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 O viciado

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MensagemAssunto: O viciado   Seg Mar 16, 2015 9:53 pm

Título: O viciado
Gênero: Geral
Advertências: Narrada pelo Major Nelson
Censura / Classificação: PG-13
Capítulos: One-shot
Nota: originalmente escrita em 14/03/2015
Resumo ou uma promo: O Major Nelson confessa que tem um vício...


Olá. Meu nome é Anthony Nelson e eu sou um viciado.
Eu não era assim. Sempre fui um homem muito controlado, sempre comedido. Sou um militar, afinal de contas.
Mas isso tudo mudou quando eu fiz um pouso de emergência numa ilha do Pacífico...
A partir daí, eu perdi quase todo o controle da minha vida. E para falar a verdade, com o passar do tempo, eu passei a gostar disso.
Conheci minha esposa, a mulher da minha vida nessa época. Tínhamos uma relação que chamariam de estranha. Outros considerariam um fetiche, até.
Não éramos namorados, não éramos amigos; não éramos sequer só conhecidos. Ela vivia comigo. Fazia tudo para me agradar. Concederia qualquer desejo meu...
Mas ainda não era minha esposa. E tinha seu próprio... cômodo. Com o passar dos anos, ela passou a frequentar o meu quarto. E eu, o seu... cômodo.
Finalmente, a nuvem negra que tapava a luz da minha sabedoria, do meu bom senso e do meu coração dissipou-se e nós nos casamos. Foi um dos dias mais felizes da minha vida e ela estava mais descontrolada ainda. Mas a essa altura, eu venerava isso a ponto de sentir falta quando estava tudo normal.
Num dia que prometia ser normal, minha amada esposa recebeu uma cesta cheia de especiarias e bebidas de presente de casamento. Não digo nós porque foi minha sogra quem mandou e ela me odeia. Enfim, só tinha coisa boa na cesta e um drink muito especial. Vinha numa garrafa tão especial quanto e tinha uma coloração verde clara, quase verde piscina. Tinha um aroma floral inebriante e um gosto maravilhoso de frutas, flores e mel.
Logo depois do primeiro gole, eu me senti relaxado. A bebida tinha um efeito instantâneo. Quando me toquei que tinha que ir trabalhar, saí correndo.
Mas aí eu vi Jeannie.
Olhei para ela, e era como se eu nunca a tivesse visto na vida. Ela era a mulher mais linda que eu já tinha posto os olhos. Eu a beijei profundamente. Minha vontade era a de nunca mais me desgrudar dela. Mas eu tinha que trabalhar.
Eu comecei a perceber o quanto a garrafa era atraente, tinha um brilho de certos ângulos e ela sempre parecia me chamar.
Toda vez que eu tomava um pouco da bebida, sentia aquele relaxamento por todo o corpo novamente. De repente, o relaxamento se transformava em entusiasmo.
Num desses dias, Jeannie preparou uma dose para mim e me mandou para a base. Passei o dia estranho, ansioso, agitado e frustrado. Não consegui fazer os testes que teria que fazer aquele dia. Concluí que sentia muita falta de Jeannie e fui para casa. Ela estava na cozinha preparando o jantar.
Jamais eu tinha visto uma mulher tão linda e tão sensual na minha vida. Era como se um raio tivesse passado por mim e eu parecia sentir o sangue quente correndo pelas minhas veias, descendo para uma certa região abaixo da cintura... Aqueles seios enormes, o traseiro redondo e a boca carnuda estavam me deixando extremamente excitado. Eu sentia a frente das minhas calças ficando muito justa.
Eu não aguentei e a ataquei. Beijei-a profundamente, arranquei-lhe as roupas rápido (as minhas também) e eu tomei-a nos braços, sentindo logo a sensação arrebatadora de estar dentro dela, levando-a cada vez mais rápido ao clímax, declarando meu amor infinito àquela mulher.
Dali em diante eu basicamente tomava um cálice da bebida todos os dias. A garrafa ficava cada vez mais hipnotizante e seu conteúdo parecia ficar mais delicioso a cada dia que passava.
A vontade de tomar a bebida era mais forte do que eu. Eu podia estar saciado, mas tinha que tomar mais um gole.
Minhas noites passaram a ficar mais curtas porque Jeannie e eu ficávamos até altas horas da noite... bom, dá pra imaginar.
Eu estava com dificuldades para acordar e ia trabalhar cansado.
Ficava o dia todo pensando naquela garrafa verde e em minha esposa; não conseguia me concentrar.
Os fins de semana eram todos passados no quarto; estávamos sem vida social.
Até que ela resolveu isolar a garrafa. “Está afetando seu trabalho e sua vida de maneira ruim, Anthony.”, disse ela.
E agora eu estou aqui, tentando controlar a vontade louca que eu estou de beber, mas tentando me esforçar para parar.
Meu nome é Anthony Nelson e eu sou viciado em Gênio Verde.

FIM
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