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 Contra todas as probabilidades

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MensagemAssunto: Contra todas as probabilidades   Dom Set 28, 2014 9:40 pm

Título: Contra todas as probabilidades
Autor : strawberriesapples
Shipper: Major Nelson/Jeannie Segunda
Gênero: Romance
Censura / Classificação: R
Capítulos: 5
Nota: Escrita em 23/09/2014
Resumo ou uma promo: "Jeannie sumiu e levou uma nave caríssima com ela, ele estava prestes a enfrentar uma côrte marcial e geralmente isto significava a expulsão do programa espacial e talvez da vida militar. Mas o problema maior é que ele não sabia lidar com tudo isso."

 
- Jeannie, traga aquela nave de volta neste minuto!
- Amo, você não olhou para mim a semana inteira! E sempre que vai se dirigir a mim, é com gritos!
- Eu vou gritar mais se você não trouxer aquela nave!
- Pois então grite! Não vou estar aqui para te ouvir, mesmo!
O Major Nelson estava revoltado. Ele estava envolvido num projeto importantíssimo, testando uma nova nave que poderia ir a Marte! Mas Jeannie, por um capricho, fez a nave sumir e não queria devolver de jeito nenhum! O programa espacial e Jeannie realmente não combinavam!
Ela havia piscado e desaparecido, mas o pior é que ainda não havia nenhum sinal da nave!
- Jeannie! Volte aqui! - exclamou ele, olhando pela sala.
- Major Nelson! - era o Doutor Bellows, parecendo muito nervoso.
- Sim, senhor?
- Aonde está o MRT-IV?
- O que, senhor?
- A nave de testes! Estava sob sua responsabilidade e agora sumiu!
- Hã... senhor, ela pode ter sido testada por um outro astronauta e...
- Major Nelson, você é o único que sabe mexer naquela nave! Você foi o único que a testou, agora, onde raios ela se encontra?
O Dr. Bellows estava mesmo nervoso. De certo modo, a nave estava sob responsabilidade dele também, já que ele era o superior do Major Nelson.
- Senhor, e se nós projetássemos uma nova nave...
- Major Nelson, aquela nave custou milhares de dólares ao governo dos E.U.A.! Se você não encontrá-la em 24 horas, enfrentará uma côrte marcial!
- Senhor, eu...
O Dr. Bellows saiu batendo a porta do escritório do astronauta.
O Major Nelson estava perdido. Jeannie estava agindo irracionalmente, o Dr. Bellows estava impaciente (e com razão) e ele estava à beira de um ataque de nervos!
- Tony! - o Major Healey bateu na porta da sala de seu amigo e entrou.
- O que é? - respondeu ele, gritando.
- Opa! Tá nervosinho? O que houve?
- Foi mal, Roger. Sabe o MRT-IV?
- Sim... por falar nisso, cadê ela?
- Adivinha quem sumiu com ela?
- Quem?
- JEANNIE! Quem mais?
- Ih...
- Tudo porque ela cismou que eu não olho mais pra ela!
- E você... olha?
- Roger, tem como não olhar pra Jeannie?!
- Nunca! - o Major Healey deu um sorriso bobo.
- Ela sumiu com a nave, e agora, com ela mesma!
- Nossa, cara. Pra onde você acha que ela foi?
- Não tenho a menor ideia!
- Será que ela foi procurar um novo amo?
A pergunta um tanto inadequada do Major Healey foi a gota d'água. O Major Nelson pegou seu quepe e saiu rapidamente de seu escritório, bufando.
- Eu espero que ela encontre!
Ele foi até o estacionamento, pegou seu carro e começou a dirigir sem rumo. Precisava desestressar.
Ele sempre contornava as coisas, e achava mesmo que estava levando jeito para isso. Mas agora tudo estava fora de controle. Jeannie sumiu e levou uma nave caríssima com ela, ele estava prestes a enfrentar uma côrte marcial e geralmente isto significava a expulsão do programa espacial e talvez da vida militar. Mas o problema maior é que ele não sabia lidar com tudo isso. Todos os problemas que ele geralmente tinha não chegavam a esse ponto! Ele sempre conseguia consertar antes que pudessem prejudicá-lo mais. Mas desta vez... ele se viu perdido. Já tinha tentado chamar por Jeannie várias vezes e ela não respondia. Ele implorou para que ela devolvesse a nave, mas ela se negava a respondê-lo. Sim, ele estava perdido, para não dizer pior.
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MensagemAssunto: Re: Contra todas as probabilidades   Dom Set 28, 2014 9:42 pm

Parte 2

- Mamãe!
- Jeannie! Olá, minha querida! - a mãe de Jeannie deu um abraço caloroso em sua filha - O que você faz aqui?
- Oh, mamãe...
- Ah, já sei, é aquele seu amo ralé, não é?
- É!!!
- Espere um minuto! Você não reclamou por eu tê-lo chamado de ralé! Oh! Eu vou buscar o vinho! Vamos celebrar! - a gênia mais velha saiu para a cozinha e voltou com uma garrafa de vinho.
- Mamãe!!
- Minha filha de volta! Mal posso acreditar!
- Mamãe... eu não estou de volta para sempre!
- Não? Tem certeza?
- Sim, mamãe! Eu só... só quero dar um tempo! O Major Nelson anda estressado demais!
Jeannie Segunda, que estava visitando sua mãe também, ouviu o nome do amo de sua irmã - na voz dela própria - e resolveu ouvir disfarçadamente a conversa.
- Humanos são assim mesmo, querida! Quer vinho?
- Mamãe, ele mal olha para mim! Está sempre ocupado com aquelas naves estúpidas! Eu não aguento mais! - Jeannie esbravejou, e o cálice de vinho que sua mãe havia dado a ela espatifou-se.
- Isso, minha filha, coloque tudo para fora!
- Enquanto ele continuar esquecendo que tem uma gênia, a nave idiota vai continuar sumida!
- Você sumiu com uma nave dele?
- Sim! E eu sei que ele já tentou me chamar, mas é só para eu devolver a nave para que ele continue no projeto inútil! - Jeannie também estava nervosa.
- Querida... fique aqui por uns dias. Você precisa relaxar e estar com os seus por um tempo.
Jeannie respirou fundo.
- Acho que sim, mamãe. Obrigada!
Jeannie abraçou sua mãe. Enquanto isso, sua irmã, que ouviu tudo de longe, sorriu maliciosamente.
**********
O Major Nelson continuava dirigindo sem rumo, pensando no que sua vida iria se tornar. Ele não conseguia ver-se fazendo outra coisa, a não ser, ser um astronauta.
Trabalhar em um escritório? Da última vez que ele pensou em ter que fazer isto, ele chegou a ter um pouco de náuseas. Teria que mudar-se para Ohio e supervisionar uma fábrica de foguetes. Não, isso não era para ele. Trabalhar com engenharia civil? Não, ele entendia era de engenharia espacial! Talvez se ele falasse com o tio do Major Healey que trabalhava com terrenos...
E ele começou a imaginar sua vida num apartamento minúsculo, sem espaço sequer para uma certa garrafa... se é que ela voltaria para ele. Ora, é claro que voltaria!
Ela só estava dando um tempo... e arruinando a vida dele! Que ela desse todo o tempo do mundo! Sim, ele ainda estava zangado com ela. Teimosa!
Ele viu um bar no meio da estrada (ele tinha saído da cidade!) e resolveu parar. Estava tenso demais, precisava sentir seus músculos relaxando.
Ele entrou e sentou-se ao balcão. O bar estava meio vazio, só havia uns dois ou três bebuns, dormindo ou desmaiados.
- Boa tarde! O que deseja? - o bartender perguntou.
- Me vê um uísque.
- Pra já.
O Major Nelson nem era muito fã de uísque, mas ele precisava de algo forte. Já que tudo tinha dado errado hoje, por que não?
- Aqui está.
- Obrigado. - ele tomou tudo num gole só - Mais um - pediu ele, batendo o copo no balcão.
- Ok!
Depois de muitas doses de uísque, o Major Nelson começou a divagar. Ele havia perguntado para o bartender o que ele achava de garrafas exóticas e começou a descrever a de Jeannie, praguejando, mas elogiando o *conteúdo* dela. Mais ou menos.
- Ela é uma ingrata! A gente salva ela da prisão na garrafa e o que ela faz? Foge com a p... da nave!
O bartender não estava entendendo nada. O homem de uniforme parecia ser um entendedor de garrafas exóticas, mas ele parecia se referir ao conteúdo delas como uma mulher! O homem estava muito bêbado e provavelmente drogou-se antes de entrar no bar...
O Major Nelson olhou causalmente para a porta e uns quatro homens entraram. Tinham caras de poucos amigos e provavelmente não queriam só beber.
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MensagemAssunto: Re: Contra todas as probabilidades   Dom Set 28, 2014 9:43 pm

Parte 3

- O que foi, tira? Vai encarar? - um dos homens se dirigiu a ele.
- Eu não sou policial...
- Ah, é, você é da Força Aérea... vocês fazem alguma coisa da vida além de ficar voando pelo céu?
- Ser piloto não é nada fácil, sabe?
- Ah, aposto que não... ficar voando por aí, gastando o dinheiro do governo federal...
O homem estava chamando-o de inútil? Ele estava desprezando sua profissão?
- Espere aí, não é isso que fazemos! Nós...
- Claro que não... e vocês ainda ganham pra isso!
O homem estava zombando dele! Quem era ele para fazer isso? O desgraçado ia ver só...
- Você está dizendo que o meu trabalho não serve para nada?
- Se a carapuça serve...
- Escuta aqui - disse o Major Nelson, empurrando o outro - nós trabalhamos defendendo esse país e se você não tá satisfeito com isso, vai embora!
- Defendendo? Vocês estão é gastando nossos impostos à toa!
- Sabe o que mais eu vou gastar?
- O que?
- Um soco! - disse ele, dando um de direita no outro homem - Talvez dois! - e deu um de esquerda.
O homem revidou e a briga estava feita. O Major Nelson conseguiu esquivar-se de alguns socos, mas tomou um no canto da boca.
De repente ouviu-se um tiro para cima. Era o dono do bar, com um revólver.
- Ouçam bem! Se vocês não saírem agora, eu chamo a polícia! Entenderam?
Os arruaceiros saíram, derrubando tudo e sem pagar a conta. O Major Nelson olhou meio timidamente para o dono do bar.
- Desculpe... - disse ele.
- Tudo bem, Major... Major Nelson. - ele estava olhando para a identificação do Major Nelson, que na briga, havia caído no chão - Você é aquele astronauta?
- Sim... bom, acho que sim. - ele pegou de volta sua identificação.
- Uau!
- Desculpe pela confusão. Eu pago a conta e vou embora.
- Ora, o que é isso! Eu estava aqui, vi tudo! Eles começaram! Quer colocar gelo aí?
- Não, não, obrigado.
Uma garçonete vestida com um tubinho preto e cabelos amarrados num coque tinha observado tudo com seus felinos olhos acinzentados...
Ela aproximou-se dele.
- Boa tarde, querido...
Essa voz... ele conhecia essa voz. Ele virou-se e uma moça idêntica à irmã de Jeannie sorria cinicamente para ele.
- Hã... boa tarde...
- O que você faz tão longe da Praia dos Cocos?
Moça parecida... era ela! Mas ele estava tão chateado e fora de si que nem se importou.
- Arrumando confusão... aparentemente!
Jeannie Segunda deu uma risada. Ele estava três vezes mais atraente para ela agora!
- Oh, Majorzinho! - disse ela, olhando para o canto da boca dele - Está doendo?
- Hã? Ah... não.
- Mas cortaram essa boca perfeita! - ela tocou no corte - Venha, eu cuido de você...
- Jeannie...
- Sim, querido?
- Você não sumiria com uma nave por um mero capricho, sumiria? Ah, olha pra quem eu tou perguntando isso, claro que sumiria!
- Querido, eu arrumaria um jeito infinitamente mais prazeroso de consertar as coisas!
- É? Qual?
- Eu te mostro...
O Major Nelson a seguiu para dentro do bar. O dono nem se tocou que aquela garçonete tinha aparecido do nada e nem que ela estava levando um "cliente" para as dependências do estabelecimento. "Ela deve ter enfeitiçado o homem", pensou ele.
Ele estava tão desnorteado e desgostoso da vida que se deixou ser levado pela irmã de Jeannie. Ele não se importava mais. Podia acontecer qualquer coisa com ele agora.
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MensagemAssunto: Re: Contra todas as probabilidades   Dom Set 28, 2014 9:44 pm

Parte 4

Ela o levou a uma salinha, onde havia um enorme tapete persa redondo e muitas almofadas. No fundo, um divã vermelho-sangue. No teto, um lustre também vermelho cheio de arabescos, com uma lâmpada.
Ela o empurrou para cima do divã e piscou uma latinha na palma de sua mão.
- O que é isso?
- Remédio, querido...
- Ahn...
A tal salinha tinha um clima bem mais agradável do que o bar. Estava mais fresca, e a luz estava relaxando-o completamente.
Jeannie Segunda sentou-se ao lado dele, pegou um pouco do remédio (parecia uma pomada) e passou no ferimento do Major Nelson. Ela fazia movimentos circulares com o dedo indicador enquanto olhava para ele com um pouco de pena. Pelo menos era o que parecia para ele.
- Temos que deixar você curado, Majorzinho... senão eu não vou poder fazer isto...
Ela o beijou levemente.
- Doeu? - perguntou ela.
- Não...
- Ótimo... você está curado então!
- Que bom...
O Major Nelson estava totalmente grogue. Aquela luz avermelhada da sala, o gosto doce do remédio, o clima agradável e aquela fumaça... espere. De onde surgiu aquela fumaça?
Ele ia se levantar quando ela o empurrou de volta, dizendo que ele precisava relaxar. Ela acariciava o rosto dele, observando-o atentamente. Ela logo se lembrou da imagem do Major Nelson em cólera, empurrando o outro homem e enchendo-o de socos. Como aquela imagem a tinha excitado!
Ela o beijou suavemente de novo e desta vez, ele correspondeu. Já que ele estava mesmo acabado, que fosse completamente...
Os beijos de Jeannie Segunda se intensificaram e ela sentou-se em seu colo, soltando seus cabelos.
Como ela ficava bonita de cabelos soltos! Destacava sua pele alva e seus olhos acinzentados...
O Major Nelson nunca havia admitido isso nem para ninguém, nem para si mesmo, mas ele tinha atração pela irmã de Jeannie. A mulher era maléfica, mas ele não podia negar que ela era lindíssima e muito sensual. O jeito de ela andar, o jeito de falar, até os movimentos que ela fazia com os braços pareciam calculados para seduzir.
Ele também nunca havia contado isso para seu melhor amigo, mas ela o visitava em seus sonhos de vez em quando. Sonhos pouco inocentes, aliás...
Ela estava desabotoando sua camisa (ele não fazia ideia de onde estava seu paletó) vagarosamente, acariciando seu peito. Uma massagem? Ótimo. Ele estava mesmo precisando de uma...
Ela levou as mãos para trás e puxou para baixo o zíper de seu vestido. O barulho do zíper descendo fez o Major Nelson despertar do torpor. Bem na hora em que ele se deparou com seios grandes recheando um sutiã meia-taça branco. Ela havia acabado de tirar seu vestido e segurou o rosto dele, beijando-o novamente.
Bem mais desperto, ele a abraçou apertado, retribuindo os beijos quentes dela. Espertamente, ele desenganchou o sutiã e jogou-o para o lado. Jeannie Segunda sorriu maliciosamente.
Ele definitivamente estava desperto. Apertando levemente um dos seios dela, ele levou o outro à boca, sua língua e lábios trabalhando sem parar. Ele olhava para ela, como se a desafiasse a gemer. E ela o fez. Ele fez o mesmo com o outro e ouviu-a gemer mais.
A tensão que ele sentia anteriormente começou a ser descarregada e substituída por uma outra. Mas ele realmente não estava se importando. Era só um encontro casual e estritamente carnal, e ele estava precisando disso. Mesmo que fosse com a irmã de sua gênia. Afinal, Jeannie Segunda era uma mulher extremamente linda e... enérgica.
Ele logo levou a mão direita ao centro dela, enquanto sugava seu pescoço, segurando-a firmemente com o braço esquerdo.
Ela estava completamente inflamada, respirando pesadamente, passando os dedos pelos cabelos dele.
- Ohhh, querido!
Ele também respirava pesadamente, a tensão sexual aumentando. Ele precisava ter a mulher embaixo dele, e tinha que ser logo! Mas... ele tinha uma curiosidade que precisava ser saciada. E uma vontade também.
O Major Nelson jogou uma abanada Jeannie Segunda no chão, por cima das almofadas. Ela deu outra risada que o fez querer arrancar suas roupas e tomá-la imediatamente. Mas ele apenas tirou o resto de suas roupas, ficando de cuecas. Um par azul marinho que ele raramente usava. Ele a observou e viu que ela passou a língua pelos lábios. Ele deu uma risada marota. Apesar de a irmã de Jeannie ser sedutora e dominadora, era ele quem a estava seduzindo.
Ficando por cima dela, ele começou a beijá-la novamente. Boca, pescoço, clavículas, seios (demorando-se mais ali), estômago, abdômen. Sem perder tempo, ele arrancou-lhe a calcinha e levou sua boca às sensíveis partes femininas dela. Ela gritou extasiadamente e exclamou algo numa língua que ele não entendeu (árabe, provavelmente). Mas isto o excitou mais. Ofegante, ele continuou aprazeando-a oralmente por muitos minutos, levando a língua o mais longe que ele podia para dentro dela e sugando o ponto mais sensível.
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MensagemAssunto: Re: Contra todas as probabilidades   Dom Set 28, 2014 9:44 pm

Parte 5

Ele estava levando-a a loucura. Ondas e mais ondas de prazer arrebatavam-na e ela debatia-se sobre as almofadas. Pela primeira vez na sua longa vida, Jeannie Segunda concentrou-se nas sensações maravilhosas que estava sentindo e não numa vingança prazerosa. O foco agora era aquela perdição de homem, que estava levando-a ao auge do deleite.
- Aaaaaaaaah! - gritou ela, orgasticamente.
Ele voltou a beijá-la por todo o seu corpo, cada beijo parecendo um choque elétrico. Ela olhou para ele e aquela boca carnuda e encharcada implorava para ser beijada. Ela o fez, sua língua chocando-se com a dele. Arranhando as costas dele (o que o fez gemer contra sua boca), ela puxou a cueca para baixo, apertou-lhe o traseiro e deu um gemido ao sentir o quanto ele estava pronto para tê-la. Mordendo o lábio inferior e olhando fixamente para ele (ele tinha a expressão mais maliciosa do mundo no rosto! Delicioso!), ela segurou seu avantajado equipamento e guiou-o para dentro dela. Ele apertou os olhos, puxando o ar pelos dentes; ela gemeu mais uma vez.
Ele tentou mover-se devagar no começo, mas não dava mais tempo. Ele sentia que se não explodisse logo dentro dela, ele mesmo ia explodir. Seus movimentos eram acelerados e parecia que ela sentia o mesmo que ele, porque ela procurava acompanhá-lo, mexendo os quadris.
Ele finalmente teve seu alívio, descarregando toda a tensão acumulada na última hora. Ela gemeu alto; um gemido longo, acompanhando o intenso orgasmo.
Ele respirou fundo algumas vezes e urrou um palavrão com vontade. Para acabar de extravasar. 
Ela deu uma risadinha.
- Major Nelson? - a voz dela estava até doce.
- Sim?
- Por quê?
- Ah... você sabe.
- Não... não sei.
- Pense bem e você vai descobrir.
Ele se levantou e começou a se vestir. Ela piscou e ele estava limpo e arrumado. Olhava para ele com uma expressão indecifrável no rosto.
- Por quê? - ela repetiu.
- Já te respond...
- Por que eu?
- Se você não sabe, não vou te contar.
Ele olhou para baixo. Jeannie Segunda já estava vestida, mas continuava deitada no chão, com aquela expressão que ele não sabia definir.
- Então não me conte, querido.
Ela levantou-se e ele viu o olhar e o sorriso cínico aparecerem de novo. Ela estava de volta.
- Adeus. – disse ele.
Ela sorriu docemente para ele.
- Obrigada. - ela disse também docemente, dando um beijo no rosto dele. Ele sorriu também.
Ele entrou em seu carro e voltou para a Praia dos Cocos. Estava decidido a contar ao Dr. Bellows o que tinha acontecido. Mas ele não precisou fazer isso. O psiquiatra se derreteu em agradecimentos, aliviado. O MRT-IV estava de volta.
Chegando em casa, ele chamou por Jeannie para agradecê-la. Ela apareceu e se desculpou muito, dizendo que podia mandá-la de volta para Haji.
- Mas por quê?
- Amo... a sua nave... desapareceu.
- O MRT-IV?
- Sim! Eu não sei o que aconteceu, e...
- Mas... a nave está lá na NASA!
- O que?
- O Dr. Bellows me agradeceu por ter trazido ela de volta e eu achei que você tivesse resolvido trazer a nave de volta!
- Eu tinha a intenção de fazer isto, mas... ela havia desaparecido!
- Não foi você, então?
- Não, Amo. Quem poderá ter sido, então?
O Major Nelson virou-se de costas para Jeannie e sorriu. Ele sabia exatamente quem tinha trazido a nave de volta.

FIM
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