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 Todo mundo ama o Jin

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MensagemAssunto: Todo mundo ama o Jin   Dom Out 05, 2014 10:09 pm

Título: Todo mundo ama o Jin
Autor: strawberriesapples
Shipper: Jin/Asuka, Jin/Julia, Jin/Christie, Jin/Ling
Gênero: Humor/Romance
Censura/Classificação: R
Capítulos: One-shot
Nota: Escrita em 01/10/2014
Resumo ou uma promo: Jin Kazama não é só o Rei do Punho de Ferro...

 
---
Finalmente. Depois de anos tentando passar por aquele exterior sério demais, ela finalmente fez com que ele fosse se divertir com ela. Foram a um parque de diversões. Andaram na montanha russa, no carrossel, no carrinho bate-bate, ele ganhou um ursinho panda de pelúcia para ela (o que a fez emitir um "aww" - seu bicho de estimação era realmente um panda) comeram algodão-doce, pipoca, cachorro-quente e se divertiram muito. Ela tinha observado a plaquinha, "Túnel do amor" e tinha convencido-o a ir. No meio do caminho, ela criou coragem para dizer:

- Jin. Eu gosto tanto de você! Quero muito te ajudar! Por favor, não foge mais.

- Xiao - começou ele - Eu não vou a lugar nenhum...

Ele foi aproximando seu rosto do dela e eles se beijaram. Um beijo curtinho e romântico. Até eles chegarem em casa.

Ele a tinha levado para sua casa, convencendo-a a passar a noite lá. Viram desenhos animados na TV, tomaram sorvete, se encheram de chocolate e bem na hora que o mocinho ia se declarar pra heroína num anime qualquer, ele a beijou.

- Você é adorável. - Disse ele.

Adorável! Ela tinha esperado por essa palavra por tanto tempo! Ela o abraçou e o beijou com mais força. Ele a pegou nos braços e a levou para seu quarto. Bem simples e bonito. E o que era aquilo na mesinha de cabeceira? Uma foto deles na época da escola! Ela ficou mais excitada ainda!

Ele a depositou em sua cama e a beijou inteira. Mas não sem antes enchê-la de cócegas.

- Aaaaah, Jin! Você vai me matar de rir! Hahaha!

- Haha! Tá bom, eu paro.

Ela sorriu e ele sorriu de volta.

- Você é tão fofa, Xiao.

Fofa! Essa era outra palavra pela qual ela tinha esperado! Excitou-se mais ainda.

Ele tomou-a nos braços novamente e tirou-lhe as roupas, bem devagar. Ela sentiu-se um pouco envergonhada.

- Não fique assim. Você é linda - disse ele - E fica uma graça de maria-chiquinha - esta última frase foi sussurrada no ouvido dela. Ela sentiu um arrepio pelo corpo todo e o beijou freneticamente.

Ele tirou as próprias roupas e sorriu para ela. Beijando-a suavemente, ele a penetrou, ouvindo um gemidinho.

- Não estou te machucando, estou?

- Não, Jin... eu venho sonhando com isso desde que te conheci, praticamente. Sempre soube que você seria meu primeiro...

Ele sorriu e a beijou novamente. Algum tempo depois, eles chegaram ao clímax e ele ouviu um gritinho. Olhou para ela. Ela estava chorando!

- Xiao? Você está bem?

- Sim! Estou emocionada!

Ele a abraçou e deu-lhe um beijo no topo da cabeça. Se ela pudesse, ficaria assim abraçadinha com ele para sempre.

----------

- Jin? O que é que você tá fazendo aqui?

- Oi, Christie. O Eddy disse que precisava de ajuda, e já que eu posso ajudar, então...

- O que raios ele te pediu?

- Nada demais, só pra ajudar a reconstruir a academia do seu avô.

- Ah, eu sabia! Ele não comentou nada comigo!

- Ele não queria te preocupar, oras.

O homem deu um sorriso e ela achou que era a coisa mais fofa do mundo. Desde o quarto Torneio do Rei do Punho de Ferro. Ele também era extremamente educado, gentil e cortês. E extremamente bonito. Charmoso. E gostoso. Bom, esse aspecto ela conhecia superficialmente. Mas tinha muita curiosidade (e vontade) de saber como era mais profundamente.

E para sua surpresa, ele estava no Rio de Janeiro, na Lapa, pertinho da casa dela. Agora, no território dela, ela talvez pudesse tentar alguma coisa. "Prepare-se, Jin", pensou ela. "Você está no Rio de Janeiro!".

- Ah, isso é fofo da parte dele, mas custava me dizer? E como é que ele tem a coragem de te pedir um favor desses? Que vergonha!

- Christie, ele não te disse nada porque não queria te preocupar e porque sabia que você ia tentar impedir. Ora, não me custa nada ajudar.

- Aí é que tá! Custa! E como custa!

- Eu não ligo pra isso.

Ele olhou nos olhos dela e deu um meio sorriso de novo. Mais um sorrisinho desses e ela o beijaria ali mesmo!

Eles chegaram na rua onde ela morava (ela o encontrou um pouco mais afastado, saindo de um carro) e todos olhavam para a "Chris" com um cara altão e fortão.

- Chris! Que delícia, hein?

- Onde é que você arrumou um japa tão gostoso?

- Cala a boca!

Algumas amigas dela fizeram comentários não tão educados e ela deu graças a Deus que ele não falava português.

- O que elas disseram?

- Nada. Besteira! Quer... quer tomar um café? - disse ela, entrando em casa.

- Adoraria, mas... eu preciso falar com o Eddy, Christie.

- Jin... o Eddy tá em Niterói dando uma palestra numa faculdade.

- E onde fica esse lugar? É um bairro?

- É outra cidade, Jin.

- Tudo bem, eu espero.

- Vai um cafezinho?

- Acho que eu vou aceitar o seu café, sim. - ele entrou também.

Desta vez, foi ela quem sorriu. Numa questão de minutos ela conseguiu com que ele entrasse em sua casa. Faltava agora convencê-lo a passar a noite lá.

- Jin, em nome do meu avô, eu te agradeço. Já tentamos muito conseguir essa ajuda, mas sem muita sorte.

- Tudo bem, Christie. É um prazer ajudar.

Ele sorriu novamente e ela realmente se segurou para não agarrá-lo e beijá-lo ali mesmo na cozinha. Por que ele tinha que ser tão charmoso?

Ela fez o café, ofereceu a ele (e ele elogiou), eles conversaram um pouco sobre o torneio e de repente ela abriu a geladeira e tirou uma tigelinha de lá.

- O que é isso? - perguntou ele.

- Açaí. É uma frutinha, da qual se faz esse... mingau.

- Nossa, é diferente.

- É uma delícia! Quer experimentar?

- Claro.

Ela levou a colher à boca do jovem homem sentado à sua frente. Ele tinha uma expressão de estranhamento no rosto, as sobrancelhas grandes e grossas mais juntas e aqueles olhinhos puxados olhando para baixo. Fofo demais!

Ele tomou o "mingau" na colher e olhou para ela com surpresa.

- É bom!

- Eu disse! Quer mais?

- Quero.

Ela repetiu a ação anterior, mas desta vez, ele olhou fixamente para ela. Ela logo sentiu um incômodo no abdome.

- Gostou?

- Muito...

Ela estava a milímetros do rosto dele. Olhando para os lábios dele, ela foi se aproximando. Ele de repente a beijou, abraçando-a logo.

Os lábios e a língua dele estavam gelados; "Uh! Delícia!", pensou ela. Ela se afastou um pouco para sentar no colo dele, beijando-o outra vez.

Sentindo a boca dele em seu pescoço, ela gemeu baixo. "Vitória!" pensou ela. "Bom, não, ainda falta ganhar a guerra..."

- Jin... você tem onde ficar?... - era uma pergunta idiota, claro que ele tinha onde ficar! Mas ela arriscou-se.

- Não... eu vim pra cá no primeiro vôo e não fiz reserva em nenhum hotel...

Ela não estava acreditando! Ela se afastou um pouco dele e perguntou:

- Quer... quer ficar aqui?

- Posso?

- Claro! Não... não tem nenhum quarto de hóspedes, mas... - ela chegou perto de seu ouvido e sussurrou - você pode dormir no meu quarto...

- Ótimo... mas... só se você dormir lá comigo...

Como é que é? Jin Kazama com um "papo suave"? Como ela mesma diria, "Demorou!"!

Eles estavam saindo da cozinha quando ela se lembrou de algo.

- Espera!

- O que foi?

- Esqueci disso...

Ela pegou a tigela de açaí e a levou para seu quarto, puxando seu hóspede pela mão.

Batendo a porta de seu quarto, ela colocou a tigela na penteadeira e o agarrou, beijando-o profundamente. Ele a abraçava apertado.

Desfazendo lentamente os botões da camisa dele, ela beijou seu musculoso peito, fazendo-o respirar pesadamente.

Ela retirou seu top e seus shorts e sorriu de orelha a orelha quando viu a expressão no rosto dele. Ele gostou do que viu!

Ele a jogou na cama, beijando seu corpo inteiro, fazendo-a gemer. Finalmente ela tinha o lutador mais lindo, mais gostoso e mais talentoso do Punho de Ferro em sua cama, pronto para enlouquecê-la de prazer! Ela o empurrou e ficou em cima dele. Tirou-lhe o cinto e as calças e deu um sorriso maroto quando viu que ele usava boxer-briefs brancas...

- Peraí! - disse ela, meio ofegante.

- O que?

Ela pegou a tigela de açaí e começou a lambuzá-lo. A sensação gelada do alimento em seu corpo quente o fez inspirar pelos dentes. Isto a excitou mais.

Se sentindo muito eufórica, ela começou a lamber todas as partes do corpo dele onde tinha passado o "mingau roxo". Ele inspirou pelos dentes de novo.

Ele a virou novamente, arrancou-lhe a calcinha, sua cueca e ela gemeu quando sentiu seu rígido membro dentro dela.

É, ele não era gostoso só na aparência...

E ela tinha acabado de vencer a guerra.

----------

Egito. País exótico, civilização antiquíssima. E um ótimo lugar pra se procurar respostas.

Ela estava perdida em seus guias e anotações, e nem viu que ia dar um esbarrão numa outra pessoa.

- Ops! Desculpe!

- Desculpa! Julia?

- Jin?!

- O que você tá fazendo aqui?

- Conferência sobre o clima e os tipos de solo! E você?

- Procurando pistas sobre... você sabe.

- Ah...

O homem tinha um lado maléfico que era... genético. Vinha do pai, que tinha sido possuído por uma espécie de demônio quando era jovem. E passou geneticamente para ele. Desde que descobriu que tinha isso que ele vinha tentando achar uma espécie de cura, embora ele se rendesse a seu lado demoníaco às vezes, sempre se sentindo culpado depois.

- Boa sorte! - exclamou ela.

- Pra você também!

***

- Um chá gelado, por favor.

- Dois!

- Ei!

- Para de me seguir, Julia. - disse ele, com um sorriso.

- Eu tou achando que você é que tá vindo atrás de mim. - ela também sorriu.

- E aí, e a conferência?

- Ah, as palestras são fantásticas! Paraíso pra uma geóloga! E você, alguma sorte?

- É... pode-se dizer que sim!

- Que bom!

Eles passaram o resto da tarde juntos, conversando sobre os vários tipos de artes marciais que viam no torneio. Era outro assunto que os animava bastante. E ela nunca tinha conversado tanto com ele.

***

- Parque bonito esse, não?

- Ah, não. Não tou dizendo que você tá me seguindo?

Ele deu uma risada.

- Mas realmente, é muito bonito.

- Que horas são?

- Seis e meia.

- Seis e meia? Ainda? Achei que já fosse muito mais tarde!

- Pois é!

- O que você tá fazendo aqui tão cedo?

- Insônia. Não consegui dormir. Muito quente!

Ela raramente vinha conseguindo dormir desde que chegou. O clima quente demais, a ansiedade para as palestras (e de se estar num país diferente) e... o fato de ela tê-lo visto lá. E estar se encontrando com ele quase todos os dias.

- E você? - perguntou ela.

- Eu acordo cedo. Resolvi caminhar.

- Ah. Faz bem.

Ele fez que sim com a cabeça e continuou admirando a paisagem. Ela deu uma reparada nele. Uma camiseta branca, uma calça azul marinho com chamas bordadas nas laterais ("Ele usou essa calça no quarto torneio!" lembrou ela) e um tênis. E um sorriso estampado no rosto. Era raro ver Jin Kazama sorrir. Ele estava sempre tão sério e concentrado nos torneios...

- Um dia o lugar onde eu moro vai ficar bonito assim de novo... - soltou ela, mais pra si mesma, pensando alto.

- Ah... algum progresso?

- Mais ou menos... estamos trabalhando!

- Vocês vão conseguir!

- Obrigada! - ela sorriu.

- Eu gosto de lugares com muito verde... é bom pra pensar...

- É verdade... falando nisso... você pensa muito na sua mãe, Jin?

- Todo dia...

- Você... você acha que ela ainda tá viva?

Ela logo se arrependeu de ter feito essa pergunta. Era uma coisa muito pessoal dele, e ela não tinha nada a ver com isso.

- Acho. Tenho 99% de certeza e é isso que me faz seguir em frente.

Oh, graças aos céus ele não encarou a pergunta dela como intrometida. E ele ainda deu uma resposta que a emocionou um pouco.

- Michelle também acha.

- Michelle?

- Michelle Chang. Minha mãe.

- E por que você chama sua mãe de Michelle?

- Michelle é 21 anos mais velha do que eu. Ela me achou quando eu ainda era um bebezinho, perto de um lago. Me levou pra casa e cuidou de mim. Eu cresci chamando-a de mãe, mas quando ela me contou que eu era adotada, passei a chamá-la de Michelle também.

- E... por que ela acha que minha mãe está viva?

- Porque ela conheceu sua mãe. Eu cresci ouvindo histórias de Jun Kazama e seu espírito de bondade.

Ele parecia fascinado. Encarava-a de uma maneira que estava começando a deixá-la meio encabulada.

- Elas participaram do Torneio do Rei do Punho de Ferro juntas. E se tornaram grandes amigas. Espera!

- O que?

Julia tirou de seu bolso do colete jeans uma pequena carteirinha feita de couro. E de dentro da carteirinha, uma foto.

- Olha. - ela mostrou a foto a ele.

- Mãe...

- Essa com ela é Michelle.

Era uma foto de Michelle Chang e Jun Kazama jovens, uma com um braço nos ombros da outra, muito sorridentes. Jin não tirava os olhos da foto. Mas devolveu-a a sua dona.

- Não, fique. É sua. Há anos que eu queria te dar essa foto, mas nunca tive... oportunidade.

- Sério? - ele estava visivelmente tocado.

- Claro!

- Obrigado. Quem tirou essa foto?

- Lei Wulong.

- O policial de Hong Kong?

- Sim. Ele também estava nesse torneio.

- Ele é gente boa...

- É sim...

- Tem muita gente boa no torneio, Julia. Mas eles acabam caindo na teia dos Mishima, indireta ou diretamente...

- Põe diretamente nisso... ah! Desculpe!

Mais uma vez, ela arrependeu-se de ter aberto a boca. "Cala a boca, Julia!", pensou ela. Ele deu um meio sorriso.

- A culpa não é sua, Jin. Sua mãe era uma mulher extremamente bondosa, e achou que poderia salvar seu pai... deu no que deu.

- É, vim eu, com um defeito de fábrica!

Ela não pôde deixar de sorrir do jeito que ele estrava tratando o assunto. Ele estava quase... rindo de si mesmo?

- Além do mais... você é e sempre será um Kazama. Não se esqueça disso.

Ele a encarou novamente, com um olhar sereno. Aqueles olhos puxados cor de caramelo estavam deixando-a nervosa. E um tantinho excitada.

- Julia... obrigado.

- De nada...

Ele a beijou, lentamente. Por vários minutos. A excitação aumentava a cada beijo, a cada vez que os lábios dele tocavam os dela e a cada vez que a língua dele roçava na dela.

Ele a deitou na relva e desceu para seu pescoço, acariciando seu tronco, parando na cintura.

- Julia... - sussurrou ele em seu ouvido - Você é tão inteligente... tão linda...

- Oh... obrigada!

Ele começou a retirar as roupas dela, alternando com as suas, acariciando cada dobrinha do corpo dela.

- Jin... e se alguém pegar a gente aqui?

- A gente enche eles de porrada. - disse ele, dando uma risada. Ela riu também.

Ele terminou de tirar as roupas dela e as dele próprias e encaixou-se nela, dando um suspiro.

Julia Chang estava nas nuvens. Ela logo se sentiu atraída por Jin Kazama assim que o conheceu. A atração virou uma queda violenta. E a queda virou uma paixão avassaladora.

Ela finalmente tinha aquele homem espetacular por cima dela, levando-a a beira da insanidade, beijando cada milímetro de seu corpo enquanto fazia amor com ela.

Se paixão virasse semente, ela já tinha reflorestado o lugar onde morava há anos.

E ela de repente achou o Egito um país muito romântico.

----------

Jin Kazama saiu da academia do hotel muito suado e cansado. O treino tinha sido muito bom. Suas roupas pretas estavam encharcadas. O que ele queria agora era um bom banho e cama. Precisava descansar. Amanhã seria um dia duro.

Mal sabia ele que estava sendo observado por três moças desde que entrou na academia. Ele andou em direção ao elevador, entrou nele e apertou o botão "fechar", fazendo as três moças acordarem de seu devaneio...

----------

 Epílogo

 

- Você! Fique longe de mim!

- Escuta, eu só vim pedir desculpa!

- Desculpa... sei... você é um tarado, pervertido!

- Quer me ouvir?!

- Se você se aproximar, leva outro socão!

Era ele! O idiota que tinha caído em cima dos seios dela e ficado lá por mais um minuto! Desgraçado!

- Tá, eu não vou me mexer! Agora, quer me escutar?

- Fala.

- Eu realmente sinto muito por ter... caído no seu peito.

- Isso não é um pedido de desculpas.

- Eu ainda não terminei.

- Continua, então.

- Eu... eu realmente tava perdido e... bom... eu me senti melhor quando... quando você chegou perto. - argh! Que atrevimento! Ela estava quase dando outro soco bem dado nele.

- Arghhh!

- Espera! Ah... olha, quase ninguém sabe disso, mas... eu tenho um gene que me faz virar um demônio e...

- Peraí. Você... você é um Mishima?! - ah, como se já não bastasse ele ser tarado, ainda era um crápula!

- Peraí, digo eu. Como é que você sabe disso?

- Papai me contou sobre vocês e que vocês são parte demônio! Haja o que houver, eu não tenho medo de você! - danem-se as lendas que ela ouviu de seu pai! Ela o tinha derrubado uma vez e poderia fazer isso de novo!

- Como é que ele sabe disso?

- Ele me contou que a tia Jun tentou salvar um de vocês e que...

- O que?! "Tia Jun"?

- Sim! Irmã do papai!

- Jun... era o nome da minha mãe... e você me lembra muito ela... - não. Não podia ser.

- Pensando bem... você também me lembra a tia Jun, por fotos dela que eu vi... - ele não era...

- Como é que você se chama?

- Asuka. Asuka Kazama.

- K-Kazama?!

- Sim...

- Não é possível...

- Por que não?!

- Porque Kazama é o meu nome! - Não! Não podia ser verdade!

- Não! Você é um Mishima!

- Infelizmente sim... mas fui criado pela minha mãe... Jun.

- Jun Kazama é a sua mãe?

- Sim... Oto Kazama é seu pai?

- Sim...

- Então quer dizer que...

- ... somos primos?

- Acho que sim!

- Nossa!

O cara altão, fortão e bonitão - o que? - que caiu sem querer no peito dela era... seu primo. Asuka não sabia se ria ou se chorava. Achou melhor não fazer nenhuma das duas coisas.

- Seria... seria muito inapropriado se eu te desse um abraço agora?

- Haha... acho que não!

Ele a abraçou. Braços grandes e fortes envolveram-na com ternura e ela se sentiu pequenininha. "Nossa, como ele é cheiroso!", pensou ela.

- Você não sabe o quanto eu tou feliz de te encontrar, Asuka. - que sorriso lindo ele tinha!

- Eu também estou... apesar dos pesares.

- É... bom... desculpa mesmo.

- Tudo bem!

- Olha... você é a única que consegue controlar esse gene maldito que eu tenho...

- Hã?

- É, quando eu tou perto de você, eu me sinto muito melhor! Todos os sintomas malignos diminuem quando eu tou perto de você e desaparecem quando você me toca.

"Quando você me toca." Essas palavras fizeram a mente dela ir direto para o esgoto!

- S-Sério? - ela balbuciou. Estava difícil controlar as palavras em frente àquele homem todo. "É impressão minha ou ele tá muito mais lindo desde que entrou aqui? Hein? Daonde saiu isso, Asuka?"

- Sério. Você é pura, bondosa e justa. Acho que você herdou isso da minha mãe. E esse poder de me fazer sentir bem melhor...

- Ahhh... o que é isso!

- Obrigado. Mesmo.

Ele a abraçou novamente. "Cheiroso, lindo e gostoso! Asuka! Para com isso! Ele é seu primo!" Exato. Seu primo. Família. Sangue do sangue.

- De nada!...

- Até mais!

Ele deu um beijo molhado na bochecha dela e ela logo se sentiu úmida.

- Ohhh... "Acho que eu acabei de ter um minúsculo orgasmo!" Até mais!

Ele saiu e ela fechou a porta, se jogando nela.

- Ah! Preciso de um banho frio!

***

Asuka Kazama deu uma risadinha ao lembrar-se de como conheceu seu primo. Tinha sido a coisa mais bizarra e inusitada do mundo. E ela continuava carregando essa maldita tocha por ele. Seu mantra diário era "Seu primo, seu primo, seu primo..."

Ai, porra. A porta do elevador abriu-se e quem estava ali dentro? O próprio. Absolutamente delicioso todo de preto, suado e com uma toalha branca nos ombros.

- Asuka!

- Oi, Jin!

As portas do elevador se fecharam e ela teve que perguntar:

- O treino foi bom?

- Foi...

Ele foi se aproximando dela fazendo-a se encolher num canto do elevador.

- Mas seria bem melhor se você treinasse comigo...

Ele a agarrou e beijou-a com força, apertando levemente os fartos seios dela...

A campainha do elevador tocou, anunciando que tinha chegado ao andar desejado. Asuka Kazama acordou de seu devaneio com um susto.

- Asuka, você tá bem?

- Tou...

- Ok, então. Tchau!

- Tchau, Jin...

"Seu primo, seu primo, seu primo... Ai, merda. Preciso de um dos meus banhos frios!"

FIM
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MensagemAssunto: Re: Todo mundo ama o Jin   Dom Out 05, 2014 10:49 pm

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