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 Oh, Anthony!

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Mensagens : 468
Data de inscrição : 28/02/2014

MensagemAssunto: Oh, Anthony!   Sab Mar 01, 2014 4:20 pm

Título: Oh, Anthony!
Autor : strawberriesapples
Shipper: Jeannie/Major Nelson
Gênero: Romance
Censura / Classificação: R
Capítulos: One-shot
Nota: Escrita em 11/02/2014
Resumo ou uma promo: Jeannie sempre exclamava o nome dele.


Eles estavam na loja de jóias olhando anéis depois daquele dia confuso no Ormandy’s. Eles decidiram ir para outra joalheria porque o Sr. Ormandy começou a olhar para eles de um jeito estranho depois daquele dia.
Eles foram para uma maior e mais tradicional. Jeannie viu muitos anéis, com pérolas, rubis, esmeraldas e assim por diante. Mas ela se considerava uma noiva tradicional e queria um solitário de diamante. Até que ela deu uma olhada no que era o anel perfeito. Não era um solitário. Era um anel simples, com pequenos diamantes ao redor. A melhor parte? Foi Anthony quem tinha mostrado a ela. Ele tinha um gosto soberbo!
- Oh, Anthony!...
- Você gosta?
- É perfeito!
Ela deixou a joalheria com um sorriso no rosto.

*****

Ela estava acendendo as velas quando o telefone tocou. O jantar já estava pronto há um tempo e ela tinha posto a mesa. Comida italiana. Gnocchi. Com muito molho de tomate. E vinho, é claro. Ela também tinha em mente uma noite muito especial. Com um pouco de dança após o jantar, talvez. E um pouco de romance depois da dança. Talvez.
Mas o telefone tinha que tocar. Era Anthony, dizendo que ele estava preso no trabalho resolvendo o que ele pensava ser apenas um probleminha de última hora, mas que acabou sendo muito mais grave do que ele e o general Schaeffer tinham previsto.
- Sinto muito, Jeannie.
- Oh, Anthony!
- Eu vou te compensar. Eu prometo!
- Sério?
- Sim. Amanhã podemos ir para a Itália para o almoço, se você quiser.
- Ahh, seria perfeito! Obrigada, querido!
- De nada, querida!
Ela iria levá-los lá, é claro. A maioria das mulheres iria achá-lo um chauvinista por fazê-la levá-los. Mas ela não. Ela estava emocionada. Só porque ela era casada com ele, não quer dizer que ela deveria esquecer os seus deveres. Como um gênio, nada a empolgava mais do que dar tesouros a seu amo, fazer grandes coisas para ele e levá-lo para lugares distantes.

*****

Ele estava no estúdio criando um novo modelo para o mais recente simulador. Seus superiores lhe deram toda a responsabilidade e ele passou os últimos três dias tentando conseguir criar alguma coisa. Quando finalmente o fez, ele teve que construir o modelo para o desenho. Bom, ele era um engenheiro também; naturalmente, ele conseguiria fazê-lo.
Mas toda aquela pressão e a tensão levaram-no ao limite. Ela tentou ajudá-lo, mas ele disse que não. Ela queria levar o carro para um passeio! Não. Ela queria ir para a praia! Não. Ela queria ir ao cinema. Não!
- Anthony, você nem presta mais atenção em mim!
- Jeannie, eu estou ocupado! Não está vendo?
Ela estava em cólera (e até mesmo enfumaçando um pouco). Eles não faziam amor desde que ele começou esse projeto estúpido. Na verdade, ele mal olhava para ela!
Ela não aguentava mais. Alguma coisa tinha que ser feita.
Ela piscou um modelo em escala a partir do desenho do simulador. Algo que estava consumindo toda a energia dele, algo que não era uma tarefa fácil de fazer, literalmente pronto num piscar de olhos.
Ele olhou para ela e seus olhos escureceram de raiva. Ele estava ficando vermelho.
- Jeannie. - Ele disse calmamente.
- O que?
- Saia.
Ele se virou e estava de costas para ela.
- Mas...
- Saia. Saia daqui agora. - Sua voz era severa.
- Oh, Anthony!
Ela desceu as escadas chorando e passou a noite em sua garrafa. Ele tentou falar com ela mais tarde naquela noite, mas ela fingiu não ouvi-lo. Estava muito cansada e deprimida. Amanhã seria outro dia.

*****

Ela estava cansada. Depois de uma noite tumultuada com o Dr. e a Sra. Bellows para o jantar onde eles quase a pegaram – ela piscou várias vezes para fazer pequenas coisas; quando as pessoas estão meio embriagadas, suas inibições ficam mais baixas – ela prometeu a Anthony que iria aprender a fazer as coisas corretamente como uma dona de casa normal.
E ela tinha feito exatamente isso. Ela tinha aprendido a limpar a casa, lavar os pratos e as roupas e – bem, ela ainda estava lutando com a comida. Mas ela estava chegando lá.
Ela estava exausta. Tinha limpado a casa de cima a baixo, usando uma vassoura, um esfregão molhado, o aspirador de pó e muitas outras coisas.
Ela se olhou no espelho e sentiu pena da mulher no reflexo. Ela estava em um estado lastimável; seu cabelo estava desgrenhado, as roupas dela agarravam-se a seu corpo de suor e ela tinha uma expressão frustrada no rosto. Essa não era ela...
Ela se jogou no sofá e suspirou. Em seguida, ela ouviu a porta. Anthony.
- Jeannie!
Ela nem sequer tinha força para piscar e trocar de roupa. Ele veio para a sala de estar e olhou para ela.
- O que aconteceu com você?
- Amo... eu não posso. – ela estava se esforçando para falar.
- Não pode o quê? Qual é o problema?
- Eu... eu realmente tentei limpar a casa de uma forma normal e não estou nem certa se eu consegui! Estou tão cansada e... e eu poderia ter piscado, porque é quem eu sou! E se isso não é bom para você, então, isto é muito, muito deprimente! Eu sinto muito!
Ela tinha lágrimas caindo pelo rosto. Tornou-se uma situação quase insuportável!
- Querida! Querida! O que é isso!
Ele a abraçou. Sentia-se tão protegida...
- Jeannie, eu estive pensando sobre isso e cheguei à conclusão de que eu realmente não posso mudar quem você é. Eu não posso pedir-lhe para parar de piscar e fazer as coisas da maneira “normal”, porque isso não é você.
- Sério?
- Sério, querida. Tenho sido muito injusto com você. Sinto muito, Jeannie. Perdoe-me.
Ele estava olhando-a nos olhos com seus grandes verdes mar com a maior sinceridade. Ela quase chorou novamente.
- Oh, Anthony!
Ele sorriu. Ela derreteu.
- Estou perdoado?
- Claro, Amo.
Ele sorriu mais. Ela sorriu de volta e ele a beijou com ternura.

*****

Era a coisa mais fútil do mundo. Mas ela tinha gostado! Claro, ela poderia apenas piscá-lo, mas aí não teria graça nenhuma. Ela queria ganhá-lo. De presente. Dele.
Ela tinha visto o vestido em uma boutique no centro da cidade e se apaixonou por ele imediatamente. Era um vestido trapézio turquesa, e ela tinha certeza que ficaria lindo nela. Ela considerou comprar para ela – e isso era muito divertido também – mas ganhá-lo de presente... seria o máximo!
Ela vinha insinuando que queria o vestido nas últimas semanas. Ela mencionava a cor (“O céu está com um tom maravilhoso de azul, hoje, não é?”); Ela mencionava a forma (“Como é que chama aquela forma geométrica que parece um quadrado torto?”) e ela simplesmente mencionava vestidos (“Todos os meus vestidos são tão velhos!” - bem, reclamava deles como qualquer mulher).
Ele acabou levando-a para a boutique onde ela viu o vestido. Mas quando chegaram lá... não tinha mais! Foi vendido! Ela ficou tão frustrada! Mas ela se recusou a piscar um! Isso não era justo! Ela queria ganhá-lo de presente de Anthony!
Seu plano agora era ir para casa, mergulhar em um banho de espuma e deixar a espuma levar toda a sua frustração embora. Assim que ela abriu a porta do seu quarto, ela viu uma caixa.
- Querido, tem uma caixa em cima da cama, é sua?
- Ahn, você pode abri-la, Jeannie?
- Claro!
Ela abriu a caixa e seu queixo caiu. Era um vestido trapézio turquesa perfeitamente dobrado. O vestido.
- Oh, meu Deus!
- Gostou?
Ela se virou e lá estava ele, encostado na porta, com os braços cruzados e um sorriso bobo no rosto.
- Oh, Anthony!
Ela sorriu de volta, o abraçou e beijou. Ele era o marido mais fofo do mundo todo.

*****

Ele estava olhando profundamente em seus olhos com olhos escuros. Ele estava ofegante. Havia suor em todo o rosto e corpo. Ele gemia a cada estocada forte, a adrenalina subindo. Ele beijou-lhe a boca, passando a língua na dela; ele chupava o lóbulo de sua orelha, mordia seu pescoço.
Ele já a havia cortejado naquela noite e tinha sido tão romântico quanto podia ser. Flores, jazz, champanhe, risos. Muito, muito charmoso. O que ele não sabia era que ele não tinha que fazer nada disso. Ele poderia apenas olhar para ela durante alguns minutos e fazer algo como lamber os lábios para levá-la ao limite do desejo. Mas ela gostava desse lado dele.
Ele a beijou com ternura após a as risadas diminuírem (eles riram sobre algo que ela nem sequer se lembrava do que era) e de tenros, os beijos escalaram para ardentes. De apenas lábios para lábios e língua, de apenas da boca para o corpo inteiro. Da sala de estar para o quarto.
Sem as roupas, eles passaram as mãos um no outro, tocando, acariciando, explorando. Ela gemia, ele gemia. A língua dele substituiu suas mãos e ela foi até o céu quando sentiu aquela língua extremamente hábil dele em suas partes íntimas. Mesmo depois de chegar a um clímax satisfatório, ela precisava de mais. Ela precisava que ele a preenchesse, ela precisava que ele a completasse.
Ele assim o fez. Beijando-a mais uma vez, ele a penentrou lentamente. Ela gemeu. Ele brincava com ela, beijando, mordendo, lambendo. Com o mesmo ritmo. Várias vezes seguidas. Ele estava deixando-a louca.
- Ohhhh!
- Mmm...
- Anthony, por favor!
- O que, Jeannie?
- Ahnn...
- Hm? “Por favor,” o quê?
- M... Mais forte! Mais rápido!
Ele riu e concordou. Ela gritou com prazer. Ela gemia sem parar e estava perto de outro clímax - um ainda melhor desta vez - quando ele apertou os olhos com força e soltou um grunhido de satisfação, fazendo-a gritar:
- OH, ANTHONY!!!
Ambos haviam chegado ao auge do deleite e ele caiu em cima dela, sorrindo.
- Oh...
- Você é fantástica, Jeannie. - Disse ele, levantando a cabeça e olhando para ela.
Ela sorriu docemente para ele. Para ela, ele é que era fantástico. Um homem fantástico, um amigo fantástico, um amante fantástico, um marido fantástico. E o amo mais fantástico que ela já teve. Oh, Anthony.

FIM
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