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 A filha do general – final estendido (M)

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MensagemAssunto: A filha do general – final estendido (M)   Qua Jun 10, 2015 9:49 pm

Título: A filha do general – final estendido
Autor: strawberriesapples
Shipper: Romeu/Julieta. Hahaha, brincadeirinha!
Gênero: Romance
Advertências: Versão perva da original...
Completa: Sim
Nota: Escrita em Setembro/2012
Resumo ou uma promo: “Jeannie estava um pouco triste com isso. Ela tinha gostado de Suzie e pensava que poderiam ser amigas! Afinal, Suzie a tinha aceitado e não tinha problemas com o fato de que ela era um gênio! Bem, ela não sabia que ela era um gênio, mas mesmo assim! ...”
 
 
JEANNIE: Eu não entendo, Amo. Depois de todo o trabalho que nós tivemos para que o General aceitasse Harold, Suzie subitamente decidiu que não gostava mais dele...
MAJOR NELSON: Acho que nunca vou entender as mulheres... quanto mais as  adolescentes!
JEANNIE: Mas eu fiquei com pena de Suzie, Amo... Ela gostava do Harold como era...
MAJOR NELSON:É...
JEANNIE: Talvez eu pudesse piscar e fazer o cabelo de Harold voltar, seria tão fácil ...
MAJOR NELSON: Não, não, não faça nada, Jeannie, agora é tarde... Se quer fazer alguma coisa mesmo, Jeannie, fa-faça com que ela esqueça que viu você!
Suzie (do lado de fora): Major! Abra a porta!
MAJOR NELSON: Va-vamos, vamos, desapareça, vamos! Suma, suma!

JEANNIE: Oh, Amo, mas eu gosto dela ...
MAJOR NELSON: Eu sei disso, mas suma! Não volte até que ela tenha ido!
JEANNIE: Eu queria tanto vê-la, ela é tão simpática! A sua cabeça!
MAJOR NELSON: Eu sei, Jeannie, esqueça minha cabeça, agora suma, vamos!
JEANNIE: Sim! (pisca e some)
Suzie (do lado de fora): Ô, meu chapa!
MAJOR NELSON: Ah... (Vai até a porta) Suzie, eu-eu agora estou... eu estou muito ocupado!
SUZIE(entrando com um motoqueiro esquisito): Este é Herman, Major! Ele vai ficar morando aqui por algumas semanas.
MAJOR NELSON: Jeannie! Jeannie!


"Você chamou, Amo?" Jeannie reapareceu na sala de estar.
"Faça alguma coisa, por favor!"
"Sim, Amo, agora mesmo!"
Ela piscou e Suzie e seu novo namorado motoqueiro tinham desaparecido.
"O que você fez? Ela esqueceu que te viu?"
"Sim, Amo". Jeannie estava um pouco triste com isso. Ela tinha gostado de Suzie e pensava que poderiam ser amigas! Afinal, Suzie a tinha aceitado e não tinha problemas com o fato de que ela era um gênio! Bem, ela não sabia que ela era um gênio, mas mesmo assim!...
"Obrigado. Ai, minha cabeça!"
"Amo! Volte para o sofá! Sua dor de cabeça não estava melhorando?"
Voltar para o sofá. Ele estava deitado no sofá, com a cabeça no colo de Jeannie. A princípio, ele ficou tenso, mas logo relaxou. Bem, o fato de que ela estava acariciando-o suavemente ajudava.
Ele se sentou no sofá, exausto. A filha do General Schaeffer tinha feito ele se sentir extremamente tenso durante estes últimos dias. Ela pensava ser uma hippie e trouxe todos os seus amigos hippies para um sarau na sua casa! Claro, o pai dela desprezava hippies e iria matá-los se eles chegassem perto de Suzie. Seu alvo principal era Harold, a quem Suzie chamava de guru e, às vezes, noivo. Mas quando o general realmente conheceu Harold, ele descobriu que o jovem andava muito bem vestido, era educado e parecia inteligente. Nada como o hippie sujo com quem ele viu Suzie uma vez. O Major Nelson estava aliviado. Ele sorriu e pensou consigo mesmo: "Obrigado, Jeannie." Mas Suzie não gostou desse Harold novo. Ela deixou a casa do Major Nelson em lágrimas, com o General Schaeffer atrás dela. Harold desejou-lhes um bom dia e saiu, um pouco desnorteado.
Tudo isso fez sua enxaqueca voltar. Ele tinha uma vez por mês, pelo menos. E só uma pessoa as causava: ela. Jeannie. Mas o mais estranho era que ele tinha se acostumado a elas. Ele até sentia falta delas quando não as tinha. Sua enxaqueca era sinônimo de “coisas acontecendo”. No fundo, ele não suportava o tédio.
Na noite seguinte, depois de ter tomado um banho e comido um sanduíche, ele se sentou ao lado de Jeannie no sofá. Tudo o que ele queria era ter uma noite agradável, tranquila (ele teve o suficiente de noites tumultuosas). Ela olhou para ele e disse-lhe para se deitar. Ele olhou para ela um pouco, mas depois fez o que ela disse a ele. Ela pegou uma almofada e colocou-a no colo. Ele deitou-se e descansou a cabeça na almofada, olhando para ela de novo. "Feche os olhos, Amo." Ele o fez e ela colocou uma bolsa de água quente em sua testa. Ele logo sentiu dedos suaves acariciando seu rosto. Suspirou, sentindo-se relaxado.
Eles estavam falando sobre Suzie quando ela bateu na porta. Ele pediu a Jeannie para  desaparecer e fazer Suzie esquecer que ela a tinha visto. Ele tentou dizer à filha do general que ele estava ocupado, mas não deu certo. Ela entrou assim mesmo, com um motoqueiro esquisito. O Major Nelson não teve outra saída: Jeannie! Ela mandou-os embora (e sem memória) e pediu-lhe para voltar para o sofá.
Ele sentou-se no sofá e suspirou novamente, desta vez, sentindo-se aliviado. Jeannie sentou-se também e deu tapinhas em seu colo, apontando-lhe para descansar a cabeça ali novamente. Ele não pensou duas vezes.
"Como está sua cabeça, Amo?"
"Está melhorando... obrigado, Jeannie.”
"De nada, Amo."
"Não, por tudo hoje."
“Sem problemas, Amo."
"Eu sei que você gostava dela, mas é muito perigoso. Quero dizer, ela é filha do General Schaffer!"
"Sim, Amo".
"E ela não parece pensar muito antes de fazer alguma coisa ..."
"Eu entendo..."
"Obrigado." Ele abriu os olhos e olhou para ela. Ela abriu o sorriso mais doce e começou a bagunçar o cabelo dele. Era muito bom. Muito, muito bom. Ele fechou os olhos novamente.
"Mmm..."
"Como você está se sentindo, Amo?"
"Estou bem..."
"E a sua dor de cabeça passou?"
"Hein?..."
"Sua dor de cabeça... passou?"
"Quase..."
Na verdade, tinha passado. Ele não estava sentindo nenhuma dor. Mas ele gostava demais do que ela estava fazendo para sequer pensar em levantar-se...
Ela estava levemente arranhando seu rosto quando de repente seu polegar roçou os lábios dele. Eles logo ficaram dormentes. Ele mordeu o lábio inferior e deixou os dentes deslizarem lentamente sobre ele. Desta vez, ela suspirou. E ela ficou curiosa, de repente. Ela segurou o rosto dele com a mão esquerda, carinhosamente esfregando seu lábio inferior com o polegar. Ele abriu os olhos e olhou para ela. Ela tinha pálpebras semicerradas e ela estava mordendo o lábio inferior. Ela piscou os olhos lentamente.
Ele olhou para seu rosto por alguns segundos. O que diabos ela estava tentando fazer? Ela estava tentando deixá-lo louco? Se sim, ela estava conseguindo!
Ele decidiu jogar o jogo dela e pegou o dedo com os dentes. Ela arfou. Ele passou sua língua em torno de seu dedo e chupou-o. Ela gemeu.
O ano passado tinha sido emocionante. Eles estavam mais próximos do que nunca e apenas algumas semanas antes, eles tinham tido seu terceiro aniversário. Ele tinha uma missão excepcional que quase arruinou o dia, mas ele conseguiu explicar e compensá-la levando-a a um restaurante caro e depois... para casa. Ideia dela. Eles teriam uma noite agradável e tranquila na frente da lareira. Mas eles não precisariam da lareira para se esquentarem...
Mas hoje foi um dia um pouco agitado. De alguma forma, ele esperava que Suzie voltasse e ela voltou. Foi só quando Jeannie fez com que ela fosse embora e esquecesse que a tinha visto que ele se sentiu aliviado e muito relaxado. Ele tinha a cabeça em seu colo e ela estava acariciando-o. Tão relaxante. Até que ela começou a esfregar os lábios dele com o polegar. Mal sabia ela o quanto ela o tinha afervorado. Ele tinha a impressão de que a lareira não seria necessária novamente...
Ele ainda estava passando sua língua em torno do dedo dela e ela começou a respirar pesadamente. Ele tirou o dedo dela da boca e começou a beijar-lhe a mão. Seus dedos, a palma da mão, o pulso...
Ele olhou para ela e observou a linda mulher sentada em seu sofá. Seu peito arfava, sua boca estava entreaberta e ela olhava fixamente para ele com grandes olhos azuis.
Levantou-se, ainda sentado no sofá e olhou para ela. Ela piscou os olhos lentamente e mordeu o lábio inferior novamente. Ele pegou o rosto dela com a mão direita (a mão esquerda estava apoiada no sofá) e acariciou sua bochecha com o polegar. Ela piscou lentamente mais uma vez e fez o que ela tinha feito momentos atrás: esfregou o lábio inferior dele com o polegar.
Essa foi a gota d’água! Ele fez o que ele estava louco para fazer na última meia hora: ele a beijou.
Ela colocou a mão direita na parte de trás de sua cabeça e abraçou-o com o braço esquerdo. Ele interrompeu o beijo e olhou para ela, esperando algum tipo de reação. Ele teve uma. Ela gemeu de novo. E isso o tinha excitado mais do que ele esperava. Ele precisava de mais. Ele precisava dela. Agora.
Ela olhou para ele. Ele nunca pareceu tão bonito... ele usava calças escuras, uma de suas dezenas de camisas azul-claras e um cardigã azul, mas para ela, ele estava lindo. Ela não sabia se era o cabelo bagunçado, seus olhos verdes penetrantes ou seus deliciosos lábios carnudos...
Ele a beijou novamente, descendo para seu pescoço. Ela fechou os olhos e gemeu novamente. Seu amo era um homem prático e um tanto quadrado, mas ele sabia muito bem como ser extremamente sedutor.
"Jeannie...", ele sussurrou em seu ouvido: "Eu estou pensando em uma ótima maneira de te agradecer por ter feito minha dor de cabeça passar..."
"Amo... se é algo como isto aqui... eu topo!" disse ela, entre gemidos.
Ele levantou-se e puxou-a com ele, ainda beijando-a. Eles estavam de joelhos no sofá.
"Eu espero que... você goste..."
"Oh... Eu já estou gostando!", disse ela, tirando seu cardigã.
Ele sorriu, deitou-a no sofá e continuou a beijá-la: lábios, bochechas, pescoço... Ela tirou o véu e arrastou-o por entre os dedos, sorrindo maliciosamente
para ele. Ele gemeu e a atacou de novo, tirando freneticamente o resto de suas roupas: colete, calças... sutiã.
Enquanto isso, ela estava fazendo o mesmo com ele. Quanto mais selvagemente ele se comportava, mais louca ela ficava. Ela tirou a camisa (até rasgando-a um pouco) e tirou as calças dele rapidamente.
Céus, ele era delicioso. Essa era uma palavra que ela nunca tinha usado para descrevê-lo, mas agora ela não tinha outra. Ele era delicioso. Aquele corpo alto e grande a intimidava. Cada * parte * dele. Ela achava muito excitante.
Ele olhou para ela e gemeu. Ele estava hipnotizado. Ela era ainda mais bonita do que ele sonhou. Por que ele demorou tanto tempo para fazer isso?
Ele estava lambendo seu pescoço e desceu, alternando com beijos. Sentir os lábios dele em sua pele era maravilhoso e ela gritou quando ele chegou na parte mais sensível de seu peito. Ele ousaria usar sua língua para... oh, Céus, ele fez isso. Ela gemeu.
Ele foi descendo e mordeu a barra da roupa de baixo dela. Olhou para ela (que estava apoiada em seus cotovelos agora) com um olhar brincalhão no rosto. Ela devolveu o olhar, mordendo o lábio inferior. E ele fez o que ela realmente pensou que ele ia fazer: ele puxou sua calcinha para baixo com os dentes... os únicos sons que saíam de sua boca eram gemidos.
Ele beijou suas coxas, a parte inferior de seu abdômen, seu osso do quadril... que a fez ficar louca! Ela jogou a cabeça para trás, fechando os olhos e mordendo o lábio inferior novamente.
Ele foi subindo de novo e ela segurou o seu rosto; ela o beijou novamente e desceu por seu pescoço, enquanto ele tentava tirar sua cueca. Ela notou sua dificuldade e piscou para tirá-la, o que o fez rir. Mas ele ficou sério de repente e olhou para ela. Olhos escuros semicerrados, boca semi-aberta e lábios carnudos... Pecado puro. Oh, Céus!
Ele penetrou-a devagar, apreciando o atrito. Ambos gemeram alto; descobrir o corpo um do outro era sensacional...
Depois de algumas estocadas lentas, ele começou a penetrá-la com força (graças aos céus, havia almofadas espalhadas pelo sofá) e isso a fez gritar de prazer; quanto mais ele ouvia os gritos dela, mais selvagem ele ficava. Depois de levá-la a um magnífico orgasmo, ele caiu sobre ela, respirando pesadamente.
"Oh, meu Deus..."
"Oh, Amo... isso foi... maravilhoso!"
Ele levantou a cabeça um pouco e olhou para ela.
"Jeannie, você é a mulher mais fantástica e mais linda que eu já vi."
Ela riu.
"Oh, Amo..."
"Prometa-me uma coisa, sim?"
"Sim... o que?"
"Que você vai cuidar de mim na próxima vez que eu tiver uma dor de cabeça."
Os dois riram com vontade.
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