelson suspirou fundo, muito irritado:
- Que droga! Tenho que ir para base!
- Agora?! – disse a gênia irritada.
- Sim, Jeannie, eu sinto muito! – ele saiu do quarto, antes que a gênia pudesse dizer algo.

***
O Major Nelson voltava para casa, um tanto desanimado, depois de ter feito seu exame.
Nem acreditava que tinha conseguido sair para base, sem que sua gênia o impedisse.
Depois do que quase tinha acontecido entre eles, imaginou que Jeannie não o deixaria sair da cama. Ah, e como ele queria estar na cama com ela!
Mas outra vez ele se esquecera. Ela o enlouquecia tanto, que ele se esquecera de que tinha que se prevenir.
Porém, como ele pensaria nisso, depois de vê-la o agarrar, só de toalha, depois de ele ter decidido não se aproximar mais dela?
Ah, não tinha jeito! Ele não podia resistir mais! Ele a queria! E não ia fugir!
Mas antes precisava ter "A" conversa com ela. Tinha que fazer as coisas direito.
Se Jeannie já tivesse experiência com um homem, mais precisamente com esse tal noivo dela, como ele imaginava (e o enchia de ciúmes), pelo menos seria mais fácil falar com ela sobre o próximo passo do relacionamento deles.

***
O Major Nelson entrou em casa e encontrou Jeannie sentada no sofá, fazendo palavras cruzadas.
Ele se aproximou dela, sentando ao seu lado e lhe entregando um buquê de rosas vermelhas.
- Jeannie, espero que me perdoe, por eu ter saído daquela maneira repentina. Você sabe como é o doutor Bellows!
- Ah, amo! Mas tinha que ser justo naquela hora? - ela falou fazendo bico, mas aceitando as flores dele.
- Acredite, querida, eu mais do que você, não queria sair naquele momento! - ele sorriu pra ela e Jeannie se derreteu.
Ah, ele a chamou de querida! Ele quase nunca a chamava assim!
Ela não só tinha esquecido sua raiva, como tinha vontade de agarrá-lo! E foi o que ela fez!
Ela se jogou nos braços dele, beijando-o loucamente.
Tony arregalou os olhos, surpreendido, mas logo correspondeu.
Ele já estava completamente atiçado, amando o gosto da boca dela e sentir seu cheiro.
O Major Nelson já estava esquecendo-se de tudo novamente, mas antes de perder completamente o controle, ele a afastou.
- Espere, Jeannie! Antes precisamos conversar!
- Conversar?
- Sim. - ele respirou fundo, tentando acalmar os ânimos. - Sobre o que está acontecendo entre nós!
- Como? - ela olhou sem entender.
- Jeannie, eu a quero muito! Não posso mais aguentar! Quero estar com você! - ele confessou.
- Oh, amo! Eu também! - ela ia agarrar Tony de novo, mas ele a impediu.
- Calma Jeannie! Antes eu queria te perguntar algumas coisas.
- O quê, amo?
Ele começou a ficar vermelho e sem saber exatamente como começar.
Nunca tinha passado por uma situação daquela antes.
Sempre foi tão fácil. As mulheres o queriam, ele as queria e logo estavam na cama.
Todas elas eram bem espertas, atiradas e descompromissadas também.
Ele não tinha que se preocupar com nada além de boas e prazerosas horas com elas.
Mas com Jeannie era tudo tão diferente!
Depois de abrir e fechar a boca várias vezes, ele finalmente disse:
- Bem, você me disse que teve um noivo!
- Bem, sim, mas...
- Não Jeannie, não estou criticando você! Eu só estou dizendo isso, porque imagino que vocês tiveram algo mais particular.
- Amo! Você...
- Calma, Jeannie! Já disse que não estou criticando você. E peço desculpas por entrar nesse assunto com você, que é tão pessoal. Mas tenho que falar disso, para deixarmos as coisas claras entre nós!
- Amo, o que quer me dizer?
- Jeannie, eu também quero algo assim com você, algo íntimo! Você me entende?
- Ah, amo, sim, eu entendo! - ela exclamou contente.
- Ah, que bom! - ele sorriu de volta, satisfeito.
- Você quer se casar comigo!
- Não!!! - ele gritou.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:42 pm

VI

- Não?
- Jeannie, eu sinto muito! Mas já disse que não podemos casar!
- Mas você falou do meu noivo, falou que queria algo mais íntimo comigo! Eu pensei que você...
- Ah, Jeannie! Eu estou me sentindo mal agora, mas agora que comecei, tenho que terminar! Eu quis dizer que quero ter você comigo, quero ter intimidades com você, muito além dos beijos e carinhos, entende agora? Desculpe mais uma vez por tocar nesse assunto, mas você e seu noivo tiveram... Hum... isso, não? - as últimas palavras dele saíram um pouco amargas.
Ele não queria pensar nisso!
Jeannie o olhou, desapontada e ainda muito confusa.
Não conseguia entender bem a razão daquela conversa. Mas para as coisas fazerem mais algum sentido pra ela, resolveu contar um pouco de seu passado.
- Eu sinto muito, amo! Mas ainda não o entendo! O que eu posso dizer é que meu noivo e eu mal nos beijávamos! Ele tentou me agarrar uma vez, mas eu dei um pisão no pé dele. - ela riu da lembrança.
- Quer dizer que vocês nunca... - ele a olhou de boca aberta.
- Nunca o quê, amo? - ela o olhou com uma expressão inocente.
Ele não precisava fazer mais perguntas.
Estava claro que ela era virgem!
Mesmo ela sendo tão receptiva, tão apaixonada, ele deveria ter imaginado o quanto ela era inexperiente.
Ela se atirava nele, mas não como as outras mulheres que ele namorara.
Não parecia uma loba experiente, mas sim uma menina travessa, curiosa e pronta pra viver novas experiências.
Ele começou a se sentir quente, quando um pensamento passou sua mente.
Nenhum outro jamais a tocara, ele seria o primeiro.
Seria ele que a ensinaria os prazeres que ele conhecia tão bem.
Uma onda louca de excitação passou por ele. Estava arfante de desejo.
- Amo? O que foi? - perguntou Jeannie, estranhando o silêncio e a expressão dele.
- Nada! - ele disse por entre os dentes. - Acho que já conversamos demais, Jeannie!
Ele a agarrou bruscamente beijando a gênia de forma selvagem.
Jeannie, mesmo surpreendida, correspondeu de igual maneira, mas ao perceber a presença de alguém, piscou desaparecendo, fazendo o Major Nelson cair no sofá!
- Ei, Jeannie?! - ele a procurou confuso.
- Major Nelson! - chamou o doutor, Bellows entrando de uma vez na sala.
- Mas que p... ! - Tony xingou, irritado.
Ele quase nunca xingava, mas ocasião merecia.
- O que disse, Major Nelson? - o doutor Bellows o olhou, desconfiado, para sorte de Tony, não entendendo o que ele tinha dito.
- Nada, doutor! Só não esperava sua visita.
- Vim buscar o relatório que você esqueceu-se de me entregar!
- Ah, claro! Só um instante!
Tony foi até a mesinha e pegou o papel, entregando ao médico.
- Obrigado! Agora quero que me faça um favor.
- Pois não! - disse o Major Nelson, tentando esconder a impaciência.
- Estou com pressa, será que pode me fazer o favor de entregar esse outro relatório para o Major Healey?
- Bem doutor, é que estou meio ocupado e...
- Encare isso como uma ordem, então!
- Como quiser senhor!
O doutor Bellows entregou o papel para Tony e foi embora.
Jeannie apareceu instante depois, olhando desconfiada para seu amo.
- Desculpe sumir assim, amo, mas eu percebi que o doutor Bellows estava chegando e...
- Fez muito bem, Jeannie, obrigado!
Ela se aproximou dele, abraçando-o e beijando seu pescoço.
- Onde paramos? - ela falou.
Ele respirou fundo, tentando se conter.
- Hum... Logo continuaremos Jeannie, mas antes eu preciso levar esse papel para o Roger. Pode nos piscar pra lá?
- Certamente, amo!
Ela piscou e logo eles apareceram no apartamento de Roger.
- Será que ele está em casa? - disse Jeannie, vendo tudo escuro.
- Acho que não! Mas vamos deixar o relatório aqui. Depois eu ligo pra ele, perguntando se ele viu.
A gênia assentiu, concordando.
Eles já estavam quase indo embora, quando ouviram barulhos estranhos, vindo do quarto.
- É a voz do Major Healey, amo! Mas parece que ele está, hã... gemendo?
Tony olhou melhor para o lugar e notou peças de roupas femininas espalhadas pelo chão. Inclusive peças íntimas.
Ele entendeu tudo.
- Jeannie vamos logo embora!
- Mas amo, o Major Healey parece estar com dor! Temos que ajudá-lo.
Tony não pode deixar de dar uma risadinha da inocência dela.
- Jeannie, ele não está com dor, muito pelo contrário...
-Como? - ela olhou pra ele e no mesmo instante, também ouviram gemidos de uma mulher.
- Jeannie, temos que sair daqui!
- Não, amo! Está acontecendo alguma coisa! Temos que ajudar!
Ela ia em direção ao quarto, mas Tony segurou seu braço.
- Não, Jeannie! Você não deve entrar lá!
- Mas...
- Vamos embora! Em casa eu te explico o que está acontecendo com Roger.
- Ah, está bem! - ela os piscou pra casa.
Assim que chegaram em casa, a gênia sentou-se no sofá, apoiando a cabeça com uma das mãos.
- Ah, amo! Pensei que o Major Healey fosse seu amigo!
- Ora, Jeannie! É claro que ele é! - Tony se aproximou dela, sentando ao seu lado.
- Não parece! Você o ouviu sentir dor e nem quis ajudá-lo!
- Ah, Jeannie! Já disse a você que ele não estava com dor.
- Eu não entendo! Se ele não estava sentindo dor, por que gemia daquele jeito? E aparecia que não estava sozinho! Ah, realmente eu não consigo entender!
Ela o olhou com um olhar confuso e ele sorriu.
Como ela estava fofa com aquele olhar tão perdido!
Ah, a sua geniazinha inocente e inexperiente!
Mesmo sentindo uma sensação de que era errado, ele não conseguia parar de pensar em levá-la para cama, explicando de maneira prática a razão de o Major Healey estar gemendo.
Depois de alguns instantes olhando para ela, que ainda esperava que ele lhe dissesse algo, Tony falou:
- Jeannie, as pessoas também são capazes de gemer por prazer!
- Por prazer? Como assim?
Ele a olhou profundamente.
- Não tem como eu te explicar isso falando. Só demonstrando. - a voz de Tony estava mais baixa e mais melosa.
Ele se aproximou mais ainda da gênia, passando a beijar o pescoço dela.
A gênia se arrepiou dos pés a cabeça.
- Amo...
Enquanto lhe dava beijos e lambia seu pescoço, a mão dele deslizava pela barriga dela, subindo até a base dos seios dela.
Jeannie arfou.
- Diga-me, o que sente, quando eu te toco assim. - o Major Nelson sussurrou bem próximo ao ouvido dela.
- Ah... - ela arfou quando ele segurou um dos seus seios na mão esquerda. - Eu... Não sei explicar, sinto meu corpo esquentar, minha respiração acelerar... Oh...
Ele massageava levemente o seio dela agora.
- Isso é ruim?
- Não, é muito bom! Continue!
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:44 pm

VII

Ele continuou acariciando-a, brincando com o duro mamilo, que passava a despontar sob o top que ela usava.
E sem se conter, ela deixou escapar um gemido.
Ele riu e falou:
- Isso foi um gemido?
- Oh, a-acho que sim! - ela ofegou.
- Você entende agora o que eu estava querendo te dizer? O Major Healey estava se divertindo, na verdade!
Um sorriso escapou da boca dela, ao mesmo tempo em que o rubor tingia suas faces. E ela mordeu o lábio inferior, assentindo.
Ele a olhou com desejo e tomou a decisão. Não poderia mais se aguentar.
Seu membro estava apertado em suas calças. Ele a queria!
Mas ali não era o lugar certo para isso.
Não com ela sendo tão inexperiente.
- Venha! - ele a pegou no colo e a levou para o quarto, fechando a porta.
Lá, ele a depositou cuidadosamente na cama, enquanto ela o olhava em expectativa.
Geralmente Jeannie não teria essa paciência, já estaria em cima dele, beijando-o com paixão.
Será que ela estava apreensiva?
Ele olhou para ela. Não. Ela não parecia com medo, seu olhar demonstrava ansiedade. Ela queria que ele continuasse o que começou na sala.
Percebendo isso, ele ficou ainda mais atiçado e começou a tirar suas roupas.
Jeannie o observou de boca aberta, incapaz de dizer alguma coisa, principalmente ao olhar para baixo e vê-lo com a cueca... Hã? Cheia?
Ela não tirava os olhos daquela "área" dele, intrigada e curiosa.
Tony decidiu não tirar a sua cueca, por enquanto, ainda com certo receio de assustá-la, mesmo ela parecendo mais curiosa.
Ele sentou-se ao seu lado na cama e se inclinou, dando um beijo longo e profundo nela.
Jeannie o beijou com a mesma intensidade.
Ele deslizou seus beijos pelo corpo dela e tirou seu bolero e seu top, atacando seus seios com a boca.
- Ahhh, amoo! - ela gemia alto agora e ele, com certa dificuldade, conseguiu tirar a calça dela.
Jeannie não demonstrou nenhuma resistência, deixou que ele continuasse explorando seu corpo.
Ele desceu as mãos e começou a deslizar e fazer pressão com os dedos por cima da peça íntima dela.
- Ah, amo, o que você está fazend... Ohhh...! - ela deu um gritinho, quando ele colocou a mão por dentro da peça íntima dela e inseriu um dedo dentro dela.
Instintivamente ela abriu a boca buscando por ar, arqueou o corpo e abriu levemente as pernas.
- Ahh... - ela gemeu muito alto, quando ele inseriu o segundo dedo nela.
Tony passou a movimentar rapidamente os dedos, mas com cuidado para não machuca-la.
Em pouco tempo, ela se contorceu, alcançando o clímax, com um grito.
Ele tirou os dedos de dentro dela olhou profundamente para sua gênia.
Um podia ver nos olhos do outro o desejo ardente.
Ele sabia que ela estava pronta para ele. E Tony não podia mais se conter.
- Ah, amo querido! Isso foi tão bom!
Ele sorriu para ela.
- Jeannie, ainda não acabou!
- Não?
- Não! - ele deu um beijinho nela e olhou para a gaveta de seu criado-mudo.
Com toda essa loucura de desejo, ele nem conseguira falar com a gênia sobre prevenção e coisas assim, além disso, demoraria muito até que ela entendesse, sendo tão inocente.
E agora ele estava com pressa!
Sem pensar, ele abriu a gaveta e vasculhando bem, encontrou alguns preservativos. Ele pegou uns três, colocando em cima do móvel.
Jeannie, curiosa, pegou um na mão e perguntou:
- Amo, o que é isso?
- Bem, Jeannie, logo você vai saber! - disse ele, os olhos queimando.
Ele ia dar um apaixonado beijo nela, quando a campainha tocou.
- Quem pode ser agora?! - disse Tony, a voz nervosa.
- Talvez seja importante!
- Que se dane! - ele falou beijando Jeannie.
Ele já estava deitando por cima dela, quando escutou uma voz, vinda da sala:
- Major Nelson, está aí? Aqui é Amanda Bellows. A porta está aberta e estou entrando. Com licença!
Tony disse meia dúzia de impropérios, sentando na cama.
- Amo, se quiser posso me livrar dela!
-Não, Jeannie, seria pior! É melhor ver o que ela quer! Será que pode me vestir?
- Ah, amo...
- Por favor?
- Está bem! - a gênia deu um alto suspiro e o vestiu.
- Eu sinto muito Jeannie! Você não sabe o quanto! - ele deu um beijinho nela e esperou alguns minutos, até sentir-se mais "apresentável" e saiu do quarto.
Tony quase se chocou com Amanda Bellows, que já estava quase abrindo a porta do aposento. Ele a tirou rapidamente de perto dali.
- Ah, até que enfim apareceu, Major!
- Sinto muito, senhora Bellows!
- Bem, esqueça! Peço desculpa por vir incomodar essa hora, mas como Alfred se esqueceu de dar meu recado, resolvi vir aqui pessoalmente. Vim aqui convidá-lo para o próximo baile beneficente, que acontecerá na próxima semana. Pode ir e levar alguém com você!
- Eu agradeço senhora!
- Não tem de quê, Major! Até logo!
Ela saiu e Tony fechou a porta, com um suspiro.
"Tenho que me lembrar de trancar essa porta, quando entro em casa!" Pensou ele, enquanto balançava a cabeça.
Mas ele jamais imaginaria que, mesmo sendo intrometida, a senhora Bellows apareceria em sua casa, quase dez horas da noite! Ainda mais para tratar de algo tão trivial.
Sentia-se frustrado pela intromissão da mulher de seu superior, mas talvez tenha sido providencial essa vinda.
Agora que estava mais calmo, ele podia parar um instante para refletir.
O que ele estivera prestes a fazer com Jeannie era uma loucura.
Tony não sabia o que tinha dado nele. Tinha deixado o desejo falar mais alto e ia acabar agindo como um canalha.
Ele não era assim. Não seduzia moças inocentes.
Jeannie até poderia ser uma gênia de dois mil anos, mas era um pouco mais que uma menina, em ingenuidade e inocência.
Ele tinha que se controlar, tinha que afasta-la dele. Para o próprio bem dela!
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:45 pm

VIII

O Major Nelson estava tão perdido em seus pensamentos, que não viu Jeannie se aproximar dele, colocando os braços ao redor de seu pescoço.
- Ah, amo, agora que ela já foi, podemos continuar de onde paramos! - ela ia beija-lo, mas ele se sobressaltou, afastando-se dela.
- Não, Jeannie! Não podemos!
- O quê?
Ele tirou as mãos dela de seu pescoço e as segurou entre as suas, olhando nos olhos dela.
- Jeannie, você é muito inocente e eu não posso ser um cretino e continuar a me aproveitar de você!
- Não está se aproveitando de mim, amo! Eu o quero muito! - ela o abraçou e o Major Nelson teve que respirar fundo, para se conter.
- Estou me aproveitando, sim! Mas isso acabou, antes que seja tarde demais!
- Tarde demais? Eu não entendo! Eu estava tão feliz! Você me fez sentir coisas maravilhosas e eu queria mais!
Ele se afastou dela, dando-lhe as costas.
- Por favor, não fique dizendo essas coisas.
Ela se aproximou dele e falou:
- Por que, amo?
- Porque não poderei me conter, Jeannie!
- Amo...
- Escute, você quer me ver tranquilo?
- Claro que sim! Sabe que eu faço qualquer coisa para vê-lo tranquilo e feliz.
- Então esqueça tudo isso! Eu peço desculpas por ter agido desse modo com você, mas não acontecerá outra vez!
- Amo...
- Por favor, esqueça!
- Ah, está bem! Como quiser, amo! - ela concordou, desapontada.
- Ótimo! Vou para o meu quarto dormir. A gente se fala amanhã!
- Espere amo!
- O que foi Jeannie?
- Pode ao menos, explicar-me só uma coisa?
Ele a olhou desconfiado.
- O quê?
A gênia piscou e em sua mão apareceu um pacote de preservativo.
- Você ia me mostrar para que serve isso, mas não tivemos tempo.
Ele teve um súbito ataque de vergonha.
- Esqueça isso também! E livre-se disso!
Ela ia responder, mas a campanhia tocou.
Tony olhou para gênia, querendo que ela se escondesse, mas ela disse:
- E o Major Healey!
Tony abriu a porta para o amigo, que entrou na casa.
- Olá! Foi você que me trouxe aqueles papéis, Tony?
- Sim, o doutor Bellows me pediu.
- Ainda bem que não foi ele que levou!
- Claro, imagina o que ele ia pensar se o visse na situação em que estava?
- E você viu?!
- Não, claro que não! Mas ouvi!
- Hehe, você sabe bem como é! - ele deu uma risadinha e notou a presença de Jeannie e o que tinha nas mãos dela. - E parece que não sou o único! Como vai, Jeannie?
- Bem... - ela olhou desconfiada, ao ver a expressão maliciosa de Roger.
- Jeannie, já falei para se livrar disso! - disse Tony, sem jeito.
Ela ia obedecer, mas sua curiosidade foi mais forte, mesmo notando o constrangimento de seu amo.
- Mas você não me disse para que serve isso!
- O quê?! Vocês ainda não usaram nenhuma? Tony, você tem que ser mais cuidadoso. Lembre-se daquela nossa conversa!
- Do que estão falando? Como se usa isso? - ela ficou analisando o "objeto", tentando abrir o envelope.
- Não é nada, Jeannie! Vamos, obedeça-me e se livre agora disso, é uma ordem! - Jeannie suspirou, mas obedeceu e Tony se voltou para o Major Healey: - Chega de piadinhas sobre isso, Roger, principalmente na frente de Jeannie!
Vendo que Tony estava falando sério, Roger resolveu se calar. Ah, mas Tony que esperasse quando os dois estivessem sozinhos. Eles teriam muito que conversar.
- Bem, eu já vou! Só vim aqui para saber daquele documento. Amanhã a gente se fala na base, amigão! - ele olhou para Jeannie, fazendo um grande esforço para não rir, pela expressão dela: - Até logo, Jeannie!
- Até mais, Major Healey!
Ele foi embora e Tony foi para o quarto dele.
Jeannie sentou-se no sofá, sentindo-se muito frustrada.
Tudo estava tão confuso em sua cabeça! Não entendia direito a razão por ter sido rejeitada por seu amo!
“Por que ele se afasta de mim? Não entendo!”
Desanimada, ela decidiu que era melhor ir dormir em sua garrafa.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:46 pm

IX

Jeannie se despediu de seu amo, ainda sentindo-se frustrada, na manhã seguinte.
Ele passara a tratá-la como no início, quando eles se conheceram, frio e distante.
Isso era algo totalmente incompreensível para ela. Principalmente depois dos momentos de paixão que tiveram.
Ela piscou e um preservativo apareceu na mão dela.
Aquele objeto estranho tinha algum segredo, pensava ela.
Ela analisava minuciosamente o pacote, quando decidiu abrir, para ver o conteúdo.
Ao abrir, ela tomou um susto.
- Credo! O que é isso?! - exclamou ela, no momento em que uma fumaça verde surgia na sua frente, se materializando em Jeannie II.
- Olá, queriidaa! - ela cumprimentou displicentemente.
- Ah, oi irmã! - Jeannie sorriu.
A gênia verde olhou para o que Jeannie tinha nas mãos e ficou incomodada:
- Ora, irmã, não me diga que anda usando isso com seu amo?
- Bem, eu...
- Ou será que ele usa com outras e você acabou encontrando? Afinal, nós gênias não precisamos disso! Temos outros métodos! - ela disse, com veneno.
- Com outras? Não precisamos? Mas... você sabe para que serve isso?
- Hahaha! - Jeannie gargalhava. - Você não sabe para que serve? Claro, eu devia imaginar! Você continua a mesma tonta ingênua de sempre!
- Eu não sou tonta! - Jeannie se defendeu, nervosa
- Ah, queridinha, não se zangue! Mas você tem muito que aprender na vida ainda! - Jeannie II falou, mais branda, contente por Jeannie ser tão tonta e não ter se aproveitado do amo gostoso que tinha.
Ah, quando ela voltasse com mais tempo, ela é quem ia desfrutar de momentos prazerosos com o amo da sua irmã. Bem no nariz dela!
- Eu acho melhor esquecer esse assunto, como meu amo pediu! - falou a gênia rosa, com vergonha, piscando e fazendo o preservativo sumir.
- Ah, querida, ele pediu pra você se esquecer disso?
- Sim! E acho que ele tem razão!
- Há! Eu sinto muito, irmã, mas você está sendo tonta de novo!
- Ora...
- Será que não percebe que ele está enganando você?
- O quê?!
- Ele quer que você esqueça, para que ele continue a enganando com outras garotas!
- Mas... o que isso tem a ver?
- Querida, esse "objeto" que estava em suas mãos, é algo para evitar filhos!
- Hã, evitar filhos?
Jeannie II deu um suspiro aborrecido. Sua irmã era lerda demais!
- Ele usa isso nos momentos íntimos com outras mulheres e evita que elas fiquem grávidas dele!
- O quê?! Não é possível!
- Espero que agora você tenha entendido! E trate de colocar seu amo no lugar dele! Não seja boazinha! Ele não merece!
Jeannie II disfarçou um sorriso, enquanto dava um falso abraço de conforto na irmã.
Ah, como gostaria de poder ficar, pra ver escondida, sua irmã brigando com o major hot e ele ficando cada vez mais aborrecido com ela.
- Obrigada, irmã! - disse Jeannie.
- Não por isso! Bom, tenho que voltar, antes que meu velho amo descubra que eu saí. Até mais!
Jeannie II piscou desaparecendo e Jeannie fechou as mãos em punho, muito nervosa.
As coisas agora começavam a fazer algum sentido.
Bem, ela ainda não entendia direito como aquele negócio esquisito impedia uma mulher de ter um bebê, mas isso não importava.
O importante é que ele tinha desistido de usar aquele troço com ela, para usar com outras!
Ah, mas isso era algo que ela não ia permitir!

***

- Ah, Tony! Agora você não me escapa! - disse o Major Healey, entrando na sala do Major Nelson.
- Ah, o que você quer, Roge?
- Malandrão, nem tente disfarçar mais! Você já está se divertindo com Jeannie? Hehehe!
- Como é?
- Não se faça de inocente! Mas você não pode se descuidar, amigão! Imagina se você acabar se tornando pai? Bem, ao menos que Jeannie conheça outros métodos, sendo uma gênia, com tanta experiência!
- Já chega, Major Healey! Chega de dizer bobagens! Pare de se meter nesse assunto! - disse o Major Nelson, totalmente sem paciência.
Já estava frustrado e incomodado demais, para ter que aguentar as piadinhas de seu amigo.
Roger retrocedeu.
- Eu sinto muito, amigão! Não pensei que se aborreceria tanto com isso!
- Está bem, eu é quem peço desculpas, por ter gritado. Mas esse assunto é delicado para mim. Além disso, não gosto das piadinhas sobre Jeannie! Ela não é como você pensa!
- Como assim?
Tony respirou fundo.
- Ela não é uma mulher cheia de experiência. Muito pelo contrário...
- Está querendo me dizer que ela é... ? Não consigo acreditar!
- O que estou querendo lhe dizer, é que não posso permitir que fique dizendo essas coisas grosseiras sobre ela. Lembre-se de que você é um homem, Roger. E um homem não desrespeita uma mulher dessa maneira, com esse tipo de comentários.
- Está bem, senhor cavalheiro, eu já entendi tudo!
- Não deboche, Roger!
- Não estou debochando! Mas honestamente, acho que você deveria parar com bobagens e se tornar um lobo, para a geniazinha inocente!
- Cale a boca! E vá para sua sala!
Roger deu uma risadinha e saiu.
O Major Nelson deu um suspiro.
Seu amigo não tinha jeito mesmo.
Mas Tony Nelson se perguntava intimamente, até quando ele resistiria, até seu lado "lobo" aparecer e pular em cima de sua gênia inocente.
Ah, ele tinha que ser forte!
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:47 pm

X

- Jeannie, cheguei! - anunciou Tony, entrando em sua casa, horas mais tarde.
Ele largou o quepe e a pasta num canto e chamou outra vez pela gênia, estranhando ela já não ter aparecido.
Ele esperou mais um pouco e chamou novamente, vendo que ela surgia da cozinha, indo até ele, com uma expressão nervosa:
- O que quer, amo? - ela falou ríspida.
- Bem, nada! Só estou avisando que já cheguei!
- Não precisava ficar me chamando!
- Jeannie, o que há? Está aborrecida comigo? O que eu fiz?
- Nada!
- Então por que está desse jeito?
- Você sabe muito bem!
- Não, eu não sei! Por acaso é por ontem? Entenda, eu já te expliquei! Para o seu próprio bem, é melhor esquecer o que houve!
- Para o meu próprio bem, ou para você se divertir com outras?
- Como?
- Você me acha muito ingênua, não? Mas não vai me enganar! Eu sei que você quer que eu se esqueça de tudo, por que prefere se divertir com outras, usando aquele negócio esquisito, que evita filhos!
Tony a olhou confuso e boquiaberto.
- Hã?! O que está dizendo?
- Agora eu já sei de tudo! Você não me quer, porque deve ter conseguido outras garotas para se divertir. - ela o acusou.
***
- De onde você tirou isso? Eu não tenho saído com ninguém há um bom tempo. Você mesma tem se livrado de todas as garotas que aparecem.
- Você deve ter arrumado alguma na base!
- Não!
- É sim! E por isso não quer saber de mim!
Ela se virou chateada e ele se aproximou dela, abraçando-a por trás.
- Não diga isso! Eu juro que não há ninguém! Mas simplesmente não posso estar com você!
- Por que, amo? Se não é por causa de outras garotas, porque não me quer? - ela perguntou, amando o abraço gostoso.
O cheiro dele era tão bom!
- É claro que eu quero você! - disse ele. - Mas você é muito inocente! E muito doce, pura! Não posso me aproveitar disso!
Ela se desvencilhou dos braços dele e disse:
- Acho que minha irmã tem razão mesmo! Eu não passo de uma tonta!
- Sua irmã esteve aqui?
- Sim, ela apareceu hoje de manhã!
Ah, ele devia imaginar! Só podia ser ela para colocar essas ideias maldosas na cabeça de Jeannie.
- Você não deve ficar ouvindo as coisas que ela diz Jeannie! Ela só faz isso para nos causar problemas!
- Mas ela tem razão quanto a eu ser tonta!
- Não, não tem! Você só é inexperiente! E não há nada de errado isso!
- Mas eu não quero mais ser assim! Eu quero saber mais... - ela se aproximou dele. - Quero sentir mais... - as bocas dos dois estavam agora bem próximas. - Com você, amo!
- Jeannie... - ele falou, beijando-a em seguida.
O beijo foi explosivo.
Logo eles passaram a se agarrar no sofá.
Mas Tony, em outra crise de consciência, afastou-se dela.
- Desculpe, eu não posso! - ele se ergueu e foi para o seu quarto.
Jeannie o observou ir, furiosa!
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:48 pm

XI

Tony saiu do quarto, só na manhã seguinte, já vestido com o seu uniforme.
Tinha ido dormir sem jantar, mas não se importava.
Estava frustrado e chateado demais consigo mesmo.
Sua consciência tinha falado mais alto e ele mais uma vez afastou Jeannie de si.
Sabia que o gesto tinha magoado sua gênia, mas era o melhor para ela.
Ele tinha esperança que logo ela se esqueceria disso e tudo voltaria ao normal.
- Jeannie! - ele a chamou.
A gênia apareceu pouco depois, mas fria e distante, mesmo com os esforços de Tony de puxar conversa com ela.
Ele chegou até a pedir-lhe desculpas por seu comportamento, ressaltando novamente que fazia isso para o bem dela, mas Jeannie o ignorou.
Por fim, a gênia disse que também já tinha desistido de tentar convencê-lo, já que ela não o queria.
O Major Nelson tentou novamente explicar que as coisas não eram bem assim, mas Jeannie o cortou, dizendo que era melhor esquecer tudo de uma vez.
Ele concordou, esperando que ela voltasse logo ao normal.
***
Ao retornar da base, no fim da tarde, Tony encontrou Jeannie ainda distante com ele.
- Jeannie, não fique assim comigo! Por favor, tente entender, é para o seu bem!
A gênia explodiu:
- Você não sabe o que é melhor pra mim, para dizer isso!
- Sei sim! E também, nunca seduzi mulheres inocentes!
- Não precisa me dizer isso! Sei que prefere as com muita experiência!
- Não é isso, Jeannie!
- Não importa amo! Eu sei o que quero e de uma forma ou de outra, vou adquirir experiência!
- Jeannie, eu já disse, nós não vamos fazer nada! Desculpe, mas tenho que ser firme como isso. Esqueça de vez!
- Não se preocupe amo, já esqueci! - disse ela, cheia de raiva. - Não quero mais nada disso com você!
- É o melhor, Jeannie!
- Farei isso com outro, que queira me ensinar!
- Como é?!
- Isso mesmo! Quero aprender tudo e deixar de ser boba. Sei que alguém vai querer me ensinar!
-Ah, quem seria? Ali Babá? - ele deu uma risadinha.
- Está debochando? - a raiva da gênia cresceu mais ainda.
- Quer saber? Já chega de bobagens, mocinha, esqueça de vez isso!
Ah, ela nunca detestou tanto, que ele falasse dessa forma com ela, como se ela fosse uma menina.
Ela segurou a vontade de piscar para transformar seu amo num mosquito. Sua vingança seria muito mais maligna!
Respirando fundo, com muito esforço ela se controlou, esboçando um sorriso.
- Acho melhor acabarmos com esse assunto, amo! Vou terminar de preparar seu jantar! - ela saiu da sala, enquanto o Major Nelson balançava a cabeça.

****
Passaram-se alguns dias e Tony sentia-se cada vez mais frustrado e agitado.
Jeannie permanecia distante dele, mesmo o tratando com cortesia e solicitude.
Já não havia mais os abraços calorosos, os beijos ardentes, os carinhos delicados, nem mesmo as palavras carinhosas dela para ele, que Tony tanto gostava.
Nos primeiros dias, ele pensou que seria melhor assim. A proximidade dela, o deixaria em constante tentação.
Mas o distanciamento de Jeannie foi muito pior.
Depois de mais de três semanas, sem nenhum contato físico, ele achava que ia enlouquecer.
Sentia uma saudade alucinante de abraça-la, de sentir os lábios dela nos seus e os seus no pescoço dela também.
Cada vez que a olhava, ela lhe parecia mais linda e mais sedutora.
Ele se lembrava dela nua em sua cama, pronta para recebê-lo e sentia seu corpo em chamas!
A cada dia que passava, ele chegava conclusão que era tolice fugir de sua gênia.
Não importava se ela não era experimente. Jeannie o queria e ele não iria mais evitar.
Finalmente decido, ele entrou em sua casa, no fim de mais um dia de trabalho, chamando pela gênia:
- Jeannie! Jeannie, onde você está?
- Estou aqui amo! - disse ela, descendo as escadas.
Ele correu ao encontro dela, puxando-a delicadamente pela mão.
- Jeannie, vamos sentar, preciso conversar com você!
- Tem que ser agora, amo? Eu deixei a panela no fogo e preciso dar uma olhada.
- Que queime! - disse ele sem paciência, chateado por ela continuar tratando-o daquela maneira fria. - Vamos conversar agora! - ele foi firme.
Tony sentou muito próximo dela no sofá, sem soltar as mãos da gênia das suas.
- Jeannie, eu sei que você ficou muito chateada comigo, por eu ter me afastado de você. Eu só fiz isso, porque tive medo de te magoar, de iludir. Mas eu não posso mais viver assim, com você me ignorando dessa maneira. Eu preciso de você! Espero que me perdoe.
- Não estou te ignorando, amo. Por acaso tenho sido grosseira com você?
- Não, mas você está distante. Quase não conversa comigo, não se aproxima, não me abraça, quando chego em casa.
- Eu pensei que era você quem queria que não tivéssemos contato físico! Estou cumprindo sua vontade!
- Eu estava errado. Não devo mais evitar isso, se nós dois queremos. - ele tentou beija-la, mas ela virou o rosto.
- Achei que isso já estivesse definido, amo! Eu resolvi esquecer essa ideia de aprender tudo com você! Aliás, já esqueci.
- Não, você não esqueceu. E não definimos nada! Não adianta fugir do que sentimos. Você tinha razão!
Ele tentou beijar novamente a gênia, mas Jeannie se esquivou dele.
- Não! É melhor não, amo!
- Como?!
- Eu não quero mais!
- Mas Jeannie...
- Talvez seja melhor procurar mesmo Ali Babá, como você me aconselhou!
- Jeannie, eu estava apenas brincando, não queria ofender você!
- Não importa! Eu não quero mais e pronto! Não com você! - ela mentiu, para irrita-lo.
- O que quer dizer? Que vai procurar outro?
- Quem sabe? Eu conheço alguns gênios bem interessantes.
- Você não teria coragem!
- Veremos!
Ela saiu da sala e Tony se recostou no sofá, muito irritado.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:48 pm

XII

Alguns minutos depois, a gênia o chamou para jantar.
Ao sentar a mesa, o Major Nelson disse:
- Está bem, Jeannie! Se você não quer nada comigo, eu não vou insistir. Mas pretendo sair com outras garotas. Já estou cheio de viver assim!
Tony olhou para a gênia, esperando que sua provocação fizesse efeito e ela se enchesse de ciúmes, mas Jeannie o olhou com serenidade.
- Faça como quiser amo!
- O quê?! Não vai impedir que eu saia com uma garota?
- Não.
- Eu não estou brincando, vou mesmo sair.
- Pode ir!
Ela se retirou, deixando-o sozinho e aborrecido.
Agora era questão de honra! Ele ia mesmo sair com alguma garota.
"Vamos ver se ela não se importa mesmo!" Pensou ele.

****
Na noite do dia seguinte, o Major Nelson ajeitava a sua gravata borboleta e terminava de vestir o seu smoking, em frente ao espelho.
Ele ia sair com Alice, uma das secretárias da base.
A moça não pensou duas vezes quando ele a convidou pra sair.
Na verdade, ela estava muito surpresa. Corria na base um boato (principalmente entre as mulheres que lá trabalhavam), que Tony Nelson teria uma namorada secreta.
Ele já não dava mais confiança para as mulheres que se aproximavam dele e estava mais sério e compenetrado.
Tanto que algumas até achavam (e lamentavam) que ele já teria se casado em segredo.
Por isso, Alice sentiu-se nas nuvens com o convite e deu nele um leve beijo, antes de voltar ao seu trabalho, com um grande sorriso.
Tony, por sua vez, não parecia muito animado.
Conversando com seu amigo Roger Healey, este lhe aconselhou a tomar cuidado com uma possível crise de ciúmes da gênia.
Mas em seu íntimo, era exatamente isso, que o Major Nelson esperava ver.
E agora, terminando de se arrumar, ele abriu a porta do quarto, pronto para o que quer que fosse acontecer.

Jeannie estava sentada sofá, assistindo a um filme de faroeste.
Ela parecia muito entretida e não deu atenção a Tony, que se aproximava dela.
- Jeannie, eu já estou indo! - ele falou, tentando atrair a atenção da gênia.
- Ah, tenha um bom encontro!
- Espero que não me atrapalhe!
- Não se preocupe amo! Vou ficar bem quietinha aqui, vendo meu filme!
- Tem certeza que não vai usar seus truques?
- Eu prometo!
Ela nem olhava para ele, para falar e isso estava deixando Tony muito irritado.
Ele ia saindo, quando voltou e disse:
- Se incomoda muito você, eu posso desmarcar o encontro e ficar aqui...
- Não! Não me incomoda! Tenha uma ótima noite!
- Até logo, então! - disse ele bravo. - Não me espere acordada!
Ele não esperou resposta e saiu, batendo a porta.
Jeannie deu risadinha. Sabia que ele não iria se divertir nesse encontro.

***
Meia hora depois que fora até a casa de Alice, o Major Nelson já não via a hora de voltar para sua.
A secretaria fizera-lhe uma surpresa e tinha preparado um jantar especial em sua residência mesmo.
E Tony, por sua experiência com as mulheres, sabia muito bem que ela pretendia ser a "sobremesa"!
Ela passou o tempo todo dando em cima dele e o Major Nelson, por mais que se esforçasse, não conseguia corresponder aos avanços da moça.
Ele não entendia o que estava a acontecendo com ele.
Em outros tempos, Tony estaria mais que satisfeito ao ver uma mulher como Alice, praticamente se jogar nos seus braços. E sem perder tempo, ele também já estaria nos braços dela.
Mas agora ele só tinha uma na cabeça. Certa loira, que deixara em casa, com a sua mistura irresistível de inocência e sensualidade, que estava deixando-o louco.
Alice falava sem parar, fazia-lhe perguntas, tentava seduzi-lo, mas ele só pensava em Jeannie.
Por fim, quando a secretária começou a reclamar a falta de atenção dele, Tony decidiu ir.
Não tinha nada pra fazer ali. Deixaria seu orgulho tolo de lado e correria para Jeannie.
Ele deu uma desculpa esfarrapada para Alice e a deixou sozinha, com o seu jantar.
Não tinha tempo a perder. Tinha uma gênia para seduzir.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:49 pm

XIII

O Major Nelson estacionou rapidamente seu carro, ao chegar em casa e correu até a porta.
- Jeannie! Jeannieee! - ele a chamou, quando entrou na sala.
Ela não respondeu e ele começou a procurá-la pela casa e em sua garrafa.
Não havia sinal dela em nenhum lugar.
Depois de vasculhar a casa toda, ele se sentou no sofá, incomodado.
"Onde ela foi?” Pensava ele. "Será que foi na casa da mãe? Mas há essa hora?”
De repente ele se lembrou das palavras dela, quando eles discutiram e Tony sentiu o sangue ferver de raiva.
Ela teria ido mesmo procurar outro, para aprender?
Só o pensamento de Jeannie com outro homem o encheu de ciúmes.
Ela era dele! E ele não iria suportar saber que ela estava com outro!
Ele começou a dar voltas pela sala, com seus pensamentos angustiantes, quando Jeannie apareceu.
- Boa noite, amo! Já voltou? Pensei que chegaria só pela manhã!
Ao ver a gênia, Tony se aproximou dela, segurando-a pelos braços.
- Onde você estava essa hora?
- Fui dar um passeio.
- Sozinha?
- Por que quer saber?
- Porque é arriscado que saia por aí há essa hora, com pessoas estranhas. Não sabe o quanto é perigoso?
- Não se preocupe, eu sei me cuidar muito bem! - ela se soltou dos braços dele.
- Não sabe, não! Você é muito ingênua e inocente. Pode facilmente ser enganada!
- Está me chamando de boba, é isso?
- Não, Jeannie! Só estou preocupado com você! - ele voltou a se aproximar, abraçando-a.
Ela amava quando ele a abraçava espontaneamente. Sentia-se derreter.
Mas ainda estava muito irritada com ele e se afastou.
Queria ver ele derretido por ela! Provaria que não era nenhuma boba.
- Não precisa se preocupar. Como vê, estou muito bem! O meu passeio foi ótimo e agora vou dormir!
Ela ia saindo, mas ele segurou a mão dela.
- Espere! O que acha de vermos um filme antes de dormir?
- Eu já vi filmes demais por hoje, amo! Desculpe, mas estou mesmo com sono e vou para minha garrafa, ao menos que ainda precise de algo!
Ah, claro que ele precisava! Mas ao vê-la arredia ele decidiu deixar sua gênia ir dormir.
Ele estava um pouco frustrado, mas ao menos isso lhe daria tempo de pensar em uma forma infalível de conquista.
***
No dia seguinte, Tony tomava seu café da manhã, tentando ser o mais carinhoso possível com Jeannie.
Ele dizia que ela estava mais linda que nunca naquela manhã, elogiava a comida, fazia planos de ir jantar com ela quando ele voltasse da base.
Jeannie estava intimamente deliciada com os elogios de seu amo, mas demonstrava displicência.
Estava ansiosa pra ver o que mais ele faria e satisfeita ao vê-lo provar do próprio veneno.
Seu amo tinha fugido dela tantas vezes e agora a via fugir dele.
- Bom dia! - a voz e a entrada do Major Healey, fez a gênia despertar de seus pensamentos.
Na verdade, ela tinha acabado de ter uma ideia bem interessante.
- Olá, Major Healey! - cumprimentou Jeannie.
- Oi, Roge! Parece que nunca vai perder essa mania de entrar sem bater, não? - Tony alfinetou o amigo.
- Oh, desculpe! Atrapalhei algo... Hã, importante?
- Infelizmente não! - disse Major Nelson, frustrado.
- Bem na verdade, tem algo importante que eu queria saber! - disse a gênia. - Acho que você, Major Healey, não se negaria a me explicar, já que meu amo, não queria mais tocar no assunto.
Tony olhou para ela interrogativamente e Roger falou:
- Claro! O que é?
Jeannie piscou e um preservativo apareceu na mão do Major Healey.
- Ohh! - ele olhou para o objeto de boca aberta.
- Será que você pode me explicar para que sirva isso? - ela perguntou sorridente.
Roger sorriu e falou maliciosamente.
- Bem, é difícil explicar com palavras, será melhor que eu te demonstre!
- Ah, eu agradeceria muito, Major Healey!
- Já chega! - gritou Tony, tirando o preservativo da mão do Major Healey. - Você não vai demonstrar nada pra ela.
- Tony, é ela quem quer! - Roger deu um sorrisinho.
- Cale a boca! - O Major Nelson puxou Roger pela roupa, levando-o até a porta. - É melhor que vá sozinho para a base. Eu irei daqui a pouco!
- Ei, pare! Está amassando meu uniforme!
- Adeus, Roge! - Tony bateu a porta na cara do amigo.
Roger Healey não pode deixar de dar uma gargalhada, enquanto ia para seu carro.
A cara irritada de seu amigo era muito divertida.
"Ah, essa gênia tem Tony nas mãos dela mesmo!” pensou ele, enquanto ia para base.
O Major Nelson, deu um suspiro, tentando controlar sua irritação, enquanto se voltava para Jeannie, que permanecia sentada à mesa.
- Por que fez isso, Jeannie?
- O quê, amo? - ela o olhou cinicamente.
- Por que aquela ceninha com o Major Healey?
- Não fiz ceninha nenhuma, só queria saber para que sirva aquilo.
- Isso não é coisa que se pergunte para ele.
- Por que não?
- Porque é algo íntimo! Sua irmã não veio aqui e já te disse o que era?
Jeannie virou o rosto, contrariada.
- Ela não explicou direito!
O Major Nelson deu um meio sorriso e se aproximou da gênia, sentando ao seu lado e segurando suas mãos.
- Só eu posso explicar isso para você! - ele aproximou mais dela, chegando mais próximo de seus lábios. - É só você querer!
Jeannie sentiu sua pele se arrepiar, sob o olhar dele.
- Você não queria me explicar!
- Eu já disse que pensei ser o melhor, mas agora...
- Agora?
- Eu não posso mais me conter!
Tony a beijou.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:49 pm

XIV

Jeannie não resistiu e correspondeu, colocando os braços ao redor do pescoço dele.
Em poucos instantes, ela já estava no colo dele, beijando-o mais profundamente.
Ele passou a beijar o pescoço dela, enquanto a gênia arfava.
- Oh, amo! - ela ofegou, enquanto ele continuava com os beijos e deslizava as mãos pela coxa dela.
- Ah, Jeannie! - ele mordeu levemente o lábio inferior dela. - Como senti falta, de ter você assim, comigo!
Ela sorriu e o beijou, começando a puxar sua gravata.
Tony afastou sua boca da dela e falou.
- Eu... oh... Eu preciso ir para a base agora!
- Como? - ela se sobressaltou. - Vai me deixar?
- Jeannie, eu preciso ir trabalhar, você sabe!
Ela se levantou do colo dele, se afastando.
- Você sempre acaba me deixando sozinha!
Tony se ergueu abraçando-a.
- Jeannie, eu sinto muito! Mas eu prometo que vamos ficar bem juntos, quando eu voltar!
- Eu não acredito! - ela se afastou novamente.
- Jeannie, me escute: quando eu voltar faremos o que você quiser.
A gênia não respondeu e foi contrariada para a cozinha.
Tony pegou seu quepe e saiu.
Mais tarde resolveria de uma vez essa questão!

***
O Major Nelson chegou em sua casa, um pouco depois da meia noite.
Justo naquele dia tivera que ficar até mais tarde no trabalho.
Frustrado e preocupado com a reação da gênia, ele ligou diversas vezes para ela, mas a gênia não atendeu.
Chegou a chamá-la por pensamento, mas também foi inútil.
Ele tinha medo que ela estivesse muito ressentida e resolvesse se vingar, indo procurar outro.
Esse pensamento o atormentou durante todo o dia.
Não só pelo fato de enchê-lo de ciúmes, mas também por temer pela gênia.
Com sua inexperiência, ela podia ser facilmente enganada por alguém.
Ele não via a hora de chegar em casa.
Assim que finalmente Tony chegou ao seu endereço, estacionando o carro o mais rápido que conseguiu, correu para dentro de casa.
- Jeannie! Estou de volta! - ele anunciou, procurando-a pela casa. - Jeannie! Onde você está?
Ele a procurava por todos os lugares, na sala, na cozinha, no quintal, no estúdio, em sua garrafa.
Já tinha procurado em todos os cantos, só faltava agora um lugar, seu quarto.
Ele entrou na suíte e deu um largo sorriso e suspiro de alívio, ao encontrar sua gênia deitada em sua cama, abraçada ao seu travesseiro.
Estava tão linda dormindo! E era exatamente ali que ele esperava vê-la!
Com um sorriso de lado, ele tirou o paletó e os sapatos e foi direto para o banheiro, tomar um banho.
Pouco depois, ele saiu de lá, vestindo seu roupão vermelho e colocou um pouco de seu perfume.
Ele olhou para a cama e viu que Jeannie ainda dormia profundamente.
Tony aproveitou para pegar uma garrafa de vinho e duas taças.
Ele voltou para o quarto e as colocou sobre o criado-mudo.
Viu seu rádio portátil por ali e aproveitou para liga-lo, colocando na estação preferida dele, que sempre tocava músicas de jazz.
Ele abriu a garrafa e colocou vinho nas taças.
Finalmente aproximou-se da cama, sentando ao lado da gênia adormecida e passando a dar leves beijos no rosto nela.
Ela permaneceu dormindo, mas ele não parou.
Puxou o véu, retirando-o e começou a beijar o pescoço da gênia.
- Hum... Amo? - Jeannie começava a se mexer.
- Jeannie, querida, estou aqui! - ele sussurrou no ouvido dela.
Aquela voz rouca entrou no subconsciente da gênia, fazendo-a acordar.
Ela abriu os olhos e viu seu amo beijando seu pescoço de forma insistente.
Ela se sobressaltou.
- Ei o que está fazendo?
- Beijando você! - disse ele com um sorrisinho, dando um leve beijo em seus lábios e agora olhando para ela.
Jeannie se arrepiou ao ver aquele olhar,
Parecia de um lobo, pronto para atacar sua presa!
- Pare! - ela disse se erguendo da cama, quando ele tentou beija-la novamente. - Não quero que me beije!
- Jeannie, eu sei que está chateada comigo, por ter te deixado de manhã, mas não tive escolha! - ele também se ergueu, aproximando-se dela.
A gênia não podia deixar de sentir-se presa em uma armadilha, naquele quarto meio escuro, com só a luz de um abajur ligada, com música suave e com seu amo pra lá de cheiroso, falando com aquela voz absurdamente sexy!
Não tinha sido nada bom, ter adormecido bem ali, na toca daquele lobo.
- Eu já estou cansada de ver você brincando comigo, amo! Não vou mais cair nessa. Não quero mais nada com você!
Ele ficou ainda mais próximo dela, alisando seus braços, por trás.
- Sim você quer! - ele mordiscou sua orelha. - Nós dois queremos!
- Não... - ela arfou.
Os braços dele a enlaçaram e ele passou a beijar o pescoço dela.
- Sim!
- Você só quer....
- Eu só quero você! - ele a cortou, contente por vê-la cada vez mais entregue.
Ele a virou de frente para ele e aproximou seus lábios devagar, roçando-os nos dela, para provocá-la.
A respiração dela ficava cada vez mais irregular.
Ele usou a língua para lamber a boca dela.
Jeannie fechou os olhos, aproveitando o momento, sentindo agora ele mordiscar seu lábio inferior.
Ele começou a beija-la devagar, aprofundando gradativamente o afeto.
Jeannie deixou-se ser beijada, apreciando a sensação.
Vendo que ela ainda estava um pouco distante dele, Tony parou o beijo para beijá-la no pescoço.
Ele a apertou sem seus braços, deslizando as mãos pelas costas dela.
- Eu amo tê-la assim! - ele falou com a voz enrouquecida. - Seu cheiro tão exótico e tão bom, seu corpo incrível colado ao meu...!
- Ah... - ela arfou, se rendendo aos encantos dele.
Estava tentando se lembrar as razões que a deixaram nervosa com ele, mas estava difícil!
Estava completamente presa na armadilha sedutora dele.
- Amo, acho melhor ir para minha garrafa, eu... - ela tentou pela última vez se afastar dele.
- Sim, podemos ir, se você quiser!
- Não! Quis dizer sozinha! Já está tarde e...
Ela não pode terminar a frase, pois ele a beijou profundamente, colocando a língua dele na boca da gênia.
Jeannie finalmente desistiu de lutar contra isso. Jamais poderia vencer!
Ela correspondeu com a mesma paixão e logo se viu deitada na cama dele, com Tony por cima dela.
Eles se beijaram por alguns minutos e Tony se voltou para o criado dele, ofertando à gênia uma taça de vinho.
Ele queria que ela estivesse alegre e bem relaxada.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:50 pm

XV

Jeannie se ergueu um pouco e bebeu o conteúdo da taça.
Em pouco instantes, ela sentiu seu corpo todo esquentar.
Ela colocou a taça no criado-mudo, enquanto Tony acariciava seu corpo.
- Amo... - ela ofegou ao sentir a boca dele em seu decote.
Queria sentir aquela boca em todo seu corpo e num gesto de ousadia piscou e suas roupas sumiram.
Ela estava nua na frente dele e com seus cabelos soltos.
O Major Nelson a contemplou, os olhos escurecendo de desejo.
- Ah, Jeannie! - ele sorriu sentindo-se o homem mais sortudo do mundo.
Estava com a mulher mais fantástica que podia existir!
Ela sorriu para ele, puxando-o para si.
Eles trocaram um beijo agressivo, mas Tony o interrompeu.
Não era assim que ele queria que fosse daquela vez.
Controlaria o ritmo. As coisas seriam mais suaves e lentas.
Suave mas não menos apaixonadas, pensava ele, enquanto tocava e beijava os seios dela.
Ouvindo os gemidos de Jeannie aumentarem, ele continuou ali, lambendo e mordiscando os mamilos dela.
- Ah, amoo!
Ele deu um sorriso satisfeito e desceu seus beijos pela barriga dela, circundando a língua pelo umbigo da gênia.
Jeannie continuava a gemer e ofegar e ele continuou suas carícias.
Ele chegou às partes íntimas dela, beijando e lambendo.
- Ahhh... - Jeannie gritou, arqueando o corpo.
O prazer que sentia era ainda maior do que da última vez.
Ela não tinha mais o controle de si. Seu corpo se contorcia e se agitava a cada estímulo dele.
Ele não parava de explorar cada canto das partes íntimas dela, usando sua língua habilmente dentro dela também!
- Ahhh! - ela gritou, alcançando um prazer indescritível.
Seu corpo convulsionava de êxtase e ela respirava com dificuldade.
Tony ergueu-se um pouco, sentando entre as pernas dela, para contemplar sua gênia!
Seu lindo rosto estava vermelho, assim como seus lábios entreabertos, que buscavam por ar.
Os olhos azuis brilhavam, enquanto olhavam para ele.
O Major Nelson desceu o olhar, para admirar o corpo dela.
Ela era demais! Qualquer homem poderia se perder naquele corpo incrível.
E era exatamente isso que ele tencionava fazer agora!
O Major Nelson puxou a tira de seu roupão e o abriu, tirando-o em seguida.
Ele se deitou por cima da gênia, dando nela um longo beijo.
- Você é linda demais! - disse ele, assim que interrompeu o afeto.
Ela sorriu para ele, incapaz de falar.
A emoção forte de tê-lo ali, junto dela, os corpos nus colocados, deixava-a extasiada.
Tony lhe deu mais uns beijinhos pelo rosto, que a fizeram sorrir.
Sentia-se muito relaxada depois do prazer imenso que ele lhe proporcionara.
Ela percebeu que ele a olhou com firmeza.
Tony já não podia esperar mais para tê-la.
- Jeannie, não posso me segurar mais!
- Como assim, amo? - ela o olhou, sem entender.
- Isso! - ele pressionou levemente seu membro nas partes íntimas dela.
Ela deu um leve gemido com o contato.
- Ah, o quê...?
- Você vai ver! - ele ergueu o braço e abriu a gaveta, onde ainda tinha preservativos.
Ele pegou um e abriu o pacote.
Jeannie arregalou os olhos em expectativa, esperando pra ver o que ele ia fazer com aquilo.
O Major Nelson se sentou novamente ao lado dela, colocando o preservativo.
Jeannie o olhava de boca aberta, impressionada com o que via.
Ele deitou-se novamente voltando a beijar a gênia.
- Por favor, avise-me se eu estiver machucando você!
Ela não disse nada, curiosa e ansiosa pelo próximo passo de seu amo.
Ele levou primeiro seus dois dedos dentro dela, fazendo a gemer.
Tony os movimentou rapidamente e ao ver que ela já estava mais do que pronta, passou a inserir lentamente seu membro.
O Major Nelson tentava ter o máximo de controle sobre si mesmo e observava atento as reações dela.
Jeannie deu leve gemido, mas Tony percebeu que seu rosto deu uma leve contraída.
Ele ia se retirar, mas Jeannie fez um movimento com o quadril, colocando-o completamente dentro dela.
- Jeannie!
- Ah... - ela arfou e ele ficou por instantes confuso, sem saber se ela estava sentindo dor ou prazer.
- Jeannie, estou machucando você? - ele perguntou preocupado.
- Não! - disse ela, puxando-o para si e dando-lhe um beijo.
Ele retribuiu o gesto beijando-a com carinho e paixão.
Vendo que ela já estava acostumada com ele, Tony passou a se movimentar lentamente. Ambos gemeram.
- Ah, amoo! - ela arfou de prazer.
- Oh, Jeannie!
Ele estava no paraíso! Enlouquecido de desejo e prazer, ele acelerou os movimentos o máximo que podia, enquanto atacava com a boca os seios dela.
Jeannie não aguentou muito daquilo, chegou ao orgasmo gritando com toda a força de seus pulmões.
Ele a seguiu gemendo alto e desabando por cima dela.
Jeannie sorriu ofegante, o recebendo em seus braços.
- Eu a amo muito, querida Jeannie! - ele se declarou, olhando fundo nos olhos dela.
Ela ficou completamente derretida com a declaração.
- Eu também o amo, amo querido! - ela falou e ele a beijou.
Tony ficou apenas algum instante assim, até sair de cima dela e descartar o preservativo.
Ele voltou para ela, aconchegando-a em seus braços.
O Major Nelson deu um beijo no topo da cabeça da gênia e passou a acariciar os cabelos dela.
- Você foi fantástica!
- Você também, amo! Foi tudo tão perfeito, tão lindo!
- Eu não machuquei você?
- Não. Você foi maravilhoso! Eu amei tudo!
Ela sorriu e ele deu uma risadinha.
- Que bom, Jeannie, que bom!
- Será que eu... ? - ela hesitou para falar.
- O quê, Jeannie?
- Bem, eu fiz direito?
- Como?
- Eu... Agradei você? - ela perguntou insegura.
Tony lhe deu um beijo.
- Você me agrada sempre! É perfeita! O sonho de qualquer homem. O meu sonho!
- É verdade?
- Claro que sim! - ele a beijou novamente, mas interrompeu o beijo, ao sentir a mão dela deslizar por sua barriga, até sua virilha.
- Jeannie, o quê...? Ohhh...!
Ele gemeu ao sentir sua gênia tocar seu membro.
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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:51 pm

XVI

A gênia passou a toca-lo, curiosa, deslizando seus dedos por toda a extensão.
Ela já tinha visto seu amo nu algumas vezes, mas nunca tivera a oportunidade de passar sua mão naquela parte de seu corpo.
Ela percebeu que o Major Nelson começou a gemer sob seu toque e parou de repente.
- Desculpe isso dói? - ela perguntou preocupada.
Ele quase riu com a pergunta.
A resposta dele foi segurar a mão dela levando novamente ao seu membro e o incentivar a toca-lo mais.
Jeannie entendeu o que ele queria e continuou acariciando-o ali.
- Ohh... - ele gemia mais forte, conforme ela ia apertando-o mais.
Logo ela ficou admirada ao vê-lo enrijecer e lembrando-se do que ele tinha feito com ela, ela se abaixou, levando o membro dele à boca.
- Ahhh! - ele gritou de surpresa e prazer, nunca imaginando que ela faria isso, mas ficou muito satisfeito.
A princípio, ela não fazia ideia do que ia fazer, mas decidiu seguir seus instintos mais primitivos.
Ela começou a deslizar a língua na ponta, arranhando-o de leve com os dentes.
Suas mãos seguravam o resto da área deslizando de cima pra baixo e por fim, descansando sobre seus testículos, que ela segurava firme.
- Ah, Jeannie! - ele falou, enquanto tentava manter o controle.
Ela ficou satisfeita ao ver seu amo gemer sei nome e continuou, colocando-o quase completamente em sua boca.
- Ohh... - Tony estava no mais absoluto deleite.
Jeannie entendia o que ele estava sentindo.
Provavelmente o mesmo que ele havia a feito sentir a algum tempo antes.
Por isso, ela se esforçou para dar-lhe ainda mais prazer e o chupava o máximo que podia.
- Ah, Jeannie, eu não posso mais aguentar, eu... - ele tentou se retirar rapidamente dela, mas Jeannie não deixou.
Continuando com o que estava fazendo, ela o viu alcançar o seu prazer máximo, na boca dela, mas se manteve firme.
Quando finalmente voltou a si, depois do prazer máximo que sentia, ele a viu tirando seu membro da boca dela e a olhou constrangido.
Mas Jeannie sorriu e o beijou.
- Você é incrível! - ele disse depois de um tempo.
Ele voltou a beija-la e logo eles adormeceram abraçados.

***

No dia seguinte, Jeannie acordou cedo, pouco antes do amanhecer.
Ela sentia-se no paraíso, ao sentir o corpo quente de seu amo, junto ao seu.
Ela se levantou com cuidado para não acorda-lo e decidiu ir tomar um banho.
Durante o banho, ela repassava em sua mente, tudo o que tinha acontecido na noite anterior.
Ela nunca imaginou que seria tão especial tão mágico!
Mal podia esperar para terminar logo seu banho e voltar para os braços dele.
Mas ela não precisou voltar, pois ele apareceu no instante seguinte, entrando no box e a beijando de surpresa.
Jeannie se sobressaltou, surpreendida, mas ele a segurou em seus braços, aprofundando o afeto.
Logo ela correspondeu com a mesma intensidade e colou seu corpo ao dele.
Alguns momentos depois, ela percebeu que ele estava excitado e falou:
- Amo, eu quero...
- O quê, Jeannie? - ele perguntou sem fôlego.
- Eu o quero em mim, outra vez!
- Tem certeza? - disse ele, enquanto beijava com desespero o pescoço dela.
- Sim.
- Espere só um instante. Vou pegar um preser... !
- Não! Eu o quero agora!
- Mas Jeannie...
- Eu preciso de você, por favor!
Ele não pensou em mais nada e no instante seguinte, encostou a gênia no vidro frio do box (fazendo a pele dela se arrepiar), ergueu as pernas dela, que a gênia colocou em volta da cintura dele.
Tony a penetrou devagar, esperando não machuca-la.
A gênia sentiu um leve desconforto, que foi logo substituído por prazer. Ela o incitou a ir mais rápido e mais fundo nela e foi prontamente atendida.
O Major Nelson dava forte estocadas, fazendo ambos gemerem alto.
Em pouco tempo, eles alcançaram o clímax, arfando muito.
Tony a colocou no chão e desligou o chuveiro, dando um beijo em seguida na gênia.
Eles saíram do box e o Major Nelson ficou por alguns instantes, calado e pensativo, enquanto a gênia piscava um roupão nela e em Tony.
Jeannie notou que ele estava muito quieto e perguntou:
- O que houve, amo?
Ele olhou para ela, com a expressão séria e Jeannie se preocupou.
- Jeannie, precisamos ter uma conversa!
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:52 pm

XVII

- Sobre o quê, amo?
Ele a levou para o quarto e sentou na cama, colocando a gênia em seu colo.
- Jeannie, vou ser direto. Agora você já deve ter entendido bem para que serve um preservativo. Ele realmente evita que tenhamos filhos.
- Sim, amo, eu entendi bem! Você me
mostrou direitinho! - ela sorriu com malícia, passando a beijar o pescoço dele, mas Tony a parou.
- Jeannie, isso é muito importante! Nós acabamos de... De estar juntos novamente e não usamos. Isso não pode voltar a acontecer! Temos que nos cuidar!
- Por que, amo?
- Como "por que"? Você pode acabar ficando grávida, Jeannie!
- Ah, isso seria tão maravilhoso!
- O quê?! Não!
Ela se ergueu do colo dele, olhando-o surpresa.
- Você não gostaria de ter um filho comigo?
- Não é isso! O fato é que não podemos ter um filho!
- Por que não?
- Porque... Ah, por várias razões! Porque nem sequer estamos casados, porque a criança poderia ser um gênio. E minha carreira acabaria arruinada!
Jeannie o olhou, muito chateada. Sentia raiva, porque depois de tudo o que passaram juntos, ele só pensava na carreira dele!
Não queria se casar com ela, não queria ter filhos, não a queria realmente.
Ela o olhou, brava e falou:
- Não se preocupe, amo! Não precisamos nos cuidar, porque não vai acontecer mais nada entre nós!
- Jeannie, não fique chateada, deixe eu te explicar!
A gênia não o ouviu. Piscou, transformando-se em fumaça e foi para sua garrafa.
O Major Nelson deu um longo suspiro de frustração.
Isso era exatamente o que ele temia.
Jeannie não ia aceitar ter apenas um romance casual com ele.
Claro que ela sempre quis casar e ter filhos.
Mas isso era algo que estava completamente fora de cogitação.
Não que ele também não desejasse o mesmo.
Mas era impossível! Jamais daria certo.
E agora ele estava com um grande problema, porque não podia mais voltar atrás.
O ato estava consumado. Dormira com a inexperiente gênia e não podia apagar o que tinha feito.
E nem queria. Na verdade, ele queria muito mais.
Ela despertara nele seus desejos mais profundos. Não poderia mais ficar sem ela.
Então, tudo o que lhe restava agora era tentar seduzi-la novamente, até ter sua gênia novamente cativa em sua cama.

***

Algum tempo depois, o Major Nelson saiu do quarto, já vestido com o seu uniforme.
Ele chamou pela gênia, que ainda se recusava a sair da garrafa.
Tony resolveu dar um tempo, para que ela se acalmasse.
Preparou seu próprio café da manhã e foi para a base.

Tony estava em seu escritório pensativo, quando o Major Healey apareceu.
- E então? Como vai o lobo? Já conseguiu atacar?
- Não faço ideia do que está falando! Não conheço nenhum lobo!
O Major Healey deu uma risadinha.
- Não se faça de desentendido. Estou falando de você! Já partiu para o ataque?
- Isso não é da sua conta, Roger!
- Hum... Se está falando assim é porque algo aconteceu. Malandrão! Hehe!
- Está bem, aconteceu! E como eu temia, Jeannie agora quer ter filhos!
- Ihh, meu amigo!
- Você só vai dizer isso? Você sempre me incentivou a usar meu lado "lobo". Agora me diga como faço para Jeannie aceitar a ter algo apenas "superficial"?
- Está certo. Só tem um jeito. Você deve seduzi-la até que ela aceite a fazer só o que você quer.
- Eu já pensei nisso, mas não sei se vai dar certo! Pensei que você me daria uma ideia mais original.
- Não há outra maneira! Volte a levá-la para cama!
- Não fale assim! Quer saber? É melhor não falarmos mais disso!
- Está bem, já entendi, quer preservar Jeannie. Mas...
- O quê, Roger?
- Tenho que perguntar!
- Fale logo!
- Foi bom?
- Você tem um segundo pra sumir daqui, Roger!
- Bem, se você está doido para fazer ela continuar, ela deve se muito boa mesmo! Ah, que inveja!
- Suma, Roger!
O Major Healey deu uma risada e saiu da sala.
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bajumoon

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MensagemAssunto: Re: O Geniozinho rosa e o Major mau   Sex Set 04, 2015 10:52 pm

XVIII

O Major Nelson entrou em casa, horas depois, com um buquê de flores.
Ele andou pela sala e encontrou Jeannie sentada no sofá.
"Ainda bem que ela saiu da garrafa!" Pensou Tony.
Ele se aproximou da gênia sorrindo e lhe ofereceu o buquê.
Mesmo contrariada, ela aceitou.
Ele sentou-se ao seu lado e disse:
- Ainda está chateada comigo?
- Você não gosta mesmo de mim!
Ele sentou ao lado dela, segurando suas mãos.
- Quem disse isso? Não é verdade! Eu sou doido por você! - ele falou, tentando beijar a gênia, mas ela se ergueu.
- Não acredito em você!
- Jeannie, entenda! Não podemos nos casar! Seria um desastre!
- Não seria, não! Eu seria uma ótima esposa e uma boa mãe!
- Ah, Jeannie... - ele se levantou do sofá, aproximando-se dela. - Vamos esquecer essa história e continuar de onde paramos, lá no chuveiro, de manhã!
Ele a abraçou por trás, beijando seu pescoço.
Jeannie sentiu seu corpo todo se arrepiar, quando ele pressionou com os lábios em um determinado ponto mais sensível do seu pescoço.
Como ele conseguia deixá-la sempre doida?
Ela ainda tentou se afastar, mas ele a segurou.
- Não! Eu a quero tanto, Jeannie! - ele disse, com a voz rouca, próxima do ouvido dela.
- Mas acho melhor nos afastarmos!
- Não, não é o melhor! - ele a virou de frente para ele e a beijou.
O beijo profundo a fez esquecer qualquer raiva que sentia.
Nada mais importava além de estar com ele.
Logo eles se jogaram no sofá, sem se desgrudarem.
Major Nelson já estava começando a tirar a roupa de Jeannie, quando a campainha tocou.
- Quem pode ser? - ele falou aborrecido.
- É o doutor Bellows! - disse a gênia aborrecida e desaparecendo.
- Ei, espere, Jeannie! - ele a chamou, mas ela já tinha sumido.
O Major Nelson esperou alguns instantes para se recobrar e foi frustrado atender a porta.
Sua frustração aumentou mais ainda, quando o psiquiatra lhe disse, que ele teria que partir em um treinamento na mata, no dia seguinte.
Ele aconselhou Tony que descansasse e se preparasse para o dia seguinte e foi embora em seguida.
Tony fechou a porta e chamou por Jeannie.
- O que quer, amo?
- Você! - ele falou agarrando- a em seguida.
- Não! - ela se afastou dele.
- Por que não? Jeannie, amanhã saio em treinamento, ficarei uma semana fora, só temos essa noite!
- Mas... - ele não deixou que ela falasse, adiantou-se e a agarrou de novo, dando-lhe um beijo.
Em pouco tempo, eles estavam no quarto, nus, com Jeannie maliciosamente colocando o preservativo nele, enquanto ele a orientava como fazer.
Ela colocou delicadamente, mas o arranhou de leve com as unhas, fazendo-o gemer.
- Desculpe, machuquei você? - ela perguntou.
A resposta dele, foi um agressivo beijo.
Ele a colocou em cima dele, encaixando-a em seu membro.
Jeannie sentiu ainda mais excitada com aquela posição.
Ela se inclinou, colocando as mãos no peito dele, enquanto Tony segurava em seu traseiro, fazendo-a se movimentar.
Ela deu um longo gemido e sorriu para ele, acelerando os movimentos.
Logo ambos chegaram ao clímax e ele a puxou para um beijo apaixonado.

***

No dia seguinte, pouco antes de anoitecer, Tony andava um pouco cansado pela mata, procurando um lugar seguro para passar a noite. Ele se afastou muito do acampamento e sabia que não daria tempo de voltar, antes que escurecesse.
Temendo se perder, ele achou melhor ficar por ali mesmo.
O Major Nelson colocou sua mochila no chão decidindo ficar naquele lugar, próximo ao rio.
Ele começou a juntar alguns galhos, para fazer uma fogueira e espantar qualquer animal, que pudesse aparecer.
- Oh, será que pode me ajudar? - uma voz feminina e conhecida para Tony fez-no se sobressaltar.
- Jeannie! O que faz aqui? - ele disse, um pouco irritado.
Ela o olhou fingindo inocência, falou:
- Estou perdida será que pode me ajudar, senhor lobo?
O Major Nelson se esforçou, mas não conseguiu deixar de rir.
- Ah, Jeannie! Não deveria ter vindo aqui!
- Eu senti a sua falta! Por favor, deixe-me ficar, pelo menos essa noite!
- Está bem! Mas amanhã mesmo você volta para casa, promete?
- Prometo!
Ele a sorriu e a puxou para si.
- Onde paramos? Ah, sim! Ora, ora, uma geniazinha perdida! Será um prazer a ajudá-la! Hehehe.
Ele a beijou profundamente e logo os dois estavam no chão, com o Major Mau em cima de sua Geniazinha Rosa.

Fim
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